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Do litoral27/03/2014 | 20h54

Para gandulas de Itajaí, a melhor parte do trabalho é acompanhar o Marcílio Dias

Meninas admitem que a paixão pelo Rubro-anil é a principal atração na função

Para gandulas de Itajaí, a melhor parte do trabalho é acompanhar o Marcílio Dias Marcos Porto/Agencia RBS
As gandulas do estádio Hercílio Luz Foto: Marcos Porto / Agencia RBS

A emoção de ficar pertinho do campo e acompanhar todos os lances do jogo é a melhor parte de ser gandula para as seis mulheres que trabalham nos jogos do Marcílio Dias em Itajaí. Algumas delas não tem tanta intimidade com a bola, outras, no entanto, participam até de um time de futebol feminino amador da cidade: o Moreia.


Como as irmãs Fabiana de Oliveira Vicente, 28 anos, e Josiane Oliveira Vicente, 24, que são jogadoras do Moreia e torcedoras fiéis do Marinheiro. Fabiana é atacante na equipe amadora e conta que gosta de ser gandula porque pode ver o time do coração bem de perto.


— Gosto de ver de frente as jogadas do Marcílio, é bem melhor — destaca.


Já a irmã Josiane trabalha como gandula há um ano no Cilião e durante o restante do tempo é vigilante. Para ela, o mais legal nos jogos é a emoção de ver os lances de dentro do campo.


— Sou torcedora do Marcílio e assim posso ver o jogo de perto, mas não podemos vibrar — explica.


As duas comentam que a pior parte do trabalho são os xingamentos que ouvem dos torcedores quando o time da casa perde a partida. Mesmo assim, afirmam que gostam de ser gandulas.


— Uma vez jogaram um monte de cachaça e cerveja nos meus cabelos porque o Marcílio perdeu — lembra Fabiana.


Bruna Rocha, de 24 anos, foi convidada para ser gandula do Marinheiro e acabou aceitando o trabalho. Fora do jogo, ela trabalha com garçonete em eventos e numa empresa de logística. Ser gandula é um extra com emoção a mais.


— Trabalho aqui desde o início do Campeonato Catarinense. O mais legal é vibrar com cada passe e ficar com raiva quando eles roubam do Marcílio — afirma.


Ainda assim Bruna diz que só torce para a Seleção Brasileira de Futebol, mas admite que no tempo em que está como gandula do Cilião já pôde sentir a emoção de ser torcedora marcilista.

JORNAL DE SANTA CATARINA

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