Pesquisa e intuição: os segredos de Danilo para brilhar na Chapecoense - Esportes - Santa

Sul-Americana29/09/2016 | 08h14Atualizada em 29/09/2016 | 08h14

Pesquisa e intuição: os segredos de Danilo para brilhar na Chapecoense

Atuação histórica do goleiro garantiu o time nas quartas de final

Pesquisa e intuição: os segredos de Danilo para brilhar na Chapecoense Sirli Freitas/Especial
Foto: Sirli Freitas / Especial
darci debona

No dia 23 de setembro, o goleiro Danilo completou três anos de Chapecoense. O presente da data comemorativa veio na noite desta quarta-feira. Ele foi o herói da classificação diante do Independiente,em que pegou quatro pênaltis e garantiu o Verdão nas quartas de final da Copa Sul-Americana. Antes disso, ele havia pego apenas três cobranças no clube.

– Peguei mais pênalti hoje do que em três anos de clube – lembrou.

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Foi realmente uma noite fantástica para o goleiro. Ele agradeceu ao analista de desempenho do clube, Victor Hugo, que pesquisou sobre as cobranças do Independiente. Além disso, ele disse que a intuição foi outro fator que pesou para fazer as defesas.

Ele destacou que muita coisa passou pela cabeça nas cobranças. Mas uma delas foi a de ajudar os companheiros, principalmente os que tinham perdido as suas tentativas.

Ele lembrou também da Copa Sul-Americana do ano passado, quando a Chapecoense eliminou o Libertad nos pênaltis e ele não pegou nenhuma cobrança, mas os companheiros fizeram todas.

- Queria retribuir o apoio aos meus companheiros pelo apoio que me deram- lembrou.

A volta por cima de Danilo

Danilo chegou a ficar fora onze jogos neste ano, alguns para ser poupado, outros quando sua titularidade chegou a ser questionada. O camisa 1 disse que continuou trabalhando e torcendo pelo clube, até reconquistar o posto. O jogador, que já marcou seu nome com a conquista do Campeonato Catarinense, agora marca também seu nome na história com um jogo memorável.

Após a partida ele ligou para sua mãe, em Cianorte, e chorou. Também abraçou a esposa Letícia Gabriel e o filho Lorenzo, de dois anos e cinco meses. A família do jogador ficou assustada com a confusão que aconteceu nas arquibancadas da torcida visitante durante o jogo e quase deixou o estádio sem testemunhar a atuação do goleiro..

- Nas cobranças, fiquei ajoelhada e rezando. Deu tudo certo – comemorou Letícia


 
 

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