Augusto Ittner: Prefeitura cogita envolver o Galegão em uma iniciativa público-privada - Esportes - Santa

Blumenau21/11/2016 | 14h48

Augusto Ittner: Prefeitura cogita envolver o Galegão em uma iniciativa público-privada

Ideia é vista como solução para garantir a reforma da quadra a curto-prazo

Augusto Ittner: Prefeitura cogita envolver o Galegão em uma iniciativa público-privada Luís C. Kriewall Filho/Especial
Reforma da quadra foi uma das promessas de campanha de Napoleão Bernardes. Foto: Luís C. Kriewall Filho / Especial



Reformar a quadra do Galegão e deixá-la com 20 metros por 40 metros para poder receber jogos de handebol e futsal foi uma das prioridades apontadas pelo prefeito reeleito Napoleão Bernardes (PSDB) para o esporte. Na ocasião, em entrevista à coluna, o então candidato disse que o município está elaborando um edital de licitação para o projeto de engenharia da parte baixa da estrutura para, aí sim, ter noção de valores e tentar encontrar formas de buscá-los.

Na sexta-feira pela manhã, Napoleão participou de um encontro promovido pela Associação de Imprensa do Médio Vale do Itajaí (Assimvi), e minha única pergunta a ele foi sobre esse assunto. E, ao que parece, o mandatário da cidade já definiu seu posicionamento quanto ao que deve ser feito com o Galegão: colocá-lo em uma parceria público-privada para privatizar a administração, porém de uma forma que contemple as modalidades atreladas à Fundação Municipal de Desportos (FMD).

O exemplo citado foi o Eisenbahn Biergarten. O prefeito argumenta que a construção de um setor como aquele demandaria uma licitação para o projeto de engenharia, execução desse projeto, licitação para a obra e construção da estrutura, o que se falando de poder público e seus processos burocráticos poderia demandar até dois anos.

No caso da parceria com a cervejaria blumenauense, o espaço estava pronto em quatro meses e a ideia para o ginásio é exatamente essa. Brinquei se poderíamos ter o Galegão com venda de “naming rights” (a exemplo do Allianz Parque, do Palmeiras, e tantos outros exemplos internacionais) e a resposta até que pendeu para o “sim”. A empresa que viesse a explorar o espaço poderia, além de receber eventos esportivos, abrir o leque de opções para shows, entre outras coisas.

O esporte geralmente é o patinho feio, e a gente sabe disso. Em um momento de contas apertadas, redução de despesas, por vezes essa área acaba pagando o pato. A prefeitura admite que não tem dinheiro para uma reforma assim, e essa ideia, se tirada do papel, poderia resolver a curto-prazo uma necessidade que pessoas como Sérgio Graciano, do handebol, e Jorge Schwartz, do futsal, têm. Imagine a campanha de Blumenau na Liga Nacional de Futsal em 2014 com o Galegão à disposição. Seriam 3 mil pessoas por jogo e pressão para os adversários.

Aguardemos.

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