Diego Jardel fala sobre vontade de seguir no Avaí: "Essa camisa é minha segunda pele" - Esportes - Santa

Futuro23/11/2016 | 18h52Atualizada em 23/11/2016 | 18h52

Diego Jardel fala sobre vontade de seguir no Avaí: "Essa camisa é minha segunda pele"

Meia tem contrato com o clube até o final de 2017

Diego Jardel fala sobre vontade de seguir no Avaí: "Essa camisa é minha segunda pele" Cristiano Estrela/Agência RBS
Diego Jardel é abraçado após marcar o gol do acesso do Avaí contra o Londrina Foto: Cristiano Estrela / Agência RBS

Diego Jardel está nas nuvens. Autor do gol sobre o Londrina, que culminou no acesso do Avaí à Série A de forma antecipada, o meia comemora a boa fase, tanto no lado profissional, como no pessoal. O atleta aguarda o nascimento da filha e diz que ainda é cedo para falar dobre o futuro. Com contrato até o final de 2017 com Leão, Jardel quer esperar o fim do Brasileiro para saber do futuro. A vontade é, sim, de ficar no Leão.

- Ainda nem pensei, tenho contrato até o final do ano que vem, o momento ainda é de curtir, de aproveitar e também a expectativa da minha filha chegar. Já falei pro meu empresário e pro pessoal do Avaí pra conversarmos depois que o campeonato acabar, aí sim vamos sentar ver o que for melhor para mim e para o clube, mas todos sabem que adoro estar aqui, é minha segunda casa, essa camisa é minha segunda pele e se eu ficar será com muita alegria, mas se eu sair também que tenha alguma retorno pro clube que ambas as partes ganhem - explicou o jogador.

Diego Jardel ainda não sabe se estará em campo no jogo deste sábado, às 17h30min, na Ressacada, contra o Brasil de Pelotas. Há a possibilidade do técnico Claudinei Oliveira mandar a campo uma equipe mista, ou até reserva.

- Sobre o jogo a gente deixa na mão do treinador, ele tá pensando em como vamos para a partida, se vai dar chance para os jogadores que não atuaram tanto durante o ano. Então isso vai ser decidido com sabedoria, com calma, mas quem entrar vai fazer uma grande festa.

O atleta relembrou os maus momentos que o clube passou durante o ano e reforçou a união dos atletas no momento mais complicado.

- Depois da derrota pesada que tivemos para o Bahia, fizemos uma reunião e chegamos a conclusão que daquela maneira, com as atitudes que estávamos tendo, que a gente não ia ter os nossos êxitos. A união fez a diferença do grupo, depois dali conseguimos uma arrancada. Um podendo sempre ajudar o outro dentro de campo, nos treinamentos, isso reflete dentro do campo, e deu certo.

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Foto: Arte / DC


 
 

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