Rodrigo Faraco: 2016 acaba na Ressacada, mas ficará para sempre na memória dos avaianos - Esportes - Santa

Especial26/11/2016 | 07h25Atualizada em 26/11/2016 | 07h26

Rodrigo Faraco: 2016 acaba na Ressacada, mas ficará para sempre na memória dos avaianos

Rodrigo Faraco: 2016 acaba na Ressacada, mas ficará para sempre na memória dos avaianos Charles Guerra/Agencia RBS
Foto: Charles Guerra / Agencia RBS

É o último jogo da temporada do Avaí. Quando a partida foi marcada, lá atrás, o torcedor imaginava que jogo seria este. Seria o do acesso? Seria o jogo para garantir a permanência? As dúvidas eram muitas. Acontece que o dia chegou e o jogo é o da festa do Avaí, que já está garantido na Série A do ano que vem. É um jogo leve, em que os avaianos vão se encontrar pra sorrir, cantar juntos, exaltar e reafirmar o amor ao clube, para trocar abraços com o coração leve num sentimento que mistura orgulho, alívio, alegria, amor e muita satisfação. 2016 entrou pra história do Avaí e para o coração dos avaianos.

Os heróis ficam pra sempre

Nunca mais Renan, Alemão, Fábio Sanches, Betão, Capa, Luan, João Filipe, Marquinhos, Renato, Diego Jardel e Rômulo vão ser esquecidos. E mais alguns que foram o 12º jogador e tiveram seus momentos: como Lucas Coelho, titular até a lesão; Tatá e seu gol contra o Vila Nova, que valeu três pontos fundamentais; Judson, guerreiro das partidas finais contra Náutico e Londrina; o zagueiro Gabriel, revelação da temporada e que deixou também sua marca contra o Bragantino; o garoto Vítor, que fez gol contra o Goiás, num dos jogos mais difíceis do returno; João Paulo, lateral resgatado no final para fazer dobradinha com Capa; e W9, o William, que teve um ano difícil, mas também deixou sua marca na reta final, no Serra Dourada.

Além deles, o técnico Claudinei Oliveira, que foi uma espécie de salvador, resgatador e guardião do sonho avaiano; Joceli dos Santos, que passei a chamar de Joceli 100%, pelo acerto e precisão nas mudanças que fez, mas que trouxe, principalmente, uma nova mentalidade ao Avaí; Evando, o iluminado de sempre, que ajudou o este grupo a entender o que significa o Avaí e como eles poderiam ser felizes aqui.

Da rejeição à consagração

O presidente Francisco Battistotti não fez tudo sozinho. Ninguém faz. Mas fez o que o Avaí precisava. Dedicação intensa para que o clube pudesse sobreviver ao quase caos financeiro. Fora de campo, as dificuldades ainda foram grandes, mas houve vitórias importantes, como o retorno da Caixa Econômica Federal, como o acerto com a Justiça do Trabalho, que ameaçava travar o clube, como a volta da credibilidade no mercado.

No mercado do futebol o presidente Battistotti tem boa aceitação pelas ações que tem realizado e pela forma como se coloca. Ele entrou rejeitado pelo caos que financeiro que a administração anterior produziu. O atual presidente comprovou que o caos não era responsabilidade dele. O Avaí começa a se reestruturar – ainda timidamente – administrativamente. Mas já é um passo gigantesco. E Battistotti sai vitorioso. Talvez o maior vitorioso de todo o processo de reconstrução azul e branca que foi a temporada 2016.

 
 

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