Rodrigo Faraco: o sobe e desce de Avaí e Figueirense - Esportes - Santa

Opostos22/11/2016 | 07h34Atualizada em 22/11/2016 | 07h34

Rodrigo Faraco: o sobe e desce de Avaí e Figueirense

Pra um estar bem o outro tem que estar mal, é uma loucura

Rodrigo Faraco: o sobe e desce de Avaí e Figueirense Cristiano Estrela/Agencia RBS
Foto: Cristiano Estrela / Agencia RBS

É quase uma sina! Quando um está bem, o outro está mal. Quando um está por cima, o outro está por baixo. Avaí e Figueirense se completam até nisso. E fizeram mais uma vez a capital enlouquecer com a rivalidade dos times, das torcidas, e as reviravoltas das equipes. Como em 2001, quando o Figueirense subiu e o Avaí ficou pelo caminho, ou em 2008, quando o Leão subiu e o Figueira amargou um rebaixamento dolorido depois de sete anos de Série A, ou em 2011 em que os azurras sangraram com a queda, e ainda nos contrastes de 2013 e 2015. É quase sempre assim.Parece que para um estar bem, o outro tem que estar mal mesmo. Florianópolis viveu um final de semana, no mínimo, diferente. A festa foi toda azul, com o acesso do Avaí e o rebaixamento do Figueirense. É algo que ainda deve ser realidade por alguns anos. Com o tamanho da nossa realidade local, população, investimentos e até pela própria divisão de mercado que os dois times provocam estando na mesma cidade, é natural esse sobe e desce. E, de certa forma, é o que mantém um e outro, e faz crescer a alma deste negócio, que é a rivalidade.


 
 

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