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Pré-temporada11/01/2017 | 16h24Atualizada em 11/01/2017 | 16h24

Sem tempo a perder, Chapecoense integra preparação física com trabalhos técnicos e táticos

Preparador físico do time fala de calendário extenso e a necessidade de manter um elenco inchado para revezar ao longo da temporada

Sem tempo a perder, Chapecoense integra preparação física com trabalhos técnicos e táticos Sirli Freitas/Chapecoense
Foto: Sirli Freitas / Chapecoense
Luiz Barp e Especial

Há exatos 10 dias do seu primeiro jogo, em amistoso contra o Palmeiras, a preparação física dos atletas da Chapecoense está ocorrendo integrada com os trabalhos técnicos de Vagner Mancini. Na intenção de acelerar o processo preparatório, o clube corre contra o tempo para que o elenco possa mostrar um bom futebol já na primeira partida, no próximo dia 21.

Em entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira, o preparador físico do clube, Marcos Cezar, o Marquinhos, explicou como a Chape está se preparando para encarar as inúmeras competições desse ano e também reiterou a responsabilidade que tem ao substituir Anderson Paixão, antigo preparador que morreu no acidente aéreo de novembro.

- Se o ideal seria 100%, diria que os atletas chegaram aqui com 70%, respondeu Marquinhos ao ser questionado sobre a atual situação física do novo elenco da Chape.

Sobre os seus objetivos nas primeiras semanas de treinamento, o profissional espera deixar os atletas preparados para que consigam atender as necessidades técnicas que Vagner Mancini vem tentando implantar.

- Hoje a gente já entende o futebol não mais uma visão reducionista. Hoje o futebol é uma coisa indivisível. Esses trabalhos são pensados com os componentes físicos e os técnicos unidos - disse.

Em relação ao calendário extenso da Chapecoense neste ano, Marquinhos disse ser humanamente impossível um atleta jogar, por exemplo, 80 jogos ao longo do ano. A montagem do elenco, nesse sentido, pensou em formar um grupo mais inchado para que seja possível revezar ao longo das competições.

Gratidão pelo clube

Questionado sobre a sua vinda à Chape, o mesmo clube que o revelou no mundo do futebol, Marquinhos ainda lembrou da oportunidade e apoio que recebeu ao ser convidado para preparar as equipes da base, ainda em 2015.

- Meu filho, quando nasceu, teve doença de má formação e a Chapecoense ajudou até financeiramente. Não teria como eu negar um convite, quando o clube me amparou quando precisei - recordou.

No seu histórico, o preparador acumula, além de uma passagem pelo Verdão, treinamento com a seleção feminina de handebol, levando as atletas para a Olimpíada de Pequim, e a recente passagem pelo Bahia, clube que largou ao ser convidado para retornar à Chapecoense

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