"Movido a caldo de cana", Rossi tem se destacado na boa campanha da Chapecoense no Estadual - Esportes - Santa

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Combustível28/03/2017 | 07h15Atualizada em 28/03/2017 | 14h17

"Movido a caldo de cana", Rossi tem se destacado na boa campanha da Chapecoense no Estadual

Motor do ataque da Chape, Rossi é um jogador que já caiu nas graças da torcida

"Movido a caldo de cana", Rossi tem se destacado na boa campanha da Chapecoense no Estadual Márcio Cunha/Especial
Foto: Márcio Cunha / Especial
darci debona

Motor do ataque da Chapecoense, Rossi é um jogador que já caiu nas graças da torcida. Foi dele o primeiro gol do clube em um jogo na Arena Condá pela Libertadores. O time pode até ter perdido aquela partida para o Lanús, mas foi a última derrota. Depois, vieram três triunfos consecutivos no Campeonato Catarinense, a liderança do returno e a confiança de que a equipe vai chegar - e forte - na final do Estadual.

A energia do jogador para ditar o ritmo do ataque da equipe vem de fontes diferentes. Parte dela é por já estar se sentindo em casa em Chapecó. A outra vem do açúcar do caldo de cana, principalmente aquele que ele gosta de tomar na Avenida Getúlio Vargas, no centro da cidade. Quando chega no local, já vai cumprimentando funcionários e clientes.

- Gosto de caldo de cana e esse aqui foi o Moisés que me indicou. Gosto também de comer um pastel, gosto desse clima de interior de Chapecó, pois também sou do interior - diz o jogador, já ambientado à cidade.

O que mais impressiona no atleta de 1m70cm de altura é a rapidez com a qual conduz a bola até o ataque, costurando os adversários pela ponta direita. E há quem diga que isso é coisa que passa de pai para filho. O pai do jogador também batia sua bolinha e era conhecido como Ligeirinho. Coincidência?

Aos 15 anos, ele já disputava o intermunicipal adulto. E acabou indo disputar a Copa São Paulo pelo Castanhal, do Pará. Olheiros do Flamengo se interessaram pelo rápido atacante e acabou indo para o Rio de Janeiro. Lá teve que escolher um nome.

- Meu nome, Rosicley, é muito feio, e Prainha, que era meu apelido, também não dava, daí escolhi Rossi, que é um nome italiano forte – conta o jogador, que estava no Goiás antes de fechar com o Verdão

A direção da Chapecoense começou os contatos ainda no ano passado. Mas havia outros clubes interessados. Rossi disse que preferiu a Chapecoense pois tinha o desafio da reconstrução de um time e a Libertadores. Foi oferecido um contrato de três anos.

Foto: Márcio Cunha / Especial

Reencontro com o Atlético Nacional

A Conmebol anunciou na segunda-feira que a primeira partida da final da Recopa Sul-americana, entre a Chapecoense e o Atlético Nacional, será realizada no dia 4 de abril, em Chapecó. O jogo da volta acontece em 10 de maio, em Medellín.

Será o reencontro entre o Verdão catarinense e o clube colombiano, que abraçou o clube do Oeste após o acidente aéreo de 29 de novembro, que colocaria os dois frente à frente na decisão da Sul-Americana.

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