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Futebol29/03/2017 | 21h18

Retrospecto do JEC na Ressacada anima, mas será preciso superar outra estatística

Com Claudinei Oliveira, Leão vive uma das melhores fases como mandante e deve dificultar a missão tricolor no clássico desta quinta-feira, às 20h30, em Florianópolis

Retrospecto do JEC na Ressacada anima, mas será preciso superar outra estatística Cristiano Estrela/Agencia RBS
Ressacada é palco preferido do JEC como visitante nos últimos anos Foto: Cristiano Estrela / Agencia RBS

Vencer o Avaí, na Ressacada, foi uma tarefa muito difícil para o Joinville durante 11 anos. Entre 2001 e 2012, o Tricolor não conseguia superar o Leão na Capital de jeito nenhum. O curioso é que, a partir do momento em que o jejum caiu, o JEC deslanchou.

De lá para cá, houve oito partidas no estádio avaiano, com seis vitórias joinvilenses, um empate e apenas uma derrota – 2 a 1 na Série A de 2015. Sinal de que ir até a Ressacada tem sido um bom negócio para os tricolores.

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O grande problema é que, para manter este retrospecto extremamente positivo nesta quinta, a partir das 20h30, o Joinville terá de superar outro: o do técnico Claudinei Oliveira como mandante pelo Leão.

Desde a chegada ao Avaí, Claudinei soma 18 partidas na Ressacada, com 12 vitórias, quatro empates e duas derrotas. O detalhe é que na maioria das vezes em que não venceu, o jogo não representava muito ao Leão.

Por exemplo: dos quatro empates, dois aconteceram diante de Brasil-RS e Inter de Lages – nas últimas rodadas da Série B e turno do Estadual, respectivamente. Na ocasiões, o Avaí já estava na Série A e tinha o título do turno garantido. Os outros empates ocorreram no jogo único da Copa do Brasil, contra o Luverdense, e no clássico diante do Figueirense.

Já as derrotas só apareceram frente ao Criciúma, na primeira rodada do returno do Catarinense, e na Primeira Liga, diante do Londrina.

Em resumo: dos quatro empates e duas derrotas de Claudinei na Ressacada, há, pelo menos, três resultados praticamente inexpressivos. Mais um indicativo de que o Joinville terá grandes dificuldades para ser tão forte na Capital como ocorre desde 2012.

— Sempre é um jogo diferente (os duelos contra o Avaí). Sabemos que temos que escrever uma nova história a cada jogo, por isso, respeito muito o Avaí, pois tem jogadores de alto nível. Precisamos estar muito bem em todos os aspectos para vencer lá — analisou o técnico Fabinho Santos.

Se ganhar, o Tricolor irá, no mínimo, igualar a pontuação da Chapecoense no returno, caso o Verdão vença o Brusque – até o fechamento da edição, este jogo não havia terminado.

Dúvidas no meio-campo e no ataque

Na entrevista coletiva de quarta, o técnico Fabinho Santos manteve o mistério em relação a dois setores da equipe: meio-campo e ataque. As dúvidas são se ele irá manter Fabinho Alves e Bruno Batata, titulares na partida contra o Metropolitano.

As opções têm boas credenciais para assumirem a titularidade. Aldair, que disputa vaga com Fabinho Alves, é o artilheiro tricolor na temporada, com cinco gols. Já Marlyson, que tenta ocupar o lugar de Bruno Batata, é o vice-artilheiro do JEC no ano, com quatro gols.

Questionado pelos jornalistas presentes na entrevista, Fabinho se esquivou. A única confirmação feita pelo treinador é a presença do volante Júnior Sutil. Ele será o substituto de Renan Teixeira, desfalque na noite desta quinta.

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