Vagner Mancini: o enxadrista da Chapecoense - Esportes - Santa

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4 a 130/03/2017 | 07h15Atualizada em 30/03/2017 | 14h21

Vagner Mancini: o enxadrista da Chapecoense

Técnico comparou futebol ao jogo de tabuleiro

Vagner Mancini: o enxadrista da Chapecoense Márcio Cunha./Especial
Mancini tem mexido bem suas "peças" e conquistou quatro vitórias consecutivas no returno, chegando na liderança. Falta o xeque-mate para conquistar a taça Sandro Pallaoro Foto: Márcio Cunha. / Especial
darci debona

O que tem a ver futebol com xadrez? Para o técnico da Chapecoense há uma relação de estratégia, conforme disse na entrevista coletiva após a vitória por 4 a 1 diante do Brusque, na Arena Condá. 

— Dependendo daquilo que a gente está olhando de fora a gente pode mexer as peças. O futebol não está distante de um jogo de xadrez, então é importante que você saiba mexer as peças e é importante que você tenha também essas peças entendendo o que o técnico pede — explicou Mancini.

Ele lembrou que, contra o Avaí, usou Luiz Otávio na zaga pela sua estatura, para neutralizar a bola aérea do adversário. Contra o Brusque, voltou Nathan. No ataque, vem alternando Túlio de Melo e Wellington Paulista. Mas a mexida mais interessante no jogo contra o time do Vale do Itajaí foi a entrada de Apodi na lateral, passando João Pedro para o meio.

Minutos depois João Pedro faria o terceiro gol da Chapecoense, encaminhando a vitória.

Na partida contra o Avaí, Apodi entrou à frente de João Pedro, no meio. Mancini disse que os dois são bons jogadores e que pode utilizá-los de maneiras diferentes durante a partida.

Para o técnico, é importante ter um leque de opções no banco que podem manter o padrão de jogo com intensidade ou então mudar o panorama da partida quando for necessário.

Para o jogo de sábado, contra o Figueirense, o treinador espera que o time mantenha essa postura, embora considere natural que a equipe jogue mais precavida fora de casa, mesmo sem o treinador pedir.

— Quando a Chapecoense joga na Arena Condá o público joga junto com o time — destacou.

Mesmo com o Figueirense mal no campeonato, Mancini prevê dificuldades pois é um adversário tradicional e que joga no Orlando Scarpeli. O técnico da Chape acompanhou parte do jogo do Alvinegro contra o Criciúma.

Mas disse que seu time vai em busca da vitória pois quer muito conquistar a taça do returno.

— É um troféu que nos interessa, pois leva o nome do ex-presidente Sandro Pallaoro e queremos que ele fique perto da Chapecoense — declarou.

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