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Catarinense19/04/2017 | 20h54Atualizada em 19/04/2017 | 20h54

Chapecoense vai com time reserva para Criciúma

Victor Ramos pode fazer sua estreia

Chapecoense vai com time reserva para Criciúma Márcio Cunha./Especial
Jogadores titulares contra o Nacional, como o atacante Rossi, não viajam a Criciúma Foto: Márcio Cunha. / Especial
darci debona

A Chapecoense vai jogar em Criciúma com um time reserva na última rodada do Campeonato Catarinense. Além de vários jogadores suspensos, que forçaram cartão no final da partida contra o Joinville, a ideia é poupar  time titular que jogou a Libertadores terça-feira, contra o Nacional.

Mas alguns jogadores que vem sendo utilizados com frequência, como Túlio de Melo, devem viajar. Quem também está relacionado para a viagem ao Sul do Estado é o zagueiro Victor Ramos. Provavelmente ele não vai iniciar a partida mas pode entrar no jogo, pois está inscrito no Catarinense. O zagueiro Grolli, que volta de lesão, também pode atuar.

De acordo com o diretor de futebol do clube, João Carlos "Maringá", o jogo não vale classificação mas será importante para dar ritmo de jogo a atletas como Osman, Dodô e Niltinho, entre outros. Há também uma motivação de manter a invencibilidade no retunro.

- É uma campanha que vai ficar na história - disse Maringá, sobre o aproveitamento superior a 90%.

No entanto ele destacou que é importante dar um descanso para alguns jogadores e focar no jogo decisivo contra o Nacional, no dia 27 de abril, em Montevidéu. 

O time titular viaja na segunda-feira para Viamão, na Grande Porto Alegre, onde ficarão no mesmo hotel que hospedou a seleção equatoriana na Copa do Mundo de 2014, pois tem campo de treinamento com medidas oficial e grama igual ao dos principais estádios.

Depois do jogo contra o Criciúma, ainda no domingo, um ônibus levará parte dos jogadores, comissão técnica e diretores para Viamão. Outros que não serão relacionados para a Libertadores voltam de van para Florianópolis, onde pegam avião até Chapecó.

Maringá disse que o empate em casa contra o Nacional, por 1 a 1, não foi bom mas deixa aberta a disputa. O Lanús foi a seis pontos e a tendência é que fique com uma das vagas. O Zúlia ficou com três. Nacional e Chapecoense tem quatro.

O diretor avalia que vencer o Nacional é possível pelo desempenho mostrado na terça-feira e que um empate também mantém a equipe com chances. Já uma derrota deixaria uma missão bem difícil para as duas últimas rodadas.


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