Mancini surpreende com João Pedro no meio e quer repetir 1995 - Esportes - Santa

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De olho na taça04/04/2017 | 22h44Atualizada em 04/04/2017 | 23h05

Mancini surpreende com João Pedro no meio e quer repetir 1995

Ele já tinha testado a formação nas segundas etapas dos jogos contra o Brusque e Figueirense e desta vez resolveu iniciar com ela

Mancini surpreende com João Pedro no meio e quer repetir 1995 Cristiano Estrela/Agencia RBS
Mancini se mostrou confiante com titulo na Colômbia Foto: Cristiano Estrela / Agencia RBS
darci debona

O técnico Vagner Mancini surpreendeu na escalação diante do Atlético Nacional, nesta terça-feira pela Recopa Sul-Americana, ao começar pela primeira vez uma partida com Apodi na lateral e o então lateral João Pedro no meio campo.

Ele já tinha testado a formação nas segundas etapas dos jogos contra o Brusque e Figueirense e desta vez resolveu iniciar com os dois.A estratégia deu certo já que João Pedro fez a jogada do pênalti, que originou o primeiro gol na final da Recopa.

— Hoje tenho dois atletas num nível muito bom, que é o Apodi e o João Pedro e eu tive que arrumar uma maneira dos dois jogarem juntos – explicou.

Ele destacou que João Pedro no meio tem muita força e um bom drible e que pretende continuar utilizando essa formação nas próximas partidas. O técnico também lembrou que, em 1995, quando atuava pelo Grêmio, venceu o primeiro jogo da final da Libertadores em Porto Alegre, por 3 a 1 e depois garantiu o título com um empate em Medellín.

Desta vez ele afirmou que poderia ter repetido o mesmo placar se o árbitro tivesse marcado um pênalti em Artur. Mesmo assim se disse muito feliz com a vitória e espera novamente voltar com a taça da Colômbia.

Embora no dia 10 de maio ele não terá o apoio da torcida como teve na Arena Condá. Mancini disse que novamente a participação da torcida foi o diferencial, pois o Atlético teve maior posse de bola e já sabia que seu time teria que ser cirúrgico para vencer. Após o minuto 71, quando a torcida cantou em homenagem às vítimas do acidente na Colômbia, a Chapecoense, que vinha sendo dominada no segundo tempo, fez um gol e teve outras chances de marcar.

— Quando a torcida joga junto os jogadores conseguem se superar não só fisicamente mas na disposição do atleta, é uma energia muito forte que vem da arquibancada — avaliou.

O atacante Rossi também ressaltou que o apoio da arquibancada é fundamental.

— Quem tem câimbra esquece e quem tem dor de barriga também esquece, agora espero conquistar o caneco para marcar o nome na história da Chapecoense — finalizou.

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