Técnico da Chapecoense afirma que vai usar catimba no segundo jogo contra o Nacional, no Uruguai - Esportes - Santa

Libertadores19/04/2017 | 06h59Atualizada em 19/04/2017 | 06h59

Técnico da Chapecoense afirma que vai usar catimba no segundo jogo contra o Nacional, no Uruguai

Vagner Mancini lamentou chances perdidas e postura da arbitragem 

Técnico da Chapecoense afirma que vai usar catimba no segundo jogo contra o Nacional, no Uruguai Nelson Almeida / AFP/AFP
Chapecoense reclamou da catimba do time uruguaio no empate por 1 a 1 na Arena Condá Foto: Nelson Almeida / AFP / AFP
darci debona

A catimba, que é utilizar atitudes até antidesportivas para mexer com o adversário e tentar tirar vantagem disso, é uma estratégia utilizada por muitos clubes na Libertadores. Pois foi isso que a Chapecoense sentiu na partida contra o Nacional, na quarta-feira, quando acabou empatando por 1 a 1 na Arena Condá.

O técnico Vagner Mancini, que afirmou ser contra essa estratégia, disse que pretende utilizar isso no segundo jogo contra o Nacional, no dia 27 de abril, em Montevidéu, no Uruguai.

- Aqui no Brasil a gente tenta tirar isso pois deixa o futebol chato, irrita quem está no estádio ou quem está assistindo. Eu não vou jamais pedir que catimbem uma partida porque quero ver evolução e isso prejudica o espetáculo. Porém a partir momento que você joga uma Libertadores isso também faz parte do jogo então vamos ter que fazer vamos ter que dançar conforme a música e vou ter que pedir que eles façam cera, que eles catimbem pois é o jogo que a Conmebol permite que seja feito – afirmou Mancini.

O treinador da Chapecoense destacou que a arbitragem permitiu a catimba a partir do momento que não deu o cartão na hora do pênalti em cima do atacante Arthur, quando não expulsou o Diego Polenta na agressão a Andrei Girotto e quando não puniu a reposição de bola do goleiro Conde.Ele acredita que o time acabou se irritando com a condução da arbitragem.

-É um jogo diferente do que a gente joga no Brasil e a gente desperdiçou algumas chances muito em função de ansiedade, muito em função pela falta de pulso do árbitro que errou demais- reclamou o treinador.

Para o técnico Mancini, além de catimbar a Chapecoense precisa encontrar alternativas para fugir da marcação do adversário. O próprio treinador do Nacional, Martín Lasarte, afirmou que procurou neutralizar as jogadas pelos lados da Chapecoense, que vinha sendo o ponto forte do Verdão.

- Eu acho que uma vaga vai ficar entre essas duas equipes então o jogo lá de Montevidéu passou a ter um peso maior para todos nós. E se o técnico Martín já adiantou que marcou bem as laterais do campo então vamos ter que tentar alguma coisa por dentro -  avaliou.

Mancini não gostou da declaração do treinador adversário de que o Nacional teria dominado a parte mental do jogo. Na avaliação do treinador da Chapecoense, sua equipe procurou colocar a bola no chão e jogar futebol. Mas em Libertadores isso não basta.

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