Técnico da Chapecoense fala que conquista em quatro meses era difícil, mas estava em seus sonhos - Esportes - Santa

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Na final15/04/2017 | 21h11Atualizada em 15/04/2017 | 21h11

Técnico da Chapecoense fala que conquista em quatro meses era difícil, mas estava em seus sonhos

Mancini fala de trabalho árduo, encaixe do time e eficiência

Técnico da Chapecoense fala que conquista em quatro meses era difícil, mas estava em seus sonhos Marcio Cunha/Agência RBS
Chapecoense vai decidir final do Catarinense na Arena Condá, onde estiveram 12 mil pessoas neste sábado Foto: Marcio Cunha / Agência RBS
darci debona

No dia 9 de março o técnico Vagner Mancini, o preparador físico Marcos Cezar, o diretor executivo Rui Costa, o diretor de futebol Maringá e o gerente de futebol Nivaldo foram apresentados na Arena Condá como os responsáveis por reconstruir o futebol da Chapecoense, que havia perdido jogadores, comissão técnica e diretores no acidente aéreo da Colômbia.

Pois 127 dias depois a Chapecoense já comemora a primeira conquista, que foi a taça Sandro Pallaoro, por ter sido campeã antecipada do returno, com 91% de aproveitamento.

Na entrevista coletiva após a vitória por 2 a 0 sobre o Joinvilleneste sábado, na Arena Condá, Mancini disse que aceitou o desafio pois acreditava que era possível.

- Sinceramente isso estava nos meus sonhos, mas é lógico que eu sabia que seria muito difícil porque você chegar depois de 120 dias e ter um encaixe perfeito entre metodologia de trabalho, aceitação dos jogadores, depois de tudo aquilo que viveu a Chapecoense e depois de pouco tempo a gente chegar ao título do segundo turno, o que nos dá a chance de jogar a final diante do Avaí, então foi tudo muito rápido, muito intenso, em alguns dias 24h não foi suficiente, o que passamos para montar a equipe, então a gente tem que comemorar - destacou Mancini.

Ele afirmou que houve uma eficiência da comissão técnica, jogadores, diretoria e todos os funcionários do clube.  

Para o treinador a conquista é homenagem às vítimas do acidente, que a taça Sandro Pallaoro tem muitas pessoas por trás mas que ela  também representa outras coisas.

- Representa muito vencer o segundo turno diante de sua torcida pois sela a identificação dessa equipe com seu torcedor e com a comunidade, o torcedor já reconhece os atletas na rua e sabe do que somos capazes - afirmou.

Ele destacou que deve utilizar uma equipe diferente na última rodada, contra o Criciúma, em virtude de jogadores suspensos e também para evitar o desgaste de atletas que na próxima semana viajarão para o Uruguai. A Chapecoense enfrenta em casa o Nacional, na próxima terça-feira, e na semana seguinte joga fora.

Mancini também acredita que a Chapecoense talvez tenha uma ligeira vantagem diante do Avaí por estar num momento melhor e por decidir na Arena Condá, diante de sua torcida.

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