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Heróis improváveis05/05/2017 | 16h05Atualizada em 05/05/2017 | 16h24

Especialista em Catarinense, Maria aponta "pressões" de Chape e Avaí

De acordo com treinador, time mandante precisa lidar com ansiedade que vai além do gramado, e Leão com a necessidade de fazer o primeiro gol

Especialista em Catarinense, Maria aponta "pressões" de Chape e Avaí Rodrigo Philipps/Agencia RBS
Hemerson Maria analisa a situação dos times que se enfrentam às 16h deste domingo, na Arena Condá Foto: Rodrigo Philipps / Agencia RBS

Decisão de campeonato vai além da bola. Fatores que seriam menores em uma partida comum, os chamados detalhes, podem ser o ponto de desequilíbrio, para o bem e para o mal. Treinador de futebol e com quatro finais de Campeonato Catarinense, em cinco anos, Hemerson Maria sabe o quanto significam essas minúcias. Acompanhando o Estadual rodada a rodada, entende que Chapecoense e Avaí terão pressões para lidarem no duelo das 16h deste domingo, no último confronto e valendo a taça de campeão.

Para Hemerson, a pressão maior é do Verdão do Oeste, porque tem muitos fatores para administrar. O resultado favorável de 1 a 0 no jogo de ida e estar diante da torcida geram sentimentos que não podem estar com os atletas dentro de campo.

— Vejo o grupo da Chapecoense muito pressionado para conseguir o título, por todos os acontecimentos anteriores. O grupo do ano passado era mais experiente, mais identificado com o torcedor e acostumado com decisões. Esta será a primeira decisão desta Chapecoense, há expectativa grande que conquiste o título em casa. Talvez o Avaí possa se aproveitar de toda esta ansiedade e atmosfera que será criada. Isso pode ser transferido para dentro de campo, os jogadores podem entrar nervosos. O Avaí, a partir do momento que consiga o primeiro gol, transfere a responsabilidade e tem chance de conseguir o resultado que lhe interessa – projetou Maria.

No comando do Joinville, no ano passado, viveu a situação que o Avaí tem hoje. Contra a própria Chape, o JEC perdeu por 1 a 0 o jogo de ida e teria de vencer na Arena Condá também por dois gols de vantagem. Chegou a conseguir o primeiro e empurrar pressão para os mandantes. No entanto, os atletas tricolores sucumbiram diante de uma forte chuva que prejudicou a virada. A Chapecoense empatou e levantou o troféu. 

Conhecendo o Avaí de Claudinei Oliveira e as circunstâncias, Hemerson acredita que a pressão é pelo primeiro gol. Botar a bola na rede uma vez é o caminho para uma virada triunfal e celebrada com troféu. 

— Penso que a equipe deve manter a mesma postura do campeonato. Venceu cinco jogos fora de casa com essa proposta. A ideia é fazer o primeiro gol para vencer o jogo. Se vence a partida, pode conseguir o placar que dá ao time o título tão esperado pelo torcedor – analisou o treinador. 

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