Wellington Paulista vive jejum de gol e contribui com a má fase da Chapecoense - Esportes - Santa

Versão mobile

Série A11/07/2017 | 07h46Atualizada em 11/07/2017 | 07h46

Wellington Paulista vive jejum de gol e contribui com a má fase da Chapecoense

Último gol do atacante do Verdão foi há mais de um mês

Wellington Paulista vive jejum de gol e contribui com a má fase da Chapecoense Sirli Freitas/Chapecoense
Duelo contra o Atlético-PR foi o jogo em que WP9 mais finalizou até agora no Brasileirão Foto: Sirli Freitas / Chapecoense

A má fase da Chapecoense passa por diversos problemas: uma defesa que está sofrendo muitos gols, dificuldades no meio e também por um ataque que não está conseguindo ser tão efetivo quanto no início do ano. E os maus resultados coincidem justamente com o jejum de gol do jogador contratado para ser artilheiro do time, o atacante Wellington Paulista.

A última vez que o camisa 9 balançou as redes foi na vitória por 2 a 0 diante do Cruzeiro, no Mineirão, pela Série A, em 4 de junho. Faz mais de um mês, e já são nove jogos sem vencer os goleiros rivais.

Nesse período, a Chape venceu apenas um jogo, empatou dois e perdeu seis. E o atacante tem se esforçado. Contra o Atlético-PR, ele tentou de cabeça, de dentro da área, mas a bola foi por cima. Arriscou também de fora da área, mas Weverton defendeu.

Os números de finalizações nos últimos jogos ilustram a dificuldade de WP9 para encontrar o gol. Contra o Furacão do Paraná foi o duelo em que ele mais finalizou – com cinco tentativas, sendo duas na direção do gol e três para fora. Mas, antes disso, a pontaria do jogador não estava boa. Nos cinco jogos anteriores, teve a média de 1,6 arremate por partida, sendo que a maior parte foi para fora.

Mas não dá para apontá-lo como o único culpado, pois em alguns jogos foi o meio de campo que não ajudou, além de que a própria fase do time não é das melhores. No entanto, os números do centroavante começam a levantar interrogações.

Em 2017, ele já completou 40 jogos no clube e fez dez gols, média de um a cada quatro partidas.

A título de comparação, WP9 foi pior no Internacional em 2014, quando fez dez gols em 45 jogos, dois deles contra a Chapecoense. Foi um pouco melhor na Ponte Preta, no ano passado, e no Botafogo de 2008, com dez bolas nas redes em 39 duelos. No Cruzeiro, a média passou para um a cada dois confrontos em 2009, com 24 tentos em 44 partidas e, no ano de 2012, também na "Raposa", com 23 gols.

Reforços para o setor ofensivo

A falta de gols preocupa também a direção. Tanto que o atacante Leandro Pereira chegou na Arena Condá para reforçar o elenco. Além dele, o meia-atacante Marquinhos, que estava sem espaço no Sport, deve ser emprestado para o Verdão pelo Internacional.

Outro reforço que está a caminho do Oeste de SC é o equatoriano Fernando Guerrero, que estava na LDU. Ele é aguardado em Chapecó para realizar exames e assinar contrato com o time.


Leia mais notícias sobre a Chapecoense
Confira a tabela da Série A do Brasileirão

 
 
Jornal de Santa Catarina
Busca
clicRBS
Nova busca - outros