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Falta uma semana07/06/2018 | 07h12Atualizada em 07/06/2018 | 07h12

Sete motivos para acompanhar a Copa do Mundo da Rússia

Despedida de craques, Seleção favorita, estádios modernos e mais... Algumas 

Sete motivos para acompanhar a Copa do Mundo da Rússia Oli SCARFF/AFP
Foto: Oli SCARFF / AFP

A uma semana da abertura do Mundial, com a partida entre a seleção anfitriã e a Arábia Saudita, no Estádio Lujniki, em Moscou, saiba os sete motivos para acompanhar a Copa do Mundo. O Brasil como favorito, a despedida de craques, os estádios modernos e a disputa pela artilharia são apenas alguns dos fatores que prometem tornar  inesquecível a disputa de 2018.  

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 1- Brasil como favorito
A Seleção comandada por Tite ainda está invicta em jogos oficiais. Desde que o treinador assumiu a equipe, foi só uma derrota - 1 a 0 em um amistoso contra a Argentina, em 2017. Além disso, o grupo brasileiro conta com Neymar, o jogador com o maior valor de transferência na história e considerado um dos melhores da atualidade. O bom desempenho em campo deixa o Brasil como um dos favoritos.

2- A última Copa de alguns craques
O Mundial da Rússia vai marcar a despedida de Iniesta da seleção da Espanha. O jogador anunciou que essa será sua última participação pela Fúria. A Copa ainda pode ser o ponto final para Messi e Cristiano Ronaldo. O argentino tem 30 anos e não garantiu a continuidade na equipe após a disputa. A situação do português é parecida. Com 33 anos, o CR7 trata como incerta sua permanência no grupo. 

3- Estádios modernos e caros
Os 12 estádios da Copa da Mundo são modernos e atrativos aos torcedores. O que chama a atenção é o valor gasto no Estádio de São Petersburgo, que receberá o jogo entre Brasil e Costa Rica, pela segunda rodada do Grupo E, além de uma semifinal e da decisão do terceiro lugar, custou, oficialmente, cerca de R$ 2,3 bilhões. É o mais caro entre os que vão receber as partidas no Mundial.

4- Estreantes e seleções de volta
Islândia e Panamá vão para a primeira Copa na história. Por isso, a expectativa é grande para saber o desempenho das duas seleções na competição na Rússia. Já as equipes de Peru e Egito voltam ao Mundial depois de logos períodos longe. Os sul-americanos não atuavam desde 1982, na Espanha, enquanto os africanos retornam depois de 28 anos, pois estiveram na Itália, em 1990.

5- Chance de ter o maior artilheiro
Thomas Müller pode se tornar o maior artilheiro na história da Copa do Mundo. Atualmente, o alemão, vice-artilheiro da edição passada, no Brasil, ao marcar cinco gols, tem um total de 10 tentos. Ele está a apenas seis do compatriota Miroslav Klose, que aparece no posto de principal goleador. O francês Just Fontaine, com 13 gols em 1958, na Suécia, é o recordista de bolas na rede em uma edição.

6- 16 títulos de Copas em campo
Em 20 Mundiais disputados, apenas oito seleções conseguiram ser campeãs. O Brasil com cinco títulos é o maior vencedor, seguido de Alemanha e Itália com quatro cada, Argentina e Uruguai com dois e Espanha, França e Inglaterra com, um. Apenas os italianos não estarão em campo na Rússia, pois não alcançaram a vaga nas Eliminatórias da Europa. São 16 conquistas no torneio.

7- Fuso horário alterado para o Mundial
A Fifa alterou os horários de seis jogos da Copa da Rússia para combinar melhor com o fuso horário dos países envolvidos nas disputas. Isso aconteceu após o sorteio realizado em dezembro do ano passado. Com essa medida, a entidade que organiza o futebol mundial entende que é possível abranger um maior número de pessoas e ultrapassar a marca de 3,2 bilhões de espectadores em 2014.

 
Jornal de Santa Catarina
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