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Oriente Médio18/09/2016 | 06h47

Após bombardeio contra exército sírio, Rússia convoca reunião do Conselho de Segurança da ONU

Ataque foi atribuído à coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos

Após bombardeio contra exército sírio, Rússia convoca reunião do Conselho de Segurança da ONU ALEXEI DRUZHININ/AFP
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o presidente dos EUA, Barack Obama, em reunião na última segunda-feira sobre cessar-fogo na Síria Foto: ALEXEI DRUZHININ / AFP
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A Rússia convocou neste sábado uma reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU após os bombardeios da coalizão internacional contra uma posição do exército sírio, anunciou a porta-voz do ministério das Relações Exteriores, Maria Zajarova.

– O embaixador da Rússia na ONU foi encarregado de convocar com urgência uma reunião do Conselho de Segurança sobre essa questão – afirmou Zajarova à rede de televisão Rossia 24. – Vamos exigir de Washington explicações completas e muito detalhadas – acrescentou.

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O bombardeio ocorreu neste sábado contra o exército sírio, em Deir ez-Zor – área onde as tropas estão cercadas pelo grupo Estado Islâmico –, e deixou dezenas de mortos. O ataque foi atribuído à coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos.

A coalizão internacional contra o grupo Estado Islâmico (EI) afirmou que bombardeou o que achava ser uma posição de combate jihadista na Síria, mas que interrompeu a operação depois do alerta da Rússia sobre a possibilidade de serem militares sírios.

"A Síria é um teatro de operações complexo, com diferentes forças militares e milícias que atuam em um perímetro próximo, mas a coalizão jamais atacaria intencionalmente uma unidade militar síria", diz o comunicado do comando de forças americanas no Oriente Médio. Várias dezenas de militares sírios teriam sido mortos no bombardeio.

Segundo o exército russo, 62 soldados foram mortos em um ataque. O Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH) assegurou que foram pelo menos 30 militares mortos.

Na Síria está vigente uma trégua negociada pelos Estados Unidos e Rússia desde a última segunda-feira, embora esteja sendo violada. Essa trégua abrange o exército sírio e os grupos rebeldes, mas não os considerados mais extremistas, o EI e a frente Fateh al Sham.

As posições do EI são consequência regularmente bombardeadas pela coalizão liderada por Estados Unidos e pela Rússia.

* AFP


 

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