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Novo uso23/11/2016 | 08h31

Projeto de Pomerode recolhe materiais e equipamentos que moradores não querem mais

Depois de passar por avaliação de voluntárias, doações do Bota-Fora Sustentável são destinadas para outras pessoas

Projeto de Pomerode recolhe materiais e equipamentos que moradores não querem mais Aline Camargo/Agencia RBS
Projeto Bota-Fora da Samae de Pomerode recolhe objetos que as pessoas não querem e coloca para doação Foto: Aline Camargo / Agencia RBS

Tudo pode ter uma segunda chance e o que não serve mais para uma pessoa pode ser perfeito para outra. Partindo deste princípio, o Samae de Pomerode organiza a terceira edição do Projeto Bota-Fora Sustentável, coletando materiais que os moradores não querem mais e os colocando para doação, para que outros cidadãos aproveitem a vida útil dos objetos. O projeto se tornou lei municipal no início de 2016, o que garante a continuidade nos próximos anos.

O Bota-Fora acontece durante cerca de um mês — em data sempre definida pelo próprio Samae — e coleta todo tipo de artigos: de equipamentos eletrônicos a roupas, passando por móveis, eletrodomésticos, louças e materiais de construção. De acordo com o diretor-presidente do Samae, Márcio Scheidemantel, a população já está bastante habituada ao projeto e a maioria dos produtos doados têm condições de uso. Desde o início da coleta, no dia 31 de outubro, ele estima que foram recolhidos cerca de 600 itens e 20 toneladas de roupas e calçados.

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As doações do Bota-Fora são feitas dentro da programação da coleta de lixo do município. Quando chegam ao posto de triagem, que funciona nos fundos do Pavilhão de Eventos da cidade, tudo é separado. Peças de vestuário e sapatos são analisados por três voluntários que setorizam as doações em roupas e calçados femininos, masculinos e infantis e descartam o que não tem condições de uso.

Feira será na próxima semana

Os equipamentos eletrônicos — há uma infinidade de televisores e computadores, por exemplo — e eletrodomésticos, de fogões e geladeiras a liquidificadores e ferros de passar — são testados por um eletricista voluntário e os móveis são avaliados. Muitas das peças têm alguns defeitos como pontos de ferrugem, arranhões, manchas, mas Scheidemantel garante que tudo que vai para a doação tem condições de ser utilizado:

Algumas coisas a pessoa vai ter que dar uma arrumadinha, lixar, pregar. Acaba tendo esse custo, porque a gente não tem como fazer essa manutenção em tudo, mas ela pode vir aqui e levar para casa o que precisa.

O que os voluntários determinam que não tem possibilidade de ser aproveitado por alguém, segue para o descarte correto, que pode ser o aterro sanitário, a reciclagem ou até fornos de empresas, como a madeira. Além dos voluntários da triagem, mais três funcionários trabalham na coleta dos materiais, totalizando uma equipe de sete pessoas.

A "feira" para doação dos materiais ocorre na próxima segunda e terça-feira, a partir das 7h, no pavilhão da Festa Pomerana. A doação é limitada a dois itens por pessoa e serão distribuídas senhas por ordem de chegada. A entrada será liberada em pequenos grupos que terão um tempo determinado para verificar os materiais e escolher o que levar para casa. Como o programa é restrito aos moradores de Pomerode, é necessário apresentar um documento de identidade e um comprovante de residência.

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