Diogo Vargas: Barbárie na Papaquara não é de hoje - Geral - Jornal de Santa Catarina

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Opinião05/01/2017 | 11h16Atualizada em 09/01/2017 | 16h16

Diogo Vargas: Barbárie na Papaquara não é de hoje

Repórter do DC afirma que desde 2015 a polícia sabe da realidade local

Diogo Vargas: Barbárie na Papaquara não é de hoje Cristiano Estrela/Agencia RBS
Comunidade fica no Norte da Ilha, em Florianópolis Foto: Cristiano Estrela / Agencia RBS

Não é de hoje a barbárie de criminosos na Papaquara, em Florianópolis. Na reportagem Violência que Amedronta, publicada em 16 de novembro pelo Diário Catarinense e a RBS TV, se via um terror imposto de forma escancarada por traficantes. O motivo é a guerra de duas facções criminosas por espaço, triste realidade que atinge outras comunidades empobrecidas da Grande Florianópolis como o Morro da Boa Vista, José Nitro e a Dona Wanda em São José, além do Monte Cristo, Chico Mendes, Novo Horizonte, Vila União, Morro do Mosquito, entre outras na Capital.

Região da Papaquara, em Florianópolis, tem histórico de vulnerabilidade

Na Papaquara, antes da turista gaúcha ser morta, a população local vivenciou o terror em pleno feriado de 15 de novembro, quando um jovem teve o corpo queimado após ser envolto de pneus. Foi o chamado crime ao estilo microondas comum em morros do Rio Janeiro para causar pânico na "lei paralela de julgamento" e não deixar vestígios.

Ao menos desde 2015 a polícia sabe da realidade local. Antes do fim de 2016, duas delegacias especializadas (Homicídios e Desaparecidos) fizeram buscas na região em busca de corpos de outros jovens que estariam sumidos. Talvez tenha faltado dar continuidade às ações, identificações e prisões, ou montado desde então um plano permanente de segurança pública no norte da Ilha.

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