Lideranças de Blumenau cobram conclusão do prédio da Justiça Federal - Geral - Jornal de Santa Catarina

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Obra pública16/02/2017 | 11h12Atualizada em 16/02/2017 | 11h12

Lideranças de Blumenau cobram conclusão do prédio da Justiça Federal

Obra começou em 2012 e está parada há mais de um ano e meio

Lideranças de Blumenau cobram conclusão do prédio da Justiça Federal Patrick Rodrigues/Agencia RBS
Prédio começou a ser erguido atrás do Parque Ramiro Ruediger e terá 10 andares Foto: Patrick Rodrigues / Agencia RBS
pancho

  • Os presidentes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Blumenau, Romualdo Marchinhacki, da Associação Empresarial de Blumenau (Acib), Carlos Tavares D¿Amaral, e o prefeito Napoleão Bernardes seguem na próxima semana para Porto Alegre. Na capital gaúcha eles têm reunião marcada com o presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, o desembargador Luiz Fernando Penteado, para tentar entender o porquê da demora em relançar a licitação para dar continuidade à construção do prédio que servirá de sede para a Justiça Federal em Blumenau.

  • ::: Leia mais informações do colunista Pancho :::

  • O imóvel começou a ser erguido em março de 2012 em terreno doado pela prefeitura atrás do Parque Ramiro Ruediger. O projeto previa uma construção de 14 mil metros quadrados em 10 andares com investimento de mais de R$ 40 milhões. Inicialmente o prazo de entrega era setembro de 2015, mas o ritmo lento, gerado pelas dificuldades financeiras da empresa responsável, tomou conta dos trabalhos e em junho de 2015 a obra parou com cerca de 30% concluídos. Uma nova licitação chegou a ser lançada, mas logo foi suspensa para revisão do projeto. Até agora não há informações de quando será relançada.

  • Enquanto isso, os servidores e os cidadãos da região se dividem em dois prédios no Centro. Um em frente à prefeitura, na rua Padre Landell de Moura, e outro na Rua 7 de Setembro, antes da Balaroti. Outro imóvel é usado como arquivo dos processos no bairro Salto do Norte.

  • Só em aluguel são R$ 73,5 mil por mês, que totalizam quase R$ 900 mil por ano, segundo o diretor do Foro local, juiz Adamastor Turnes. Além disso, há prejuízo incalculável no deslocamento entre os imóveis. Se alguém tiver que ir ao arquivo, por exemplo, de uma a duas horas são perdidas no ir e vir. A população também sofre indo de um prédio ao outro buscando a vara correta. Isso quando não vai, por engano, ao Fórum da Justiça do Estado, ao lado do prédio em construção.

  • É chegada a hora de acabar com tanto desperdício e a pressão é mais que necessária.


 
 

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