Saavedra: Joinville tem média de 24 ações trabalhistas por dia - Geral - Jornal de Santa Catarina

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Portal13/02/2017 | 07h11

Saavedra: Joinville tem média de 24 ações trabalhistas por dia

Justiça do Trabalho fechou 2016 com 8.830 processos trabalhistas abertos no ano passado

Depois de iniciar os primeiros meses do ano com avanço do movimento em até 20%, a Justiça do Trabalho teve queda no número de novas ações no segundo semestre e fechou o ano com 8.830 processos trabalhistas abertos no ano passado em Joinville.  Ainda assim, a cidade recebeu 24 novas ações trabalhistas por dia durante o ano passado, em média. No ano anterior, foram 8.832 novas ações nas cinco varas da cidade. 

O movimento maior no início do ano passado foi motivado pelo desemprego no ano anterior, quando 10,4 mil vagas foram fechadas em Joinville, com dezembro de 2016 registrando um terço das demissões. Em 2016, o mercado de trabalho eliminou um número menor de empregos na cidade, com 2,9 mil cortes. O mês de dezembro foi decisivo para esse resultado, com 2,6 mil demissões.

Desde o início da década passada até 2015, Joinville nunca havia registrado desempenho negativo no emprego. Agora, já são anos consecutivos nos quais as empresas da cidade mais demitem do que contratam, na média. A indústria é o setor mais atingido.

Indenização

O atraso em realização de exame de ultrassonografia levou a Justiça a condenar a Prefeitura de Joinville a pagar pensão de um salário mínimo e indenização a jovem. Há quase dez anos, ainda menino, ele foi ferido em um dos olhos em escola e submetido à cirurgia. Só que o exame solicitado em seguida demorou meses para ser realizado.

Tinha urgência

Em 2008, quando enfim a ultrassonografia foi feita, foi constatada a possibilidade de perda da visão naquele olho, situação que se confirmou.  A decisão foi tomada em primeira instância, portanto, o município vai recorrer. Na defesa, foi alegado atendimento da ordem cronológica da fila – familiares provaram que pediram urgência.

Reciclagem

A Prefeitura de Joinville quer a cadastrar as empresas interessadas em receber material recolhido pela coleta seletiva (recicláveis). Hoje, são 12 galpões habilitados para receber plástico, vidro, papel, entre outros, trazidos pela coleta oficial. O edital já foi lançado pelo município.

Sem efeito

“Não convence que a instalação de alguns postes brancos com capas de luminária na cor vermelha possa ter algum efeito subliminar político-eleitoral”, alegou o juiz Roberto Lepper na sentença em que julgou improcedente ação de 2012 contra Carlito Merss. A decisão foi divulgada agora. Os dois autores queriam a substituição das luminárias instaladas no governo do petista e indenização aos cofres públicos.

Sem emancipar

Na defesa de seu projeto para transformar o Vila Nova em distrito, o vereador Adilson Girardi já adianta não estar interessado em emancipação e sim em facilitar a vinda de recursos e de serviços para o hoje bairro da região Oeste de Joinville. E até pela proximidade do Vila Nova com o restante da cidade, o desmembramento é inviável.

Mais tempo

Como desconfiava um grupo de moradores da Otto Boehm, as obras no trecho interditado parcialmente na rua da área central de Joinville deve se prolongar por um tempo além do esperado. Ou seja, pode ir além de março. O local está recebendo as galerias para a macrodrenagem do rio Mathias.

Fora do ponto do ônibus

Engavetada em 2015, a proposta de permitir desembarque de mulheres e deficientes fora dos pontos de ônibus em Joinville durante à noite foi apresentada por Rodrigo Coelho (PSB). O vereador faz menção ao projeto anterior, de Zilnety Nunes, e cita a maior segurança como principal objetivo. A opção, se aprovada, será possível entre as 21 horas e 6 horas.

Até 2019

Em 2015, ao doar à Udesc dois imóveis com área somada de 44 mil m2, nos fundos da universidade, a Prefeitura deu prazo de um ano para início de ampliação do campus e três anos para a conclusão. Como não será possível atender ao prazo, a lei será mudada e serão dados quatro anos para começar a construção.

ICMS magro

A crise , com consequente receita abaixo do esperado, aliada à redução da fatia de Joinville no bolo do ICMS em 2017, fez cair a receita do município com o tributo no primeiro mês do ano. Em janeiro do ano passado, entraram R$ 38,8 milhões (R$ 41,8 milhões, se atualizados). Agora em janeiro, só R$ 38 milhões.  A arrecadação do IPTU, pelo menos, acompanhou a inflação em  janeiro, quando foi dado o desconto de 10% em cota única.

R$ 80 milhões

O pacote da Santos Dumont, com duplicação, elevado da Tuiuti e supervisão das obras, vai custar R$ 80 milhões ao governo do Estado, conforme o painel de acompanhamento do Pacto SC. Já foram pagos R$ 48 milhões na principal obra viária em andamento em Joinville.

Ameaça

A reforma do PA Sul (Itaum) corre risco de ser paralisada. A ameaça vem da Secretaria de Saúde de Joinville por causa de atraso em repasses do governo federal, R$ 700 mil, e do governo do Estado (R$ 2 milhões). Os trabalhos já estão em ritmo mais lento. Assim, a pediatria vai continuar atendendo no PA Leste por mais tempo.

Detalhes

No encontro desta terça na Câmara de Joinville para debater novamente o futuro do atendimento da ARCD, serão cobrados da Prefeitura mais detalhes da recomendação do Tribunal de Contas do Estado sobre o repasse, motivo que levou o município a  assumir o serviço por meio do SUS.


Só a ARCD

No caso da suspensão do apoio ao Carnaval, a orientação do Ministério Público de Contas foi divulgada. O outro questionamento, este já adiantado por Odir Nunes, é o motivo que levou a Saúde a suspender o repasse só para a ARCD, se outra entidade recebeu também recomendação semelhante.

Silêncio

Por enquanto, Mauro Mariani não quer dizer quem será o indicado dele para secretaria do Ministério das Cidades, com nomeação nos próximos dias. Não deve ser alguém de Joinville.

Foice no escuro

Dos 26 cargos de confiança nas subprefeituras de Joinville, foram nomeados até agora os oito secretários e um dos coordenadores (na Sul). Ainda há 17 postos para os vereadores tentarem emplacar algum aliado.

E agora?

Quem andava espalhando em Joinville que Luciano Buligon (PSB) poderia ser o vice de Udo em 2018 (e isso não foi obra de aliado do peemedebista – deve estar surpreso – ou constrangido – com o fato de o prefeito de Chapecó quer lançado Gelson Merísio ao governo do Estado no final da semana.

 

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