Programa balístico norte-coreano tem "progressos significativos", alerta Coreia do Sul - Geral - Jornal de Santa Catarina

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Tensão20/03/2017 | 07h43Atualizada em 20/03/2017 | 07h47

Programa balístico norte-coreano tem "progressos significativos", alerta Coreia do Sul

Novo teste da Coreia do Norte, no domingo, coincidiu com a visita a Pequim do secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson

Programa balístico norte-coreano tem "progressos significativos", alerta Coreia do Sul AFP PHOTO/KCNA VIA KNS
Imagem divulgada pela agência norte-coreana KCNA mostra o líder Kim Jong-un acompanhando um teste balístico Foto: AFP PHOTO / KCNA VIA KNS
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O teste da Coreia do Norte de um motor de foguete demonstra "progressos significativos" em seus programas balísticos, afirmou, nesta segunda-feira, a Coreia do Sul. 

No domingo, a imprensa norte-coreana anunciou que o líder Kim Jong-un havia supervisionado um teste no país. A ação coincidiu com a visita a Pequim do secretário de Estado dos Estados Unidos, Rex Tillerson.  

— Precisamos de análises mais amplas da força propulsiva e de suas potenciais aplicações — declarou o porta-voz do ministério sul-coreano da Defesa, Lee Jin-woo. 

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Nos últimos meses, a Coreia do Norte intensificou o desenvolvimento de programas balístico e nuclear, vetados pela comunidade internacional. Por ordem de Kim Jong-un, os norte-coreanos lançaram, no início de março, uma salva de mísseis balísticos. Três projéteis caíram no mar em uma área próxima ao Japão.

Pyongyang aspira fabricar um míssil intercontinental balístico (ICBM) com capacidade para alcançar o continente americano. O teste mais recente de um motor de foguete havia acontecido em setembro, quando Kim Jong-un prometeu que seu país poderia "dispor de satélites geoestacionários em um prazo de dois anos".

Diversas resoluções internacionais proíbem Pyongyang de prosseguir com os programas nucleares e balísticos. Antes de visitar Pequim, Tillerson viajou a Tóquio e Seul, onde insistiu que Washington não continuará com a política de "paciência estratégica" a respeito de Pyongyang — uma abordagem que, segundo ele, resultou em fracasso.

Além disso, Tillerson afirmou que uma operação militar está entre as opções para os Estados Unidos. A declaração rompe com a política diplomática da China, um dos poucos aliados do regime norte-coreano.

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*AFP

 
 

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