Rússia quer conhecer as "verdadeiras intenções" dos EUA, diz chefe da diplomacia do país - Geral - Jornal de Santa Catarina

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Missão diplomática12/04/2017 | 07h27Atualizada em 12/04/2017 | 07h52

Rússia quer conhecer as "verdadeiras intenções" dos EUA, diz chefe da diplomacia do país

Secretário de Estado norte-americano respondeu que deseja um diálogo "aberto, franco e sincero"

Rússia quer conhecer as "verdadeiras intenções" dos EUA, diz chefe da diplomacia do país Alexander NEMENOV/AFP
Secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson (esquerda), e o chefe da diplomacia russa, Serguei Lavrov (direita) Foto: Alexander NEMENOV / AFP
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O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, afirmou ao secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson, que os russos desejam conhecer "as verdadeiras intenções" dos Estados Unidos na política internacional. Uma semana após o ataque norte-americano contra uma base aérea síria, Lavrov destacou que o objetivo da Rússia é evitar uma "repetição" do bombardeio americano na Síria e trabalhar na criação de uma "frente comum contra o terrorismo".

— É importante para nós compreender a sua posição, a posição dos Estados Unidos e as verdadeiras intenções da administração (de Donald Trump) — declarou Lavrov. — Nossa linha de comando se baseia no direito internacional e não em uma escolha do tipo "você está do nosso lado ou contra nós".

Tillerson respondeu que deseja um diálogo "aberto, franco e sincero" com o objetivo de "esclarecer mais os objetivos e interesses comuns" e as "claras diferenças" na abordagem dos dois países sobre as principais questões.

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Lavrov e Tillerson trocaram farpas nos últimos dias sobre o suposto ataque químico na cidade de Khan Sheikhun e após a mudança de postura do presidente americano, Donald Trump, ao ordenar o primeiro bombardeio contra o exército sírio desde o início do conflito há seis anos.

Esta é primeira visita à Rússia de um alto funcionário do governo Trump e deveria servir para estabelecer as bases da "normalização" das relações entre os dois países, prometida por Donald Trump durante a campanha eleitoral.

No entanto, o suposto ataque químico na cidade de Khan Sheikhun, no noroeste da Síria, e o bombardeio americano poucos dias depois provocaram novas tensões entre as duas potências.

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*AFP

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