Após morte de menina, hotéis em Balneário Camboriú correm atrás de sistemas de segurança para piscinas - Geral - Jornal de Santa Catarina

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Tragédia18/07/2017 | 21h18Atualizada em 19/07/2017 | 10h02

Após morte de menina, hotéis em Balneário Camboriú correm atrás de sistemas de segurança para piscinas

Todos os hotéis da cidade foram intimados pela prefeitura

Após morte de menina, hotéis em Balneário Camboriú correm atrás de sistemas de segurança para piscinas Lucas Correia/Agencia RBS
Foto: Lucas Correia / Agencia RBS

O acidente que causou a morte da menina Rachel Rodrigues Novaes Soares, de sete anos, no domingo, está mobilizando hotéis de Balneário Camboriú para que se adequem às normas que buscam evitar o tipo de acidente que fez a criança se afogar na piscina. Nesta terça-feira mesmo um hotel na cidade instalava um botão de emergência perto da piscina, para que em qualquer problema nos ralos o motor seja desativado. Ainda falta, no entanto, o sistema antissucção dos ralos que pode garantir a segurança dos banhistas.

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É o caso da maioria dos hotéis mais antigos de Balneário Camboriú, que não têm o sistema de segurança instalado nas piscinas. Por isso, depois do acidente que aconteceu esta semana, o sindicato vai convocar uma reunião entre bombeiros e todos os hotéis da cidade.

— Resolvemos convocar o corpo de bombeiros para nos explicar não só detalhes, minúcias da lei nova de 2015, mas também outros procedimentos e boas práticas de segurança — disse a vice-presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Balneário Camboriú (Sindisol), Dirce Fistarol.

Instalar um sistema de segurança na piscina não custa muito. Em uma loja da cidade, uma tampinha para o ralo é vendida por mais ou menos R$ 55. Já outro equipamento que faz parte do sistema, não passa dos R$ 350. Tem ainda o custo da mão de mão de obra, mas o investimento pode valer a vida de uma pessoa.

— É um sistema que automaticamente quando encostou em um ralo, ele solta e puxa pelo outro. A pessoa não sente a pressão, isso tira qualquer risco dela ficar aprisionada — explica a empresária Morgoni Grando Chichowicz.

O caso

Rachel Rodrigues Novaes Soares, de sete anos, ficou com os cabelos presos em um ralo de baixo da piscina infantil do hotel e morreu afogada. O acidente aconteceu no domingo.

A prefeitura interditou a área e intimou todos os hotéis da cidade para, num prazo de 30 dias, instalarem o dispositivo que interrompe o processo de sucção.

*Com informações da RBS TV

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