"Há preocupação, mas policiais não estão com medo", diz comandante regional sobre morte de sargento - Geral - Jornal de Santa Catarina

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Entrevista31/08/2017 | 09h09Atualizada em 31/08/2017 | 09h09

"Há preocupação, mas policiais não estão com medo", diz comandante regional sobre morte de sargento

Coronel Cláudio Koglin acompanha as operações em busca de suspeitos

"Há preocupação, mas policiais não estão com medo", diz comandante regional sobre morte de sargento Lucas Amorelli/Agencia RBS
Foto: Lucas Amorelli / Agencia RBS

Comandante da 3ª Região da Polícia Militar, coronel Cláudio Koglin acompanhou durante toda a madrugada as operações para esclarecer a morte do sargento da reserva Edson Abílio Alves, assassinado a tiros em uma padaria, em Camboriú. Nesta quinta-feira, falou sobre as medidas que estão sendo tomadas em resposta ao crime, que intensificou o alerta nas forças de segurança pública.

Policial de Camboriú foi o 4º agente morto em SC em agosto

Já se imaginava que algo assim pudesse ocorrer na região?
Como policiais militares a gente sempre imagina que pudesse vir a acontecer. Na semana passada foi dado alerta pelos órgãos de inteligência de que haveria uma instrução como essa que aconteceu ontem. Os policiais receberam instruções para que se protegessem, mas os criminosos conseguiram seu intento.

Qual será a reação da polícia?
Ontem (quarta-feira) todo o aparato de inteligência da PM, apoiado pela DIC (Divisão de Investigações Criminais) de Itajaí e com apoio da Guarda Municipal em Balneário Camboriú estava na rua. Tivemos informações, que foram checadas e não se confirmaram. Hoje estamos trabalhando com ações de inteligência policial, investigações, para reforçar nosso policiamento. Ontem tivemos apoio das guarnições do Bope e do Choque, o subcomandante veio acompanhar as operações, ficou conosco durante a madrugada. É uma situação muito difícil de prevenir, uma atitude muito covarde, as imagens mostram que a intenção era atingir a vida do policial. A casa dele já havia sido alvejada em 2013. O pessoal da reserva é hoje o mais vulnerável.

As equipes estão abaladas?
Há um clima de preocupação muito grande, mas não vi nenhum policial com medo. Temos que agir com inteligência, de forma coordenada, evitando ações destemperadas ou que se questionem. Não podemos fugir da lei, temos que ser ponderados, centrados e dar uma resposta à altura que a situação merece. 

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