Além do comércio, taxistas e motoristas de Uber faturam com a Oktoberfest - Geral - Jornal de Santa Catarina

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Economia da festa05/10/2017 | 13h42Atualizada em 05/10/2017 | 13h42

Além do comércio, taxistas e motoristas de Uber faturam com a Oktoberfest

 Não é só dentro do Parque Vila Germânica que a Oktoberfest faz movimentar dinheiro. A festa gera quase 3 mil vagas diretas de empregos temporários, entre segurança, limpeza, garçons, tiradores de chope, caixas e outros profissionais de apoio. Pessoas que, com essa renda extra, que pode chegar a R$ 2 mil no caso das lojas do empório, vão pagar dívidas ou consumir no comércio ou em outros estabelecimentos da cidade, movimentando a economia. Uma dinâmica que provoca o que o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Blumenau (CDL) Helio Roncaglio chama de “efeito pós-Oktober”.

::: Oktoberfest movimenta a economia de Blumenau e incentiva o comércio da região

– Em dias de desfile, pela questão do trânsito, do fechamento de lojas, há um fator complicador. Mas outros comércios de venda de souvenirs, mercados, telefones, farmácia e óticas, por exemplo, são beneficiados. Mas esse movimento que vem depois da festa, desse pessoal que trabalhou, ganhou dinheiro e continua consumindo na cidade, é bem representativo, costuma seguir durante o Feirão Limpe Seu Nome (feito no início de dezembro) e ir até o Natal – explica.

Na loja de César no Empório Vila Germânica, cerca de 80% dessas vendas costumam ser feitas no cartão de crédito, modalidade que aumenta a cada ano e altera a logística de operação financeira na festa. 

Outro setor que fatura com o leva e traz de visitantes ao Parque Vila Germânica e com os passeios dos turistas é o de transporte individual de passageiros – que este ano terá como novidade a primeira festa com Uber. Entre os taxistas, as mudanças resultaram no fim da tabela fixa aplicada até ano passado e no uso apenas do taxímetro, o que segundo o presidente da Coopertáxi, Ranieri Gomes, deve baixar o valor das corridas em até 33%.

No total há 184 taxistas na cidade, mas segundo o dirigente menos da metade sente diretamente os efeitos da festa no volume de corridas. Nos dias mais movimentados como os sábados e a véspera do feriado, a previsão é de que um taxista que trabalhe intensamente rode perto de 200 quilômetros, o que deve render um faturamento de R$ 300 a R$ 400.

– Gostaríamos de estar em uma situação mais confortável, sem o aplicativo, para poder trabalhar questões como marketing, colaboração com a cidade, mas vivemos esse momento e temos que aproveitar isso de alguma maneira – avalia.

Entre o Uber, que este ano terá uma área de embarque e desembarque exclusiva em frente à escadaria do Ginásio Galegão, a expectativa dos motoristas também é alta. Um dos condutores ouvidos pela reportagem também pretende trabalhar mais de 12 horas por dia, com uma expectativa de percorrer mais de 300 quilômetros nos dias de mais movimentação, com um faturamento que pode ficar acima de R$ 400 nas noites de mais corridas. 

 

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