Estudante de 14 anos baleada em escola de Goiás fica paraplégica - Geral - Jornal de Santa Catarina

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VIOLÊNCIA NA ESCOLA25/10/2017 | 17h22Atualizada em 25/10/2017 | 17h22

Estudante de 14 anos baleada em escola de Goiás fica paraplégica

Adolescente sofreu lesão na medula e perdeu os movimentos das pernas de forma definitiva

Estudante de 14 anos baleada em escola de Goiás fica paraplégica GEOVANNA CRISTINA/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Dos quatro jovens feridos, três ainda seguem internados Foto: GEOVANNA CRISTINA / FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Marcel Hartmann/ Especial

marcel.hartmann@zerohora.com.br

Uma das estudantes baleadas no tiroteio que ocorreu na Escola Goyazes, em Goiânia (GO), ficou paraplégica, segundo boletim divulgado nesta quarta-feira (25) pelo Hospital de Urgências de Goiânia, onde está internada. Conforme a instituição, a adolescente de 14 anos sofreu uma lesão na medula e perdeu o movimento das pernas. O tiroteio ocorreu na última sexta-feira (20) – duas pessoas morreram e outras quatro ficaram feridas

De acordo com o hospital, "a adolescente apresenta uma lesão na medula espinhal, no nível da 10ª vértebra da coluna torácica, que comprometeu os movimentos dos membros inferiores de forma definitiva". Apesar do diagnóstico e de estar internada em uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), a adolescente tem estado de saúde regular. 

Outra estudante, também de 14 anos e internada na mesma instituição, está em estado regular, sem previsão de alta. 

Um adolescente de 13 anos que estava internado no hospital já foi liberado. Uma quarta vítima se recupera bem no Hospital de Acidentados. Ela sofreu um tiro no punho.

Os alunos João Pedro Calembo e João Vitor Gomes, ambos de 13 anos, morreram ainda no colégio. A investigação ainda está em curso, mas polícia e estudantes apontaram o bullying como um dos fatores que motivaram o crime.  A arma usada no ataque foi uma pistola que pertencia à mãe do adolescente, que é policial militar. Ele disse que achou a pistola escondida em um móvel da casa. Nem a mãe nem o pai — que também é policial militar —, teriam ensinado o adolescente a atirar.

O autor do ataque teve a internação provisória por 45 dias determinada pela Justiça na noite de sábado (21). Apesar de a juíza Maria Moreno Senhorelo, que estava de plantão, ter determinado que o adolescente fosse encaminhado imediatamente para o Centro de Internação Provisória de Goiânia, o destino dele é incerto devido à falta de um local onde possa permanecer isolado.

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