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Cidades31/10/2017 | 09h27Atualizada em 31/10/2017 | 09h27

Governo federal concede gestão das praias à prefeitura de Itapema

Novo modelo foi adotado a partir deste ano

Governo federal concede gestão das praias à prefeitura de Itapema Divulgação / Prefeitura de Itapema/Prefeitura de Itapema
Foto: Divulgação / Prefeitura de Itapema / Prefeitura de Itapema

Depois de Balneário Camboriú, agora foi a vez de Itapema conseguir a gestão das praias da cidade na Secretaria de Patrimônio da União (SPU). A cidade foi a primeira na região a pedir adequação ao novo modelo, proposto pelo governo federal. A concessão é de 20 anos, prorrogáveis. Durante esse período, o município fica responsável pela exploração econômica e cessões de uso da orla.

 Presídio federal em debate

 Um técnico do Ministério da Justiça veio a Itajaí para participar de audiência pública e esclarecer dúvidas sobre a proposta de construção de um presídio federal de segurança máxima na segunda-feira. A reunião, que ainda ocorria até o fechamento da coluna, trouxe opiniões controversas entre a prefeitura _ que defende o projeto como maneira de conquistar contrapartidas do governo federal _ e parte da comunidade, que é contrária à proposta por acreditar que o projeto pode aumentar a insegurança na região da Canhanduba, onde deve ser erguido o presídio. A audiência foi convocada pelo vereador Fabrício Marinho (PPS), que coordena uma campanha contra a vinda da unidade federal

Plano B

O secretário adjunto de Justiça e Cidadania, Leandro Soares de Lima, disse ontem que o Estado foi consultado sobre a vinda do presídio federal a Itajaí “de forma protocolar” e entende que a obra é importante, mas a decisão é do município. Segundo ele, como o Estado não participa diretamente do processo, não há um “plano B” formalizado caso a cidade não queria receber a unidade de segurança máxima.

Farra do boi

A experiência de Itajaí com um contrato de remoção de pequenos e grandes animais pode ser levada a outras cidades no Estado para reduzir os problemas com a farra do boi. Ontem uma reunião no Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) discutiu o assunto, e um dos principais pontos levantados foi a falta de estrutura para recolher o animal em Santa Catarina _ o que acaba gerando embates entre a comunidade e a polícia.

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