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Infraestrutura27/11/2017 | 09h27Atualizada em 27/11/2017 | 10h21

Cinco obras de mobilidade urbana tem previsão de entrega para 2018 em Blumenau

Prefeitura afirma que trabalhos em cinco locais devem ser finalizados até o fim do ano que vem

Cinco obras de mobilidade urbana tem previsão de entrega para 2018 em Blumenau Luis Carlos Kriewall Filho/Especial
Após atraso por demora em processos de desapropriação, prolongamento da Rua Humberto de Campos tem 700 metros pavimentados e conclusão prevista para o primeiro semestre de 2018 Foto: Luis Carlos Kriewall Filho / Especial

 Entre obras atrasadas que foram retomadas e outras novas que até o momento seguem o prazo previsto, Blumenau caminha para entrar em um modo de canteiro de obras no próximo ano. São pelo menos seis grandes trabalhos de mobilidade que ocorrem simultaneamente na cidade e, dessa lista, cinco têm previsão de entrega para 2018.

A primeira construção que deve ser entregue é a do prolongamento da Rua Humberto de Campos, na Velha, que ligará as ruas Marechal Deodoro e General Osório. Quando a obra começou, em 2014, havia uma previsão de trechos entregues já em 2016, mas o tempo para as desapropriações foi além do previsto e nenhum pedaço da nova via foi liberado. A prefeitura espera, no entanto, completar a ligação até abril do ano que vem e abrir de uma só vez os dois quilômetros de via. 

Já o pacote de mobilidade lançado pelo município em agosto começou a sair do papel. Obras os intitulados corredores estruturais da cidade, os terminais de ônibus da Água Verde e Itoupava Central, a duplicação da Rua Humberto de Campos, a readequação da General Osório e o binário da Rua Chile estão em andamento. A última a iniciar foi a do binário na Ponta Aguda, na semana passada. Pelo prazo estimado, somente a duplicação da Humberto de Campos (no trecho entre a delegacia regional e a Marechal Deodoro) deve ficar para 2019, enquanto as outras quatro são esperadas para o segundo semestre do ano se aproxima. Além das obras, o pacote também prevê um plano de melhorias viárias.

Dinheiro está garantido, afirma vice-prefeito

Responsável pela pasta do Programa de Mobilidade Sustentável e de Projetos Especiais, o vice-prefeito Mário Hildebrandt garante que o dinheiro necessário para completar as obras está garantido. São projetos aprovados pelo Banco Interamericano de  Desenvolvimento (BID) através de financiamentos e que já estão sendo pagos às empresas contratadas. 

– Não temos nenhum problema em relação a dinheiro para essas obras atualmente. Está garantido pelo BID, que não é uma verba de graça, é um financiamento que a prefeitura precisa pagar, mas está tudo confirmado – garante. 

O repasse é feito pelo próprio BID em etapas, conforme as empresas responsáveis encaminham a obra e fazem medições fiscalizadas pela prefeitura. O financiamento do prolongamento da Humberto de Campos já começou a ser pago pelo município, mas está nas primeiras parcelas. As obras do pacote de mobilidade, como são de um contrato novo, ainda estão em período de carência e devem ser cobradas pelo banco só em 2019. 

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Ponte do Centro e Margem Esquerda seguem paradas

Enquanto a situação se encaminha nos projetos dos pacotes do BID, duas obras emblemáticas na cidade seguem paradas: Margem Esquerda do rio Itajaí-Açu e Ponte do Centro. A obra da Margem Esquerda teve a conclusão dos trabalhos de contenção no primeiro semestre de 2016. No entanto, ainda resta a segunda etapa (a de urbanização), que ainda depende de recursos e de uma nova licitação, sem previsão para ocorrer.

 Blumenau-sc-Brasil,Obras da Margem Esquerda
A obra da Margem Esquerda teve a conclusão dos trabalhos de contenção no primeiro semestre de 2016Foto: Gilmar de Souza / Agencia RBS

A Ponte do Centro, entre as ruas Itajaí e Paraguay, teve a licitação lançada em setembro, mas no começo de outubro a Justiça Federal suspendeu o edital. O procurador- geral do Município, Rodrigo Jansen, informa que a prefeitura pretende apresentar ainda nesta semana uma contestação da liminar, questionando pontos como a exigência de licenciamento da Fundação do Meio Ambiente (Fatma) e o atendimento a requisitos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que embasaram a decisão temporária do juiz.

Caso a liminar seja revogada, a licitação será retomada com a análise dos documentos das 18 empresas que apresentaram propostas para a executar a obra. A construção da ponte, que foi intitulada Norte-Sul, está orçada em R$ 39 milhões e será executada com recursos do PAC Mobilidade,via governo federal. O projeto desta ponte prevê que ela tenha 200 metros de extensão com duas pistas. Uma delas, no sentido Paraguay-Itajaí, será exclusiva para ônibus.

Confira o andamento das obras:


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