Reunião no Tribunal Regional do Trabalho termina sem decisão sobre transporte em Blumenau - Geral - Jornal de Santa Catarina

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Impasse20/11/2017 | 21h02Atualizada em 20/11/2017 | 21h07

Reunião no Tribunal Regional do Trabalho termina sem decisão sobre transporte em Blumenau

Sindicato e Blumob participaram de audiência de conciliação nesta segunda-feira

Reunião no Tribunal Regional do Trabalho termina sem decisão sobre transporte em Blumenau Lucas Correia/Jornal de Santa Catarina
Foto: Lucas Correia / Jornal de Santa Catarina

O Sindicato dos Empregados das Empresas Permissionárias do Transporte Coletivo Urbano de Blumenau (Sindetranscol) esteve nesta segunda-feira no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) para uma audiência de conciliação com a Blumob, concessionária do transporte coletivo de Blumenau. A reunião foi convocada para tentar dar algum avanço ao impasse sobre a negociação salarial da classe, que motivou duas paralisações no serviço semana passada. Após horas de audiência, no entanto, pouco se avançou na questão.

Segundo o sindicato, o juiz do TRT determinou que em um prazo de 72 horas a Blumob responda por escrito a todas as cláusulas que o Sindetranscol pede que sejam adicionadas à convenção coletiva de trabalho. Os trabalhadores pedem mudanças em relação à nova lei trabalhista, com garantias que proíbem, por exemplo, a terceirização.

Ficou marcada também uma nova audiência de conciliação em Florianópolis, no TRT, para o dia 29 deste mês. Segundo o Sindetranscol, nos próximos dias os diretores do sindicato vão levar novos detalhes da negociação aos trabalhadores em pequenas assembleias nos terminais para que os próximos passos sejam decididos. Não há, por enquanto, chance de novas paralisações ou greve.

A reportagem tentou entrar com contato com a Blumob, mas a empresa não se pronunciou até o momento.

Confira o que pede Sindicato dos Empregados das Empresas Permissionárias do Transporte Coletivo Urbano de Blumenau (Sindetranscol):
- Proibição de terceirização de qualquer atividade no transporte;
- Garantia da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT); 
- A prevalência da CCT sobre qualquer acordo individual ou coletivo;
- Não validação de rescisão contratual sem a prévia negociação com a entidade sindical;
- Reposição salarial de 1,83% referente à inflação e o aumento real de 3%;
- Reajuste de vale-alimentação de 700 para R$ 820;




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