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Política07/02/2018 | 06h00Atualizada em 07/02/2018 | 06h00

Saiba quem são os deputados contra e a favor da compra do novo prédio da Alesc

Imóvel foi comprado em dezembro por R$ 83 milhões pelo Legislativo

Saiba quem são os deputados contra e a favor da compra do novo prédio da Alesc Diorgenes Pandini/Diario Catariense
Prédio fica na avenida Mauro Ramos, em Florianópolis Foto: Diorgenes Pandini / Diario Catariense

A compra do novo prédio da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), negociado em dezembro por R$ 83 milhões, está longe de ser uma decisão de consenso entre os parlamentares. Procurados pela reportagem, 14 dos 40 deputados estaduais disseram ser contrários à compra. 

A crise econômica do Estado e a necessidade de priorizar recursos para áreas como a saúde são argumentos repetidos por aqueles que reprovam o negócio. Outros 12 deputados não manifestaram opinião necessariamente contra ou a favor, a maioria por justificar que trata-se de uma decisão da mesa diretora da casa.

Sete parlamentares disseram ser favoráveis ao negócio. Esta lista é encabeçada por Silvio Dreveck (PP), que assinou a decisão de compra na condição de presidente da Alesc, e por Aldo Schneider (PMDB), empossado nesta terça-feira na presidência do Legislativo. A projeção de economia a longo prazo e a promessa de melhores condições de trabalho para os servidores são mencionados como benefícios do negócio.

O DC não obteve resposta de sete deputados. Integrantes da mesa diretora, Ana Paula Lima (PT) e Dirce Heiderscheidt (PMDB) formalizaram concordância com a compra do prédio em reunião realizada em dezembro, mas não confirmaram à reportagem se mantêm as posições registradas em ata.

A queixa mais comum no grupo de oposição à compra diz respeito às discussões que antecederam a escolha do imóvel. Nomes como os deputados Darci de Matos (PSD), Serafim Venzon (PSDB) e João Amin (PP) alegam que só souberam da concretização do negócio pela repercussão na imprensa.

—Fui surpreendido, no período de férias coletivas da casa, com a informação de que o negócio havia sido fechado — critica João Amin.

Sem posição definida sobre o novo prédio, Dirceu Dresch (PT) garante que também não pôde se manifestar antes do ato da compra. 

—Sou líder da bancada do PT e em nenhum momento fui consultado sobre prédio, compra, construção — aponta.

Mesmo o deputado Ismael dos Santos (PSD), um dos parlamentares favoráveis ao novo prédio, pondera que a dicussão deveria ter sido aberta a todos os 40 membros da casa.

—Lamento que neste quesito tenha ocorrido um atropelamento do debate — manifestou.

Jean Kuhlmann (PSD) e Valdir Cobalchini (PMDB) sugeriram a construção de um prédio no espaço anexo ao próprio Palácio Barriga Verde como melhor opção de investimento.

CONFIRA ABAIXO A POSIÇÃO DOS DEPUTADOS


 

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