Trabalhadores do transporte coletivo de Blumenau fazem paralisação no Terminal do Aterro - Geral - Jornal de Santa Catarina

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Serviço01/02/2018 | 08h24Atualizada em 01/02/2018 | 09h08

Trabalhadores do transporte coletivo de Blumenau fazem paralisação no Terminal do Aterro

Motoristas e cobradores que chegavam ao local ficaram uma hora de braços cruzados

Trabalhadores do transporte coletivo de Blumenau fazem paralisação no Terminal do Aterro Pamyle Brugnago / Jornal de Santa Catarina/Jornal de Santa Catarina
Foto: Pamyle Brugnago / Jornal de Santa Catarina / Jornal de Santa Catarina

Parte dos motoristas e cobradores do transporte coletivo de Blumenau paralisou o trabalho na manhã desta quinta-feira no Terminal do Aterro, no bairro Salto do Norte. A paralisação ocorreu das 6h30min às 7h30min e pegou os usuários do serviço de surpresa no local. A intenção do protesto é retomar as negociações da convenção coletiva com a Blumob, de acordo com o Sindestranscol, que representa a categoria. 

Os ônibus que chegaram ao terminal até as 6h30min não saíam para continuar os trajetos, com isso, os passageiros que se dirigiam o local para fazer a baldeação com outras linhas ficavam sabendo apenas no local que teriam que esperar uma hora até a saída dos próximos veículos. 

A paralisação repentina - apesar dos trabalhadores estarem em estado de greve - acabou deixando alguns usuários revoltados e um início de confusão se formou, quando alguns passageiros discutiram e chegaram a jogar água nos trabalhadores manifestantes. Muita gente preferiu não esperar e buscou caronas com parentes e amigos ou apelou para outras formas de transporte, como táxi e Uber. 

Paralisação transporte coletivo
Foto: Pamyle Brugnago / Jornal de Santa Catarina

Os ônibus voltaram a circular às 7h30min, mas novas paralisações podem ocorrer ao longo desta quinta-feira e dos próximos dias. De acordo com o presidente do Sindetranscol, Pradelino Moreira da Silva, a partir de agora as paralisações também podem ser feitas em mais de um terminal ao mesmo tempo, e não apenas em um local, como ocorre desde dezembro. Vale lembrar que os trabalhadores precisam manter pelo menos 30% do serviço em funcionamento, pois de acordo com a Lei de Greve o transporte coletivo é considerado um serviço essencial. 

 Confira o que pede o Sindetranscol:
- Proibição de terceirização de qualquer atividade no transporte;
- Garantia da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT);
- A prevalência da CCT sobre qualquer acordo individual ou coletivo;
- Não validação de rescisão contratual sem a prévia negociação com a entidade sindical;
- Reposição salarial de 1,83% referente à inflação e o aumento real de 3%;
- Reajuste de vale-alimentação de R$ 700 para R$ 820; 

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