Escola de Penha aguarda por reformas há um ano - Geral - Jornal de Santa Catarina

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Educação25/04/2018 | 19h14Atualizada em 25/04/2018 | 19h14

Escola de Penha aguarda por reformas há um ano

Obra foi concluída em 2012 e custou R$ 1,2 milhão. Seis anos depois, recuperação deve custar quase o mesmo valor

 

 Escola municipal interdita em Penha.
Em uma das salas o piso cedeu e desgrudou da paredeFoto: Luiz Carlos Souza / NSCTV

Há um ano os alunos não podem entrar, mas outras pessoas ingressaram no local, e deixaram a estrutura pior do que já estava. A prefeitura de Penha teve que colocar monitoramento e alarme na Escola Municipal José Antônio Thiago para impedir a ação de vândalos. Enquanto isso, a reforma se arrasta. A administração municipal teve que fazer uma licitação para contratar uma empresa que fizesse a perícia. Não apareceram interessados. O município fez de novo. A perícia foi feita. Então, foi necessário lançar a concorrência pública do projeto. A empresa que vai gerir as reformas ainda não foi escolhida.

– A empresa tem até 8 de maio pra entregar o projeto da reforma da escola. Nos próximos dias a prefeitura terá o projeto em mãos para poder licitar a obra e acreditamos que até meados de maio, junho, deve estar iniciando e até final do ano a obra vai estar pronta – projeta o secretário de governo de Penha, Eduardo Bueno.

A perícia apontou que duas salas precisam ser demolidas, porque não tem mais como reparar. Em uma delas o piso cedeu e desgrudou da parede. Todo o reboco da escola precisará que ser refeito. A obra foi concluída em 2012 e custou R$ 1,2 milhão. Seis anos depois, a reforma deve custar quase o mesmo valor.

Enquanto isso, os mais de 400 alunos foram remanejados para outras unidades de ensino e para o salão paroquial de uma igreja. Por isso, o filho de Cézar Nicolau Kerkoff agora estuda bem mais longe de casa. E numa estrutura improvisada.

– Isso leva uns 30 minutos, mais ou menos. Antes era 10 minutinhos. Seria muito melhor a reabertura da escola – conta Cézar.

A prefeitura entrou em contato com a construtora que entregou a obra em 2012, porque, legalmente, a empresa teria que pagar pelos problemas que aparecerem logo depois da inauguração. Mas a construtora faliu. A prefeitura agora tenta cobrar judicialmente o valor da reforma. E na terça-feira, logo depois que a reportagem esteve no local, a empresa responsável entregou o projeto ao prefeito, alguns dias antes do que o previsto. O próximo passo será lançar a licitação para escolher a empresa que vai executar a obra.

Com informações de  Patrícia Silveira, da NSC TV

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