Vigilância Epidemiológica reforça fiscalização após confirmar terceiro caso de dengue em Itapema - Geral - Jornal de Santa Catarina

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Saúde10/04/2018 | 11h30Atualizada em 10/04/2018 | 11h30

Vigilância Epidemiológica reforça fiscalização após confirmar terceiro caso de dengue em Itapema

Três pessoas da mesma família foram contaminadas

Vigilância Epidemiológica reforça fiscalização após confirmar terceiro caso de dengue em Itapema Luiz Carlos de Sousa / Arquivo Pessoal/Arquivo Pessoal
Foto: Luiz Carlos de Sousa / Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal

A Secretaria de Saúde de Itapema confirmou o terceiro caso de dengue contraído na cidade nesse ano. Agora, são três casos no Estado com a contaminação chamada de "autóctone". Todos os pacientes são da mesma família, mas segundo a Vigilância Epidemiológica isso significa que o vírus está  circulando em Santa Catarina e que os cuidados devem ser redobrados.

Os pacientes moram no bairro Morretes, em Itapema, e não fizeram viagem recente pra outro Estado. Segundo a Vigilância Epidemiológica do município, tudo indica que os dois filhos o pai contraíram dengue em casa.

O garoto, de 14 anos, e a irmã, de 17, tiveram o diagnóstico de dengue confirmado no mês passado. Logo depois, o pai, de 52 anos, também apresentou os sintomas. A confirmação do caso dele saiu nesta segunda-feira. Agora, são três contaminações dentro de Itapema nesse ano.

Os agentes da vigilância epidemiológica aplicaram inseticida num raio de 300 metros ao redor da casa da família. A fiscalização para evitar água parada foi intensificada em toda a cidade, principalmente no bairro Meia Praia, que recebe muitos turistas e, por isso, o mosquito infectado pode chegar de carona. O turista pode trazer sem querer, mas os moradores podem evitar que o problema seja maior.

— O turista vem pra aproveitar. Essa parte de monitoramento cabe a nós, do município. Tem que ficar atento — destaca o morador Antônio Carlos dos Santos

Além de evitar água parada, a orientação é para que os pacientes que contraíram a dengue e todos os outros moradores usem repelente.

— Usar repelente o dia inteiro. Principalmente crianças, porque o mosquito voa baixo, então elas são as mais atingidas — explica a coordenadora interina do Programa de Combate à Dengue, Roseli Comarella Conoretti.

* Com informações da repórter Patrícia Silveira, da NSC TV.

 

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