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Desabastecimento24/05/2018 | 15h57Atualizada em 24/05/2018 | 18h03

Supermercados de Blumenau e região são impactados pela paralisação dos caminhoneiros

Um aumento expressivo do movimento também foi registrado

Supermercados de Blumenau e região são impactados pela paralisação dos caminhoneiros Patrick Rodrigues / Jornal de Santa Catarina/Jornal de Santa Catarina
Mercados já estão racionando itens básicos, como o leite Foto: Patrick Rodrigues / Jornal de Santa Catarina / Jornal de Santa Catarina

A paralisação dos caminhoneiros já dura quatro dias nas rodovias de Santa Catarina e começa a impactar o abastecimento dos supermercados de Blumenau e região. Em levantamento feito pelo Santa com as principais redes da região, grande parte dos estabelecimentos relataram dificuldades no abastecimento do estoque. 

Um aumento expressivo do movimento também foi registrado, que pode acarretar num rápido processo de desabastecimento das gôndolas. O Giassi e Galegão inclusive estão buscando alternativas pra comprar produtos de hortifrutigranjeiros, que são os primeiros a sumirem das prateleiras, com a falta de reposição de mercadorias. A Cooper também aponta problemas com abastecimento e  afirma que em algumas filiais começa a faltar produtos, principalmente perecíveis. O Bistek relata que não recebe há três dias mercadorias, que vem do centro de distribuição em Içara e se persistir a situação no sábado já deve ter alguns produtos de alto giro em falta, assim como a Rede Top, que também está com dificuldades com reposição. 

A rede Angeloni, que possui sua central de distribuição em Porto Belo emitiu nota informando que a situação atual é muito preocupante e o setor supermercadista está mobilizado para sensibilizar o Governo acerca dos impactos na economia e também com a perda de produtos que possuem o prazo de validade de poucos dias, que as barreiras montadas em Santa Catarina e nos demais estados comprometem toda a cadeia de abastecimento e, com isso, o setor vai ter uma queda significativa nas vendas neste período se a greve for mantida.

O presidente da Associação Catarinense dos Supermercados (Acats), Paulo Cesar Lopes, afirma que caso o protesto não termine até esta sexta-feira, a partir do fim de semana consumidores podem sentir reflexos também em produtos de alto giro, como água mineral, que costumam receber cargas semanalmente dos fornecedores. Ainda que haja um acordo que ponha fim ao protesto até esta sexta, a estimativa é de que a situação só seja normalizada entre segunda e terça-feira, até que todos os caminhões se desloquem e consigam repor os estoques dos supermercados.

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