Polícia Federal apreende nova droga sintética que vinha da Holanda para Itajaí - Geral - Jornal de Santa Catarina

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Tráfico internacional08/06/2018 | 09h24

Polícia Federal apreende nova droga sintética que vinha da Holanda para Itajaí

Operação Conexão Holanda ocorreu entre quarta e quinta-feira e monitorou encomenda que segundo a PF seria suficiente para produzir cerca de 5 mil comprimidos de N-etilpentilona

Polícia Federal apreende nova droga sintética que vinha da Holanda para Itajaí Polícia Federal / Divulgação/Divulgação
Foto: Polícia Federal / Divulgação / Divulgação

A Polícia Federal concluiu nesta quinta-feira a Operação Conexão Holanda, que apreendeu uma embalagem de uma nova droga sintética que seria usada em festas de música eletrônica do Vale do Itajaí. A ação começou na quarta-feira, quando PF e Correios identificaram uma encomenda suspeita da Holanda para um destinatário de Itajaí. O pacote foi monitorado e, no momento da entrega, a PF identificou que se tratava de N-etilpentilona, também chamada de etilona ou pentilona, entorpecente semelhante ao ecstasy.

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A quantidade de droga existente na encomenda não foi informada, mas segundo a PF seria suficiente para produzir cerca de 5 mil comprimidos. O homem que recebeu a encomenda foi preso por tráfico internacional de drogas. 

A operação continuou na quinta-feira, quando foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas casas de outras duas pessoas supostamente envolvidas com o caso. Nesses locais foram encontradas mais drogas similares, artigos para embalagem e pesagem e também cerca de 50 munições calibre 38. Os dois homens também foram presos por tráfico internacional de drogas.

Primeira apreensão da droga em SC
Foi a primeira apreensão deste tipo de droga em Santa Catarina, de acordo com a PF. A N-Etilpentilona é uma droga nova no mercado, cujos efeitos conhecidos seriam similares aos do ecstasy (MDMA), porém potencializados. O comércio e consumo foram proibidos no Brasil pela Anvisa em março de 2017. Os efeitos diretos e indiretos no organismo ainda não foram profundamente estudados, o que aumentaria o risco de comércio e consumo segundo a PF.

 

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