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Economia04/06/2018 | 20h20Atualizada em 04/06/2018 | 20h24

Procon fiscaliza postos de combustíveis e mercados em Blumenau

Equipe do órgão investiga denúncias de possíveis práticas abusivas em comércios

 

 Blumenau - SC - Brasil - 04062018 - Ronda nos postos de combustível para acompanhar fiscalização do Procon e valores dos combustíveis.
Agentes do Procon fizeram fiscalização em alguns estabelecimentos ao longo da tarde de ontemFoto: Patrick Rodrigues / Jornal de Santa Catarina

Com a situação perto da normalidade após a greve dos caminhoneiros, equipes do Procon de Blumenau investigam denúncias de possíveis práticas abusivas de comércios da cidade. A fiscalização é focada em postos de combustíveis e supermercados para tentar evitar a cobrança de preços muito acima do normal. Reclamações foram compartilhadas nas redes sociais nas últimas duas semanas e chegaram até o Procon, acusando estabelecimentos de subirem o valor dos produtos além do permitido durante a crise de desabastecimento.

A maior parte das denúncias, segundo o Procon, é referente a postos de combustíveis. Muitos teriam subido o preço da gasolina por conta da demanda, mas estariam vendendo o mesmo produto que haviam comprado por um preço menor, o que não justificaria o acréscimo. De acordo com o coordenador do Procon, André Cunha, 10 denúncias foram formalizadas em Blumenau nos últimos dias – de consumidores que levaram notas fiscais e outras provas. Casos registrados pelo órgão mostrariam postos que subiram o litro da gasolina em mais de R$ 0,30 de um dia para o outro.

– Recebemos as denúncias e já começamos a verificar em supermercados e postos na semana passada, e agora vamos continuar ao longo dessa semana. Vamos verificar as notas fiscais de compra dos estabelecimentos e averiguar o preço praticado, para ver se teve prática abusiva – explica Cunha.

Até o momento, o coordenador diz que nenhum caso irregular foi registrado. Na semana passada, quando os produtos começaram a voltar aos mercados, por exemplo, o Procon avaliou que os preços repassados aos consumidores batiam com os das compras feitas pelos estabelecimentos. O mesmo vale, segundo Cunha, para os postos analisados até o momento:

– O preço por enquanto está dentro do normal, entre R$ 4,19 e R$ 4,39, sem prática abusiva.

Para quem quer denunciar alguma prática irregular, o Procon orienta que guarde a nota fiscal e também tire fotos de placas ou outros sinais que possam ajudar a comprovar o valor praticado.

VENDAS FRACIONADAS FORAM AUTORIZADAS PELO PROCON
Durante a crise de desabastecimento causada pela greve, o Procon autorizou que os postos e mercados vendessem de forma racionada, limitando quantias por cliente. A prática permitiu, segundo o Procon, que mais consumidores conseguissem ter acesso aos produtos com estoque baixo nas últimas duas semanas.

Para quem tem dúvidas sobre os casos registrados durante a greve, uma oportunidade de atendimento é com o Procon Móvel, que estará amanhã no bairro da Glória, na Paróquia Nossa Senhora da Glória, das 10h às 15h.

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