"Gosto de fazer esse contrabando de ideias", diz Arnaldo Antunes sobre os diferentes lados de seu trabalho - Lazer e Cultura - Jornal de Santa Catarina

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A casa é sua09/09/2017 | 09h48Atualizada em 09/09/2017 | 13h15

"Gosto de fazer esse contrabando de ideias", diz Arnaldo Antunes sobre os diferentes lados de seu trabalho

Cantor fez show em Florianópolis nesta sexta-feira para marcar o encerramento da exposição "Palavra em Movimento", em cartaz no Masc até este domingo (10)

Foto: Volo Filmes / Divulgação

É muito bom ver o CIC lotado em uma noite de sexta-feira pós-feriado, fortalecendo sua vocação para ser um ponto de encontro entre artistas e aficionados por artes em Florianópolis. Pouco antes do show de Arnaldo Antunes, marcado para às 20h30min, o café estava lotado, com música ao vivo e gente em pé com taças de vinho ou espumante nas mãos. No andar de cima, no Teatro Ademir Rosa, quase não havia mais lugares para o espetáculo A Casa é Sua, show que marcou o fim da exposição Palavra em Movimento, que apresenta uma produção artística menos conhecida de Antunes e fica em cartaz até este domingo (10), no Masc, também no CIC.

O cantor abriu com Fim do Dia, sentado no banquinho. Todo mundo cantou junto o refrão de A Casa é Sua, com direito a palminhas. Em Contato Imediato, ele veio para frente do palco "para fazer uma canção de entrega ao desconhecido". Já Debaixo d'água foi "para lembrar de quando a gente estava na barriga de mamãe".

O cantor disse que estava feliz de apresentar o show nos últimos dias da exposição que mostra diferentes lados de sua expressão poética visual: "Uma coisa completa a outra. Desde muito jovem transito e gosto de fazer esse contrabando de ideias de uma área para outra. Contaminar e misturar essas categorias. Para mim é muito realizador finalizar essa temporada com um show", contou à plateia.

Foto: Volo Filmes / Divulgação

Simpático, Arnaldo Antunes ainda fez dancinha em Invejoso, passou cumprimentando a plateia em Consumado e deu espaço para o músico Chico Salem, que o acompanha na turnê, mostrar uma canção de seu trabalho autoral. Teve também espaço para duas canções do primeiro disco dos Tribalistas.

— Achei maravilhoso. A gente é muito fã dele. Foram muitos pontos altos no show, começou muito bem e terminou melhor ainda. Ele só tocou o que tem de melhor — comentou o casal Paula Oliveira e Cleon Bassani na saída. Eles não sabiam da exposição Palavra em Movimento, mas pensam em visitá-la até domingo.

Depois do show, ainda deu para curtir a última meia hora do projeto Sexta Jazz, que ocorre uma vez por mês na sala Lindolf Bell. De novo, pessoas com taças de vinho na mão - a dica é comprar no café e levar até o espaço.

Foto: Volo Filmes / Divulgação

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