Upiara Boschi: A tímida caça por apoios no segundo turno em Florianópolis, Blumenau e Joinville - Política e Economia - Santa

Análise07/10/2016 | 07h09Atualizada em 07/10/2016 | 07h09

Upiara Boschi: A tímida caça por apoios no segundo turno em Florianópolis, Blumenau e Joinville

upiara boschi
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Candidatos e coligações ainda ensaiam os primeiros passos neste segundo turno de Joinville, Florianópolis e Blumenau, mas uma mudança em relação a outras eleições já perceptível. A tradicional caça aos apoios dos candidatos derrotados na primeira votação está fora de moda. Nos três colégios eleitorais, até agora apenas uma declaração formal de apoio foi consumada.

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Foi na Capital, onde o PSB de Murilo Flores, quarto colocado no primeiro turno, realiza evento na manhã de hoje para endossar Angela Amin (PP). O pessebista chegou a afirmar que se manteria neutro, mas relativizou a posição após reunião do diretório municipal do partido. Disse que a coligação de 15 partidos que apoia Gean Loureiro (PMDB) dificulta o governo técnico que defendeu na campanha.

A conquista de apoios deve ficar por aí. Terceiro colocado com 20% dos votos, Elson Pereira (PSOL) não só mantém neutralidade como seu partido decidiu ir à Justiça Eleitoral tentar tirar a pepista do segundo turno com a alegação de que seus direitos políticos estão suspensos pela recente condenação no Superior Tribunal de Justiça. Angela Albino (PCdoB), quinta colocada, foi sondada e ainda não tem posição. Gean já disse que não pretende ampliar seus apoios.

Em Blumenau, Napoleão Bernardes (PSDB) e Jean Kuhlmann (PSD) parecem ter ensaiado a frase de que querem apoio de lideranças comunitárias e eleitores neste segundo turno, não de grupos partidários. O pessedista alega que vai precisar reduzir a máquina pública e que por isso não quer adesões em bloco. O tucano diz que vai manter a estratégia que garantiu 44% dos votos válidos no primeiro turno.

Em Joinville a situação ainda mais radical. Udo Döhler (PMDB) e Darci de Matos (PSD) dizem de antemão que não vão atrás dos ex-adversários. Há um temor de uma repetição do que aconteceu há quatro anos, quando o endosso de Marco Tebaldi (PSDB) e Carlito Merss (PT) no segundo turno somou mais rejeição do que apoio a Kennedy Nunes (PSD). O tucano e o petista, terceiro e quarto colocados este ano, não devem ser procurados. Além disso, o PSDB nacional também teria preferência pela neutralidade na cidade, para evitar dissabores com o PMDB.

 
 

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