Pelo 2º mês consecutivo, Porto Alegre tem a cesta básica mais cara do país - Política e Economia - Santa

Entre todas as capitas brasileiras07/11/2016 | 14h30Atualizada em 07/11/2016 | 14h30

Pelo 2º mês consecutivo, Porto Alegre tem a cesta básica mais cara do país

Capital gaúcha é seguida por Florianópolis e São Paulo, respectivamente. Menores valores foram observados em Natal e Recife

Pelo 2º mês consecutivo, Porto Alegre tem a cesta básica mais cara do país Andréa Graiz/Agencia RBS
Tomate foi um dos produtos que registrou alta no preço Foto: Andréa Graiz / Agencia RBS
Agência Brasil
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A capital gaúcha voltou a ocupar o primeiro lugar no ranking do preço da cesta básica, como ocorreu em setembro. De acordo com a pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgada nesta segunda-feira, Porto Alegre tem a cesta básica mais cara entre as 27 capitais brasileiras, custando R$ 478,07. Na sequência, aparece Florianópolis (R$ 475,32) e São Paulo (R$ 469,55). Os menores valores médios foram observados em Natal (R$ 366,90) e Recife (R$ 373,66).

O custo da cesta básica, porém, está menor em 14 capitais. Entre as cidades que tiveram quedas mais expressivas estão Brasília (-5,44%), Teresina (-1,77%), Palmas (-1,76%) e Salvador (-1,66%). Houve alta em 13 capitais, sendo Florianópolis (5,85%), Vitória (3,19%), Porto Velho (2,18%) e Maceió (2,12%) os destaques.

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Entre janeiro e outubro deste ano, todas as cidades acumularam alta, sendo as mais relevantes em Maceió (24,25%), Aracaju (23,69%), Rio Branco (21,99%) e Fortaleza (21,21%). Os menores aumentos ocorreram em Brasília (9,58%), Curitiba (10,52%) e Macapá (10,99%).

Entre os tipos de alimento, houve alta no preço da carne bovina de primeira, da manteiga, do açúcar, do tomate e do café em pó. O feijão e o leite tiveram o valor reduzido na maior parte das cidades.

Segundo o estudo, o salário mínimo ideal para a manutenção de uma família de quatro pessoas em outubro deveria ser R$ 4.016,27, ou 4,56 vezes o mínimo vigente de R$ 880. Em setembro, o mínimo necessário correspondeu a R$ 4.013,08.

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*Agência Brasil

 
 

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