Upiara Boschi: novo secretariado de Colombo promove cinco suplentes e faz do PSD maior bancada na Alesc - Política e Economia - Santa

Dança das cadeiras24/12/2016 | 07h01Atualizada em 24/12/2016 | 07h01

Upiara Boschi: novo secretariado de Colombo promove cinco suplentes e faz do PSD maior bancada na Alesc

upiara boschi
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As mudanças no secretariado de Raimundo Colombo (PSD) vão promover mais mexidas na Assembleia Legislativa do que as eleições municipais. Se nas urnas de outubro passado Gean Loureiro (PMDB) foi o único dos sete parlamentares candidatos a vencer a eleição, a dança das cadeiras do governo estadual promoverá cinco suplentes e alterações interessantes nas composição das bancadas.

O PMDB deixa de ter a maior bancada com a renúncia de Gean e a ida de Luiz Fernando Vampiro para a Secretaria de Infraestrutura. Em ambos os casos o suplente não é peemedebista: tratam-se do empresário Nilso Berlanda (ex-DEM, agora PR) e do apresentador Roberto Salum (ex-PSD, agora PRB). O PSD passa a ser a maior bancada, com nove integrantes contra oito do PMDB.

Principal fato político do novo secretariado, a adesão do PSDB e do PP promove três suplentes. Os tucanos Leonel Pavan (futuro titular de Turismo, Cultura e Esporte) e Vicente Caropreso (da Saúde) abrem espaço para os ex-deputados Dóia Guglielmi e Nilson Gonçalves - este deixou de ser tucano e está abrigado no PR. Curiosamente, o PR dá o troco nos tucanos, porque elegeu Mário Marcondes em 2014 e ele migrou para o PSDB ano passado.Na bancada do PP a ida de Valmir Comin para a Assistência Social deixa a cadeira livre para Altair Silva (PP).

As trocas de partidos entre os suplentes vão afetar a composição das bancadas. O maior beneficiado é o PR liderado pelo deputado federal Jorginho Mello. Com as posses de Berlanda e Nilson Gonçalves, o partido passa a ter uma bancada de quatro integrantes. Eles se somam a Maurício Eskudlark (eleito pelo PSD, filiado ano passado) e Natalino Lazare - embora este último esteja apenas esperando a próxima janela para sair e já se comporte como pessedista.

As mudanças não afetam a governabilidade de Colombo. Formalmente, apenas os cinco deputados do PT fazem oposição ao governo estadual. De resto, 28 governistas plenos e sete que não estão lá para criar problemas.

 
 

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