Política e Economia, Jornal de Santa Catarina, clicRBSJornal de Santa Catarinahttp://jornaldesantacatarina.clicrbs.com.br/sc/urn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-iatom© 2011-2018 clicrbs.com.br2018-05-19T08:00:04-03:00urn:publicid:clicrbs.com.br:24361401Número de agricultores cai pela metade em Blumenau, mas ainda movimenta cerca de R$ 40 milhões ao anoNa cidade voltada à tecnologia e à indústria, há quem ainda tire o sustento exclusivamente das plantações.2018-05-19T08:00:04-03:002018-05-19T08:00:04-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesNúmero de agricultores cai pela metade em Blumenau, mas ainda movimenta cerca de R$ 40 milhões ao anoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24361401Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-numero-de-agricultores-cai-pela-metade-em-blumenau-mas-ainda-movimenta-cerca-de-r-40-milhoes-ao-ano-10347390Número de agricultores cai pela metade em Blumenau, mas ainda movimenta cerca de R$ 40 milhões ao anoNa cidade voltada à tecnologia e à indústria, há quem ainda tire o sustento exclusivamente das plantações.2018-05-19T08:00:04-03:002018-05-19T08:00:04-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brÉ época de colher aipim. Mas é tempo da safra de tangerina também. Enquanto isso, um cantinho da plantação precisa ser bem cuidado, porque as alfaces já estão pomposas e esverdeadas. Um pouco mais à frente, as folhas da beterraba indicam que as raízes comestíveis podem ir à panela e, próximo a um riacho, as avantajadas batatas-doces quase imploram pela enxada. Repolho, pepino, taiá, banana. O que não faltam são opções nas terras da família Tribess. A diferença é que enquanto algumas pessoas têm pequenas hortas em casa para consumo próprio, é do solo que Maria Cristina, Ademir, Alfredo, Samara e Sandra tiram o sustento do dia a dia. E engana-se quem pensa que esse contexto agrícola só ocorre em cidades menores do Vale do Itajaí, porque é em um grande terreno que atravessa a Rua Luiz Maske, na Itoupavazinha, que estes blumenauenses labutam.Atirar para todos os lados e manter diversos cultivos, segundo Ademir, é uma estratégia da família para evitar perdas de safras e prejuízos – o que para os pequenos agricultores, como é o caso dele, pode significar anos e anos de trabalho só buscando colocar a casa em ordem. Ele conta que até pouco tempo o tomate era a única fonte de renda. Os metros quadrados repletos do fruto resultavam em cifras numerosas à família. Até que uma praga surgiu e fez o vermelho deixar o tomateiro para invadir a planilha de despesas.– A bactéria acabou com tudo. Foram três anos no aperto – lamenta Ademir, ao lembrar da época desfavorável.As terras vão além do alcance dos olhos. Quando parece ser o limite, Adi – como prefere ser chamado – aparece com um trator. Isso porque é próximo ao morro, a um quilômetro dali, que a fartura acontece. De um lado, milhares de pés de aipim. Do outro, centenas de árvores estão repletas de tangerina a ponto dos galhos envergarem e quebrar. Ambos são os pilares da produção da família. Só com a mandioca, os Tribess têm a meta de colher aos menos 23 toneladas neste ano. Já da mexerica, são mais 14 toneladas. Com a venda para o programa de merendas escolares, feiras e supermercados da região, a família ganha o suficiente para viver com conforto e renda maior do que se optassem por “trabalhar fora”, garante Adi:– Uma vez consegui um serviço em uma fábrica de refrigerantes. Só aguentei nove meses.Número de agricultores despencou em 20 anosPara quem diariamente passa pelas principais vias urbanas do município é difícil imaginar que na Blumenau voltada à indústria têxtil e, mais recentemente, como polo de software e outros tipos de prestação de serviço, há quem viva do campo. Conforme dados do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Blumenau hoje há cerca de 400 pessoas apenas na cidade que vivem da roça, metade de duas décadas atrás. Esse novo êxodo rural, segundo a presidente Cátia Hackbarth, é consequência de uma geração que não quer apostar na economia rural e prefere seguir outros caminhos profissionais – algo que ocorre em todo o país. Isso faz com que o cultivo fique a cargo dos mais velhos, o que gradativamente restringe a produção.– O produto é bom, sem agrotóxicos, mas não é valorizado. Por isso muitos saem e vão trabalhar em fábrica, já que veem que às vezes só disso não dá para viver. Mas é preciso lembrar que se o agricultor não plantar, a cidade não vai jantar. A economia rural de Blumenau tem que ser mais valorizada, inclusive pela própria população – opina Cátia.Já Adi nem mesmo pensa em largar a roça. Desde criança na área, ele se especializou e até projeta novos cultivos. Tomate- cereja para exportação, pitaia e criação de tilápia são os focos daqui para frente. Tudo buscando melhorar a renda. Mas será que ele dá conta de manter uma plantação com tanta variedade? Ele garante que sim.– A gente tem que se virar, né? Pra tudo se dá um jeito – diz o orgulhoso agricultor de 40 anos, enquanto uma gota de suor escorre pelo rosto sujo de barro após um dia inteiro embaixo do sol – o mesmo que sua família faz desde 1930. Na propriedade de Ademir são produzidas mais 14 toneladas de mexericaFoto: Patrick Rodrigues / Jornal de Santa CatarinaProdução anual chega a R$ 40 milhõesEmbora restrita a algumas regiões da cidade, a produção rural movimenta cerca de R$ 40 milhões por ano, divididos entre lavouras permanentes, temporárias, pecuária, entre outros. A produção de ovos alavanca esse total. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2016, o município produz 10,7 milhões de dúzias por ano, correspondendo a R$ 21,4 milhões, colocando Blumenau com o terceiro melhor índice do Estado, pouco atrás de Biguaçu, que está na segunda posição, e com metade dos números de São Ludgero, com a marca de 22,4 milhões de dúzias anuais.Atualmente, Blumenau possui 2 mil propriedades rurais, das quais 700 têm produção, e aproximadamente 900 agricultores ligados ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais da cidade. Destes, menos da metade tem no campo o seu principal sustento.Lavouras mistas são herança histórica no ValeEnquanto grandes planícies brasileiras são ilustradas por megaplantações de soja, cana-de-açúcar, milho ou café, o Vale do Itajaí tem uma característica peculiar, que são os minifúndios. Desde o tempo da colonização, as lavouras eram constituídas com base na variedade, com o objetivo de gerar o sustento das famílias aqui estabelecidas.A historiadora Sueli Petry explica que não havia uma padronização no cultivo porque, antes de tudo, o blumenauense pensava naquilo que iria comer no dia a dia, e não no que iria sobrar. Só décadas depois é que o trabalhador rural percebeu que as sobras não precisavam ser destinadas só aos porcos e começou a comercializá-las.– É a característica do regime rural. Não havia padronização porque se pensava em sobrevivência. Frutas, legumes, verduras, batata-doce, aipim, tudo com o objetivo de ter diversidade na alimentação da família – conta Sueli.Esse laço com o passado é o que, para a historiadora, se reflete nas pequenas plantações blumenauenses dos tempos atuais. Embora, atualmente, em muitos casos o objetivo seja o comércio e não necessariamente o sustento, como é o caso da família Tribess. Os minifúndios do passado ganharam a companhia de maquinários, tecnologias, mas não perderam a característica principal: oferecer um produto fresco, sem agrotóxicos e proveniente de famílias humildes da cidade.Direção do sindicato diz que falta incentivo do municípioO desinteresse dos jovens pela agricultura como fonte de renda é ponto importantes sobre o futuro da economia rural de Blumenau. Mas para a presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais da cidade, Cátia Hackbarth, há outra questão preponderante no desdém dos mais novos pela roça: a falta de incentivo público.A alegação é de que, embora as famílias tenham propriedades grandes o suficiente para garantir uma produção, há pouco ou nenhum motivador para que elas tenham o interesse em fazer desta a única fonte de recursos.– É preciso que haja um programa para a cessão de implementos agrícolas, tratores, arados, plantadeiras. É preciso, por exemplo, linhas de crédito para maquinário. Hoje o agricultor trabalha a vida inteira para conseguir comprar um trator – conta a presidente.– O produto daqui é bom, sem agrotóxicos, mas não é valorizado. Por isso muitos vão trabalhar em fábricas, porque veem que disso, (roça) às vezes, não dá para viver.Outra questão a ser debatida, para o sindicato, é o preço dos produtos no mercado. – Muitos lugares preferem pegar de grandes cooperativas, onde o aipim vem velho e não é fresco como o nosso, só porque é mais barato. Mas vou te dizer: por R$ 0,50 o quilo eu prefiro dar o aipim para as vacas do que vender – pondera Gilmar Barth, produtor de aipim na Itoupava Central.Alexandre Faht, nomeado há menos de uma semana para o cargo de diretor rural da prefeitura de Blumenau, admite que há carências no setor, mas garante que há apoio para os agricultores.– Temos várias frentes de trabalho com agricultores, como médico veterinário, serviço de inspeção, técnicos agrícolas, patrulha mecanizada, assistência às feiras, inseminação de bovinos, assistência técnica. Há problemas, mas estamos tentando – afirma.::: Leia mais notícias no SantaPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaNúmero de agricultores cai pela metade em Blumenau, mas ainda movimenta cerca de R$ 40 milhões ao anoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-numero-de-agricultores-cai-pela-metade-em-blumenau-mas-ainda-movimenta-cerca-de-r-40-milhoes-ao-ano-10347390Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24357551Temer confirma R$ 20 milhões para obras de mobilidade em IndaialRecurso virá do programa Avançar Cidades e foi anunciado pelo presidente em evento em Florianópolis2018-05-17T11:30:07-03:002018-05-17T11:30:07-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLeo MunhozTemer confirma R$ 20 milhões para obras de mobilidade em IndaialJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24357551Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-temer-confirma-r-20-milhoes-para-obras-de-mobilidade-em-indaial-10345666Temer confirma R$ 20 milhões para obras de mobilidade em IndaialRecurso virá do programa Avançar Cidades e foi anunciado pelo presidente em evento em Florianópolis2018-05-17T11:30:07-03:002018-05-17T11:30:07-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brFoto: Leo Munhoz / Diário CatarinenseDurante visita a Florianópolis nesta quarta-feira à noite, o presidente Michel Temer assinou a liberação de R$ 44 milhões em crédito do Programa Avançar Cidades — que vai beneficiar sete municípios catarinenses. Serão cinco no sul do Estado, um no Oeste e um no Vale do Itajaí.Indaial foi a cidade contemplada e vai receber R$ 20 milhões para investir em obras de mobilidade urbana. A maior parte do dinheiro vai ser para pavimentar ruas nos bairros Encano do Norte, Estrada das Areias, João Paulo Segundo e Mulde. A prefeitura informou que deve fazer uma coletiva de imprensa na semana que vem para detalhar o projeto.Leia maisEm Florianópolis, Temer anuncia R$ 44,1 milhões em crédito para 8 cidades de SCDurante o evento, Temer confirmou também a liberação de R$ 16,6 milhões para a conclusão da obra do Centro de Eventos de Balneário Camboriú.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaTemer confirma R$ 20 milhões para obras de mobilidade em IndaialJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-temer-confirma-r-20-milhoes-para-obras-de-mobilidade-em-indaial-10345666Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24340380Justiça abre processo contra ex-prefeito João Paulo KleinübingJuiz da 1ª Vara da Fazenda de Blumenau recebeu ação civil pública proposta pelo MP por supostos atos de improbidade administrativa2018-05-10T11:19:12-03:002018-05-10T11:19:12-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMarco FaveroJustiça abre processo contra ex-prefeito João Paulo KleinübingJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24340380Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-justica-abre-processo-contra-ex-prefeito-joao-paulo-kleinubing-10335639Justiça abre processo contra ex-prefeito João Paulo KleinübingJuiz da 1ª Vara da Fazenda de Blumenau recebeu ação civil pública proposta pelo MP por supostos atos de improbidade administrativa2018-05-10T11:19:12-03:002018-05-10T11:19:12-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brEm despacho assinado na terça-feira e divulgado nesta quarta-feira, o juiz da 1ª Vara da Fazenda de Blumenau, João Baptista Vieira Sell, abriu um processo por supostos atos de improbidade administrativa contra o deputado federal e ex-prefeito de Blumenau João Paulo Kleinübing (DEM). O magistrado recebeu a ação civil pública proposta pelo Ministério Público em dezembro do ano passado referente a atos que teriam ocorrido durante a gestão de Kleinübing à frente da prefeitura, em 2012.Na decisão interlocutória, o juiz aponta que "há indícios de que João Paulo contraiu dívidas durante os últimos oito meses de seu mandato, sem disponibilidade de recursos financeiros para isso e, ainda, encerrou a sua gestão deixando déficit financeiro, comprometendo o orçamento fiscal do exercício seguinte".Leia maisJustiça determina bloqueio de bens de R$ 6,5 milhões de nove pessoas em BlumenauSell cita na decisão 12 supostas irregularidades e divergências nas finanças do município, que foram apresentadas em um relatório enviado pelo MP. Para o juiz, "os indícios constantes dos autos são suficientes para o recebimento da inicial (ação civil pública) e o consequente processamento", o que abre o processo e inicia os trâmites de defesa. O MP também foi intimado para apresentar as alegações.CONTRAPONTOAtravés de nota enviada pela assessoria de imprensa, o ex-prefeito e deputado federal João Paulo Kleinübing disse que a ação causa "certa estranheza" e que todas as contas do mandato foram aprovadas. Confira abaixo o que diz o texto na íntegra:Acerca da ação civil de improbidade administrativa do Ministério Público acatada nesta quarta-feira, pelo juiz João Baptista Sell, da 1ª Vara da Fazenda Pública, o deputado e ex-prefeito de Blumenau, João Paulo Kleinübing esclarece alguns pontos relevantes para o processo, uma vez que o próprio Ministério Público Federal já se manifestou sobre o caso.Primeiramente é importante ressaltar que a Ação Civil Pública, proposta pelo Ministério Público de Santa Catarina em dezembro de 2017 contra o ex-prefeito João Paulo Kleinübing, analisa o suposto descumprimento do art. 42 da Lei de Responsabilidade Fiscal durante o ano de 2012, onde o gestor público é proibido, nos últimos oito meses de gestão, de contrair despesas que não possam ser pagas dentro do exercício do mandato.Este mesmo fato já foi analisado pelo Tribunal de Contas de Santa Catarina quando em 16 de dezembro de 2013 Tribunal decidiu pela regularidade das contas da prefeitura, recomendando inclusive a Câmara de Vereadores a aprovação das contas do ex-prefeito João Paulo Kleinübing. O próprio Ministério Público, junto ao Tribunal de Contas, entendeu na época não haver comprometimento da próxima gestão e opinou também pela aprovação das contas.Em 8 de agosto de 2017 o Ministério Público Federal, através do Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, manifestou-se sobre estes mesmos fatos, desta vez na esfera criminal, reconhecendo não haver nenhum crime da parte do ex-prefeito bem como qualquer prejuízo ao município de Blumenau. Com isso, o posicionamento do Ministério Público Federal foi o de recomendar ao Supremo Tribunal Federal o arquivamento do inquérito.Diante de todos estes fatos e dos quase cinco anos decorridos desde a prestação de contas, a ação e a insistência do Ministério Público nas discussões já superadas no judiciário causa, de fato, certa estranheza.O deputado e ex-prefeito de Blumenau, João Paulo Kleinübing, no entanto, reforça sua confiança na justiça catarinense, manifestando a certeza de que esta ação será julgada improcedente, como as demais, ficando a verdade restabelecida.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaJustiça abre processo contra ex-prefeito João Paulo KleinübingJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-justica-abre-processo-contra-ex-prefeito-joao-paulo-kleinubing-10335639Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24336824Juiz fala sobre ação que pede bloqueio de bens de 12 pessoas e duas empresas em BlumenauO magistrado atribui a lentidão ao grande número de processos na Comarca e detalha a situação da decisão do último dia 32018-05-10T08:00:30-03:002018-05-10T08:00:30-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesJuiz fala sobre ação que pede bloqueio de bens de 12 pessoas e duas empresas em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24336824Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-juiz-fala-sobre-acao-que-pede-bloqueio-de-bens-de-12-pessoas-e-duas-empresas-em-blumenau-10335191Juiz fala sobre ação que pede bloqueio de bens de 12 pessoas e duas empresas em BlumenauO magistrado atribui a lentidão ao grande número de processos na Comarca e detalha a situação da decisão do último dia 32018-05-10T08:00:30-03:002018-05-10T08:00:30-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brResponsável por dar prosseguimento a um processo que está entre idas e vindas na Justiça desde 2001, o juiz João Baptista Vieira Sell fala sobre a ação que investiga atos de improbidade administrativa na gestão do ex-prefeito de Blumenau e deputado federal Décio Lima (PT). Em entrevista, por e-mail, o magistrado atribui a lentidão ao grande número de processos na Comarca e detalha a situação da decisão do último dia 3, que determinou o bloqueio de bens do ex-prefeito, outras 11 pessoas e duas empresas, no somatório de R$ 6,5 milhões. O ato, segundo o despacho do juiz, é preventivo para garantir o ressarcimento aos cofres públicos caso, ao final, os citados sejam condenados. Confira:O que falta para o processo chegar ao fim? Quais os próximos passos?Para que o processo chegue ao fim é necessário que haja, além da manifestação por escrito já oferecida pelos requeridos, a apresentação de defesa ou contestação à ação movida pelo Ministério Público, após a qual o processo seguirá para instrução e julgamento.O processo continua na Comarca? Sim, o processo continua na Comarca de Blumenau. O fato de um dos requeridos ser titular de mandato eletivo e por isso possuir foro por prerrogativa de função não altera a competência para o processo e julgamento da ação movida pelo Ministério Público, porque a natureza desta ação não é penal, mas cível. Portanto, o tema tratado nada tem a ver com a recente decisão do Supremo Tribunal Federal acerca do tema “foro privilegiado”.A defesa do ex-prefeito apresenta argumentos como o caso que já teve decisão do STF, que seria favorável a ele. Isso procede ou é uma interpretação equivocada?Ao magistrado é vedado, por lei, pronunciar-se sobre questões que envolvam o mérito da causa fora dos autos do processo.Por que o processo sobre fatos de 1999, com CPI e início processual em 2001, demorou a ponto de receber uma decisão interlocutória só agora?Existem duas ações conexas que foram analisadas na presente decisão interlocutória: uma, movida pelo Município de Blumenau em maio de 2001, onde já se determinou a indisponibilidade de bens, e outra, movida pelo Ministério Público do Estado de Santa Catarina em janeiro de 2004, que agora foi recebida e na qual também houve a determinação de indisponibilidade de bens dos demandados naquele processo. Além do mais, assumi a 1ª Vara da Fazenda Pública em maio de 2014, na qual tramitam hoje 16.381 processos, muitos dos quais gozam de prioridade em sua tramitação por envolverem idosos, pessoas acometidas por doenças das mais graves, pedidos de medicamentos e procedimentos de caráter emergencial. Ainda há o considerável número de partes envolvidas da demanda (14), alguns não encontrados para a notificação prévia, o que demandou sua notificação por edital, bem como a expressiva quantidade de documentos juntados aos autos nos volumes depositados em cartório, que somam aproximadamente 12 mil páginas. Por fim, é igualmente importante mencionar a existência de movimento para a priorização de ações que versem sobre improbidade administrativa mediante a definição de metas por parte do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).Leia tambémSaiba quais são os próximos passos do processo que bloqueou R$ 6,5 milhões em bens de 14 suspeitos em BlumenauPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaJuiz fala sobre ação que pede bloqueio de bens de 12 pessoas e duas empresas em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-juiz-fala-sobre-acao-que-pede-bloqueio-de-bens-de-12-pessoas-e-duas-empresas-em-blumenau-10335191Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-bloqueio-de-bens-de-suspeitos-por-irregularidades-em-blumenau-comeca-na-justica-10334190Bloqueio de bens de suspeitos por irregularidades em Blumenau começa na JustiçaDecisão judicial determinou a indisponibilidade de patrimônio de duas empresas e 12 pessoas em Blumenau no total de R$ 6,5 milhões2018-05-09T07:12:35-03:002018-05-09T07:12:35-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brComeçou nesta terça-feira o processo de bloqueio de bens no total de R$ 6,5 milhões de duas empresas e 12 pessoas em Blumenau, entre políticos, empresários e servidores públicos. Todos são citados em uma lista de 28 supostos atos de improbidade administrativa citados pelo Ministério Público à Justiça com base em relatórios que apontaram supostas irregularidades na Secretaria de Obras e na Companhia Urbanizadora de Blumenau (URB) entre 1997 e 2000, durante a gestão de Décio Lima (PT).Além do próprio ex-prefeito de Blumenau, constam na lista de bloqueios os seguintes nomes: Elmo Grutzmacher, Stênio Sales Jacob, Verdi Alves da Silva, Kentaro Hayashi, Roberto de Souza Beduschi, Américo Tomazini, Omar Cesar Pedroso Marcondes e Oscar Alberto da Silva Gayer, além da empresa LMS Locação de Máquinas Ltda. A decisão determina que esses 10 citados tenham bens bloqueados solidariamente entre si no total de R$6.488.379,00.Completam a lista de 14 nomes que tiveram o bloqueio decretado outras três pessoas e uma empresa. O Auto Posto Salto do Norte (Posto Badenorte) teve R$ 68.010,10 bloqueados. Já Celso Marloch, Eriberto Erthal e Elói Antônio Effeting tiveram bloqueados solidariamente R$ 3.075,78.Nenhum dos citados foi julgado. Conforme consta na decisão, que cabe recurso, o bloqueio de bens é uma maneira de garantir o ressarcimento aos cofres públicos caso ao fim do processo eles sejam condenados.Leia maisSaiba quais são os próximos passos do processo que bloqueou R$ 6,5 milhões em bens de 14 suspeitos em BlumenauJustiça determina bloqueio de bens de R$ 6,5 milhões de nove pessoas em BlumenauEntenda como a Justiça chegou ao bloqueio de R$ 6,5 milhões em bens de 14 suspeitos em BlumenauCONTRAPONTOSDécio Lima (PT)Em nota, o ex-prefeito e atual deputado federal afirmou que "depois de 18 anos, e após ser absolvido pelo STF, um juiz de Blumenau resolveu desarquivar um processo morto em pleno ano eleitoral. Acredito que a verdade prevalecerá. A minha trajetória política é marcada pela ética, lisura e honestidade".Américo Tomazini, Eloi Antonio Effeting, Stênio Sales Jacob e Verdi Alves da SilvaRepresentante legal dos quatro citados, o advogado Luiz Carlos Nemetz disse à reportagem que “os nossos clientes são inocentes. Nenhum deles cometeu qualquer irregularidade. Essa ação vindo à baila 17 anos depois de sua propositura é um absurdo. Nós vamos recorrer de todas as decisões contrárias aos nossos clientes”.Kentaro Hayaschi e LMS Locação de Máquinas LtdaA reportagem entrou em contato com o advogado citado no processo como representante, que também era proprietário da empresa. O advogado informou que não atua mais no caso e não soube informar quem seria o novo representante. A reportagem não localizou o citado até a publicação.Elmo GrutzmacherA reportagem conseguiu contato com Elmo Grützmacher na noite de segunda-feita. Ele disse não ter conhecimento da decisão e que pretende recorrer da decisão.Eriberto Erthal e Celso MarlochRepresentante legal dos dois citados, o advogado Jucelei Tavares Menezes disse que se trata de um processo muito antigo e que ele irá se inteirar da situação para se posicionar.Oscar Alberto da Silva GayerA reportagem entrou em contato com o advogado Marcos Araujo Fernandes, representante legal dos citados no processo. No escritório de Fernandes, a reportagem foi informada que ele está em viagem ao exterior e não obteve retorno até a publicação.Roberto de Souza BeduschiEm contato telefônico na residência do citado, a reportagem foi informada de que o citado não estava. O telefone celular dele não foi informado para a tentativa de um novo contato.Auto Posto Salto do NorteRepresentante legal da empresa no processo, o advogado Ivan Naatz afirmou que ainda não foi notificado oficialmente da decisão e que “o processo já decorre há muito tempo e que não havia uma decisão. Então, o momento agora é de se inteirar para ver o que de fato aconteceu para daí tomar as medidas cabíveis”.Omar Cesar Pedroso MarcondesA reportagem não localizou o citado e nem seu representante legal até a publicação.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaBloqueio de bens de suspeitos por irregularidades em Blumenau começa na JustiçaJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-bloqueio-de-bens-de-suspeitos-por-irregularidades-em-blumenau-comeca-na-justica-10334190Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-saiba-quais-sao-os-proximos-passos-do-processo-que-bloqueou-r-6-5-milhoes-em-bens-de-14-suspeitos-em-blumenau-10334113Saiba quais são os próximos passos do processo que bloqueou R$ 6,5 milhões em bens de 14 suspeitos em BlumenauHá 17 anos na Justiça, ação que investiga supostos atos de improbidade em Blumenau chega à nova fase2018-05-09T06:51:52-03:002018-05-09T06:51:52-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA decisão judicial que determinou o bloqueio de bens no valor de R$ 6,5 milhões de 12 pessoas e duas empresas em Blumenau por supostos atos de improbidade administrativa cometidos durante a gestão de Décio Lima (PT) na prefeitura é um novo capítulo de uma historia que está na Justiça desde 2001. A determinação do juiz João Baptista Vieira Sell, da 1ª Vara da Fazenda da Comarca de Blumenau, tem origem em dois processos.O primeiro é datado de 2001 e investiga prejuízos causados aos cofres públicos por supostas irregularidades no departamento de obras da prefeitura de Blumenau. O segundo é de 2004 e tem como base a CPI das Obras, e foi movido através de Ação Civil Pública do Ministério Público. Também investiga irregularidades na prefeitura e atos de improbidade administrativa no setor de obras.Os dois processos tratam basicamente dos mesmos fatos, que teriam ocorrido entre 1997 e 2000. O primeiro processo, de 2001, está mais avançado e já teve o bloqueio de bens dos envolvidos decretado anteriormente. O segundo, de 2004, passa pelos mesmos trâmites e teve o bloqueio decretado na última sexta-feira. Nenhum dos dois processos foi arquivado ou julgado.O juiz João Baptista Vieira Sell recebeu oficialmente a ação civil pública do Ministério Público de 2004 e encerrou a fase preliminar, que teve defesas e uma série de embargos e agravos que fizeram o caso demorar tanto tempo para tramitar. Agora, o processo entra na fase de contestação: os 14 citados podem recorrer.Depois virá a parte de instrução, que é o momento de produção de provas. Nesse estágio, conforme especialistas ouvidos pela reportagem, é que haverá perícia e depoimentos de testemunhas sobre os supostos atos irregulares de quase 20 anos atrás. Ao mesmo tempo, o juiz decidiu suspender o processo de 2001 temporariamente até que a ação de 2004 chegue ao mesmo estágio dela.Leia maisJustiça começa o bloqueio de bens de 14 suspeitos nesta terça-feiraDe acordo com especialistas consultados pela reportagem, com base nos trâmites do processo até o momento, o volume de ações na Vara da Fazenda e o número de réus no processo, é possível que o julgamento em primeira instância demore. De forma geral, todos os trâmites que ocorreram nos últimos 17 anos podem se repetir novamente nesta segunda parte do processo.Conforme o próprio juiz e advogados consultados pela reportagem, o caso já demora muito mais que o normal pela Justiça brasileira. Uma série de recursos, embargos e agravos fizeram o processo passar por diferentes esferas judiciais apenas para decidir méritos do processo. O caso chegou a ir até o Supremo Tribunal Federal (STF) para determinar se o caso de Décio Lima (PT), que é deputado federal, deveria ser julgado na esfera municipal. Como o processo envolve 14 pessoas, todas tiveram prazos para apresentar defesas preliminares e recursos. Além disso, a ação tramita na Vara da Fazenda e Registros Públicos, que tem mais de 16 mil processos.Entenda como a Justiça chegou ao bloqueio de R$ 6,5 milhões em bensPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaSaiba quais são os próximos passos do processo que bloqueou R$ 6,5 milhões em bens de 14 suspeitos em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-saiba-quais-sao-os-proximos-passos-do-processo-que-bloqueou-r-6-5-milhoes-em-bens-de-14-suspeitos-em-blumenau-10334113Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24336824Entenda como a Justiça chegou ao bloqueio de R$ 6,5 milhões em bens de 14 suspeitos em BlumenauPolíticos, empresários e servidores da prefeitura são suspeitos de atos de improbidade administrativa no departamento de obras durante a gestão do ex-prefeito Décio Lima (PT)2018-05-08T17:02:21-03:002018-05-08T17:02:21-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesEntenda como a Justiça chegou ao bloqueio de R$ 6,5 milhões em bens de 14 suspeitos em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24336824Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-entenda-como-a-justica-chegou-ao-bloqueio-de-r-6-5-milhoes-em-bens-de-14-suspeitos-em-blumenau-10333867Entenda como a Justiça chegou ao bloqueio de R$ 6,5 milhões em bens de 14 suspeitos em BlumenauPolíticos, empresários e servidores da prefeitura são suspeitos de atos de improbidade administrativa no departamento de obras durante a gestão do ex-prefeito Décio Lima (PT)2018-05-08T17:02:21-03:002018-05-08T17:02:21-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA Justiça determinou o bloqueio de bens de 12 pessoas e duas empresas em Blumenau por supostos atos de improbidade administrativa que teriam sido cometidos durante o governo do ex-prefeito Décio Lima (PT).Leia maisJustiça determina bloqueio de bens de R$ 6,5 milhões de nove pessoas em BlumenauA decisão, que cabe recurso, foi proferida na última quinta-feira e disponibilizada no site do Tribunal de Justiça de Santa Catarina no dia seguinte. Entenda como a Justiça chegou ao bloqueio de R$ 6,5 milhões em bens de 14 suspeitos em Blumenau:• 1997: Ano em que, conforme auditoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE), ocorreriam os primeiros dos 28 supostos atos de improbidade administrativa em execuções de obras. Sete anos mais tarde, em 2004, ação proposta pelo Ministério Público aponta que seria a partir deste ano que teriam ocorrido pagamentos de obras não realizadas ou em duplicidade, irregularidades em pavimentação de ruas e operações de tapa buraco, desvios de verbas da Secretaria de Obras e desvio de função, com funcionários públicos exercendo funções para empresas privadas.• 1999: Servidores da Companhia Urbanizadora de Blumenau (URB) teriam assinado um memorando que consta o suposto sumiço de documentos e de um computador entre 22 e 30 de abril referente à execução de diversas obras do município.• 2000: Segundo o relatório final da CPI, citado pela ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, a prefeitura de Blumenau teria contratado uma empresa recém-criada para prestar serviços de consultoria, em que o proprietário, Oscar Gayer, seria amigo pessoal do ex-secretário de Obras, Stênio Sales Jacob. O documento ainda cita que teria havido doação irregular de pertences da prefeitura e utilização de servidores públicos para obras particulares durante o expediente.• 2000: Com base em uma sindicância interna da prefeitura de Blumenau e em uma denúncia de uma servidora pública, a Câmara de Vereadores decide instaurar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar supostas irregularidades cometidas no município. Ficou conhecida como CPI das Obras.• 2004: Ano em que o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) acata as denúncias e abre uma ação civil pública por improbidade administrativa contra os 14 citados.• 2005: Uma auditoria do TCE, motivada pela CPI das Obras, decide responsabilizar o ex-prefeito de Blumenau, Décio Lima (PT), e o ex-presidente da URB, Stênio Sales Jacob, por despesas julgadas irregulares durante o primeiro mandato do petista e que chegavam, à época, a R$ 2,18 milhões.• 2008: Por conta do foro privilegiado do deputado federal Décio Lima (PT), o caso foi encaminhado ao STF para a análise de competências. Em decisão publicada no dia 27 de maio de 2008, a ministra Cármen Lúcia decide devolver todo o processo à esfera municipal, reconhecendo os atos, mas pedindo mais informações quanto à participação do então prefeito.• 2013: Após um período parado, o processo ganha status prioritário a partir de 18 de outubro, porque a Justiça entende que poderia ser enquadrado na Meta 18 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Essa determinação tem como base ações de combate à corrupção adotadas pelo CNJ que dão preferência pela apreciação de processos que envolvem supostos casos de improbidade administrativa.• 2018: No dia 3 de maio, o juiz da 1º Vara de Trabalho de Blumenau, João Baptista Vieira Sell, determina o bloqueio de bens de R$ 6,5 milhões do ex-prefeito de Blumenau, Décio Lima, além de Stênio Sales Jacob, Elmo Grutzmacher, Verdi Alves da Silva, Kentaro Hayashi, Roberto de Souza Beduschi, Américo Tomazini, Omar Cesar Pedroso Marcondes, Oscar Alberto da Silva Gayer e da empresa LMS Locação de Máquinas Ltda, que prestava serviços à URB. Também estão entre os citados Celso Marloch, Eriberto Erthal e Elói Antônio Effeting e Auto Posto Salto do Norte. A decisão só será publicada no Diário de Justiça Eletrônico após a confirmação da indisponibilidade de bens dos citados, o que ocorreu nesta terça-feira. A determinação busca garantir que, em caso de eventual condenação, sejam ressarcidos os supostos prejuízos causados ao poder público.Fonte: Análise de competências do STF, Auditoria do TCE-SC e Ação Civil pública proposta pelo MP.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaEntenda como a Justiça chegou ao bloqueio de R$ 6,5 milhões em bens de 14 suspeitos em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-entenda-como-a-justica-chegou-ao-bloqueio-de-r-6-5-milhoes-em-bens-de-14-suspeitos-em-blumenau-10333867Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24335358Prazo para alterar ou tirar novos títulos e poder votar nas eleições deste ano termina nesta quarta-feiraPara atender a demanda de eleitores, central do eleitor está trabalhando atendendo das 9h às 17h e registra filas nesses últimos dias2018-05-08T12:48:34-03:002018-05-08T12:48:34-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesPrazo para alterar ou tirar novos títulos e poder votar nas eleições deste ano termina nesta quarta-feiraJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24335358Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-prazo-para-alterar-ou-tirar-novos-titulos-e-poder-votar-nas-eleicoes-deste-ano-termina-nesta-quarta-feira-10333044Prazo para alterar ou tirar novos títulos e poder votar nas eleições deste ano termina nesta quarta-feiraPara atender a demanda de eleitores, central do eleitor está trabalhando atendendo das 9h às 17h e registra filas nesses últimos dias2018-05-08T12:48:34-03:002018-05-08T12:48:34-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brQuem precisa expedir um novo título de eleitor, fazer alterações de domicílio ou de dados como nome social para participar das eleições deste ano tem até amanhã para comparecer ao cartório eleitoral de Blumenau. É nessa data que ocorre o fechamento do cadastro. Depois disso, só será possível alterar ou conseguir novos títulos em novembro, após as eleições gerais deste ano, que ocorrem em outubro.Dos 25 mil títulos blumenauenses que foram cancelados porque os eleitores não fizeram o cadastramento biométrico em 2016, cinco mil já foram regularizados. Atualmente, Blumenau tem cerca de 240 mil eleitores. Para atender a demanda, que nos últimos três dias teve um volume de atendimento de mais de 400 pessoas diariamente, a central do eleitor fez dois plantões nos últimos sábados e desde segunda-feira adotou um horário estendido: das 9h às 17h.Nesses dois últimos dias não há mais possibilidade de agendamento: o atendimento é feito por ordem de chegada. Nesta segunda-feira longas filas já se formaram ao longo do dia. Cinco dúvidas sobre o cadastro eleitoralQuem precisa ir?Quem deseja expedir um novo título de eleitor, alterar o domicílio ou dados como o nome social.Qual é o prazo?O prazo termina amanhã. Depois disso, só será possível fazer esses serviços depois das eleições.O que é preciso levar?Apenas a carteira de identidade – ou de trabalho, ou passaporte – e um comprovante de residência atualizado, de no máximo três meses, preferencialmente em nome do próprio eleitor. Para casos de primeiro título para eleitores homens e com mais de 18 anos também é o reservista.Eleitores da 89ª Zona Eleitoral precisam procurar a central?Não. Quem é eleitor cadastrado na 89ª Zona Eleitoral, de Blumenau, que foi extinta no ano passado em função de uma portaria do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), não precisa comparecer ao cartório eleitoral. O chefe do cartório da 88ª Zona, Ricardo de Souza, explica que todos os eleitores foram migrados automaticamente para a 3ª Zona Eleitoral. O local de votação em outubro será o mesmo. A seção será diferente, mas haverá indicações para os eleitores sobre as novas salas para a escolha dos candidatos. Os eleitores que quiserem saber antecipadamente qual a nova seção podem baixar o aplicativo “E-título”, uma novidade da Justiça Eleitoral deste ano que já apresenta no smartphone os dados atualizados do eleitor, incluindo a nova seção e o local de votação, que não muda.O que acontece com quem não procurar o cartório?Quem ainda não tem título de eleitor e não o fizer até amanhã não poderá votar em outubro. Quem já tem o título, mas não fez a transferência, poderá votar no local de origem, com outro documento ou com o aplicativo “E-título”, considerado uma segunda via digital do documento, ou então justificar ou solicitar a opção de voto em trânsito, entre julho e agosto. Isso, desde que esteja em dia com a Justiça Eleitoral. Caso tenha deixado de votar ou possua alguma pendência que não seja regularizada até amanhã, não poderá votar. Quem precisa apenas de uma segunda via simples do título, sem nenhuma alteração de dados, ainda poderá fazê-lo até 10 dias antes das eleições.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaPrazo para alterar ou tirar novos títulos e poder votar nas eleições deste ano termina nesta quarta-feiraJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-prazo-para-alterar-ou-tirar-novos-titulos-e-poder-votar-nas-eleicoes-deste-ano-termina-nesta-quarta-feira-10333044Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24336292Seis dicas de especialista para quem planeja investirLeandro Corrêa, da Patrimono Investimentos, é um dos painelistas do "SC Que Dá Certo" que ocorrerá nesta quarta-feira, às 18h, no CESCB , em Brusque2018-05-08T11:20:54-03:002018-05-08T11:20:54-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDivulgaçãoSeis dicas de especialista para quem planeja investirJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24336292Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-seis-dicas-de-especialista-para-quem-planeja-investir-10333610Seis dicas de especialista para quem planeja investirLeandro Corrêa, da Patrimono Investimentos, é um dos painelistas do "SC Que Dá Certo" que ocorrerá nesta quarta-feira, às 18h, no CESCB , em Brusque2018-05-08T11:20:54-03:002018-05-08T11:20:54-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brCom juros baixos (Taxa Selic em 6,5%) e inflação controlada (menos de 3%), a economia começa a dar sinais de recuperação deixando a mostra algumas oportunidades. Uma alternativa interessante para quem quer surfar numa provável alta do mercado é construir uma carteira de investimentos eficientes. Mas antes de se aventurar com os riscos e os diferentes tipos de rentabilidade, é preciso conhecer, como destaca Leandro Corrêa, sócio-fundador da catarinense Patrimono Investimentos, considerada no ano passado a melhor assessoria de investimentos XP no país, entre os mais de 650 escritórios da rede. Leandro será um dos painelistas do segundo evento do "SC Que Dá Certo" nesta quarta-feira, às 18h, no Centro Empresarial, Social e Cultural de Brusque (CESCB). Promovido pela NSC TV e com mediação do apresentador do NSC Notícias, Fabian Londero, junto de Leandro estarão o CEO da Raphaella Booz, Cláudio Booz; o sócio-diretor da Bilu, José Luiz Cerqueira César, e o diretor comercial do BDR Group, Leonardo Saporetti. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site do evento.Confira dicas de Leandro para reduzir os equívocos na hora de investir:Características de um bom investidorCuriosidade e o hábito de comparar seus investimentos. Analisar e acompanhar periodicamente de acordo com a estratégia adotada e sair da zona de conforto para aproveitar oportunidades do mercado, além de buscar sempre o conhecimento. Quanto mais o investidor entender, mais ele pode ganhar.Estratégias para o cenário atualEm primeiro lugar, é importante ter um orçamento para saber quais são seus gastos fixos, variáveis e, aí sim, o quanto você pode poupar mensalmente. Com isso em mãos, é preciso traçar um objetivo para seus investimentos, acumular uma reserva de emergência e investir para objetivos de curto, médio ou longo prazo, respeitando as estratégias.Fator riscoÉ essencial que o investidor, antes de investir, entenda o perfil de risco para que ele se adeque aos produtos de acordo com seu temperamento. Obviamente, investir no mercado de ações é mais arriscado que aplicações de renda fixa, por isso o investidor deve se atentar se determinada aplicação condiz com seu perfil e objetivo.Oscilações nos investimentos e a manutenção do focoO investidor precisa entender que, usando como exemplo aplicações de renda fixa, a rentabilidade vai variar de acordo com a taxa de juros do mercado. Ou seja, conforme a taxa subir, mais ele vai ganhar, e vice-versa. De qualquer maneira, é importante que ele ganhe sempre acima dos 100% do CDI, pelo menos. Neste caso, também devemos olhar para o retorno real, que é a diferença entre a inflação e a taxa de juros. Com o cenário atual da Selic baixa e as projeções do mercado para o próximo ano, o investidor deve se habituar a tomar um certo risco na sua carteira se quiser ganhar mais. O que não significa investir em algo que ele possa “perder dinheiro”, mas aplicações onde ele não vai mais ter uma remuneração estável como é na renda fixa, e sim tendo certas oscilações, onde deverá olhar o médio/longo prazo.Investir no BrasilInvestir sempre é um bom negócio. Apesar de estarmos num período em que a renda fixa não paga mais aquele famoso 1% ao mês, existem inúmeras oportunidades – até mesmo em renda fixa – que o investidor pode aplicar seu dinheiro. Se olharmos mais uma vez o juro real atual, ou seja, seu ganho real descontado a inflação, percebemos que a pessoa que investe 100% do CDI ainda ganha um juro real bem próximo daquele que ela obtinha quando a Selic estava em 14,25% ao ano.PreparaçãoO principal fator é o conhecimento. Se você conhecer e entender essa área de investimentos, vai sempre aproveitar as oportunidades que o mercado oferece. Em fundos, no geral, o investidor deve avaliar qual a característica de cada um, se está adequado ao seu perfil, qual a estratégia do fundo, taxa de administração (se está adequada ao mercado ou não). Já na renda fixa, procurar sempre aplicações que paguem acima dos 100% do CDI e de preferência com a cobertura do FGC. No mercado de ações, avaliar muito bem a empresa que deseja investir, fazer uma análise mais aprofundada não só dela, mas do setor em que ela atua e sempre acompanhar o mercado. É indicado que o investidor sempre conte com a ajuda de um profissional especialista que possa lhe assessorar na hora de tomar as melhores decisões, pois boas escolhas fazem a diferença.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaSeis dicas de especialista para quem planeja investirJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-seis-dicas-de-especialista-para-quem-planeja-investir-10333610Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24335011Justiça determina bloqueio de bens de R$ 6,5 milhões de nove pessoas em BlumenauEx-prefeito Décio Lima (PT) está entre os envolvidos em 28 supostos atos de improbidade administrativa apontados pelo MP no processo, envolvendo obras e nomeações que teriam sido cometidas durante o mandato2018-05-07T19:40:38-03:002018-05-07T19:40:38-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSJandyr NascimentoJustiça determina bloqueio de bens de R$ 6,5 milhões de nove pessoas em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24335011Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-justica-determina-bloqueio-de-bens-de-r-6-5-milhoes-de-nove-pessoas-em-blumenau-10332863Justiça determina bloqueio de bens de R$ 6,5 milhões de nove pessoas em BlumenauEx-prefeito Décio Lima (PT) está entre os envolvidos em 28 supostos atos de improbidade administrativa apontados pelo MP no processo, envolvendo obras e nomeações que teriam sido cometidas durante o mandato2018-05-07T19:40:38-03:002018-05-07T19:40:38-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA Justiça determinou o bloqueio de bens no valor de R$ 6,5 milhões de nove pessoas e uma empresa em Blumenau por supostos atos de improbidade administrativa cometidos em 1999. Entre eles está o ex-prefeito Décio Lima (PT). Os demais são: Elmo Grutzmacher (ex-secretário de Finanças do município), Stênio Sales Jacob (ex-presidente da URB), Verdi Alves da Silva (que ocupava cargo de confiança na URB), Kentaro Hayashi (empresário), Roberto de Souza Beduschi (servidor público), Américo Tomazini (que ocupava cargo de confiança na URB), Omar Cesar Pedroso Marcondes (empresário), Oscar Alberto da Silva Gayer (empresário). Também consta o nome da empresa LMS Locação de Máquinas Ltda, que prestava serviços à Companhia Urbanizadora de Blumenau (URB).A decisão, que cabe recurso, foi proferida na última quinta-feira e disponibilizada no site do Tribunal de Justiça de Santa Catarina no dia seguinte. A determinação do juiz João Baptista Vieira Sell, da 1ª Vara da Fazenda do município, tem como base uma denúncia acatada pelo Ministério Público em que são citados supostos 28 atos de improbidade administrativa envolvendo obras e nomeações que teriam sido cometidas durante o mandato do petista (confira na tabela abaixo).O processo iniciou em 2001 e se baseia em três relatórios: a CPI das Obras, movida pela Câmara de Vereadores no mesmo ano, uma sindicância interna da prefeitura de Blumenau e uma auditoria feita pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-SC). Conforme a denúncia, os atos teriam envolvido pavimentações de ruas, operações tapa buraco, desvio de verba da Secretaria de Obras, pagamentos de obras não realizadas ou em duplicidade, desvio de funções com funcionários públicos que teriam exercido serviços particulares, ausência de formalidades em contratos, além de supostas indicações para cargos de confiança. Todos os atos envolvem a Secretaria de Obras ou a Companhia Urbanizadora de Blumenau (URB).O juiz determinou o bloqueio de R$ 6.488.379,00 divididos entre Décio, outros nove investigados – entre pessoas e empresas. Os supostos atos de improbidade englobam valores que variam de R$ 1 mil a R$ 1 milhão – respectivamente referentes a doações de materiais pela URB e a um projeto denominado "Rua Feliz".Segundo a decisão, o caso não prescreveu pois a lei de improbidade administrativa prevê que o prazo para ações desta natureza é de até cinco anos após o término do mandato. A ação foi movida pelo MPSC em janeiro de 2004 e a gestão de Décio Lima acabou no dia 31 de dezembro do mesmo ano. Procurada pela reportagem, a assessoria da 1º Vara da Fazenda informou que a decisão só será publicada no Diário de Justiça Eletrônico após o bloqueio dos bens, o que não havia ocorrido até as 19h30min desta segunda-feira.Os supostos atos de improbidade citados pelo Ministério Público de Santa Catarina são:1) Nomeação de Diretor Operacional da URBValor: não especificado 2) Projeto “Rua Feliz”Valor: R$ 1.086.584,023) Contratação de empresa de consultoria e planejamento de obrasValor: R$ 151.370,004) Emissão paralela de boletins que levaram ao desvio de dinheiro da Secretaria de ObrasValor: R$ 520.560,135) Pagamento de exploração de pedreiras não realizadoValor: R$ 421.566,626) Terraplanagem e pavimentação das alças de passagem da Ponte do TamarindoValor: R$ 169.143,967) Pavimentação, drenagem e colocação de meio-fio nas alças de passagem da Ponte do TamarindoValor: R$ 11.842,008) Pavimentação asfáltica e drenagem da Rua Deputado Antônio HeilValor: R$ 40.384,869) Construção da ciclovia na Rua Antônio TreisValor: R$ 67.692,2510) Construção de muro, reconstituição do calçamento e drenagem da Rua AraucáriaValor: R$ 4.982,5211) Revestimento asfáltico da Avenida Beira-RioValor: R$ 107.423,0012) Pavimentação e drenagem da Rua Carl KuhnValor: R$ 18.049,8513) Pavimentação da Rua EldoradoValor: R$ 16.305,6614) Pavimentação da Rua Franz MüllerValor: R$ 600.836,2215) Pavimentação da Rua Frederico JensenValor: R$ 26.887,6316) Ligação da Rua Engenheiro Paul Werner com a Rua Santa CatarinaValor: R$ 81.333,3517) Pavimentação da Rua Fritz KoeglerValor: R$ 36.867,2118, 19, 21) Operações tapa buraco realizadas em várias ruasValor: R$ 527.586,1720) Recapeamento, reconstituição e pavimentação de tapa buracosValor: R$ 228.566,3022) Pavimentação das ruas Itajaí e CearáValor: não especificado23) Serviços na pavimentação asfáltica da Rua Vitório AlcântaraValor: R$ 8.687,4524) Referente aos funcionários de empreiteiras que registravam ponto na URB e prestavam serviços a particularesValor: não especificado25) Documentos assinados por engenheiroValor: não especificado26) Doações de materiais pela URBValor: R$ 1.005,0027) Pavimentação de pátio de posto de combustíveisValor: R$ 22.221,2928) Ausência de formalidade essencial para ter-se como válidos os pagamentos feitos a empresa de locação de máquinasValor: não especificadoCONTRAPONTOS:- Décio Lima (PT)Procurado pela reportagem, o ex-prefeito e atual deputado federal disse não estar a par da decisão e que irá se inteirar sobre o fato antes de se manifestar. Ele alegou ser vítima de uma "perseguição do judiciário a cinco meses das eleições" e disse que seus advogados entrarão com uma ação junto ao Conselho da Magistratura.- Stênio Sales Jacob e Verdi Alves da SilvaProcurado pela reportagem, o advogado Luiz Carlos Nemetz disse que: "essa decisão é uma vergonha. Tanto para os jurisdicionados que são absolutamente inocentes como para o judiciário, que levou 17 anos de forma inexplicável para apreciar um mero pedido liminar. Os clientes Stênio e Verdi ofereceram há quase duas décadas a quebra dos seus sigilos fiscal, bancário, telefônico e eletrônico, de modo a demonstrar que nada devem. Soa extremamente suspeito que este caso seja requentado exatamente à véspera de um pleito eleitoral". - Elmo GrutzmacherA reportagem conseguiu contato com Elmo Grützmacher na noite desta segunda. Ele disse não ter conhecimento da decisão de indisponibilidade de bens e que pretende recorrer. "Eu sou uma vítima dessa história na verdade. Não tenho nada a ver com esse negócio. Era secretário de Finanças, pagava, mas como vou saber se essas obras foram feitas ou não foram feitas? Isso não compete à Secretaria da Fazenda, de Finanças. Tinha equipes de engenheiros lá fora para fazer isso. Sou obrigado (a recorrer), não vou pagar por um negócio que não fiz, não tenho nada a ver com isso".- Até a publicação desta reportagem, nenhum dos outros seis citados ou representantes legais, entre pessoas e empresas, havia sido localizado ou retornou os contatos feitos pela reportagem por telefone.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaJustiça determina bloqueio de bens de R$ 6,5 milhões de nove pessoas em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-justica-determina-bloqueio-de-bens-de-r-6-5-milhoes-de-nove-pessoas-em-blumenau-10332863Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24323788Painel gratuito apresenta exemplos de empreendedorismo em BrusqueEvento ocorre no próximo dia 9 de maio2018-05-01T11:32:21-03:002018-05-01T11:32:21-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDivulgação / DivulgaçãoPainel gratuito apresenta exemplos de empreendedorismo em BrusqueJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24323788Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-painel-gratuito-apresenta-exemplos-de-empreendedorismo-em-brusque-10327932Painel gratuito apresenta exemplos de empreendedorismo em BrusqueEvento ocorre no próximo dia 9 de maio2018-05-01T11:32:21-03:002018-05-01T11:32:21-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO SC Que Dá Certo está com inscrições abertas para o segundo painel da série que coloca em evidência empreendedores catarinenses de sucesso. O próximo evento do projeto será realizado no dia 9 de maio, a partir das 18h, no Centro Empresarial, Social e Cultural de Brusque (CESCB). Com mediação do apresentador do NSC Notícias, Fabian Londero, estarão no palco para compartilharem experiências o CEO da Raphaella Booz, Cláudio Booz, o sócio-diretor da Bilu, José Luiz Cerqueira César, o sócio-fundador da Patrimono Investimentos, Leandro Corrêa, e o diretor comercial do BDR Group, Leonardo Saporetti. Assim como ocorreu em Palhoça no dia 25 de abril, a plateia poderá participar do bate-papo com perguntas aos painelistas. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site www.scquedacerto.com.br. Além da série de painéis, a terceira temporada do projeto pode ser acompanhada pelos veículos da NSC, com reportagens no NSC Notícias, no Bom dia Santa Catarina e na página especial do G1 Santa Catarina.Esta edição do SC Que Dá Certo vai passar ainda pelas cidades de São Bento do Sul (22/05), Araranguá (05/06), Joaçaba (19/06) e São Miguel do Oeste (03/07). O projeto é uma promoção da NSC TV, com oferecimento do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-SC), a Federação das Cooperativas Agropecuárias de Santa Catarina (Fecoagro), a Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc) e o Serviço Social do Comércio (Sesc).Conheça os painelistas de BrusqueCláudio BoozCláudio Booz, CEO da Raphaella Booz, formou-se na década 1980 no curso de modelista técnico do SENAI, em Novo Hamburgo (RS), visando inovar a empresa fundada no município de São João Batista pelo pai, Ari Booz. Após viagem pela Itália nos anos 1990, Cau, como é conhecido, voltou inspirado para lançar o modelo de sandália que daria novos rumos para a marca da família. A Raphaella Booz foi fundada há 50 anos e dedica-se à criação e venda de calçados femininos. Com um parque fabril de 10 mil metros quadrados, a empresa produz um milhão de pares por ano. A marca está presente em cerca de 1.500 pontos de venda e 30 lojas próprias, com produtos exportados para 22 países.José Luiz Cerqueira CésarJosé Luiz Cerqueira César, sócio-diretor da Bilu, é formado em engenharia civil pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP). A empresa foi fundada em 1984 e se tornou conhecida pela pipoca de embalagem rósea e o Biluzitos. A sede da empresa está instalada em Brusque e os produtos tem mercado consolidado nos estados do Sul. Em expansão recente, a marca está ganhando espaço em território nacional e no exterior, para países da América Latina.Leandro CorrêaLeandro Corrêa, sócio-fundador da Patrimono Investimentos, é bacharel em Direito Empresarial e Especialização em Finanças e Orçamento pela Católica de Santa Catarina. O empresário também integra o Conselho Fiscal da Planejar - Associação Brasileira de Planejadores Financeiros. Trabalhou como Analista Financeiro e Assessor de Investimentos antes de fundar a Patrimono.A Patrimono é uma empresa especializada em assessoria de investimentos e recebeu no ano passado o prêmio de melhor assessoria de investimentos XP no Brasil, entre os mais 650 escritórios da rede no país. Fundada em 2008, a empresa conta com cinco escritórios e 30 sócios-executivos. Com início em Jaraguá do Sul, expandiu-se para Itajaí, Florianópolis, Blumenau e, neste ano, também para Curitiba. Atualmente está entre os 10 maiores escritórios da XP em todo Brasil, sendo responsável por R$ 1,3 bilhão em ativos financeiros.Leonardo SaporettiLeonardo Saporetti tem 10 anos de experiência em vendas. Passou por empresas como o Grupo Oppnus, Almeida Junior, Grupo Tacla até chegar à Barba de Respeito (BdR). A empresa de Brusque começou com quatro amigos que trabalhavam com marketing digital. O grupo queria barbas longas, hidratadas e bem cuidadas, mas ao procurar produtos que auxiliassem nessa tarefa, descobriram um nicho de mercado a ser explorado. ServiçoO que: Painel SC Que Dá CertoQuando: Dia 9 de maio, às 18hOnde: no CESCB, em BrusqueComo participar: Inscrições gratuitas no site www.scquedacerto.com.brIniciativa: NSC TVApoio: Crea-SC, Fecoagro, Fiesc e SescProgramação9/5 - Brusque22/5 - São Bento do Sul5/6 - Araranguá19/6 - Joaçaba3/7 - São Miguel do OestePorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaPainel gratuito apresenta exemplos de empreendedorismo em BrusqueJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-painel-gratuito-apresenta-exemplos-de-empreendedorismo-em-brusque-10327932Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24322868MP abre inquérito para investigar licitação de centro de distribuição em BlumenauEmpresa que gerencia o Centro Integrado de Armazenagem e Distribuição (Ciad) da prefeitura de Blumenau teria sido contratada com irregularidades2018-05-01T08:47:54-03:002018-05-01T08:47:54-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesMP abre inquérito para investigar licitação de centro de distribuição em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24322868Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-mp-abre-inquerito-para-investigar-licitacao-de-centro-de-distribuicao-em-blumenau-10327844MP abre inquérito para investigar licitação de centro de distribuição em BlumenauEmpresa que gerencia o Centro Integrado de Armazenagem e Distribuição (Ciad) da prefeitura de Blumenau teria sido contratada com irregularidades2018-05-01T08:47:54-03:002018-05-01T08:47:54-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPara a prefeitura ele é sinônimo de eficiência, inovação e economia, mas agora o Centro Integrado de Armazenagem e Distribuição de Blumenau (Ciad) é alvo de uma série de perguntas ainda sem respostas. O Ministério Público instaurou inquérito para apurar supostas irregularidades no processo licitatório e na execução do contrato de R$ 1,3 milhão com a empresa que gerencia o espaço. Indícios levantados pelo Observatório Social de Blumenau (Osblu) apontam para um direcionamento na contratação.O Ciad começou a funcionar em 2014 e reuniu em um só lugar o que antes era armazenado em nove centros de distribuição espalhados pela cidade. Foi um projeto desenvolvido para ser modelo de gestão pública. Só em aluguel a prefeitura passou a economizar R$ 252 mil por ano, e incluindo os gastos com pessoal, combustível, gestão e manutenção, a economia anual chega a R$ 800 mil, conforme a administração municipal.O MP questiona por que o processo licitatório restringiu a competitividade, sugerindo um direcionamento da contratação. O edital exigia que a empresa tivesse um consultor sênior, com comprovada experiência na área de no mínimo três anos e pós-graduação.No inquérito, o promotor Gustavo Mereles Ruiz Diaz afirma que a expressão consultor sênior possui conceito vago e não consta em qualquer espécie de regulamento como habilitação profissional. Além disso, para o promotor, a exigência de que tal profissional seja pós-graduado não teria qualquer pertinência ao caso.O edital exigia ainda que a empresa participante tivesse um software de logística devidamente homologado – sem especificar que homologação era essa. As informações foram levadas até a promotoria pelo Osblu, que acompanha o caso desde o lançamento do edital, em 2013.– Não está se questionando a ideia do Ciad. A gente acha que a ideia é boa, é inteligente. A gente não se opõe inclusive a terceirização do serviço, é que o edital apresentou algumas limitações que impediram a correta competição que a lei de licitações determina. O Ministério Público está investigando se foi direcionado – explica o secretário-geral do Osblu e advogado Christian Panini Carvalho.O órgão de fiscalização também aponta indícios de irregularidade na execução do contrato, entre elas a ausência do sistema informatizado exigido no edital. Hoje, a gestão é feita por uma planilha e pelo software da própria prefeitura, ao contrário do que constava no documento.– Em tese, estão pagando por algo que não está sendo usado. Foi contratado um serviço como um todo, se esse contrato pode ser readequado com verificação de um novo preço, isso é algo que a contratada e o município precisam conversar, ou de fato exigir que a empresa cumpra o contrato – diz Carvalho.Além dos problemas na licitação, há ainda suspeita de irregularidade também na fiscalização do serviço. O Osblu diz que fez mais de uma visita ao centro e em nenhuma delas encontrou fiscais, embora a presença deles seja ordenada no contrato.Licitação teve apenas uma participanteÉ do Ciad que saem os suprimentos para abastecer 327 locais entre escolas, unidades de saúde, creches, abrigos e centros de assistência social. Ele armazena e distribui alimentos, medicamentos, carteiras escolares, máquinas de lavar roupa, condicionadores de ar, entre outros itens. Tudo é gerenciado pela Sincroslog, que foi a única empresa a participar da licitação.A prefeitura foi notificada da instauração do inquérito na sexta-feira e tem 10 dias para encaminhar ao promotor a cópia de todo o processo licitatório, do contrato e dos aditivos. O prazo para conclusão do inquérito é de até um ano.CONTRAPONTOSAdministração municipalA prefeitura de Blumenau se manifestou através de nota oficial. Com relação aos questionamentos feitos pelo Observatório Social de Blumenau (Osblu), confirma que recebeu de forma oficial o documento na manhã de sexta-feira, dia 27 de abril, e já está trabalhando para responder dentro do prazo estipulado de 10 dias. Vale ressaltar que a prefeitura de Blumenau possui um ótimo relacionamento com o Observatório Social deste a sua criação, inclusive fornecendo todas as informações necessárias quando há questionamentos da entidade.Marcos Greuel, diretor da SincroslogA reportagem fez contato com a empresa. O diretor Marcos Greuel afirmou que a Sincroslog não foi citada ou notificada pelo Ministério Público, mas se colocou à disposição para qualquer esclarecimento perante a Justiça. Ele ressaltou que o projeto é importante para o município e que diariamente a empresa repassa ao Observatório Social de Blumenau, por e-mail, várias informações solicitadas.Colaboraram Talita Catie e Lucas Paraizo::: Leia mais notícias sobre o Vale do Itajaí no Santa::: Leia mais notícias sobre Santa Catarina no NSC TotalPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaMP abre inquérito para investigar licitação de centro de distribuição em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-mp-abre-inquerito-para-investigar-licitacao-de-centro-de-distribuicao-em-blumenau-10327844Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24310053Cerca de 40% dos contribuintes da região ainda não declararam Imposto de Renda Em Blumenau, mais de 32 mil pessoas ainda precisam enviar a declaração para a Receita Federal. 2018-04-23T22:33:27-03:002018-04-23T22:33:27-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesCerca de 40% dos contribuintes da região ainda não declararam Imposto de Renda Jornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24310053Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-cerca-de-40-dos-contribuintes-da-regiao-ainda-nao-declararam-imposto-de-renda-10321838Cerca de 40% dos contribuintes da região ainda não declararam Imposto de Renda Em Blumenau, mais de 32 mil pessoas ainda precisam enviar a declaração para a Receita Federal. 2018-04-23T22:33:27-03:002018-04-23T22:33:27-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA seis dias do fim do prazo, pouco mais da metade dos contribuintes de Blumenau e região entregaram a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2018. Segundo dados da Receita Federal, que somam as cidades de Blumenau, Brusque, Gaspar, Indaial, Pomerode, Rio do Sul e Timbó, até às 23h59min de domingo, 61% dos contribuintes haviam feito a declaração. O cenário é semelhante no Estado: 742.531 mil declarações ( 60,37%) foram feitas, de um total de 1,2 milhão.Em Blumenau, pouco mais de 50 mil contribuintes entregaram a declaração anual do Imposto de Renda. Na cidade, 83 mil pessoas precisam declarar o imposto este ano. O período para a declaração começou em 1º de março e vai até o próximo dia 30. A entrega em atraso gera multa no valor mínimo de R$ 165,74, podendo atingir o valor máximo de 20% do imposto devido.– Caso o contribuinte não entregar a declaração, poderá entrar ao final deste ano em lista de omissos, gerando problema cadastral no CPF do contribuinte, na situação pendente de regularização – alerta o delegado da Receita Federal de Blumenau, Daniel Carlos.A Receita ressalta a importância de não deixar a declaração para a última hora, pois a data da transmissão da declaração vai definir a ordem de preferência para o recebimento da restituição, caso o contribuinte tenha imposto a restituir. Idosos acima de 60 anos, pessoas com doenças graves ou deficiência têm prioridade no pagamento da restituição do IRPF, geralmente recebendo no primeiro lote de restituição, que ocorre em junho de 2018.Para o presidente do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Sescon) de Blumenau e região, Jefferson Pitz, é fundamental ficar atento.— É preciso fazer um alerta, a partir deste ano a Receita Federal está solicitando um maior detalhamento das informações bancárias e de bens, e toda atenção é fundamental para que não haja omissão destes dados. Para os dados de 2017 o sistema ainda está emitindo alertas, mas a partir do próximo ano estas informações serão obrigatórias — disse.Para quem ainda não fez a declaração, o programa gerador para ser usado no computador pode ser baixado no site da Receita Federal. O aplicativo do Imposto de Renda para dispositivos móveis (tablets e smartphones) está disponível nos sistemas Android e iOS, podendo ser baixado nas lojas virtuais de cada sistema.O órgão disponibiliza perguntas e respostas que foram elaboradas para esclarecer dúvidas quanto à apresentação da Declaração de Ajuste Anual (DAA) do Imposto, considerando a legislação até janeiro de 2017. O Perguntão referente ao exercício de 2018, ano-calendário de 2017, ainda está em desenvolvimento pela Receita. O órgão informa que há vários canais para esclarecimento de dúvidas sobre o IRPF, como o site idg.receita.fazenda.gov.br e centros de atendimentos físicos para que o contribuinte seja bem orientado.::: Leia mais notícias da região no Santa::: Leia mais notícias de Santa Catarina no NSC TotalDúvidas sobre a declaração do IR?Muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre o que precisam declarar e quais despesas podem ser abatidas desse valor. Para esclarecer essas e outras questões, a especialista em contabilidade e orientadora Dora Ramos dá algumas dicas. Confira:Quem deve declarar?Contribuintes que tiveram rendimentos tributáveis superiores ao valor de R$ 28.559,70 em 2017, incluindo salários, alugueis, benefícios e pensões. Quem ganhou acima de R$ 40 mil isentos; teve lucro com a venda de bens; negociou ações na bolsa; teve receita superior a R$ 142.798,50 em atividade rural; passou a morar no país em 2017 ou, até o final do ano; possuía mais de R$ 300 mil em bens, como imóveis e veículos.Preciso informar meus dependentes na declaração?Em 2018, é necessário incluir o CPF de todos os dependentes com oito anos ou mais na declaração – no ano passado, o documento era obrigatório para crianças a partir de 12 anos. Em 2019, ele deve ser exigido de todos os dependentes, de qualquer idade. O valor da dedução de cada dependente é de R$ 2.275,08.Quais itens podem ser abatidos do IR?É possível abater despesas com educação e saúde, pagamento do INSS de empregados domésticos, gastos com dependentes, contribuições à previdência privada e pensões alimentícias. No caso da educação, são abatidos os gastos com a educação regular e cursos profissionalizantes, mas ficam de fora as atividades extracurriculares. Já com a saúde, são deduzidos os gastos com o plano de saúde, consultas e exames, assim como dentistas, psicólogos e terapeutas.MEI precisa declarar?Os microempreendedores devem enviar, até o dia 31 de maio, a Declaração Anual do Simples Nacional do MEI. Caso o empresário também tenha tido rendimento anual superior a R$ 28.559 em 2017 como pessoa física, ele deve fazer a declaração do imposto de renda. Projetos sociais podem ser beneficiados com destinação de imposto de renda; saiba comoPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaCerca de 40% dos contribuintes da região ainda não declararam Imposto de Renda Jornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-cerca-de-40-dos-contribuintes-da-regiao-ainda-nao-declararam-imposto-de-renda-10321838Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24301348Feira projeta vendas de R$ 80 milhões na Volvo Ocean RaceEmpresários esperam aumento de 60% em vendas ante outras edições da Volvo Ocean Race2018-04-19T08:30:25-03:002018-04-19T08:30:25-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesFeira projeta vendas de R$ 80 milhões na Volvo Ocean RaceJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24301348Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-feira-projeta-vendas-de-r-80-milhoes-na-volvo-ocean-race-10318088Feira projeta vendas de R$ 80 milhões na Volvo Ocean RaceEmpresários esperam aumento de 60% em vendas ante outras edições da Volvo Ocean Race2018-04-19T08:30:25-03:002018-04-19T08:30:25-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brQuem chega ao Centreventos de Itajaí para visitar a Vila da Regata tem, antes dos barcos, um cartão de visita voltado aos produtos e serviços da região do Vale do Itajaí e Litoral. Com cerca de 100 expositores, a feira multissetorial é uma das atrações da parada da Volvo Ocean Race em Santa Catarina, com abordagem diversificada e produtos que custam de R$ 5 até R$ 2 milhões, como explica o diretor da feira, Jean Gern:– O evento está bem diversificado e o nosso objetivo é ter muitos produtos de venda direta ao consumidor, com produtos que ele pode levar de lembrança da região e da Volvo Ocean Race. No entanto, surpreende nas três edições do evento o bom desenvolvimento da construção civil.Segundo a organização, 12 construtoras da região estão com estandes na feira dentro da Vila da Regata e têm destacado as boas prospecções de negócios. Até o momento, aproximadamente 70 negócios com bom índice de fechamento foram registrados pelas empresas – que devem responder por uma grande fatia do faturamento esperado da feira. Para esta edição, a expectativa é de que cerca de R$ 80 milhões sejam comercializados no evento, o que representaria um aumento de 60% em relação à edição de 2015, quando a meta de R$ 50 milhões foi batida.ARTESANATO LOCAL VALORIZADO NO EVENTOEntre os itens com vendas concretizadas na hora – ao contrário dos imóveis – destacam-se os artesanatos e produtos locais, além do estande oficial com suvenires e outros itens licenciados da regata. Pela temática do espaço, ganham foco também os itens da área náutica, com pontos de venda de vários equipamentos para barcos grandes ou pequenos.Para os artesanatos, a Associação de Artesões de Itajaí montou um espaço específico no segundo piso do pavilhão, onde os artistas locais vendem produtos com valores entre R$ 6 a R$ 200. Entre eles está o aposentado Otávio Franke, que chama a atenção dos turistas com pinturas feitas em cascas de marisco. Com delicadeza, ele desenha nas cascas atrações famosas de Itajaí.– A ideia é realmente ter produtos para todos os públicos que vão até a Vila da Regata, da lembrancinha ao equipamento para um barco, além de artesanatos locais e vestuário. É uma vitrine da região para os visitantes – conta Gern.A feira multissetorial funciona nos mesmos horários da Vila da Regata, com entrada gratuita e programação de oficinas e apresentações para a comunidade no palco na parte interna do Centreventos, onde os estandes ocupam a área de 5 mil metros quadrados.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaFeira projeta vendas de R$ 80 milhões na Volvo Ocean RaceJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-feira-projeta-vendas-de-r-80-milhoes-na-volvo-ocean-race-10318088Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24301295Seis meses após decreto, ambulantes aguardam por alvarás em BlumenauDesde setembro de 2017, quando documento foi publicado, 33 protocolos foram registrados pela prefeitura, que estuda reavaliar a legislação2018-04-19T07:00:31-03:002018-04-19T07:00:31-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesSeis meses após decreto, ambulantes aguardam por alvarás em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24301295Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-seis-meses-apos-decreto-ambulantes-aguardam-por-alvaras-em-blumenau-10318060Seis meses após decreto, ambulantes aguardam por alvarás em BlumenauDesde setembro de 2017, quando documento foi publicado, 33 protocolos foram registrados pela prefeitura, que estuda reavaliar a legislação2018-04-19T07:00:31-03:002018-04-19T07:00:31-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brDaqui a precisamente uma semana, o decreto municipal número 11.472, que regulamenta a atuação dos ambulantes em Blumenau, completa sete meses. Desde que a legislação entrou em vigor, em 26 de setembro de 2017, porém, nenhum alvará foi emitido pela prefeitura. Segundo a administração municipal, 33 processos foram abertos pelos comerciantes informais em busca de regulamentação. Destes, sete já perderam o objeto, pois eram solicitações para trabalho em eventos específicos. Outros oito estão em análise no Parque Vila Germânica e 18 aguardam parecer da Secretaria de Desenvolvimento Urbano. O número é considerado baixo pelo poder público, embora não haja uma estimativa de quantas pessoas atuem como ambulantes no município.A dificuldade, de acordo com o secretário de Desenvolvimento Urbano, Ivo Ronald Bachmann Júnior, é a heterogeneidade das atividades praticadas pelos ambulantes e a falta de regras claras para a emissão do documento sem que futuramente haja problemas na permissão. Ele acredita que uma definição para o tema só acontecerá daqui a 45 ou 60 dias, após uma possível reavaliação do decreto que estabeleceu as regras para o comércio ambulante na cidade.– Se tiver que voltar atrás na questão do decreto e rever pontos para que se tenha regra clara, é o que vai se fazer – admite Bachmann Júnior.A administração municipal acredita que o decreto de regulamentação poderá chegar a um nível de detalhamento que se mapeie nas regiões principais da cidade quais são os pontos, tamanhos e horários onde o comércio ambulante pode ocorrer, algo que o documento em vigor atualmente não traz.::: Leia mais notícias de Blumenau::: Leia mais notícias de Santa Catarina no NSC TotalAssim, o comerciante teria o alvará sabendo o espaço exato que pode ocupar, o período do dia para funcionar e as regras para atuação, respeitando questões como acessibilidade e trafegabilidade de pedestres, além das normas da vigilância sanitária.Na opinião de Bachmann, este é um assunto que Blumenau precisa avançar, mas com cautela. Em um modelo que o secretário considera ideal, os pontos para o trabalho de ambulantes devem ser licitados para dar transparência ao processo de concessão de um espaço que é público.– O ponto é da cidade, ele tem que ser licitado. Mesmo essas autorizações que são precárias elas precisam ser divulgadas e eventualmente deve haver concorrência entre os interessados – defende o secretário responsável pela pasta que dá a autorização aos ambulantes.Ambulantes querem uma soluçãoEnquanto a questão volta a ser debatida na prefeitura, mesmo já tendo sido regulamentada, os comerciantes ambulantes estão apreensivos pela situação. Eles querem ter o alvará e, consequentemente, tranquilidade para trabalhar e ganhar o sustento da família. É o caso de Dorita Reiter, que tem um carrinho de churros na esquina entre as ruas XV de Novembro e Marechal Floriano Peixoto há 22 anos. A mulher de 55 anos é favorável à regulamentação. Ela juntou os documentos requeridos e deu entrada no processo. Mas até agora o alvará não foi emitido.– Espero que o alvará dê tranquilidade de trabalhar sem ninguém atrapalhar – deseja a comerciante, que ingressou com a documentação em dezembro.O receio de a fiscalização barrar o trabalho de ambulantes que estão há anos em ação pelas ruas da cidade é compartilhado por muitos. Osni Stffeni há 32 anos vende pipoca na Rua XV de Novembro. Assim que houve a regulamentação, em setembro do ano passado, procurou a prefeitura, mas ainda não teve retorno.– Imagina se todos os ambulantes se regularizarem e pagarem os R$ 680 que prevê para ter autorização de trabalhar, dava para investir em um monte de coisa – pontua o pipoqueiro.Quem não conseguiu dar entrada ao processo reclama do excesso de exigências. Uma ambulante que preferiu não se identificar, aponta que a burocracia é muito grande. A expectativa é que a legislação seja simplificada.Segundo o secretário de Desenvolvimento Urbano, até que se tenha uma decisão final sobre o tema, os ambulantes seguem sendo observados, sobretudo, nos aspectos relativos à vigilância sanitária, como higiene. Quando houver qualquer tipo de abuso a fiscalização será chamada.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaSeis meses após decreto, ambulantes aguardam por alvarás em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-seis-meses-apos-decreto-ambulantes-aguardam-por-alvaras-em-blumenau-10318060Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-novos-secretarios-municipais-tomam-posse-nesta-quinta-feira-em-blumenau-10317737Novos secretários municipais tomam posse nesta quinta-feira em BlumenauSerão ao menos três novos nomeados, além da sansão da  lei que cria uma nova secretaria2018-04-18T17:13:41-03:002018-04-18T17:13:41-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO prefeito Mário Hildebradt (PSB) oficializa nesta quinta-feira novas mudanças no primeiro escalão do governo de Blumenau, com a posse de três novos secretários. A solenidade ocorrerá às 9h, no Salão Nobre da prefeitura. Serão nomeados Marcelo Althoff para a presidência do Seterb; Rodrigo Jansen, como secretário de Controladoria e Transparência, e Edson Brunsfeld, como secretário de Mobilidade Sustentável e Projetos Especiais.Ainda no ato, o prefeito assinará a sanção da lei que cria a Secretaria de Controladoria e Transparência do município, aprovada pela Câmara de Vereadores na terça-feira.– Nenhum cargo comissionado foi criado com a nova secretaria. Todos já existiam e foram remanejados de outras pastas e também da extinção do Gabinete do Vice-Prefeito. Enquanto estive como presidente da Câmara de Vereadores, criei também o setor de Controladoria e sei o quanto isso é importante para desempenharmos, com ainda mais transparência, o nosso trabalho de gestão – explica Hildebrandt.Com a posse de Marcelo Althoff no comando do Seterb, o antigo presidente da autarquia, Carlos Lange, assumirá o cargo de diretor geral da Secretaria de Desenvolvimento Urbano.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaNovos secretários municipais tomam posse nesta quinta-feira em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-novos-secretarios-municipais-tomam-posse-nesta-quinta-feira-em-blumenau-10317737Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24289745Prefeitura de Blumenau encaminha reforma administrativa à Câmara nesta terçaPrefeito Mário Hildebrandt (PSB) pretende criar uma Controladoria Geral2018-04-17T06:00:21-03:002018-04-17T06:00:21-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMarcelo MartinsPrefeitura de Blumenau encaminha reforma administrativa à Câmara nesta terçaJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24289745Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-prefeitura-de-blumenau-encaminha-reforma-administrativa-a-camara-nesta-terca-10308645Prefeitura de Blumenau encaminha reforma administrativa à Câmara nesta terçaPrefeito Mário Hildebrandt (PSB) pretende criar uma Controladoria Geral2018-04-17T06:00:21-03:002018-04-17T06:00:21-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brSerá encaminhada nesta terça-feira à Câmara a minirreforma administrativa que o prefeito Mário Hildebrandt (PSB) planeja promover. O novo chefe do Executivo quer criar a Controladoria Geral. Ela terá as funções de controle interno, transparência e ouvidoria. A pasta terá seis cargos. As mudanças não terão impacto financeiro, já que todos os membros da secretaria serão remanejados de outras pastas.O titular será Rodrigo Jansen, que recentemente deixou o comando da Procuradoria-Geral. Os cargos do controle interno serão remanejados do Gabinete do Prefeito, o da Ouvidoria vem da Secretaria de Administração e os de Transparência migram da Secretaria de Gestão. Os cargos de secretário da nova pasta e diretor de Transparência serão criados, a partir da extinção de outros ligados ao Vice-Prefeito.Leia mais"Com olhar sempre voltado para as pessoas", diz Mário Hildebrandt (PSB), novo prefeito de BlumenauBlumenau abre alas para Mário HildebrandtPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaPrefeitura de Blumenau encaminha reforma administrativa à Câmara nesta terçaJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-prefeitura-de-blumenau-encaminha-reforma-administrativa-a-camara-nesta-terca-10308645Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24279807"A Justiça Eleitoral vai estar atenta às fake news"Magistrado participou de um evento promovido pela Associação de Imprensa do Médio Vale do Itajaí (Assimvi) na manhã desta quarta-feira2018-04-11T14:16:13-03:002018-04-11T14:16:13-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPedro Machado"A Justiça Eleitoral vai estar atenta às fake news"Jornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24279807Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-a-justica-eleitoral-vai-estar-atenta-as-fake-news-10304069"A Justiça Eleitoral vai estar atenta às fake news"Magistrado participou de um evento promovido pela Associação de Imprensa do Médio Vale do Itajaí (Assimvi) na manhã desta quarta-feira2018-04-11T14:16:13-03:002018-04-11T14:16:13-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brJuiz da 5ª Vara Cível de Blumenau e também da 88ª Zona Eleitoral, Sérgio Agenor de Aragão admite que seu trabalho nas eleições deste ano será mais restrito em função das características do pleito. Pelo fato de a disputa envolver cargos que extrapolam os limites municipais, a competência para análise da maioria dos casos ficará a cargo do Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Ainda assim, um dos papéis será verificar, principalmente, situações de abusos de propaganda eleitoral.O magistrado participou hoje pela manhã de um evento promovido pela Associação de Imprensa do Médio Vale do Itajaí (Assimvi). Ressaltou que as fake news (notícias falsas) que se proliferam pelas redes sociais serão um dos alvos de atuação da Justiça Eleitoral e defendeu que o eleitor investigue o histórico dos candidatos. Ainda manifestou ser favorável ao fim do foro privilegiado e à prisão após condenação em segunda instância, dois temas cuja discussão está em alta nos mundos político e jurídico.Ao final do encontro, Aragão concedeu entrevista ao Santa. Confira a seguir:Como estão os preparativos da Justiça Eleitoral para o pleito deste ano?Ainda estamos iniciando o trabalho de verificação de todas as questões afetas ao próximo pleito. É tudo ainda muito prematuro. O cartório eleitoral tem envidado esforços no intuito de atender a todos os eleitores da forma mais ampla e urgente possível. As coisas, em relação às últimas eleições, não mudaram muito. O que temos agora são eleições gerais, onde vamos eleger presidente, governadores, deputados. A competência para todas essas temáticas afetas às eleições gerais são do TRE (Tribunal Regional Eleitoral). Nós, juízes eleitorais no âmbito das comarcas, vamos estar com a nossa competência muito restrita, mais para apuração de abusos, especialmente de propaganda eleitoral. Uma vez detectado algum abuso, temos que remeter tudo para o TRE.O Tribunal Superior Eleitoral tem manifestado uma preocupação muito grande com as fake news nas eleições deste ano. O que a Justiça Eleitoral de Blumenau pode fazer com relação a esse tema?A Justiça Eleitoral vai estar atenta aos procedimentos que serão eventualmente deflagrados para apurar as fontes e tomar as medidas pertinentes, como tirar do ar essas fake news e eventualmente punir aqueles que incidirem nessa ilicitude. Nós estamos atentos, mas vamos ter que ser provocados a agir. É esperar e ver o que acontece. Elas (fake news) vão existir, não há dúvida nenhuma. Estaremos de prontidão, a partir do momento que for possível, para apurar tudo e punir os casos.Sobre o zoneamento eleitoral, muda alguma coisa para o eleitor já neste ano?Não é para mudar. Nós tivemos a extinção de uma das três zonas eleitorais daqui (Blumenau). Estamos com duas agora: a 88ª, que é a minha, e a 3ª. Houve um rezoneamento, com a colocação de todo o eleitorado da margem esquerda para a 88ª e da margem direita para a 3ª zona eleitoral. Se acontecer um ou outro caso isolado de mudança de domicílio eleitoral, extinção ou criação de zonas eleitorais, o Cartório Eleitoral estará atento a tudo.Que recado o senhor pode dar para o eleitor nesse ano agitado na política?Nós temos o título eleitoral, que é a arma com a qual nós podemos mudar, e mudar muito, tudo isso que está acontecendo. É triste esse quadro que o Brasil está passando, de corrupção, lavagem de dinheiro. Reputo extremamente importante que o eleitor investigue a vida do candidato e evite dar o voto para aqueles que já estão condenados.O senhor faz uma crítica muito contundente sobre o foro privilegiado...Fala-se muito em preceitos constitucionais, e um dos maiores preceitos constitucionais é exatamente aquele que diz que todos nós somos iguais perante a lei. Por que um ou outro tem que ser melhor do que um cidadão comum? Eu, por exemplo, sou juiz de Direito, e como tal tenho foro privilegiado. Se eu cometer um crime na minha comarca, tenho que ser julgado não pelo juiz criminal daqui, como todo mundo, mas pelos desembargadores do Tribunal de Justiça, em Florianópolis. Não quero foro privilegiado para mim, e para absolutamente mais ninguém, no máximo o presidente da República. Todos os demais, sejam quem for, têm que responder por suas ações ilícitas como qualquer outro cidadão que paga os seus impostos. Então vejo com muita restrição essa questão do foro. Acho que tem que acabar. E vai acabar, é uma questão de tempo.Qual a sua opinião sobre a polêmica envolvendo prisão após condenação em segunda instância?Sou daqueles que interpreta o texto constitucional de forma a concluir pela possibilidade, sim, da prisão em segunda instância, na medida em que toda a questão da prova propriamente dita já é superada nessa fase. Os outros tribunais, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) e o Supremo (Tribunal Federal, o STF), analisam questões procedimentais de nulidades, e não da prova propriamente dita. Aguardar o trânsito em julgado mesmo, de uma ação penal, isso vai ficar ad aeternum (expressão em latim que significa “eternamente”). Nós já sabemos que acaba na prescrição e ninguém é punido.Leia mais notíciasConfira a página do Prova Real, iniciativa da fact-checking da NSC ComunicaçãoPorto Alegre, RSJornal de Santa Catarina"A Justiça Eleitoral vai estar atenta às fake news"Jornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-a-justica-eleitoral-vai-estar-atenta-as-fake-news-10304069Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24276500Vale busca recursos para viabilizar obras do FundamApós negativa do BNDES, prefeituras correm atrás de solução para tirar projetos do papel2018-04-10T07:00:38-03:002018-04-10T07:00:38-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesVale busca recursos para viabilizar obras do FundamJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24276500Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-vale-busca-recursos-para-viabilizar-obras-do-fundam-10302423Vale busca recursos para viabilizar obras do FundamApós negativa do BNDES, prefeituras correm atrás de solução para tirar projetos do papel2018-04-10T07:00:38-03:002018-04-10T07:00:38-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brEm Blumenau, o recurso seria utilizado para tirar do papel o Centro de Convenções, anexo ao Setor 3 do Parque Vila GermânicaFoto: Patrick Rodrigues / Jornal de Santa CatarinaApós o veto do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) à segunda edição do Fundo de Apoio aos Municípios (Fundam), as prefeituras do Vale do Itajaí iniciaram uma corrida para buscar recursos prometidos desde o fim do ano passado pelo governo do Estado. Sete cidades (Blumenau, Indaial, Rio do Sul, Timbó, Pomerode, Gaspar e Itajaí) projetavam um aporte de R$ 62,6 milhões, que foi descartado no fim da semana passada. Isso porque o banco – que é a fonte da verba – entende que o valor pode ser utilizado apenas em obra estruturantes, voltadas ao desenvolvimento econômico e turístico de Santa Catarina, o que brecou projetos de pavimentação e reurbanização de vias, previstos por alguns municípios.Em Blumenau, o recurso seria utilizado para tirar do papel o Centro de Convenções, anexo ao Setor 3 do Parque Vila Germânica. O município ainda tem esperança de que a verba venha – a alegação dos responsáveis é de que o projeto se enquadra nos critérios exigidos pelos técnicos do BNDES.– Nós acreditamos que o projeto do Centro de Convenções não fica inviabilizado com o naufrágio do Fundam. Basta que o Estado nos enquadre no financiamento, e essa parte política fica a cargo do gabinete (do prefeito). Blumenau entende que essa obra é, sim, importante para a região e se enquadra nos critérios do banco – argumenta o secretário de Turismo e Lazer e presidente do Parque Vila Germânica, Ricardo Stodieck.A mesma justificativa para buscar os montantes se estende para a prefeitura de Gaspar. O município entende que a obra do primeiro trecho do Contorno Urbano não é um projeto local, e sim um benefício à região. Como saída, o prefeito Kléber Wan-Dall (PMDB) enviou em regime de urgência uma proposta para obter uma linha de crédito junto ao programa Avançar Cidades, em torno de R$ 20 milhões. O regime, porém, foi derrubado pelos vereadores, que colocaram a proposta em trâmite comum. Para Wan-Dall, essa é a saída para aliviar o veto ao Fundam.– Acredito que todos os prefeitos de Santa Catarina aguardavam o Fundam com ansiedade. A notícia é ruim. Péssima. Seria um recurso essencial para iniciarmos os trabalhos. Agora temos pressa (para aprovar o empréstimo). O recurso do Avançar Cidades é limitado. Quem chegar primeiro, leva. Então a gente tem uma atenção especial quanto a isso – explica.Já em Indaial a cobrança será pelo término das obras na Ponte do Warnow, chamada de Terceira Ponte. O prefeito André Moser justifica que a estrutura foi erguida pelo governo estadual e, portanto, cabe a ele terminar os trabalhos, que estão parados desde o ano passado. O município pleiteava R$ 4,8 milhões para tomar frente ao projeto e terminar a instalação da iluminação, pavimentação das alças de acesso e implantação da sinalização vertical e horizontal. Sem esse dinheiro, será retomada a pressão junto ao Estado.– Nós finalizaríamos a obra, mas já que o recurso do Fundam não vem, esperamos que eles (o Estado) cumpram a promessa e terminem a obra – cobra Moser.PREFEITO DE RIO DO SUL FAZ CRÍTICAS AO GOVERNO ESTADUALCom base no que já era divulgado a conta-gotas nas últimas semanas, o prefeito de Pomerode Ércio Kriek (DEM) diz que estava perdendo as esperanças em ver a verba do Fundam 2, mas admite que a situação ficou complicada após a negativa oficial.– Por mais que já estivéssemos preparados para isso, ainda havia esperança. Agora apagou a vela. É uma situação difícil, pois foi um compromisso público, mas vamos tentar conversar com o secretário Paulo França para tentar algum caminho estadual antes do período eleitoral – disse o prefeito, que aguardava a verba para fazer a revitalização do trecho urbanizado da SC-110, que liga a cidade a Jaraguá do Sul.No Alto Vale do Itajaí, o prefeito de Rio do Sul José Thomé (PSDB) fez críticas mais duras ao governo estadual. Para ele, a decisão gerou uma revolta dos prefeitos que criaram expectativas após o anúncio ano passado:– Os prefeitos perderam tempo, perderam dinheiro fazendo os projetos para o Fundam, e agora estão vendo tudo ir por água abaixo.Após a negativa do Fundam, Thomé diz que pretende tentar incluir a revitalização da Estrada Blumenau em um pacote do Ministério das Cidades. Segundo o prefeito, há uma sinalização positiva de R$ 20 milhões para a cidade através de um programa federal, verba que serviria para a revitalização da estrada e também a ligação dos bairros Bela Aliança e Navegantes com uma ponte.O prefeito de Timbó, Jorge Krüger (PP), disse via assessoria de imprensa que “lamenta a decisão”. O pepista pleiteava R$ 3,1 milhões para a pavimentação da Rua Tiroleses. Já Itajaí, que almejava a macrodrenagem nos bairros Nossa Senhora das Graças, Dom Bosco e São Judas e reurbanização das ruas Duque de Caxias e Aristides Palumbo (orçadas em R$ 10 milhões) informou por nota que "caso as intervenções custeadas pelo Fundam 2 não venham, serão realocadas em outras fontes de financiamento".Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaVale busca recursos para viabilizar obras do FundamJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-vale-busca-recursos-para-viabilizar-obras-do-fundam-10302423Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24274276"Estamos inertes em uma enorme crise ética", diz dom Angélico após polêmica sobre ato com LulaBispo emérito de Blumenau falou sobre a participação em ato ecumênico antes da prisão do ex-presidente no sábado2018-04-09T17:58:48-03:002018-04-09T17:58:48-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSGABRIELA BILÓ"Estamos inertes em uma enorme crise ética", diz dom Angélico após polêmica sobre ato com LulaJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24274276Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-estamos-inertes-em-uma-enorme-crise-etica-diz-dom-angelico-apos-polemica-sobre-ato-com-lula-10302276"Estamos inertes em uma enorme crise ética", diz dom Angélico após polêmica sobre ato com LulaBispo emérito de Blumenau falou sobre a participação em ato ecumênico antes da prisão do ex-presidente no sábado2018-04-09T17:58:48-03:002018-04-09T17:58:48-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brFoto: GABRIELA BILÓ / ESTADÃO CONTEÚDONo centro de uma das várias polêmicas que surgiram nos últimos dias ao redor da prisão do ex-presidente Lula, dom Angélico Sândalo Bernardino expõe com clareza sua opinião sobre a situação do Brasil. Bispo emérito de Blumenau e amigo próximo de Lula há mais de 30 anos, ele participou do ato ecumênico que celebrou o aniversário da ex-primeira-dama Marisa Letícia e que precedeu a prisão do ex-presidente.Nome sempre lembrado na diocese catarinense, hoje aos 85 anos de idade, ele mora em São Paulo e falou por telefone com a reportagem da NSC Comunicação. Mesmo ao criticar a repercussão negativa do ato de sábado, mantém a voz calma e extremamente pausada que é sua característica, como se estivesse constantemente recitando um poema. Com aguçado senso político, o bispo discorre sobre a democracia no Brasil, o atual momento político e a defesa dos direitos da população pobre.Confira a entrevista:Como surgiu o convite para participar do ato sábado? Qual é a relação do senhor com o ex-presidente Lula?Primeiramente quero esclarecer que não foi uma missa. Foi um ato ecumênico, no qual houve inclusive participação de uma pastora luterana. A minha amizade com o Lula e a família vem de longa data, quando ele era líder sindical eu era bispo responsável pela pastoral operária, onde fiquei por mais de 20 anos. Era tempo de luta, ditadura militar, nós tivemos muito relacionamento. Mais recentemente eu batizei um neto do Lula em Blumenau, batizei uma bisneta também.Quando a Marisa foi hospitalizada a família me pediu para ir lá e administrei o sacramento dos enfermos. Quando ela faleceu eu fui ao velório. No primeiro aniversário da morte me convidaram e eu também fui. E agora me pediram uma celebração religiosa pelo aniversário dela. Eu também fui. Só que foi justamente na data em que houve a prisão, então tinha uma multidão. O ato ecumênico tinha sido planejado para ser dentro do sindicato, mas transferiram para o lado de fora por causa do multidão.Então não foi um ato religioso instrumentalizado, a não ser por aqueles que têm o interesse em distorcer a opinião pública. Terminado o ato religioso, eu me retirei e seguiram as outras programações com pronunciamentos, discursos, etc. Depois eu já estava em outra missão. Quando ele foi levado para a polícia eu já estava celebrando a Santa Missa numa comunidade na periferia de São Paulo.Pela relação próxima com o ex-presidente e até por pronunciamentos anteriores, o senhor tem uma opinião política a respeito do cenário atual. Como encarou a prisão do Lula?Sobre prisão eu não opino, eu somente digo que estamos inertes em uma enorme crise ética, em uma crise que atinge os poderes da República, o Legislativo, o Executivo, o Judiciário. E isso me preocupa sobremaneira, como na época do golpe militar de 1964 que foi levado avante por civis pelo alto poder econômico, que se valeu dos militares, e agora também. O objetivo era afastar o poder popular do governo. Houve outro golpe, um golpe parlamentar. Mas a intenção profunda era afastar o poder popular.Mas e a prisão de um ex-presidente?Além de outros quatro presidentes que já foram presos, nesse país nós tivemos Getúlio que deu um tiro no peito pressionado, João Goulart que levou o golpe porque queria fazer as reformas de base, depois Jânio Quadros que renunciou pressionado por forças ocultas, e aquele que foi o idealizador de Brasília também foi preso, e cuja morte na Via Dutra ainda não foi esclarecida.Presidentes no Brasil presos, nós tivemos alguns. Quais foram os interesses que moveram essas prisões? Não foram interesses do bem do povo brasileiro. Hermes da Fonseca, Washington Luiz, Artur Bernardes e Juscelino Kubitschek, e agora o Lula. São prisões que vão além da vontade popular.Claro que sou francamente favorável ao saneamento ético. Dos empresários que corromperam políticos que devem ser julgados com ampla defesa, e também políticos que são acusados de corrupção, seus crimes devem ser provados e eles têm amplo direito de defesa, e que o dinheiro eventualmente desviado seja devolvido com juros e correção monetária. Mas isso não impede que eu, como discípulo de Jesus, quando solicitado, vá aos mais diversos ambientes (como as cerimônias da família do ex-presidente).Como o senhor reagiu às críticas feitas após a presença no ato com Lula?Recebo com serenidade, quem me ilumina na vida é aquele que é o mestre, o caminho, a verdade, Jesus. Jesus foi criticado porque comia com os pecadores, pois acolheu pessoas que não devia acolher, disse que o sábado estava a serviço do homem e não o homem a serviço do sábado. Jesus foi condenado pois anunciou ao mundo que Deus é pai e todos são irmãos. Não é legitimo que a riqueza se acumule na mão de poucos.Como podemos estar tranquilos quando o salário desses marajás é quase R$ 30 mil por mês? Dentro de um salário mínimo de um trabalhador?Não tenho opção partidária, o que me ilumina é a palavra de Jesus. E o Papa Francisco diz para a igreja: vão para as periferias humanas e geográficas, não vamos ser uma igreja acomodada. Temos que defender os direitos dos pobres, dos trabalhadores, dos desempregados.Porto Alegre, RSJornal de Santa Catarina"Estamos inertes em uma enorme crise ética", diz dom Angélico após polêmica sobre ato com LulaJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-estamos-inertes-em-uma-enorme-crise-etica-diz-dom-angelico-apos-polemica-sobre-ato-com-lula-10302276Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24272729"Com olhar sempre voltado para as pessoas", diz Mário Hildebrandt (PSB), novo prefeito de BlumenauEm entrevista ao Santa o novo chefe do executivo fala dos desafios à frente da administração municipal 2018-04-07T04:00:43-03:002018-04-07T04:00:43-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMichele Lamin"Com olhar sempre voltado para as pessoas", diz Mário Hildebrandt (PSB), novo prefeito de BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24272729Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-com-olhar-sempre-voltado-para-as-pessoas-diz-mario-hildebrandt-psb-novo-prefeito-de-blumenau-10300623"Com olhar sempre voltado para as pessoas", diz Mário Hildebrandt (PSB), novo prefeito de BlumenauEm entrevista ao Santa o novo chefe do executivo fala dos desafios à frente da administração municipal 2018-04-07T04:00:43-03:002018-04-07T04:00:43-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO primeiro dia de Mário Hildebrandt (PSB) como titular da prefeitura de Blumenau começou com a cerimônia de posse dos novos secretários no Salão Nobre. Na oportunidade, o novo prefeito discursou brevemente sobre os desafios à frente da administração municipal. Ao fim da cerimônia, ele concedeu entrevista para a NSC Comunicação e analisou o trabalho para a continuidade do mandato. Confira a seguir:O ex-prefeito Napoleão disse em entrevista que o principal desafio que ele deixa para a continuidade do mandato é a conclusão das obras de mobilidade em andamento. Segundo ele, há ainda a “espada das desapropriações” na cabeça da prefeitura. O principal desafio é esse? Como o senhor vai lidar com a questão das desapropriações?Mário Hildebrandt - As desapropriações são uma parte de todo o processo das diversas complicações que se têm com as diversas obras. É uma delas e a gente está trabalhando fortemente nisso. Pessoalmente estou me dedicando e vou continuar na construção dessas ações. Na questão das obras com certeza vamos acompanhar o cronograma, olhar vírgula a vírgula, pois nós temos um prazo: agosto do ano que vem. E esse prazo vai ser cumprido, tem que ser cumprido, e vou olhar ponto a ponto para que ele seja cumprido. E além disso iniciar obras novas, como a revitalização da Rua Bahia. Vamos também terminar as mais diversas obras já em andamento, não só as cinco grandes do BID. São muitas obras nos mais diversos bairros e ruas que nós demos a ordem de serviço (para pavimentação), como na Escola Agrícola. Então, temos todos esses objetivos, mas sem deixar de olhar para as pessoas. Acho que esse é o grande desafio: olhar para as pessoas e, por exemplo, levar os donativos para as comunidades atingidas na Itoupavazinha (durante a enxurrada do último dia 30 de março), levar serviço, ações, cesta básica, colchão, móveis. Essa é uma das demandas fundamentais na nossa caminhada, e para isso vou estar aqui com o olhar do grande e do pequeno, sempre voltado para as pessoas.O senhor vem de uma trajetória de ONG e Assistência Social desde os anos 1990. Esse olhar humanizado é algo de diferente que o prefeito Mário quer trazer?Hildebrandt - Sem dúvida. Isso faz parte da minha vida, da minha caminhada. Vim da área social, tive que provar por muito tempo que eu não era assistente social só. Sou administrador, sou pós-graduado, às vezes meu sobrenome nem era Hildebrandt, era Mário do Cerene, Mário da Assistência Social, Mário da Pró-Família. Como Mário Hildebrandt sou muito recente, sempre tive o sobrenome daquilo que eu fazia, mas isso continua na minha essência, continua no meu DNA, na minha vida, no meu sangue, e vai continuar nessa caminhada.O senhor assinou algumas alterações pontuais no primeiro escalação, especialmente nas secretarias mais próximas, como Chefia de Gabinete, Comunicação e Procuradoria. Algumas secretarias ainda vão ficar com lideranças provisórias, como a Regularização Fundiária e a Secretaria Executiva do Programa de Mobilidade Sustentável e de Projetos Especiais, que o senhor era o responsável. Mais mudanças devem ocorrer em breve?Hildebrandt - A gente não quer fazer as coisas no atropelo, quer fazer na consciência. É justamente por isso. Queremos fazer as coisas no caminho do objetivo correto. Mais mudanças devem vir, natural, mas todas serão alinhadas com o partido, com a pessoa. Todos são competentes, às vezes alguns não imprimem o ritmo que a gente quer, mas isso vai ser avaliado no período e todos são extremamente parceiros. Tenho orgulho de conviver com todos até aqui e a maioria vai continuar comigo.Serão dois anos e nove meses sem vice-prefeito, e o senhor foi um vice atuante, com várias tarefas na gestão Napoleão. Como será agora administrar a cidade sem esse braço tão próximo, que é a figura do vice?Hildebrandt - Serão dois anos e nove meses em que a carga fica em duas mãos, antes eram quatro. Mas enfim, vou tocar com apoio da equipe e por isso que a fortaleci. Segunda-feira vou ter uma reunião do colegiado cedo já, para que a gente possa conversar sobre algumas demandas, algumas ações e alguns desafios, para começar a entrosar a equipe e coordenar as ações adiante.Porto Alegre, RSJornal de Santa Catarina"Com olhar sempre voltado para as pessoas", diz Mário Hildebrandt (PSB), novo prefeito de BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-com-olhar-sempre-voltado-para-as-pessoas-diz-mario-hildebrandt-psb-novo-prefeito-de-blumenau-10300623Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24272693Blumenau abre alas para Mário HildebrandtNovo prefeito do município do Vale do Itajaí construiu carreira na Assistência Social. Trajetória política iniciou na Câmara Municipal2018-04-07T03:00:01-03:002018-04-07T03:00:01-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesBlumenau abre alas para Mário HildebrandtJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24272693Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-blumenau-abre-alas-para-mario-hildebrandt-10300542Blumenau abre alas para Mário HildebrandtNovo prefeito do município do Vale do Itajaí construiu carreira na Assistência Social. Trajetória política iniciou na Câmara Municipal2018-04-07T03:00:01-03:002018-04-07T03:00:01-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brSe Napoleão Bernardes (PSDB) chama atenção pelo jeito expansivo e carismático, Mário Hildebrandt (PSB) é um senhor discreto. Duas vezes vereador, presidente da Câmara Municipal, secretário na gestão de João Paulo Kleinübing (DEM) e vice-prefeito eleito em 2016, sempre foi conhecido, a ponto de ser visto como possível nome à Assembleia Legislativa de Santa Catarina. Mas poucos indicavam que ele chegaria ao principal gabinete da prefeitura. A política é dinâmica e com paciência, um prefeito foi forjado na figura do homem de pequena estatura, cabelos grisalhos e voz calma que assumiu a principal cadeira do Executivo de Blumenau nesta semana.Entender o momento de Hildebrandt é parte importante do contexto da renúncia de Napoleão ao cargo de prefeito na última quinta-feira. O tucano não perde a oportunidade de rasgar elogios ao colega de chapa. Transmitiu o cargo aos poucos e deu protagonismo ao companheiro de chapa ao destacá-lo para gerir obras de mobilidade estratégicas para a gestão. Para quem acompanha a trajetória de Hildebrandt, o novo prefeito de Blumenau começou a ser moldado muito tempo atrás.– A política partidária não estava nele (Mário), as políticas públicas, sim. Eu enxergava nele um administrador, e falta isso na área pública. Ele chegou onde está pelo homem que é – conta Rolf Hartmann, presidente da Cruz Azul no Brasil, responsável por abrir o caminho na área que projetou Hildebrandt, e conselheiro próximo dele.O Mário do CereneFoi aos 25 anos, em 1994, que Mário entrou como voluntário no Centro de Recuperação Nova Esperança (Cerene) de Blumenau. O jovem nascido em Mirim Doce e criado em Taió, filho de pai pedreiro e mãe agricultora, havia recém encerrado a faculdade de Administração na Furb e logo chamou a atenção pela liderança. Rolf, então, o convidou para fazer parte do conselho fiscal da entidade e não demorou para que subisse ao cargo de administrador, onde liderou ONGs da cidade em um momento de atrasos nos repasses de verbas. Foi nessa época, trabalhando e morando no Cerene, que Mário resolveu entrar na faculdade de Assistência Social e focar a carreira na área. Quis o destino, ainda, que na sala da Furb em uma aula de Filosofia, como o único homem em uma turma de 53 mulheres, conhecesse Sueli, a esposa há 17 anos. Com ela, tem duas filhas adotivas – uma de 15 e outra de 17 anos – quatro cães e duas calopsitas.Nos anos 2000, como administrador do Cerene, foi então indicado por Hartmann quando o então prefeito João Paulo Kleinübing quis alguém da área para assumir a Secretaria de Assistência Social, em 2005. Começava ali a carreira política.O Mário da Assistência SocialÀ frente da secretaria durante o governo JPK, Hildebrandt criou na prefeitura de Blumenau a imagem de trabalhador.– Ele se dedica 100% a todos os trabalhos que assume – conta a esposa, Sueli.Segundo ela, a rotina normal é uma tradição: acordar às 4h para fazer exercícios, reunir a família na mesa para tomar café da manhã juntos entre 5h30min e 6h e depois sair para o trabalho. Volta para casa só à noite, mas faz questão de durante o dia ligar para a mulher e as filhas como o pai coruja que é.E foi nos tempos de secretário que ele teve o desafio que o projetou a voos maiores, ao organizar abrigos para blumenauenses que perderam tudo com a enchente e os deslizamentos há 10 anos.– Na tragédia de 2008 ninguém sabia como agir com a situação dos desabrigados. Foi o maior desafio da vida dele e lá ele mostrou a sua capacidade – lembra Genita Lunelli, secretária que o acompanha desde 2005 e, mesmo nos momentos de maior tensão, tem dificuldade em lembrar das vezes em que viu o chefe sair do eixo.“Até na hora de brigar ele é calmo”, contam os mais próximos no gabinete, em algo que fala muito sobre o perfil de Hildebrandt e que ele levou para o desafio seguinte, ao se eleger vereador e começar o mandato em 2009. Ficou na Câmara Municipal até 2016, onde chegou a ser presidente do Legislativo e se viu no meio da polêmica sobre o Plano Municipal de Educação, quando criou desavenças com grupos da cidade pelo viés religioso. Continuou sendo conhecido pelo trabalho na Assistência Social até ser indicado pelo PSB e entrar como candidato a vice-prefeito na chapa que culminou na reeleição de Napoleão.– O Mário é um gestor incansável e o vejo como uma revelação política, mesmo que tardia. O trabalho dele como secretário, vereador e vice-prefeito o trouxe até aqui – diz Júlio César Pereira, presidente do PSB em Blumenau e autor do convite que levou Mário do PSD para o partido atual.O Mário prefeitoA chapa de 2016 foi montada pensando em um vice presente e atuante, que teria o domínio político para o cargo principal mesmo que a eleição de 2018 não pedisse uma renúncia. É por isso que, mesmo tão diferente de Napoleão em seu estilo pessoal, Mário é visto pelos aliados com confiança para um mandato de continuidade, mas com liberdade para trazer suas marcas. Forjado pelos tempos de ONG, da secretaria de Assistência Social, da Câmara de Vereadores e como vice-prefeito para ser protagonista.Perfil · 49 anos· Formado em Administração e Assistência Social pela Furb, pós-graduado em Ciências Contábeis pela FGV· Conselheiro Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente de Santa Catarina em 2003· Secretário Municipal da Assistência Social, da Criança e do Adolescente de 2005 até 2012· Presidente da Fundação Pró-Família de Blumenau de agosto de 2006 até 2008· Vereador em Blumenau nos mandatos 2009/2012 e 2013/2016· Presidente da Câmara Municipal de Vereadores 2015/2016Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaBlumenau abre alas para Mário HildebrandtJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-blumenau-abre-alas-para-mario-hildebrandt-10300542Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24269526"Tenho certeza que o melhor foi feito", avalia Napoleão sobre mandato de prefeitoTucano renunciou ao cargo de prefeito nesta quinta-feira em Blumenau2018-04-06T08:38:43-03:002018-04-06T08:38:43-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick Rodrigues"Tenho certeza que o melhor foi feito", avalia Napoleão sobre mandato de prefeitoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24269526Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-tenho-certeza-que-o-melhor-foi-feito-avalia-napoleao-sobre-mandato-de-prefeito-10299477"Tenho certeza que o melhor foi feito", avalia Napoleão sobre mandato de prefeitoTucano renunciou ao cargo de prefeito nesta quinta-feira em Blumenau2018-04-06T08:38:43-03:002018-04-06T08:38:43-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brAgora ex-prefeito de Blumenau, Napoleão Bernardes (PSDB) recebeu a reportagem do Santa em seu último dia antes da renúncia para avaliar o período à frente do Executivo municipal. Ele fala sobre os êxitos, o que poderia ter feito de diferente e aponta os principais desafios para o sucessor. Confira a seguir:No primeiro mandato o senhor falava de gestão e projetos, enquanto o segundo seria de entregas e realizações. Pelos primeiros 15 meses é possível perceber que a previsão se concretizou. O que Blumenau pode esperar daqui para frente?Em primeiro lugar, a minha segurança na condução do prefeito Mário em relação aos temas da cidade. A minha decisão de estar escalável para as eleições de 2018 só foi possível pela segurança e solidez do prefeito Mário tocar adiante aquilo que é um compromisso meu e dele, o nosso plano de governo. Não finda nada, o plano segue até dezembro de 2020. Em segundo lugar, eu sempre disse que a marca do primeiro mandato, embora tenha tido obras e realizações nos bairros, foi a conceitual, o que nos permitiu um segundo mandato realizador com o conjunto de obras em andamento e a própria questão da renovação da frota do transporte coletivo, que é outro legado. Essas duas marcas do segundo mandato também levam a um raciocínio adicional, que posso dizer com coração aberto que a posição mais cômoda da minha vida seria concluir esse mandato. É muito honroso ser prefeito de Blumenau reeleito aos 35 anos. Sou feliz com minha vida, com a minha filha, minha esposa, voltando a dar aula, fazendo doutorado. Voltar a fazer isso tendo concluído um mandato de prefeito eu estaria plenamente realizado. Ser duas vezes prefeito aos 36, 37 anos, com tanto nome em placas a entregar, então o conforto seria ficar.Com base nos planos de quando foi eleito em 2012, o senhor acredita que conseguiu ter êxito e cumprir a maior parte do que era pretendido? O que ficou faltando?Talvez o grande desafio seja de fato a conclusão de todas essas obras e a conclusão do processo de renovação da frota do transporte coletivo. Hoje é, na média, a mais nova do Estado e em 2020 será, por contrato, a mais nova do Brasil. Claro que é uma nova realidade do transporte coletivo e tem dois novos terminais a caminho, então também abre a oportunidade de reorganização do sistema. Para garantir melhor condição ao usuário e também uma racionalidade que possa equilibrar o sistema e o cidadão se sinta bem atendido. Mas o grande desafio é concluir as obras, porque ainda temos sob a cabeça a espada das desapropriações, que sempre foi um pepino, desde o primeiro dia do primeiro governo, a verba para isso. Os financiamentos abrangem obra, não desapropriação. Fruto de trabalho político e administrativo, nós viabilizamos toda uma estratégia através da outorga do ICMS no primeiro governo, que foi altamente relevante. Para o segundo governo, viabilizamos em uma tratativa minha com o senador Dalírio Beber junto ao então ministro das Cidades, Bruno Araújo, que alguns novos financiamentos da Caixa tivessem um percentual para desapropriação. Ainda estamos na boca de uma segunda tentativa com a Caixa, mas pela política monetária do governo (federal) houve um stand-by, então a gente continua com a espada na cabeça. Esse é outro grande desafio do Mário. Tem algo que ficou faltando, que o senhor desejava ter feito diferente?Parto do pressuposto da consciência tranquila. A minha vida se confunde com a minha carreira e, por isso, abri mão de todo o resto, me devotei a essa construção. Não faltei a um dia de trabalho, não me dei ao direito das férias e nem a doença. Trabalhei aqui todos os dias, até no dia depois do casamento, para entregar o melhor. É óbvio que sempre há equívocos, falhas existem e peço desculpas à cidade quanto a isso. Mas tenho certeza que o melhor foi feito. Não há o que se lamentar. Saio leve. Os erros foram de boa fé.Qual foi a marca do governo Napoleão Bernardes em cinco anos e três meses?Separo os mandatos. No primeiro, foi o conceitual, a ênfase em transparência, gestão, banco de projetos, enxugamento, busca de qualificação técnica para os cargos. Esse modelo de gestão menos burocrático do case da Praça do Empreendedor, a coragem e audácia na tomada de decisões como a do Siga. Esse conceito marca o primeiro governo desde o primeiro dia de 2013, antes desses assuntos entrarem na moda com a crise econômica. No segundo governo, foi a realização nas mais diversas áreas, mas a grande ênfase é nesse conjunto de obras estruturantes em andamento. No desenvolvimento econômico, temos o case de sucesso da geração de empregos, em que lideramos índices nacionais. Na questão da saúde melhoramos o que tem e otimizamos o atendimento com os AGs até a meia-noite, reformas, avanços em aplicativos de governo eletrônico. No “conjuntão” nós avançamos na estrutura, na questão social e na questão econômica.Logo no primeiro ano de mandato, o prefeito encarou a maior greve de servidores da história de Blumenau. Depois parece ter conseguido estabilizar a situação e passou pela crise econômica com salários em dia. O lado gestor cresceu durante esses anos? Uma prefeitura é um PhD em Administração Pública e todas as áreas. Em última análise, tudo acontece na cidade. Um gestor municipal no mesmo dia trata de políticas educacionais, de saúde, de desenvolvimento econômico, de transporte coletivo, de obra, tudo.Nessa situação dos servidores, a gente teve a reposição da inflação todos os anos, e olha que a gente chegou a ter inflação de 9,34%. E eu tinha um compromisso de ganho real de 1%, então, no ano da inflação de 9,34%, ainda tive que dar 1% de ganho real. Isso é muita coisa no auge da crise econômica. Foi isso que fez na maior parte do Brasil o maior número de prefeitos terem desistido da reeleição em 2016, e também o maior número de prefeitos não reeleitos na história do Brasil. E nesse cenário eu fui reeleito com a maior votação proporcional de Santa Catarina no segundo turno. Popularidade vem e passa. O que fica é a credibilidade. Se teve o ônus de enfrentar a maior greve da história, teve-se o bônus de sair com a credibilidade de um compromisso que se podia honrar. Se a gente fosse tocando obras esporadicamente, para ser vistoso e dar sucesso na reeleição, talvez hoje a gente estivesse vivendo o que o Rio de Janeiro vive, o que outras cidades viveram. A gente optou pela responsabilidade.No começo de 2016, o senhor tomou a decisão que na época chamou de a mais difícil de todas, que foi romper o contrato com o Consórcio Siga. De lá para cá, a frota se renovou, uma nova empresa chegou, mas a cidade ainda tem dificuldades para atrair mais usuários para o transporte coletivo, além de ter uma das tarifas mais caras do Estado e ter excluído uma série de linhas nos últimos meses. O plano de mobilidade diz que o transporte coletivo é o futuro, mas no fim dessa conta os usuários continuam caindo. O que faltou ser feito?Essa é uma ação administrativa em construção. Havia uma etapa primeiro emergencial, que era que motorista e cobrador tivessem salário em dia para continuar trabalhando sem paralisações. O básico e o emergencial era esse. E a gente venceu isso, garantiu salário em dia. O segundo passo era uma frota digna, e esse também já deu certo. Agora tem a terceira etapa que é infraestrutura, então dois novos terminais estão em construção e bem avançados. Eles são exemplo conceitual de tudo que está por trás das obras de mobilidade, pois o mesmo terminal de ônibus é pensado no ciclista, no pedestre, em quem está de carro. As grandes obras, como o binário da Chile com a Argentina, Humberto de Campos, General Osório e Rua Bahia têm o trânsito pensado como um todo e ênfase no transporte coletivo. Se dá mais velocidade e reduz o tempo entre os terminais, ganho de tempo é economia para o sistema e reflete no custo/benefício. Com a entrega dos dois novos terminais será feito um replanejamento por completo de linhas, horários, para que tudo seja readequado com sustentabilidade.A perda que houve dos passageiros é fruto da falta de credibilidade do sistema, fruto das paralisações. Leva tempo para reorganizar isso. Agora, as pessoas estão vendo que não para mais por falta de salário, a frota está renovada, a infraestrutura está acontecendo e os ônibus vão andar com mais velocidade. Com isso vai se tornando um sistema mais atrativo. Na linha que se tem hoje com a frota mais nova, na balança a tarifa não é a mais cara do Estado pelo grau de investimento. Mas é óbvio que sempre se deseja uma tarifa menor, é um círculo que é vicioso e que deve se tornar virtuoso. A combinação de tudo isso que está planejado e em execução vai permitir a retomada da credibilidade do sistema e equilibrar isso tudo. É uma ação em curso.Outro ponto que norteou os debates desde 2012 e que de certa forma ficou pendente em seu mandato foi a Ponte do Centro. O prefeito disse várias vezes que decidiu por duas pontes distintas e, por enquanto, nenhuma saiu do papel. O assunto deveria ter sido tratado de outra maneira?Com a experiência vivida e começando do zero, com o traquejo político no sentido amplo, de relacionamento e diálogo com as forças da comunidade, talvez eu tivesse melhorado e conduzido diferente a decisão. Do ponto de visto técnico, há convencimento da equipe técnica do município pela decisão que se tomou. A ponte da Rodolfo Freygang com a Chile tinha um projeto de arquitetura e trabalhei para viabilizar a ponte com a criação de um projeto de engenharia, que é o que se permite a capacidade de licitar uma obra, o projeto de arquitetura não faz isso. A segunda ponte, a Norte-Sul, era um conceito. Ela agora tem um projeto de arquitetura pronto. Se supunha haver recursos para a ponte da Rodolfo com a Chile, que era do BID para um conjunto de obras. Se optasse pelo investimento na ponte, que era estaiada, bonita, com um investimento diferente, todo esse grande conjunto de obras em execução hoje talvez se resumisse a uma única ponte. Não teria verba para os corredores estruturais, terminais. Tudo é importante, mas em vez de investir numa única ponte, a gente investiu num conjunto de obras.Na eleição de 2016, o senhor elencou cinco temas como prioridades para o mandato: desenvolvimento econômico, creches, obras, saúde e transporte coletivo. Algum desses recebeu menos atenção do que pretendia? Qual teve mais sucesso?Não é questão de menos atenção, mas depende da conjuntura. Posso citar as creches. Nosso compromisso eram sete e viabilizamos o início da construção de seis. Mas é um recurso do governo federal, que pela crise da Dilma, transição de governo, passaram três ministros da Educação nesse tempo. Cada vez que trocava o ministro tinha que começar do zero. Teve impeachment, teve ministro trocando como se trocava de roupa. O grau de execução das creches é proporcional ao que vem de repasse federal, então o ritmo não dependeu de nós. No desenvolvimento econômico a gente ampliou várias áreas, atuação da Praça do Empreendedor maior, lei da inovação e tudo mais. Nas obras andamos, conseguimos até a Rua Bahia, que era sempre o meu desabafo. Na saúde entregamos a reforma da Policlínica. Sempre tem o que fazer mais, mas vivo um momento especial em que sinto os compromissos entregues.A Blumenau de 2020 citada pelo senhor enquanto candidato em 2016 teria mais parques, asfalto novo, novas pontes, centro de convenções e a Margem Esquerda urbanizada. Perto da metade do caminho, esses objetivos ainda soam reais?A Margem Esquerda tem o compromisso do Pinho Moreira feito aqui no gabinete. Nunca chegou em mim a conversa de uma escolha entre verba para Margem Esquerda ou para Centro de Convenções. Há um compromisso do vice-governador e hoje governador de R$ 15 milhões para a Margem Esquerda e um compromisso do governador Colombo de R$ 15 milhões para o Centro de Convenções. Não há nenhuma negativa sobre o Fundam oficialmente para os prefeitos. Oficialmente o que a gente tem é a confirmação. Mas a situação é de que o BNDES não financiaria obras pingadas dos municípios, que cabe obras estruturantes. Na minha ótica o Centro de Convenções continua elegível, ainda que não venha o Fundam na sua configuração original. Poderia vir pelo BNDES e provo que o Centro de Convenções se enquadra como obra estruturante regional sem concorrer com os centros de Balneário Camboriú e Florianópolis.Torço para que venha o Fundam na sua ideia original, pois cada município já se organizou, criou expectativa, fez projeto. Ainda que ele venha por BNDES em investimentos somente para obras estruturantes do Estado, o Centro de Convenções continua elegível. E aí a questão da Margem Esquerda é o compromisso do Pinho. Nunca houve até o momento por parte do Estado a faca no pescoço de dizer “um ou o outro”, então continuo acreditando em ambos e a gente constituiu condições para ambos. Defendemos para dois governadores e tivemos o ok de ambos. Então o serviço está mais do que bem feito, agora é a expectativa.Em relação a parques, o das Itoupavas está em execução e vai ser entregue. Os dois terminais de ônibus também têm áreas de lazer, além da própria Margem Esquerda que será uma área de lazer. E tem o projeto do parque no Garcia, que é um compromisso. E tem ainda o compromisso do Estado ao desativar o presídio. Blumenau aceitou a penitenciária com a condição de desativar o presídio e depois ter um parque naquele espaço na General Osório. E tem ainda muitas praças pipocando com as parcerias com as empresas. Tem ainda um projeto grande de parque na beira do rio na Rua Silvano Cândido da Silva, que seria um início da Marinha Pública de Blumenau. Por fim, tem o asfalto novo na Rua Bahia, todas as obras em execução e várias ruas que pavimentamos. Algumas que a população protestava desde quando eu era vereador e agora foram pavimentadas.Após a renúncia, você terá em torno de quatro meses até as convenções partidárias. Até lá o que pretende fazer?Uma das coisas que meu coração aperta é a minha filha, que fez cinco meses na terça-feira. Tenho focado em pelo menos algum período do dia estar ao lado dela acordada, mas tem dias que não têm jeito. Saio quando ela está dormindo, volto com ela dormindo. O coração aperta de verdade. O propósito desses quatro meses é percorrer o Estado, as regiões, falar do modelo de gestão e ao mesmo tempo ouvir as demandas e desafios. Serão quatro meses de pé na estrada.Porto Alegre, RSJornal de Santa Catarina"Tenho certeza que o melhor foi feito", avalia Napoleão sobre mandato de prefeitoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-tenho-certeza-que-o-melhor-foi-feito-avalia-napoleao-sobre-mandato-de-prefeito-10299477Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24239363Em evento no Teatro Carlos Gomes, Napoleão renuncia e Mário Hildebrandt assume a prefeitura de BlumenauCerimônia contou com a presença de dezenas de políticos e lotou o Auditório Heinz Geyer2018-04-05T20:30:58-03:002018-04-05T20:30:58-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesEm evento no Teatro Carlos Gomes, Napoleão renuncia e Mário Hildebrandt assume a prefeitura de BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24239363Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-em-evento-no-teatro-carlos-gomes-napoleao-renuncia-e-mario-hildebrandt-assume-a-prefeitura-de-blumenau-10270247Em evento no Teatro Carlos Gomes, Napoleão renuncia e Mário Hildebrandt assume a prefeitura de BlumenauCerimônia contou com a presença de dezenas de políticos e lotou o Auditório Heinz Geyer2018-04-05T20:30:58-03:002018-04-05T20:30:58-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brNapoleão renunciou para concorrer a uma vaga ao Senado.Foto: Patrick Rodrigues / Jornal de Santa CatarinaO evento era como uma posse, só que ao contrário. Até mesmo o discurso do então prefeito Napoleão Bernardes (PSDB) sobre pais, família e amigos, era parecido com aquele de cinco anos e quatro meses atrás, quando ele assumia pela primeira vez a prefeitura de Blumenau. Na escadaria do Teatro Carlos Gomes, mulheres tocando clarineta e flauta transversal davam boas vindas àqueles que se amontoavam à procura de alguma cadeira dentro do Auditório Heinz Geyer. Era tanta, mas tanta gente, que só para a cerimonialista citar as autoridades presentes, foram 18 minutos, somados os momentos em que parou para anunciar que alguém estava ali, nas cadeiras do teatro. Políticos dos mais diversos municípios de Santa Catarina – até de São Carlos, no extremo Oeste do Estado – acompanharam o evento. Tudo para acompanhar o dia em que o comando da cidade trocava de mãos.Embora a cerimônia fosse a renúncia de Napoleão, havia a expectativa de que Mário Hildebrandt (PSB), seu então vice-prefeito, fosse a estrela da noite. Mas não foi o que aconteceu. O centro das atenções ficou voltado ao tucano, e não ao homem nascido em Mirim Doce, no Alto Vale, e que nesta sexta-feira assume a cadeira mais importante do Executivo de Blumenau. Nos discursos, Hildebrandt falou primeiro, indicando que o gran finale ficaria a cargo de Napoleão. Mesmo assim conseguiu ter o destaque típico de um prefeito. Ligado à igreja, citou dezenas de vezes Deus, família, e mostrou gratidão ao seu colega da chapa nas eleições de 2016. Foram raras as vezes em que ele aumentou o tom, e em uma delas comentou sobre o seu posicionamento à frente da prefeitura.– Napoleão, vá tranquilo. Estarei dedicando cada um dos meus dias até 31 de dezembro de 2020 para terminarmos essa ação que começamos juntos, que é o pacto por Blumenau. Estarei cuidando de cada um dos cidadãos – exaltou Hildebrandt, prefeito a partir desta sexta.Ao fim, os dois se abraçaram, com um beijo na testa do agora ex-chefe do executivo no atual e uma conversa de nove cronometrados segundos no pé do ouvido. Sob os olhares de nomes fortes na política, como os senadores Dalírio Beber (PSDB) e Paulo Bauer (PSDB), então governador licenciado Raimundo Colombo (PSD), deputados estaduais e federais, era a hora de Napoleão falar. Antes, porém, um protesto. Isso porque um conhecido opositor interrompeu o discurso do então prefeito e foi contido à força por assessores de secretários da prefeitura.Passada a turbulência, Napoleão ocupou a tribuna durante quase uma hora, discursou em tom de prestação de contas, falou de projetos e fez subir ao palco personalidades da região. Esportistas, paradesportistas, servidores públicos. – Se a política é vocação, a política também é um exercício diário de renúncia – citou Napoleão no início do discurso, ao se desculpar com a comunidade, colegas e familiares e fazer uma analogia com o motivo do evento da noite, que era sua saída do governo municipal.A partir desta sexta-feira, portanto, Napoleão não pisa mais no terceiro andar do prédio às margens da Avenida Beira-Rio como prefeito. Agora, é a vez de Mário que, sem um vice, terá a responsabilidade por quase dois anos de liderar Blumenau.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaEm evento no Teatro Carlos Gomes, Napoleão renuncia e Mário Hildebrandt assume a prefeitura de BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-em-evento-no-teatro-carlos-gomes-napoleao-renuncia-e-mario-hildebrandt-assume-a-prefeitura-de-blumenau-10270247Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24197682Na véspera da renúncia de Napoleão, prefeitura de Blumenau anuncia mudanças no secretariadoAlterações são na Procuradoria Geral, chefia de gabinete e Secretaria de Comunicação2018-04-04T15:42:03-03:002018-04-04T15:42:03-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLuís Carlos KriewallNa véspera da renúncia de Napoleão, prefeitura de Blumenau anuncia mudanças no secretariadoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24197682Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-na-vespera-da-renuncia-de-napoleao-prefeitura-de-blumenau-anuncia-mudancas-no-secretariado-10230143Na véspera da renúncia de Napoleão, prefeitura de Blumenau anuncia mudanças no secretariadoAlterações são na Procuradoria Geral, chefia de gabinete e Secretaria de Comunicação2018-04-04T15:42:03-03:002018-04-04T15:42:03-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPosse dos novos secretários será o primeiro ato de Hildebrandt (foto) como prefeito de Blumenau.Foto: Luís Carlos Kriewall / EspecialO vice-prefeito Mário Hildebrandt (PSB) nem sequer assumiu o Executivo, mas algumas mudanças por conta da renúncia de Napoleão Bernardes (PSDB) – que renunciará ao cargo nesta quinta-feira – já começaram a surgir. No início da tarde de hoje, o município confirmou Cesar Botelho como chefe de gabinete, André Espezim como secretário de Comunicação e Relações Institucionais e Júlio Augusto de Souza Filho como procurador geral.A cerimônia de posse deles ocorrerá na sexta-feira, às 9h, no Salão Nobre da prefeitura, e será o primeiro ato de Hildebrandt como prefeito de Blumenau. Além dessas, outras alterações no primeiro escalão também foram oficializadas: o atual procurador Rodrigo Jansen assumirá como secretário de Controladoria e Transparência, que será criada pelo Executivo – o projeto será enviado como reforma administrativa do município à Câmara de Vereadores na próxima semana. Já Marcelo Althoff, que hoje está à frente da Secretaria de Comunicação, assume a Diretoria Geral da Secretaria de Desenvolvimento Urbano.Outra mudança é a saída de Juliano Gonçalves da Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária. Oscar Casico Grottmann Filho, atual secretário de Desenvolvimento Social, acumulará a função. Na madrugada desta quarta-feira, Gonçalves anunciou não apenas a exoneração do cargo, como o pedido de desfiliação do Partido Verde. No comunicado, ele deixa claro que sua saída do PV ocorre por conta do retorno de Ivan Naatz ao partido. A posse de Hildebrandt também traz mudanças à pasta que ele comandava, a Secertaria de Mobilidade Sustentável e Projetos Especiais – que tem o objetivo de gerir as obras financiadas pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). A diretora geral, Marli Zieker Bento, assume interinamente a função.Além disso, conforme informações do colunista Augusto Ittner, o presidente da Fundação Municipal de Desportos de Blumenau (FMD), Egídio Beckhauser, teria pedido exoneração. O atual dirigente deve ser o coordenador da campanha de Ericsson Luef (PMDB) a deputado federal. Até terça-feira, a saída não havia sido confirmada e a assessoria do vice-prefeito disse que ele não havia recebido o pedido oficialmente.Napoleão Bernardes deixará nesta quinta de ser prefeito de Blumenau para concorrer às eleições. Às 17h, em cerimônia no Teatro Carlos Gomes, ele assina a carta de renúncia e passa o cargo para o vice Mário Hildebrandt.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaNa véspera da renúncia de Napoleão, prefeitura de Blumenau anuncia mudanças no secretariadoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-na-vespera-da-renuncia-de-napoleao-prefeitura-de-blumenau-anuncia-mudancas-no-secretariado-10230143Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24161324"Será um mandato de continuidade", diz Mário Hildebrandt sobre assumir a prefeitura de BlumenauVice-prefeito assumirá o cargo após renúncia de Napoleão Bernardes (PSDB)2018-03-27T20:21:07-03:002018-03-27T20:21:07-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick Rodrigues"Será um mandato de continuidade", diz Mário Hildebrandt sobre assumir a prefeitura de BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24161324Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-sera-um-mandato-de-continuidade-diz-mario-hildebrandt-sobre-assumir-a-prefeitura-de-blumenau-10200656"Será um mandato de continuidade", diz Mário Hildebrandt sobre assumir a prefeitura de BlumenauVice-prefeito assumirá o cargo após renúncia de Napoleão Bernardes (PSDB)2018-03-27T20:21:07-03:002018-03-27T20:21:07-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brFoto: Patrick Rodrigues / Jornal de Santa CatarinaMário Hildebrandt (PSB) não é um vice decorativo. Desde o início do segundo mandato de Napoleão Bernardes (PSDB) à frente da prefeitura o vice esteve presente em todos os principais atos do governo, em alguns até aparecendo mais que o próprio prefeito – como na apresentação do pacote de obras de mobilidade em março do ano passado. Por isso, nos bastidores a expressão “prefeito Mário” já era usada por muitos interlocutores, e será oficializada no próximo dia 5, às 17h, com a cerimônia da transferência de cargo.O ato de Napoleão comunicar a mudança exatamente no dia do aniversário de 49 anos de Hildebrandt foi simbólico. O “parabéns pra você” entoado no plenário no início da sessão nesta terça-feira celebrava mais do que a passagem de um ano na vida do então vice e em breve prefeito de Blumenau. Com uma cidade tomada por obras em andamento para administrar, Hildebrandt falou com a reportagem sobre os próximos passos na administração municipal:Qual será a marca de Mário Hildebrandt (PSB) como futuro prefeito de Blumenau até 2020?Trabalho, trabalho, trabalho e muita fé em Deus. O meu resumo é esse. Vou continuar trabalhando, fazendo as ações dos projetos que já estão em andamento, complementar essas ações terminando as obras e captar novos recursos. Definir a equipe de governo que vai caminhar comigo, que a tendência é que seja a grande maioria que está aí, até porque é um governo que nós fizemos a quatro mãos, então não teria a necessidade de grandes mudanças, e continuar o trabalho de organização de governo de levar a necessidade para passar ainda mais a situação financeira que ainda está complexa no Brasil e superar isso, conseguir chegar ao ano que vem bem, firme e forte, para deslanchar nos últimos dois anos de mandato.Nesse período de um ano e três meses do segundo mandato do Napoleão, o senhor foi um vice atuante e presente. O que a experiência deste período vai ajudar? O futuro mandato será de continuidade ou um novo período na prefeitura de Blumenau?Será um mandato de continuidade que vai ter as suas construções que vêm do Mário prefeito, mas ele tem a característica que o Napoleão deu início, com certeza com essa mescla do segundo mandato que tinha a minha característica também. Naturalmente a minha (gestão) agora também vai ter a característica dele envolvida, nós nos cruzamos, então é difícil separar quando o governo é feito a quatro mãos. Vou continuar no meu dia a dia enquanto prefeito trabalhando e ajudando a cidade, e no meu horário de folga, que vai ser pouco, tentando ajudar a empurrar o Napoleão a galgar um cargo estadual, porque Blumenau merece, o Vale do Itajaí merece, e o Estado de Santa Catarina merece o modelo de trabalho do Napoleão.O senhor falou sobre poucas mudanças nas secretarias. O que podemos esperar de alterações no primeiro escalão com Mário como prefeito?Teremos uma reunião amanhã cedo para tratar a transição. Não serão grandes mudanças, nosso objetivo aqui não é mudar, tive contato com praticamente todos os secretários nessa caminhada. Agora é uma questão de alinhamento e ajustes.Atualmente o senhor responde também pela Secretaria do Programa de Mobilidade Sustentável e de Projetos Especiais. Como futuro prefeito, pretende acumular o cargo ou irá indicar outra pessoa?Boa pergunta, não pensei nisso ainda. Algumas coisas ainda não consegui desenhar e alinhar, a gente está focado nas obras e se eu conseguir alguém que tenha esse perfil para assumir a pasta eu farei (a indicação). Mas não vou acumular. Deverá ter um gestor, alguém que vai coordenar as obras e ações para que eu possa ter o resultado rápido, pois os prazos estão curtos e eles precisam ser cumpridos.Porto Alegre, RSJornal de Santa Catarina"Será um mandato de continuidade", diz Mário Hildebrandt sobre assumir a prefeitura de BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-sera-um-mandato-de-continuidade-diz-mario-hildebrandt-sobre-assumir-a-prefeitura-de-blumenau-10200656Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24160561Napoleão enaltece sintonia com vice e confirma desejo de concorrer ao SenadoPrefeito de Blumenau avaliou possibilidades de disputa após confirmar decisão de renunciar à prefeitura, mas ressaltou que definição depende do partido2018-03-27T18:53:22-03:002018-03-27T18:53:22-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesNapoleão enaltece sintonia com vice e confirma desejo de concorrer ao SenadoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24160561Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-napoleao-enaltece-sintonia-com-vice-e-confirma-desejo-de-concorrer-ao-senado-10200530Napoleão enaltece sintonia com vice e confirma desejo de concorrer ao SenadoPrefeito de Blumenau avaliou possibilidades de disputa após confirmar decisão de renunciar à prefeitura, mas ressaltou que definição depende do partido2018-03-27T18:53:22-03:002018-03-27T18:53:22-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brApós o anúncio de que irá renunciar ao cargo de prefeito para participar das eleições de 2018, feito na tribuna da Câmara de Vereadores na tarde desta terça-feira, Napoleão Bernardes (PSDB) atendeu à imprensa e falou sobre a decisão de deixar o cargo. Disse que até o final de julho, quando as definições dos partidos serão oficializadas nas convenções, deve percorrer o Estado, deixou claro o desejo de concorrer a uma das duas vagas em disputa no Senado e reforçou o discurso de dar mais protagonismo à região de Blumenau. Confira abaixo:A possibilidade de concorrer ao governo do Estado ainda está aberta?A tendência natural é que eu possa buscar uma vaga ao Senado da República. É o natural. São duas vagas. Blumenau tem um senador da República, Dalírio Beber, que não vai à reeleição. O PSDB tem dois senadores, Paulo Bauer e Dalírio Beber. Na hipótese do senador Paulo Bauer, que é o projeto natural, oficial do PSDB, é um grande quadro político, preparado, ir ao governo do Estado, o natural é que eu possa ser indicado a uma vaga do Senado para que eu possa contribuir para esse projeto coletivo, de Estado, de região, de Blumenau, somando no Senado da República a experiência municipalista. Nunca fui deputado nem senador, mas com a experiência de dois mandatos à frente da prefeitura de Blumenau, isso traz muito discernimento, muita robustez no sentido de lutar pelo melhor para que os municípios catarinenses possam prosperar o máximo possível.É uma eleição em que todas as possibilidades estão abertas porque há um descompasso pela legislação entre a decisão de estar disponível, que é o meu caso, devo estar disponível até 7 de abril, para só no final de julho, início de agosto sair a confirmação de quais são as possibilidades. Uma curiosidade é que no Senado tem uma idade mínima para ser senador que é 35 anos, exatamente a minha idade. Ou seja, Santa Catarina também daria uma contribuição literal ao Brasil em termos de renovação no Senado. Pela minha formação jurídica, do Direito, experiência de prefeito, de professor na área jurídica, com certeza há muito o que se possa contribuir em termos de gestão pública séria, austera. O Senado é o que aparenta (ser) o caminho a ser tomado.O que dizer para os 104 mil eleitores que confiaram o voto no senhor em 2016?Gratidão total e dizer que ouvi a comunidade, a cidade. Minha zona confortável era permanecer esses dois anos e oito meses à frente da gestão, mas foi a própria população de Blumenau e do Vale do Itajaí que me chamou a essa responsabilidade. Ouvi o clamor de ter a necessidade de, com a nossa experiência de dois mandatos de prefeito, buscar acrescentar em favor de Blumenau e do Vale, mas somar em favor de Santa Catarina e do Brasil. É no sentido de somar mais e muito em favor de Blumenau. Se como prefeito conseguimos realizar tanto, com certeza numa posição majoritária, que seja junto ao governo ou junto ao Senado, vamos conseguir efetivar e realizar muito mais por Santa Catarina e pelo Brasil, mas claro, pelo berço, que é Blumenau e Vale do Itajaí.O senhor vê uma quebra de confiança nessa saída ou vai entender esse outro papel que o senhor pode vir a cumprir?Primeiro, em 2016, quando disputei a eleição, fui muito questionado a esse respeito em todos os debates, sabatinas e perguntas de jornalistas. E nunca disse que ficaria os quatro anos de mandato. Sempre disse que, pelo contrário, aliás fui muito franco e transparente. Falei que estaria à disposição de Blumenau onde fosse melhor, onde fosse mais capaz de realizar ainda mais em favor de Blumenau. E como disse no meu pronunciamento, o sonho de ser prefeito partiu de mim, o sonho de ir além, seja ao governo ou ao Senado, esse partiu da sociedade, da coletividade. Tenho recebido há dois anos esse estímulo da própria população. Estou aqui no sentido de cumprir um chamamento de responsabilidade histórica em que fui convocado por Blumenau e pelo Vale do Itajaí. Minha decisão é de acatar esse clamor que houve para que o sim pudesse ser dito.Pessoalmente qual é a vontade do senhor?Numa situação como essa, a posição final não depende única e exclusivamente da vontade e do desejo pessoal. Preciso estar disponível para somar por Blumenau e pelo Vale no chamamento que vier. Quer seja na posição majoritária relacionada ao governo, quer seja ao Senado, vou ter a condição de efetivar muito em favor de Blumenau, do Vale, de Santa Catarina e Brasil. Tenho essa preferência em relação à disputa ao Senado, mas de abril até final de julho, início de agosto, quando as convenções partidárias definirem as posições de cada um, muito há para acontecer. Como eu disse, em relação ao processo eleitoral, eu não perdia um segundo do meu tempo pensando nessas conjunturas, mas fui muito incentivado para que essa posição pudesse ser tomada, até pela conjuntura histórica de um prefeito reeleito, bem avaliado, com volume extraordinário de obras muito bem encaminhado e com vice-prefeito com planejamento prévio e que naturalmente acabou conduzindo essas questões administrativas e hoje tem todo o preparo. É uma situação que não nasceu e nem brotou de mim, ela surgiu por parte da própria população e eu ouvi a esse chamamento e disse sim.Deu tempo de fazer tudo o que o senhor gostaria nesses cinco anos e três meses?Sempre há muito mais por fazer, não há dúvida quanto a isso. Claro que o coração aperta porque tem muito para entregar, tem muito que está plantado e que será entregue. Mas o importante é o resultado final disso tudo, desse conjunto, dessa semeadura. Esse conjunto com certeza vai ser entregue para a comunidade. Independente do nome na placa, o importante é o resultado final, a efetividade em favor das pessoas.Justamente em cima disso, o senhor vê prejuízo em não permanecer para concluir alguns temas como pacote de obras do BID e a Ponte do Centro? Como foi o alinhamento com o vice-prefeito para que isso seja resolvido?Eu e o Mário temos uma relação de fina sintonia. Sintonia total, plena. Ele é um grande e leal amigo de caminhada, um grande gestor, administrador, tem sido vice-prefeito fiel, com certeza será um prefeito que conduzirá Blumenau com maestria e vai ter toda condição de fazer entregar tudo aquilo que é fruto do nosso plano de governo. Até 31 de dezembro de 2020, a gestão é nossa, é compartilhada. Vai ser entregue aquilo que foi plantado e semeado.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaNapoleão enaltece sintonia com vice e confirma desejo de concorrer ao SenadoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-napoleao-enaltece-sintonia-com-vice-e-confirma-desejo-de-concorrer-ao-senado-10200530Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24160844"Sim, eu aceito o desafio", diz Napoleão ao anunciar renúncia do cargo de prefeitoMandatário relembrou trajetória política e falou em chamado e realização de sonho coletivo ao falar do futuro político2018-03-27T16:57:06-03:002018-03-27T16:57:06-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick Rodrigues"Sim, eu aceito o desafio", diz Napoleão ao anunciar renúncia do cargo de prefeitoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24160844Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-sim-eu-aceito-o-desafio-diz-napoleao-ao-anunciar-renuncia-do-cargo-de-prefeito-10200417"Sim, eu aceito o desafio", diz Napoleão ao anunciar renúncia do cargo de prefeitoMandatário relembrou trajetória política e falou em chamado e realização de sonho coletivo ao falar do futuro político2018-03-27T16:57:06-03:002018-03-27T16:57:06-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brNapoleão Bernardes (PSDB) subiu pelas escadas os três andares que levam ao plenário da Câmara de Vereadores. Acompanhado pelo vice-prefeito e aniversariante do dia Mario Hildebrandt (PSB) e pelo chefe de gabinete Marco Antônio Wanwosky, cumprimentou o secretário Roni Wan-Dall. Dali se sucederam outras centenas de apertos de mãos e tapinhas nos braços em volta de todo o plenário, lotado de autoridades e lideranças de diferentes segmentos sociais, incluindo vereadores mirins. Quando terminou os cumprimentos, aguardou em pé os primeiros três minutos de abertura da sessão do Legislativo até ser chamado à mesa sob aplausos às 15h34min pelo presidente Marcos da Rosa (DEM).::: Concluir obras e reduzir gastos são as primeiras metas de Mário Hildebrandt como prefeito::: Napoleão Bernardes encara riscos da renúncia para levar adiante carreira política meteóricaAssim foram os últimos passos de Napoleão antes de anunciar a decisão de renunciar o cargo de prefeito de Blumenau para participar das eleições de outubro. Logo nos primeiros atos da sessão, após o hino de Blumenau e o momento bíblico, Napoleão foi à tribuna confirmar a decisão antecipada pela manhã.O anúncio da decisão de deixar o cargo de prefeito ocorreu em um pronunciamento de 28 minutos, repleto de lembranças pessoais sobre as outras cinco eleições disputadas pelo tucano. A escolha pela Câmara se deu, além da questão institucional, porque foi ali que ele ocupou o primeiro cargo público, como vereador, eleito pela primeira vez em 2008. Não usou nenhuma vez a palavra renúncia, mas confirmou a transmissão do cargo para o próximo dia 5 de abril, quinta-feira da próxima semana, às 17h, no Teatro Carlos Gomes. O vice-prefeito Mário Hildebrandt (PSB) assume o cargo de prefeito pelos próximos dois anos e nove meses para completar o mandato.A possibilidade de disputar as eleições de 2018 já era cogitada desde a reeleição de Napoleão, em 2014, mas ganhou força nos últimos meses. O nome do tucano é visto com força dentro do PSDB para concorrer uma vaga ao Senado e até ao governo do Estado. Nas eleições, ele não comentava as especulações, mas nos últimos meses passou a circular mais em outras cidades catarinenses e comentar mais abertamente as possibilidades de candidatura. Não antecipou os planos, mas após o discurso, em entrevista, confirmou que o caminho mais provável é uma candidatura ao Senado, já que o PSDB tem dois representantes que deixam o cargo este ano – Dalírio Beber e Paulo Bauer – e que este último tem projeto político encaminhado para concorrer ao governo do Estado.Foto: Patrick Rodrigues / Jornal de Santa Catarina“Não posso me furtar a esse direito de levar à frente esse ideal”Na tribuna da Câmara nesta terça-feira Napoleão relembrou a trajetória política, desde a filiação ao PSDB, feita ainda com 16 anos e “com uniforme escolar”, passando pelas cinco campanhas eleitorais que participou – três disputas a vereador, com uma eleição em 2008, e duas a prefeito, ambas vitoriosas. Falou com brevidade sobre vida pessoal ao lembrar a perda do pai, as idas com ele à escola lendo artigos da Constituição e o recente casamento e nascimento da filha Manu. Disse querer relutar à zona de conforto que poderia ser negar os convites de candidatura para apenas terminar o mandato. Em um tom emocional, que fez lembrar os versos de Raul Seixas em “Prelúdio”, disse que ser prefeito de Blumenau foi um sonho que nasceu individual, mas que ao longo do tempo foi compartilhado por outras pessoas. Comparou as situações dizendo que agora estava sendo chamado para realizar um sonho coletivo.– Se lá atrás compartilhei meu sonho para que fosse sonhado por tantos outros, hoje aceito esse chamado de Blumenau e Vale do Itajaí para que eu possa encarnar e ser o depositário daquilo que tantos têm acreditado, que é retomar a posição de protagonismo e altivez que a região de Blumenau quer e merece. Não posso me furtar a esse direito de levar à frente esse ideal, essa aspiração que é o desejo de Blumenau e Vale do Itajaí. Sim, eu aceito o desafio, conduzirei essa missão com bravura, credibilidade, colocando Blumenau e o Vale no patamar que a região sonha, precisa, merece – afirmou, em uma rara alteração na voz para um tom grave, com socos na tribuna e longos aplausos do público.Frases“Optei pela Câmara para poder abrir meu coração e externar o que me vem na alma nesse momento, não só pela minha formação democrática, jurídica, mas de valorização do que a Constituição estabelece, de harmonia e convivência soberana entre os poderes”.“É muito comum aos jovens que sonhem e vislumbrem os 18 anos para terem acesso à CNH, poder dirigir, chegar à vida universitária, trabalhar na área em que desejam. Meu sonho de juventude foi chegar aos 16 para que eu pudesse fazer o título de eleitor e optar por filiação partidária”.“Quem olhar minha história de trás para a frente vai imaginar que foi um case concatenado de decisões racionais que levassem a um determinado propósito, mas simplesmente intuí, segui o coração, acreditei no ideal e cheguei até aqui.”“Daquele sonho inaugural individual, que foi sendo compartilhado um pouco em 2000, mais um pouco em 2004, brotou a intuição de que o momento para a candidatura a prefeito era 2012. Alguns não acreditavam, apontavam a idade talvez como uma limitação. Nos cabe a responsabilidade de seguir aquele ideal. Um sonho que se sonha coletivamente, sonhado por muitos, não se tem mais o direito individual de pela zona de conforto abrir mão daquilo que tantos desejam. Assim nasceu aquela eleição de 2012 que inaugurou em Santa Catarina uma subversão total da lógica e da racionalidade em termos de eleição. Se imaginava que o que ganhava eleição era dinheiro, tempo de TV, exército de cabos eleitorais, o que a política dos dias de hoje exige de cada um de nós é que o que vale numa eleição é causa, propósito, ideal”.“Dada a reeleição, começaram as especulações, e que não partiram de mim. Sempre respondia que estava 'de boa'. Vim aqui para abrir o coração. Ser prefeito de Blumenau é absolutamente honroso. Tenho 35 anos, profissionalmente tenho a atividade que gosto. Concluir o mandato é altamente confortável. Tenho uma filha de quatro meses, uma esposa amada, somos muito felizes em família, teria toda a oportunidade de curtir esse momento tão especial com dois anos e oito meses disso que está plantado, legado, posto. E vieram chamamentos, e o sonho não foi meu. A origem do sonho não partiu de mim. Partiu de forma espontânea, esporádica de muita gente de Blumenau, muita gente do Vale do Itajaí. Respondi muitas vezes que estava 'de boa', aí vieram os impulsionamentos, os estímulos e o chamamento a uma responsabilidade histórica”.Porto Alegre, RSJornal de Santa Catarina"Sim, eu aceito o desafio", diz Napoleão ao anunciar renúncia do cargo de prefeitoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-sim-eu-aceito-o-desafio-diz-napoleao-ao-anunciar-renuncia-do-cargo-de-prefeito-10200417Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23204896Napoleão Bernardes vai à Câmara de Vereadores para anunciar renúncia nesta terçaTucano vai se desligar do comando do Executivo para disputar as eleições deste ano2018-03-27T09:31:49-03:002018-03-27T09:31:49-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMichele LaminNapoleão Bernardes vai à Câmara de Vereadores para anunciar renúncia nesta terçaJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:23204896Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-napoleao-bernardes-vai-a-camara-de-vereadores-para-anunciar-renuncia-nesta-terca-10200123Napoleão Bernardes vai à Câmara de Vereadores para anunciar renúncia nesta terçaTucano vai se desligar do comando do Executivo para disputar as eleições deste ano2018-03-27T09:31:49-03:002018-03-27T09:31:49-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brConfirmando a informação que o colunista Clóvis Reis havia antecipado, Napoleão Bernardes (PSDB) dará mais um passo nesta terça-feira para se desligar do comando da prefeitura de Blumenau. O chefe do Executivo blumenauense vai à Câmara de Vereadores para anunciar detalhes da renúncia à prefeitura para disputar as eleições em outubro. A sessão no Legislativo está marcada para 15h. Napoleão é cotado na disputa por uma vaga ao Senado ou ao governo estadual. Isso ainda depende das tratativas do partido.A data da renúncia está agendada para o próximo dia 5 de abril, em horário a ser definido. A princípio, ocorrerá uma cerimônia com a prestação de contas dos cinco anos e três meses da gestão à frente do Executivo blumenauense. Em seguida, ocorrerá a cerimônia de posse de Mário Hildebrandt (PSB) como prefeito efetivo.Nesta quarta-feira, às 7h, Napoleão e Mário têm uma reunião agendada no gabinete do prefeito, onde devem alinhar detalhes sobre o futuro da gestão municipal. Em seguida, às 7h30min, prefeito e vice se reúnem com os secretários municipais e demais membros do colegiado no Salão Nobre.Leia mais:Upiara Boschi: Napoleão Bernardes encara riscos da renúncia para levar adiante carreira política meteóricaCom a renúncia de Napoleão, como será Mário Hildebrandt como prefeito de BlumenauPancho: Concluir obras e reduzir gastos são as primeiras metas de Mário Hildebrandt como prefeitoPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaNapoleão Bernardes vai à Câmara de Vereadores para anunciar renúncia nesta terçaJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-napoleao-bernardes-vai-a-camara-de-vereadores-para-anunciar-renuncia-nesta-terca-10200123Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24159636Quaresma movimenta setor da piscicultura no Vale do ItajaíProjeção é de que o consumo de peixes cresça 25%2018-03-27T07:01:00-03:002018-03-27T07:01:00-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick Rodrigues / Jornal de Santa CatarinaQuaresma movimenta setor da piscicultura no Vale do ItajaíJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24159636Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-quaresma-movimenta-setor-da-piscicultura-no-vale-do-itajai-10199817Quaresma movimenta setor da piscicultura no Vale do ItajaíProjeção é de que o consumo de peixes cresça 25%2018-03-27T07:01:00-03:002018-03-27T07:01:00-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brFoto: Patrick Rodrigues / Jornal de Santa CatarinaA chegada da Páscoa faz crescer o consumo de peixes e anima quem tem a renda baseada na venda de pescados no Vale do Itajaí. Nesta época do ano, a comercialização do produto aumenta 25% no Estado, segundo o gerente do Centro de Desenvolvimento em Aquicultura e Pesca da Epagri, Fabiano Muller Silva. Ele avalia que este é um momento importante para o setor, sobretudo porque permite uma melhora no preço para o pequeno produtor, pois muito do que se vende no período de Quaresma sai das feiras livres e de pesque-pagues, onde o preço cobrado é mais alto do que o negociado com os frigoríficos.Em Gaspar, principal produtora de pescado de água doce do Vale do Itajaí, mais da metade do total, atualmente na casa das 895 toneladas/ano, chega aos consumidores por meio desses estabelecimentos. O crescimento nas vendas esperado para este período do ano é 50% superior em relação aos demais meses.O baiano Adriano de Jesus Paixão todos os meses consome entre um e dois quilos de pescado, mas quando a Páscoa chega, o número cresce bastante. O professor de capoeira conta que são quase dez quilos para a Quaresma porque a tradição apregoa a confraternização familiar sem carne vermelha. – Sempre venho aqui na feira livre. Daí sei que o peixe é fresco e conheço a procedência – conta Paixão.A alta na comercialização impulsionada por comportamentos e tradições como a do professor, entretanto, não está atrelada necessariamente à elevação na produção. Isso porque muitos piscicultores têm uma programação levando em conta o ciclo de desenvolvimento dos pescados, que varia de seis a oito meses. O que ocorre é que alguns criadores trabalham para enquadrar o período de safra com a Quaresma.– Quem trabalha com feira livre, por exemplo, programa a engorda do peixe para tirar na época da Páscoa. Mas quem não tem como foco esse tipo de venda, que trabalha com frigorífico, daí não tem data vinculada – explica o dirigente da Epagri, Fabiano Muller Silva.Em Santa Catarina, cerca de R$ 150 milhões são movimentados por ano com a comercialização de pescados somente na primeira venda, aquela do produtor ao revendedor. Em Gaspar, de acordo com estimativa da Secretaria Municipal de Agricultura e Aquicultura, é um negócio que movimenta em torno de R$ 2 milhões, sem contar a venda final ao consumidor e a piscicultura de subsistência.Na propriedade de Ofélia Maria Campigotto, no bairro Gaspar Grande, são produzidos 50 mil quilos de peixes anualmente. Desse total, 80% vão para os pesque-pagues da região. Na cidade são cerca de nove espaços do gênero, que recebem mais de 30 mil pessoas ao ano. O público se reflete na quantidade de peixes comercializados. O montante chega a 30 toneladas/ano por estabelecimento, segundo a prefeitura.Semana Santa movimenta economia na regiãoNo pesque-pague da família Silva, também em Gaspar, é essa a média de compra e venda de pescado. Isso porque eles não produzem, apenas compram peixes da propriedade de Ofélia e revendem a quem vem ao estabelecimento, seja para pescar ou apenas para comprar o peixe já limpo.– A clientela nesta época dobra – conta Neli da Silva, proprietária do local.Somente a negociação entre as famílias Silva e Campigoto movimenta ao menos R$ 180 mil reais. O número é resultado do valor praticado por Ofélia, que vende por R$ 6 o quilo do peixe ao pesque-pague. Este, por sua vez, revende por R$ 8,50, gerando outra movimentação de R$ 255 mil.De acordo com o engenheiro agrônomo da Secretaria de Agricultura e Aquicultura de Gaspar, Henrique da Silva Pires, o bom desempenho da cidade neste setor é reflexo de um trabalho em conjunto entre poder público, entidades e produtores. O resultado da articulação é que ao longo da última década a produção de peixes na cidade triplicou e a ideia é que seja ainda maior.Blumenau tem produção de 500 toneladas de pescadoEm Blumenau, onde a estimativa de produção de pescados é de aproximadamente 500 toneladas anuais, a venda do produto também cresce nesta época do ano nos pesque-pagues, responsáveis por consumir 80% desse montante. A família de Anderson Luis Eichstadt tem um pesque-pague no bairro Itoupava Central e registra no período da Quaresma um crescimento de 40% na procura por peixe, chegando a 30 toneladas vendidas, seja na lagoa ou pronto no prato. A demanda é tão grande que nem mesmo a produção própria é capaz de suprir a procura do público, fazendo com que ele compre de outros piscicultores. Eichstadt diz que a capacidade de produção e comercialização poderia ser melhor, não fosse a burocracia e o desalinhamento dos órgãos responsáveis por fiscalizar e regulamentar o setor.O técnico em agropecuária, Josmar Dall Acqua, da Diretoria de Desenvolvimento Rural de Blumenau, diz que isso ocorre em decorrência do excesso de legislações e normas, muitas federais e que não levam em consideração características do município.FEIRASBlumenauDurante toda a semana a prefeitura promove a venda de peixe vivo na Feira Livre próxima ao Parque Vila Germânica. A comercialização de pescados acontece das 8h às 18h. No local são vendidas tilápias e carpas por R$ 9 o quilo e cascudos e traíras por R$ 14 o quilo. A expectativa de venda nessa Quaresma é de seis toneladas somente no local.GasparAmanhã e quinta-feira tem feira de peixe vivo na Casa do Agricultor, no bairro Sete de Setembro, em Gaspar. O espaço estará aberto aos consumidores das 8h às 17h. O valor peixe vivo, independente da espécie, será de R$ 8 o quilo. Filé de tilápia será comercializado por R$ 25/kg; posta de tilápia por R$ 16/kg e peixe eviscerado por R$ 12/kg. A expectativa de venda é ultrapassar uma tonelada.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaQuaresma movimenta setor da piscicultura no Vale do ItajaíJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-quaresma-movimenta-setor-da-piscicultura-no-vale-do-itajai-10199817Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24149393Polícia Civil vai investigar suposto caso de assédio entre vereadores em Balneário CamboriúTerça-feira foi marcada por confusão na sede da Câmara2018-03-21T12:40:12-03:002018-03-21T12:40:12-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSReprodução / Camboriú.NetPolícia Civil vai investigar suposto caso de assédio entre vereadores em Balneário CamboriúJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24149393Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-policia-civil-vai-investigar-suposto-caso-de-assedio-entre-vereadores-em-balneario-camboriu-10195276Polícia Civil vai investigar suposto caso de assédio entre vereadores em Balneário CamboriúTerça-feira foi marcada por confusão na sede da Câmara2018-03-21T12:40:12-03:002018-03-21T12:40:12-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brMarido de vereadora foi até a Câmara tirar satisfações na terça-feira.Foto: Reprodução / Camboriú.NetA Polícia Civil de Balneário Camboriú vai investigar um suposto caso de importunação ofensiva ao pudor entre vereadores. O caso ganhou destaque na terça-feira à noite depois que o marido de Juliethe Nitz (PR) – o lutador de MMA Juliano Ninja – foi até a Câmara para tirar satisfações com o parlamentar Elizeu Pereira (PMDB). Guarda Municipal e Polícia Militar foram acionadas para controlar a confusão, que foi parar na delegacia.Em entrevista à reportagem da NSC TV, Pereira disse se tratar de uma mentira e que nada teria acontecido. Ele afirmou ter registrado um boletim de ocorrência por calúnia e outro por difamação. Juliethe diz ter feito um BO alegando ter sido assediada durante uma festa de aniversário no último fim de semana. O marido dela afirmou que esse tipo de situação seria reincidente com a vereadora. Ele, assim como os outros envolvidos, serão chamados para uma audiência de conciliação.Juliethe Nitz não quis se manifestar. O vereador Nilson Probst (PMDB), que aparece nas imagens discutindo, diz que separou a briga porque viu Juliano empurrando o vereador Elizeu contra parede. Ele e outros 14 parlamentares assinaram um boletim de ocorrência coletivo por desacato. A assessoria jurídica da Câmara informou que está verificando a possibilidade de impedir o homem de entrar no espaço do legislativo novamente.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaPolícia Civil vai investigar suposto caso de assédio entre vereadores em Balneário CamboriúJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-policia-civil-vai-investigar-suposto-caso-de-assedio-entre-vereadores-em-balneario-camboriu-10195276Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24148517Abertura de novas empresas tem o melhor índice em Blumenau desde 2015Número é alavancado principalmente pelos pequenos empreendedores2018-03-21T07:32:00-03:002018-03-21T07:32:00-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick Rodrigues / Jornal de Santa CatarinaAbertura de novas empresas tem o melhor índice em Blumenau desde 2015Jornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24148517Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-abertura-de-novas-empresas-tem-o-melhor-indice-em-blumenau-desde-2015-10194873Abertura de novas empresas tem o melhor índice em Blumenau desde 2015Número é alavancado principalmente pelos pequenos empreendedores2018-03-21T07:32:00-03:002018-03-21T07:32:00-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO sonho de estar em Blumenau sempre existiu na empresa em que Misael da Silva é gerente regional. Com mais de 70 lojas em todo o Brasil, atuar no município fazia parte do plano de expansão. Mais do que uma decisão mercadológica, instalar uma unidade no município representa para a empresa de móveis e eletrodomésticos uma conexão com a origem dos proprietários, que têm laços na Alemanha. A vontade precisou ser controlada em virtude da crise econômica e política que atingiu o país.Em 2015, um espaço chegou a ser alugado para receber o comércio em Blumenau, mas com o contrato do imóvel chegaram também as inseguranças do mercado fazendo muitos empresários colocarem o pé no freio dos investimentos. O plano foi guardado e saiu da gaveta neste ano, com a mudança no cenário econômico, explica Silva:– Ainda há risco, mas o momento é de retomada. Quem estiver preparado quando mercado voltar a aquecer de verdade sai ganhando – defende.O alvará para a abertura do negócio saiu no primeiro bimestre deste ano, junto com outras 610 autorizações emitidas pela prefeitura. O número é o maior desde 2015, quando 1.164 permissões foram liberadas no primeiro bimestre daquele ano. O resultado de 2018 reflete uma retomada, avalia o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Empreendedorismo, Moris Cleber Kohl.– Este é um processo longo e vários fatores interferem. Voltar aos patamares de 2015 é algo possível de vermos novamente em 2020 – projeta Kohl.A expectativa é que com o reaquecimento da economia e os empresários mais confiantes para investir, as taxas de empregabilidade também voltem a crescer. Em janeiro de 2015, quando a crise surgia, o saldo de empregos em Blumenau foi de 1.123 postos de trabalho. No ano seguinte, no mesmo período, o resultado foi negativo: -131 vagas. No primeiro mês de 2017, o número voltou a ser positivo, com 330. E neste ano se aproximou ao de 2015, com saldo de 910 postos formais de trabalho.Os 611 alvarás emitidos no primeiro bimestre deste ano contribuem para o crescimento desses números. Eles resultaram na criação de ao menos 150 empregos de carteira assinada. Foram mais de 20 somente na empresa onde Silva trabalha. Os colaboradores já foram contratados em processo seletivo que surpreendeu o gerente regional. Segundo ele, em um dia de seleção, mais de 200 candidatos apareceram e 50% deles com origem de fora do Estado.Micro e pequenosnegócios são maioriaO número de empregos gerados em comparação com a quantidade de alvarás emitidos pode parecer baixo, mas reflete outra realidade. É a abertura de micro e pequenas empresas por pessoas que ficaram desempregadas e também das que deixaram de ser empregados e se tornaram prestadores de serviço, com a recente lei da terceirização. Os Micro Empreendedores Individuas (MEIs) e empresas enquadradas no regime Simples Nacional representam 61,8% dos negócios ativos. No primeiro bimestre deste ano eles foram responsáveis por 378 dos 611 alvarás emitidos.O holandês Robbie Harinck faz parte deste grupo. Apaixonado por Blumenau, ele veio morar na cidade em maio de 2017 e viu na gastronomia uma opção de negócio. A ideia inicial era abrir um restaurante, mas o custo tornou o negócio inviável. A solução encontrada foi abrir um food truck, que exigiu dele um investimento na ordem de R$ 25 mil.Ambiente favorável para empreenderMisael da Silva e Robbie Harinck relataram dificuldades distintas para a abertura dos negócios. O empreendedor holandês aponta os problemas em relação à documentação dele. Por ser estrangeiro, o CPF dele, por exemplo, não era identificado no sistema da Praça do Empreendedor, exigindo visitas à Polícia Federal para solucionar a questão e finalmente conseguir o alvará. Para Silva, o entrave estava no fato de a empresa ter alugado imóvel tombado pelo patrimônio histórico do município, o que impacta nas reformas. Apesar disso, os dois concordam que o processo para abertura dos negócios foi tranquilo e rápido em Blumenau.Para o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Empreendedorismo, Moris Cleber Kohl, oferecer um ambiente atrativo para negócios é o papel da administração municipal. Um trabalho que passa por diversos setores, desde a Praça do Empreendedor – criada para desburocratizar a abertura de novas empresas – a revisão de legislação, sobretudo licenciamento ambiental, concessão de incentivos, revisão de alíquotas de Imposto Sobre Serviços (ISS) e desconto ou abatimento de Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU).Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaAbertura de novas empresas tem o melhor índice em Blumenau desde 2015Jornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-abertura-de-novas-empresas-tem-o-melhor-indice-em-blumenau-desde-2015-10194873Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24143056Criação da região metropolitana de Blumenau vive impasseProjeto que pretende integrar serviços entre cinco cidades no Vale do Itajaí recuou no último ano e é visto com ressalvas por prefeitos envolvidos2018-03-18T11:54:15-03:002018-03-18T11:54:15-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesCriação da região metropolitana de Blumenau vive impasseJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24143056Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-criacao-da-regiao-metropolitana-de-blumenau-vive-impasse-10192210Criação da região metropolitana de Blumenau vive impasseProjeto que pretende integrar serviços entre cinco cidades no Vale do Itajaí recuou no último ano e é visto com ressalvas por prefeitos envolvidos2018-03-18T11:54:15-03:002018-03-18T11:54:15-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brBlumenau, Gaspar, Indaial, Pomerode e Timbó. O que essas cidades têm em comum? Além das afinidades culturais, também há muita semelhança quando se fala de gestão pública. A proximidade geográfica, que possibilita a moradores residir em uma cidade e trabalhar em outra, formando um grande bloco populacional, e as demandas parecidas a resolver, como expansão de vias urbanas e rodovias, dificuldades de transporte coletivo, coleta e processamento de lixo e atendimentos na saúde, motivam uma proposta de criação da Região Metropolitana de Blumenau. Como uma espécie de associativismo entre os municípios, a medida permitiria que as cinco cidades planejassem juntas as obras viárias, as soluções para problemas comuns e buscassem, em conjunto, os recursos para viabilizar o crescimento futuro da região, que hoje possui 557,5 mil habitantes, segundo a estimativa do IBGE em 2017.Em abril do ano passado, o Santa publicou uma reportagem apresentando detalhes da ideia e os possíveis benefícios que a criação da Região Metropolitana poderia trazer para os cinco municípios envolvidos – além delas, outras 11 cidades do Vale fariam parte de uma área de expansão. Quase um ano depois, pouco se avançou nessa discussão. Uma audiência pública na Câmara de Vereadores e uma assembleia entre os prefeitos chegaram a ser feitas, com poucos resultados práticos.Para que essa mudança ocorra, é necessária a aprovação de um projeto de lei. Uma proposta da deputada estadual blumenauense Ana Paula Lima (PT) foi apresentada à Assembleia Legislativa (Alesc) ainda em 2015, mas o projeto está parado há mais de um ano na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O relator Darci de Matos (PSD) afirma que a análise da matéria não foi adiante, pois haveria vício de inconstitucionalidade – por criar cargos e gastos para o governo do Estado, a Região Metropolitana teria que vir a partir de um projeto enviado pelo próprio Executivo.Foi o que aconteceu no Norte do Estado. Após discussões entre prefeitos e lideranças da região, o então governador Raimundo Colombo (PSD) enviou à Assembleia no fim de fevereiro o projeto que cria a Região Metropolitana de Joinville. A proposta envolve sete cidades da região – Joinville, Araquari, Balneário Barra do Sul, Campo Alegre, Garuva, Itapoá e São Francisco do Sul – com o mesmo propósito de planejar e resolver de forma integrada deficiências regionais. O modelo é o mesmo sugerido a Blumenau e prevê a criação de três cargos – um superintendente, um diretor técnico e um diretor administrativo-financeiro.O deputado estadual e presidente da CCJ, o blumenauense Jean Kuhlmann (PSD), do mesmo partido de Colombo, afirma que havia um acordo com a Secretaria de Casa Civil para que o governo do Estado apresentasse ao Legislativo os projetos das regiões metropolitanas de Joinville e Blumenau. No entanto, uma resistência encontrada entre prefeitos teria feito o Estado recuar na criação da unidade administrativa no Vale do Itajaí e dar sequência apenas ao projeto do Norte de Santa Catarina.– Tentamos fazer uma reunião com prefeitos da região na associação dos municípios. A grande maioria não compareceu. Passamos em vários municípios e houve várias rejeições. Teve um grupo favorável e um grupo rejeitando. Isso foi relatado à Casa Civil, que entendeu que, enquanto não houver um consenso entre as lideranças, o governo do Estado não vai criar a região metropolitana em Blumenau – conta.Administração conjunta pode ajudar na gestão de serviços e na busca por recursos, dizem especialistasPara o doutor em Sociologia e professor de Ciências Políticas, Oklinger Mantovaneli Júnior, todas as iniciativas que favoreçam o planejamento coordenado e integrado das ações para o desenvolvimento das cidades devem ser estimuladas. A visão positiva é compartilhada pelo professor de Arquitetura e Urbanismo, Christian Krambeck, ao apontar a criação da Região Metropolitana de Blumenau como um caminho para resgatar algo que, segundo ele, não vem sendo priorizado há anos pelo poder público: o planejamento dos municípios a médio e longo prazo.Para Krambeck, se implantada de forma correta, com ampla discussão junto à sociedade e com uma gestão de confiança, seria possível suprimir uma demanda que não é atendida pelas estruturas regionais existentes como Associação dos Municípios do Médio Vale do Itajaí (Ammvi) e Agência de Desenvolvimento Regional (ADR).– A rigor, o desafio do governo do Estado está em reconhecer as forças vivas da sociedade e também a expressão institucional do pacto federativo neste ordenamento territorial. Estes movimentos precisam ser correspondentes – reforça Júnior.Na visão de Krambeck, não se trata de acabar com estruturas já implantadas, mas de unificá-las ou criar mecanismos efetivos de cooperação, pois muitas vezes elas não dialogam. Ele defende que a criação da Região Metropolitana teria papel fundamental ainda na construção de um diagnóstico qualificado dos municípios de abrangência, permitindo avançar em gargalos importantes das cidades. Na área ambiental, seria possível tomar decisões conjuntas de preservação de bacias e até em questões ligadas ao abastecimento de água. Na saúde, uma possibilidade seria a troca de informações e o uso inteligente dos espaços.– Muitas vezes uma unidade de saúde tem ociosidade e está no limite com outra cidade. Esse outro município poderia encaminhar moradores para lá, otimizando o trabalho – exemplifica Krambeck.O professor de Arquitetura e Urbanismo defende que seria possível ainda cruzar informações sobre deslocamento, trabalho e moradia dos cidadãos, além de desenvolver sistemas de mobilidade urbana mais eficientes. Aponta ainda que o mesmo se daria com a economia, ao se identificar as potencialidades de cada região com base nos setores em que são fortes, dando aos investimentos um destino mais qualificado.Ammvi diz que é preciso definir real atribuiçãoO presidente da Associação dos Municípios do Médio Vale do Itajaí (Ammvi), Jean Michel Grundmann, diz que com as recentes mudanças nas Agências de Desenvolvimento Regional (ADRs) este pode ser o momento de retomar o debate sobre a Região Metropolitana. A afirmação tem por base uma consideração do ano passado, quando os municípios que integram a entidade defendiam que o momento não era oportuno para a criação de mais uma estrutura.– Era um período de forte crise econômica e política, e nossa preocupação era não criar mais um órgão para gerar custo, principalmente porque o Estado já está com a folha de pagamento no limite e sem dinheiro para investir – argumenta. Grundmann diz que é preciso um amplo debate com os prefeitos para definir como seria a Região Metropolitana, com suas responsabilidades e atribuições, para que ela seja funcional. A preocupação é não criar uma estrutura que tome o mesmo caminho das ADRs, consideradas por ele como órgãos meramente consultivos.O que dizem as prefeiturasBlumenauEntre as lideranças, a proposta de Região Metropolitana de Blumenau realmente parece não ter empolgado. O secretário de Gestão e Transparência de Blumenau, Paulo Costa, que acompanha o assunto em nome da prefeitura, cita experiências como o consórcio de saúde, que a cidade integra, como exemplo de ação em conjunto com ganho de escala e que acontece sem a necessidade da estrutura de região metropolitana. Ele pontua que na avaliação dos prefeitos a criação de mais uma estrutura de governo traria custos sem clareza sobre o quanto isso geraria de retorno e resultado para a população. – Criar uma estrutura nova vai demandar custos. O que vai agregar de valor, de resultado diferente além do que já se tem condição de buscar hoje via programas federais, Estado, ADR, associações de municípios e consórcios públicos? – questiona.GasparO prefeito Kleber Wan-Dall (PMDB) também acompanha o posicionamento coletivo dos prefeitos e considera temerária a criação de mais uma estrutura para trabalhar a região metropolitana. Uma das preocupações é como a unidade administrativa poderia beneficiar as cidades.IndaialO prefeito de Indaial, André Moser (PSDB), foi procurado pela reportagem, mas não atendeu e nem retornou as ligações até o fechamento da edição. Por meio da assessoria de imprensa, ele emitiu uma nota em que afirma que uma ação conjunta dos municípios pode resultar em soluções para os problemas regionais, desde o transporte coletivo até o desenvolvimento econômico.PomerodeA necessidade de trabalhar de forma regionalizada é defendida também em Pomerode. O prefeito da cidade e vice-presidente da Ammvi, Ércio Kriek (DEM), no entanto, acredita que isso já é feito nos consórcios regionais e na associação dos municípios. A criação de cargos é um ponto criticado também por Kriek.TimbóO prefeito de Timbó, Jorge Kruger (PP), confirma que o assunto dividiu opiniões de prefeitos e até argumenta que a Região Metropolitana poderia ajudar em temas como BR-470, ligações entre municípios e gestão do turismo. No entanto, se diz contra a proposta pelo receio de aumento de gastos públicos. Criação de cargos e sobreposição de funçõesEntre os prefeitos, na maioria resistentes à ideia, um dos principais argumentos é o de que a estrutura da Associação de Desenvolvimento Regional (ADR) de Blumenau, que no mês passado incorporou também as ADRs das cidades de Brusque e Timbó – que foram desativadas –, e principalmente da Associação dos Municípios do Vale do Itajaí (Ammvi) já cumprem esse papel de permitir ações integradas entre as cidades. A deputada Ana Paula Lima acredita que o recente projeto de Joinville pode ser uma oportunidade de incluir Blumenau nesse pacote com um projeto do governo estadual também voltado à cidade. Para Jean Kuhlmann, ao criar a Região Metropolitana a intenção seria desativar a ADR Blumenau.O que já funciona de forma integrada SaúdeAtualmente, a compra de medicamentos ocorre por meio de consórcio, envolvendo 14 municípios. ComprasA Ammvi trabalha para aprimorar o sistema de compra conjunta e assim buscar melhores valores SaneamentoPor meio do Plano Intermunicipal de Resíduos Sólidos, as cidades integrantes da Ammvi têm um norte sobre as ações relacionadas ao tratamento do lixo, da coleta à destinação final.O que poderia funcionar melhorSaneamento básicoUma aproximação maior proporcionada pela Região Metropolitana poderia trazer benefícios como tratamento de água e esgoto. TurismoO aumento de investimentos e sobretudo a criação de um roteiro que contemple diferentes cidades e atrações aos turistas.Transporte coletivoO transporte integrado poderia aumentar a circulação de passageiros entre os municípios e até mesmo baratear os custos do sistema.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaCriação da região metropolitana de Blumenau vive impasseJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-criacao-da-regiao-metropolitana-de-blumenau-vive-impasse-10192210Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-camara-de-gaspar-vai-a-justica-para-pedir-informacoes-sobre-area-da-saude-10191704Câmara de Gaspar vai à Justiça para pedir informações sobre área da saúdeLegislativo apresentou mandado de segurança após prefeitura não repassar dados solicitados por considerá-los sigilosos2018-03-16T16:40:34-03:002018-03-16T16:40:34-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA Câmara de Vereadores de Gaspar recorreu à Justiça para que a prefeitura responda questionamentos feitos em um requerimento apresentado em outubro do ano passado. O pedido, feito pelo vereador Roberto Procópio de Souza (PDT), hoje vice-presidente da Casa, solicitava informações como relações de exames e cirurgias solicitados pelos médicos do município, autorizados pelo médico-regulador e efetuados pelo município desde 1º de agosto do ano passado.Ainda em outubro a prefeitura respondeu com o número de exames, consultas e cirurgias solicitados, autorizados e feitos pelos profissionais do município. No entanto, o vereador pediu mais informações, referentes aos critérios adotados para a aprovação ou rejeição dos procedimentos solicitados pelos médicos nos atendimentos iniciais por parte da regulação. A resposta da prefeitura informou que as priorizações estão baseadas em diagnóstico médico, divididas em emergência, urgência e normais, mas que os casos referentes a cada caso estão protegidos pelo sigilo do paciente.Com essa resposta, o vereador decidiu impetrar um mandado de segurança para pedir essas informações na Justiça. O documento foi apresentado na quarta-feira e agora aguarda avaliação do juiz.– Havia uma demanda muito grande de reclamação de pacientes e decidimos buscar informações – afirma o vereador.Procurada pela reportagem da NSC TV, o procurador-geral da Prefeitura de Gaspar, Felipe Juliano Braz, informou que o município ainda não foi notificado, mas entende que o Executivo prestou os esclarecimentos solicitados e alega que existe sigilo em relação ao prontuário do paciente. Os dados que não exigem esse sigilo, ele alega que serão fornecidos. (Colaborou Vanessa Moltini, da NSC TV).Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaCâmara de Gaspar vai à Justiça para pedir informações sobre área da saúdeJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-camara-de-gaspar-vai-a-justica-para-pedir-informacoes-sobre-area-da-saude-10191704Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24138486Samae estuda mudar sistema de cobrança de água em BlumenauMudança avalia cobrar taxa referente à manutenção do sistema junto ao cálculo da fatura, que atualmente é feito com base no consumo2018-03-14T21:01:58-03:002018-03-14T21:01:58-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesSamae estuda mudar sistema de cobrança de água em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24138486Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-samae-estuda-mudar-sistema-de-cobranca-de-agua-em-blumenau-10190135Samae estuda mudar sistema de cobrança de água em BlumenauMudança avalia cobrar taxa referente à manutenção do sistema junto ao cálculo da fatura, que atualmente é feito com base no consumo2018-03-14T21:01:58-03:002018-03-14T21:01:58-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae) de Blumenau iniciou um estudo para rever o cálculo da conta de água. A proposta pretende determinar o valor da fatura considerando uma Taxa Básica Operacional (TBO) mais o custo referente ao consumo do cidadão. Atualmente, a conta é feita por faixas de utilização do recurso. A tarifa mínima para residências, por exemplo, é de R$ 29,98 para quem consumir até 10 metros cúbicos. Mesmo se o cidadão usar apenas cinco metros cúbicos, pagará o valor integral. Com a alteração, a ideia é que a cobrança seja o mais próximo possível do realmente gasto.A proposta da autarquia, que está sendo desenvolvida em parceria com a Agência Intermunicipal de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos Municipais do Médio Vale do Itajaí (Agir), segue modelos aplicados em outros municípios, como Jaraguá do Sul.O presidente do Samae Blumenau, Alexandro Fernandes, explica que a alteração no formato do cálculo não significa necessariamente reduzir ou aumentar o valor da conta, o que pode acontecer em alguns casos. Segundo ele, o objetivo principal é dar transparência ao cidadão sobre o valor que ele está pagando. Atualmente, o custo médio na cidade com a manutenção do sistema de abastecimento de água é de aproximadamente R$ 3,5 milhões ao mês. Com a aprovação e implantação da TBO, esse valor seria dividido entre as 150 mil economias existentes e formaria o montante fixo da fatura, levando em consideração, ainda, investimentos necessários na rede.– O valor variável é que será estudado, pois pode ser por faixas menores de consumo, como de zero a cinco, ou diretamente por metro cúbico. Isso definiremos em conjunto com a Agir – detalha a diretora financeira da autarquia, Amanda Scheffler.Implantação em cinco municípiosSegundo a diretora Administrativa e Institucional da Agência Intermunicipal de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos Municipais do Médio Vale do Itajaí, Vanessa Schmitt, na primeira quinzena de fevereiro foram solicitadas informações às prefeituras de Blumenau, Brusque, Gaspar, Timbó e Pomerode para um estudo de viabilidade sobre a implantação da Taxa Básica Operacional (TBO) nestas cidades.– Essa mudança é uma tendência, vista em outros municípios e segue recomendação do Ministério Público em algumas delas. Além disso, há um julgado de 2011 no Superior Tribunal de Justiça no Estado do Rio de Janeiro apontando que a cobrança deve ser sobre o consumo real – reforça.Vanessa explica que o processo exige muito estudo, pois é preciso verificar, por exemplo, os dados solicitados de produção e distribuição de água por mês ao longo de 2017 em cada cidade. Para a diretora, a preocupação consiste em manter o equilíbrio financeiro das autarquias e cobrar um valor justo do consumidor.– Ainda estamos em fase inicial de levantamento de informações. É um processo que se estenderá neste ano e será debatido – explica.Com os estudos concluídos, seguindo uma linha de cobrar um valor fixo pelo custo de fornecimento do serviço e um valor variável pelo consumo efetivado, ainda será necessário avaliar a data-base de reajuste em cada cidade e se as prefeituras têm condições de implantar as mudanças. Isso fará com que a alteração ocorra de forma gradativa. Em Blumenau, o Samae criará um grupo de estudos com os vereadores. Nas cidades compreendidas pela Agir e que o sistema de abastecimento não se dá por meio das prefeituras e sim da Casan, o trabalho também será feito. De acordo com Vanessa, a companhia apresentou um estudo prévio à implantação, chamado Tarifa de Disponibilidade Operacional (TDO), que segue a mesma linha de cálculo da TBO.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaSamae estuda mudar sistema de cobrança de água em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-samae-estuda-mudar-sistema-de-cobranca-de-agua-em-blumenau-10190135Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24136425CCJ da Câmara de Blumenau dá parecer contrário ao projeto que regulamenta o UberLegislativo quer aguardar definição em nível federal para dar sequência à discussão2018-03-13T20:19:19-03:002018-03-13T20:19:19-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLucas CorreiaCCJ da Câmara de Blumenau dá parecer contrário ao projeto que regulamenta o UberJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24136425Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-ccj-da-camara-de-blumenau-da-parecer-contrario-ao-projeto-que-regulamenta-o-uber-10189186CCJ da Câmara de Blumenau dá parecer contrário ao projeto que regulamenta o UberLegislativo quer aguardar definição em nível federal para dar sequência à discussão2018-03-13T20:19:19-03:002018-03-13T20:19:19-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brProjeto foi encaminhado pelo Executivo em setembro do ano passado.Foto: Lucas Correia / Jornal de Santa CatarinaA Comissão de Constituição, Legislação e Justiça (CCJ) da Câmara de Blumenau encaminhou ao arquivo a proposta de regulamentar a atuação de Uber e similares na cidade – enviada pela prefeitura em setembro do ano passado. Conforme o presidente da CCJ, o vereador Sylvio Zimmermann (PSDB), houve avanço na discussão quanto ao assunto em nível federal nos últimos seis meses e, para evitar conflito, o Legislativo blumenauense irá aguardar o desfecho em âmbito federal. Na prática, o município só volta a tocar no assunto quando o Congresso definir especificamente de quem será a responsabilidade de normatizar o serviço de contratação de transporte via aplicativo. Isso significa que a atuação dos motoristas permanece da forma que está.Em Blumenau, já há uma audiência pública aprovada para debater o tema, porém os parlamentares ainda não definiram por uma data.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaCCJ da Câmara de Blumenau dá parecer contrário ao projeto que regulamenta o UberJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-ccj-da-camara-de-blumenau-da-parecer-contrario-ao-projeto-que-regulamenta-o-uber-10189186Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-justica-eleitoral-decide-pela-cassacao-do-mandato-de-prefeito-e-vice-de-laurentino-no-alto-vale-10189084Justiça Eleitoral decide pela cassação do mandato de prefeito e vice de Laurentino, no Alto ValeOutros três políticos da cidade também foram condenados2018-03-13T19:11:22-03:002018-03-13T19:11:22-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO prefeito de Laurentino, Gilberto Marchi (PSDB), e seu vice, Vitor Nardelli (PSDB), tiveram os mandatos cassados pela Justiça Eleitoral de Rio do Sul nesta segunda-feira. A condenação é por conta de um suposto esquema de facilitação de carteiras de habilitação em troca de votos, o que foi alvo da Operação CNH, em 2016. A decisão ainda cabe recurso no Tribunal Regional Eleitoral do Estado.Além deles, foram condenados também os vereadores Ademilson Campestrini (PSDB), o suplente Armelindo Tonet (PSD) e Tânia Aparecida da Silva (PSL). O processo indica que, caso a decisão for mantida, uma nova data para as eleições no município deve ser confirmada. Segundo a decisão do juiz eleitoral Geomir Roland Paul, os cinco devem ficar oito anos inelegíveis.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaJustiça Eleitoral decide pela cassação do mandato de prefeito e vice de Laurentino, no Alto ValeJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-justica-eleitoral-decide-pela-cassacao-do-mandato-de-prefeito-e-vice-de-laurentino-no-alto-vale-10189084Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24118985O que muda com a extinção de cinco ADRs no Vale do ItajaíReunião nesta terça-feira vai esclarecer sobre atendimentos da nova estrutura após a reformulação2018-03-06T07:23:00-03:002018-03-06T07:23:00-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesO que muda com a extinção de cinco ADRs no Vale do ItajaíJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24118985Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-o-que-muda-com-a-extincao-de-cinco-adrs-no-vale-do-itajai-10179454O que muda com a extinção de cinco ADRs no Vale do ItajaíReunião nesta terça-feira vai esclarecer sobre atendimentos da nova estrutura após a reformulação2018-03-06T07:23:00-03:002018-03-06T07:23:00-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brFoto: Patrick Rodrigues / Jornal de Santa CatarinaA prioridade é manter os serviços de ponta aos cidadãos. A afirmação do secretário da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Blumenau, Emerson Antunes, define o papel da estrutura. Desde o dia 1º de março, ele assumiu a coordenação dos trabalhos feitos nas cidades que integravam as agências de Timbó e Brusque, que foram extintas pelo governador do Estado, Eduardo Pinho Moreira (PMDB) no dia 21 de fevereiro. Com a mudança, Antunes passa a responder por 20 municípios. Anteriormente, eram cinco. A missão agora é criar uma logística que garanta o funcionamento das escolas estaduais, a entrega dentro do prazo dos medicamentos de alto custo e a manutenção adequada das rodovias estaduais na região.Para definir como todo esse processo se dará, uma reunião está marcada para hoje, às 14h. Segundo Antunes, os funcionários das duas antigas agências que agora são de responsabilidade de Blumenau estarão juntos apresentando os relatórios e dificuldades de cada unidade. Uma discussão que corre contra o tempo, pois os prédios que abrigam as estrutura desativadas devem ser entregues até o fim deste mês. A urgência consiste ainda em relocar serviços que serão mantidos nas cidades, mas em outros imóveis públicos.A educação, para Antunes, é a área que exige mais atenção. De acordo com ele, se trata de uma estrutura muito grande, com 5 mil funcionários, 110 escolas e 60 mil estudantes, enquanto antes eram apenas 50 unidades de ensino na regional de Blumenau. A ideia é manter uma equipe com quatro pessoas em cada cidade (Timbó e Brusque) para operacionalizar questões que vão desde a merenda escolar até a substituição de professores em casos de falta. O desafio ainda é encontrar um lugar para abrigar essas equipes após o fechamento dos prédios das antigas ADRs.– Em Timbó a situação está mais avançada e podemos alocar esses profissionais em alguma escola, mas em Brusque nossas unidades estão lotadas, então precisamos encontrar uma alternativa – explica o secretário.A saúde é outro tema que precisa de definição. As ADRs são responsáveis hoje pela distribuição de vacinas, emissão de licenças de órgãos da vigilância sanitária e pela entrega medicamentos de alto custo. Esse último serviço é feito na sede da agência e, com o fechamento da estrutura, é preciso definir onde os pacientes irão retirar os remédios.A unidade de Blumenau passa a assumir também a responsabilidade pela manutenção das rodovias estaduais que cortam os municípios de abrangência das ADRs de Timbó e Brusque. Serão 417 quilômetros de estradas para execução de tapa-buraco e roçada, mais que o triplo dos 120 quilômetros mantidos antes de incorporar as outras duas agências regionais. Algumas das principais vias assumidas são a SC-108 e SC-410, em Brusque e Nova Trento, e SC-110 e SC-477, em Timbó.Em razão disso, em Brusque e em Timbó um engenheiro permanecerá nas cidades para auxiliar na manutenção de rodovias – e também de escolas. Na infraestrutura, o principal desafio é a quantidade de trechos estaduais sem pavimentação, em torno de 97 quilômetros em Brusque, segundo o secretário.Os serviços que ocupam espaços cedidos dentro das Agências de Desenvolvimento Regional também precisarão ser levados para outros lugares. É o caso do Sine, Cidasc e Epagri, cita o secretário. O mais urgente diz respeito à central telefônica e internet na cidade de Brusque. De acordo com Antunes, toda a rede está instalada no prédio da ADR e é utilizada por escolas, Corpo de Bombeiros, Instituto Geral de Perícias e polícias Civil e Militar.Impacto no quadro pessoal e orçamentoAlém das dificuldades específicas de cada área e região, Antunes terá que lidar com outros dois fatores: o quadro pessoal e o orçamento. A ADR de Blumenau conta com 42 servidores e vai contar com os profissionais de carreira das ADRs de Timbó e Brusque. No entanto, o secretário ainda não sabe quantos, pois alguns já manifestaram interesse em buscar transferência para outras cidades ou até mesmo solicitar a aposentadoria.O orçamento para atender as 20 cidades é uma incógnita. O secretário conta que os valores já estavam no limite e recebeu cota para apenas os quatro primeiros meses, essa 20% menor do que o do ano passado, segundo ele.– A expectativa é que, por exemplo, os R$ 12 mil economizados com aluguel em Timbó sejam destinados para utilizarmos em gasolina – pondera Antunes.Intenção é manter postos no Alto ValeA extinção de 15 ADRs anunciada pelo governo do Estado no fim de fevereiro também provocou impactos no Alto Vale do Itajaí. Desde o dia 1º de março a ADR de Rio do Sul passou a incorporar também as cidades que integravam as agências de Ibirama, Ituporanga e Taió, que foram desativadas. Com a mudança, a área de abrangência da ADR de Rio do Sul passa de sete para 31 cidades.O número de escolas passa de 17 para 71 e o trecho de rodovias de 76 para 571 quilômetros. Em cada ADR desativada a estimativa é de que seis servidores comissionados tenham sido exonerados, totalizando 18 profissionais a menos. Em Rio do Sul, antes da mudança havia 28 servidores, mas o quadro deve ser reforçado pelos profissionais concursados que atuavam nas ADRs desativadas.A estratégia para incorporar os atendimentos das demais cidades é diferente do anunciado até o momento por Blumenau. O secretário regional de Rio do Sul, Ítalo Goral, explica que a intenção é manter postos de atendimento nos prédios alugados em que existiam as ADRs desativadas em vez de entregá-los aos proprietários. No espaço, os servidores efetivos podem manter serviços como entrega de medicamentos, gestão de unidades escolares, perícias médicas e vagas de emprego via Sine.Para cumprir o objetivo da economia que motivou a extinção das ADRs, o secretário regional de Rio do Sul pretende levar para dentro desses prédios das antigas ADRs demais órgãos públicos que hoje pagam aluguel em outros espaços. Em Taió, por exemplo, existe uma conversa adiantada para levar a PM para a mesma unidade do novo posto de atendimento, conforme o secretário. A locação de R$ 3 mil do imóvel continua sendo paga, mas a PM deixaria de pagar os R$ 4,5 mil que desembolsa por mês pelo aluguel do espaço ocupado hoje. Em Ibirama, a intenção é levar quatro instituições para o imóvel que a ADR ocupava, com aluguel de R$ 13 mil mensais.– Assim alcançamos o objetivo do governo, que é a redução de custos, mas graças a parcerias com diferentes órgãos, podemos fazer isso sem ter impacto negativo no atendimento à população – avalia Ítalo, que estima em 90 dias o período de transição para colocar em prática as alterações envolvendo os 28 municípios.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaO que muda com a extinção de cinco ADRs no Vale do ItajaíJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-o-que-muda-com-a-extincao-de-cinco-adrs-no-vale-do-itajai-10179454Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24102974Câmara Mirim de Blumenau se consolida como meio de inserir os jovens na políticaEm meio a escândalos de corrupção, crianças e adolescentes buscam o programa para entender melhor a vida pública2018-02-23T20:55:26-03:002018-02-23T20:55:26-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesCâmara Mirim de Blumenau se consolida como meio de inserir os jovens na políticaJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24102974Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-camara-mirim-de-blumenau-se-consolida-como-meio-de-inserir-os-jovens-na-politica-10172032Câmara Mirim de Blumenau se consolida como meio de inserir os jovens na políticaEm meio a escândalos de corrupção, crianças e adolescentes buscam o programa para entender melhor a vida pública2018-02-23T20:55:26-03:002018-02-23T20:55:26-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brLaura Sumensari foi eleita na segunda-feira como presidente da Mesa Diretora da Câmara Mirim.Foto: Patrick Rodrigues / Jornal de Santa CatarinaO vocabulário vasto, a facilidade de comunicação e a desenvoltura podem até enganar, mas o uniforme do colégio e os 14 anos na carteira de identidade não deixam mentir: Laura Sumensari é uma garota que recentemente entrou na adolescência. A diferença é que enquanto outros jovens da mesma idade preferem arrastar o dedo sobre a tela do celular à procura de fotos para curtir, ou fazer maratona de seriados na internet, ela já procura vivenciar e tentar entender a política. Fala em mudar a comunidade onde vive e em incentivar a participação maciça das mulheres. Laura quer fazer diferença e ser parte de um processo de renovação.Eleita vereadora mirim em Blumenau neste ano e empossa na última semana, a garota faz parte de um grupo de 15 jovens que têm a chance de ser o novo fôlego da política, inseridos em um projeto que é pioneiro em Santa Catarina. Crianças e adolescentes que mesmo em meio a escândalos espalhados pelo país e a radicalismos que pendem a bombordo e estibordo, fazem questão de estar em um plenário, representando uma fatia da sociedade.– Hoje a política está ligada à corrupção, mas não é só isso. Há todo um trabalho sério por trás e pelo menos isso eu quero poder levar de lição. Quero sair daqui querendo, no mínimo, votar melhor – conta a legisladora mirim, eleita na última segunda-feira presidente da Mesa Diretora.Laura integra a 19ª legislatura da Câmara Mirim de Blumenau, projeto que iniciou em 2000 capitaneado pelo ex-vereador Deusdith de Souza. De lá para cá, poucos deram sequência à vida política na prática, embora outros almejem conquistar uma cadeira pública daqui para frente. É o caso do ex-vereador mirim Igor Felipe Stanck, 18 anos, hoje coordenador da ouvidoria da Câmara. Foi justamente no período em que pôde participar do programa, em 2013, que despertou nele o interesse em se aproximar do Legislativo municipal. Anos depois tornou-se estagiário de um vereador e percebeu que estar naquele lugar era realmente o que queria.– E tudo começou cinco anos atrás, quando fui vereador mirim e percebi que as pessoas querem políticos que falam a verdade, não aqueles que enrolam, dão tapinhas nas costas e dizem que vão dar um jeito para as coisas – defende Stanck.Por outro lado, há uma maioria que sequer cogitou a possibilidade de concorrer a qualquer que fosse o cargo ou mesmo se inserir em algo que envolva política. Demérito? Para Rafaela de Oliveira, 31 anos, longe disso. Integrante da primeira legislatura de um projeto até então inédito no Estado em 2000, ela conta que não passou nem perto de ter um cargo público, mas que mesmo assim os ensinamentos daquele ano foram capazes de torná-la uma pessoa mais apta a pensar:– Não me tornei política, nem tive qualquer cargo público ou algo parecido. Então, aquele foi um ano perdido? Com certeza não. Foi um ano para entender a importância de ser um indivíduo pensante, para aprender sobre cidadania e compreender que somos responsáveis pelo rumo do nosso país.Idealizador do programa defende criação de uma Câmara JovemPara o criador do programa, o ex-vereador Deusdith de Souza, uma forma de dar mais relevância ao projeto seria criar uma Câmara Jovem – espécie de sucessão da Câmara Mirim –, com alunos de 15 a 18 anos do Ensino Médio. Para o ex-parlamentar, participar da iniciativa provoca interesse no jovem de se tornar ativo politicamente, formando não necessariamente políticos, mas também cidadãos mais participativos.– Não gosto de dar pitaco, até porque as últimas conduções têm sido maduras, mas essa ideia seria interessante e se tornaria uma extensão da Câmara Mirim, com o objetivo de despertar a cidadania nos jovens – argumenta Desudith.A Câmara Mirim foi pioneira em Santa Catarina, se consolidou ao longo dos anos e permitiu a inserção de jovens no âmbito político. Porém, ampliar o projeto, o que culminaria em uma expansão da vivência política para os mais jovens, esbarra em barreiras como a própria questão orçamentária. O coordenador do programa, Wagner Schanaider, valoriza a formação de cidadãos via projeto, mas explica que a falta de dinheiro para levar os vereadores mirins diretamente à escola é o que freia uma ampliação do projeto.– São muitas as barreiras, infelizmente. A principal envolve recursos. Fazemos sessões itinerantes nas escolas duas vezes ao ano, nas quais crianças e adolescentes podem conhecer o programa e ter uma prévia de comoé o trabalho de legislador. Mas essas sessões têm um custo e por isso são limitadas – lamenta o coordenador.Há trabalhos paralelos que são desenvolvidos junto à Câmara Mirim, mas hoje eles são restritos e só ocorrem graças a trabalhos voluntários. É o caso de palestras organizadas pelo diretório acadêmico de Direito da Furb, que traz à sala de aula o debate sobre questões que envolvem os três poderes. Levar a discussão política para a escola, de acordo com o cientista social e professor da Furb, Josué de Souza, é fundamental para a construção do saber político na população. Para ele, há uma contradição de ideais no próprio legislativo municipal de Blumenau.– Recentemente a Câmara de Vereadores de Blumenau estava propondo um projeto para proibir as discussões políticas em sala de aula, isso contraria o ideal da Câmara Mirim, que é de despertar um conhecimento e discernimento político entre os alunos e nada melhor que o ambiente escolar para isso – defende o cientista político, lembrando a polêmica sobre o Programa Escola Sem Partido, que foi arquivado nesta semana e proibia professores de apresentar opiniões políticas em sala de aula.Aumentar a participação feminina é um dos desafios A Câmara Mirim de Blumenau historicamente é o oposto da Câmara de Vereadores quando se fala de representatividade das mulheres, com a maioria das cadeiras ocupadas por garotas. É diferente do que ocorre nas eleições municipais, que há dois pleitos não elege uma vereadora – a última mulher eleita no Legislativo municipal foi Helenice Luchetta, em 2008.O doutor em Sociologia e professor de Ciências Políticas da Furb, Oklinger Mantovaneli Júnior, afirma que historicamente a sociedade atribuiu ao homem questões que envolvem valor e tomada de decisões e que isso precisa ser desconstruído, o que, para ele, é uma das missões do programa:– Não adianta termos um monte de meninas na Câmara Mirim, sem que elas tenham a informação de como isso se dá nas câmaras adultas e o significado que isso tem. Esse assunto é tão importante que as Nações Unidas pactuaram que até 2030 é preciso melhorar índices relacionados à participação feminina na política.Desde 2000, seis projetos de vereadores mirins viraram leisOs alunos, além de vivenciarem todo o ambiente legislativo, também têm condições de criar projetos de lei. De 2000 para cá, 46 propostas foram apresentadas e votadas nas sessões da Câmara Mirim e alguns deles saíram do papel, após apreciação e aval da Câmara de Vereadores. Uma demonstração de que é possível trazer mudanças à sociedade.Ao todo, seis propostas alcançaram este status de lei, como a que disciplina a coleta seletiva de materiais no município, aprovada em 2006. Dos projetos incluídos nas leis municipais, muitos afetam diretamente a vida escolar dos alunos em diversos segmentos, como a que dispõe sobre a implantação de hortas nas escolas municipais (foto); sobre a obrigatoriedade das escolas públicas apresentarem relatórios dos cardápios da merenda escolar; e da criação de campanha para arrecadar livros por meio de doação, para que eles sejam destinados às escolas públicas do município.Proposta de manter hortas em escolas partiu da Câmara Mirim.Foto: Patrick Rodrigues / Agencia RBSOutro projeto relevante e que envolve os jovens também só saiu do papel após discussão dos vereadores mirins. Também em 2006, foi sancionada a lei que trata de violação dos direitos de crianças e adolescentes, que prevê a colocação de urnas nas escolas públicas, privadas e em Centros de Educação Infantil (CEIs), com o intuito de coletar denúncias de violência familiar, social e institucional.Lei municipal que dispõe sobre a implantação de hortas nas escolas municipais teve origem em proposta da Câmara Mirim, em 2000.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaCâmara Mirim de Blumenau se consolida como meio de inserir os jovens na políticaJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-camara-mirim-de-blumenau-se-consolida-como-meio-de-inserir-os-jovens-na-politica-10172032Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24099151Postos de Blumenau ainda se adaptam à lei estadual sobre informação do tipo de gasolinaLegislação estadual aprovada no ano passado exige que postos informem se combustível vendido é refinado ou formulado2018-02-22T07:00:04-03:002018-02-22T07:00:04-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesPostos de Blumenau ainda se adaptam à lei estadual sobre informação do tipo de gasolinaJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24099151Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-postos-de-blumenau-ainda-se-adaptam-a-lei-estadual-sobre-informacao-do-tipo-de-gasolina-10170193Postos de Blumenau ainda se adaptam à lei estadual sobre informação do tipo de gasolinaLegislação estadual aprovada no ano passado exige que postos informem se combustível vendido é refinado ou formulado2018-02-22T07:00:04-03:002018-02-22T07:00:04-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brJá é lei. Todos os postos de combustíveis em Santa Catarina precisam informar o consumidor se a gasolina oferecida é refinada ou formulada. Mas você sabe qual a diferença das duas? Nas ruas, em geral a resposta dos consumidores é não.A placa costuma indicar sempre gasolina comum, mas o líquido que sai da bomba nem sempre é o mesmo. A gasolina pode ter outro tipo de formulação, autorizada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). Ela pode ser produzida pela combinação de cerca de 200 elementos químicos, como solventes, por exemplo.Para virar gasolina, o petróleo é aquecido em várias etapas. O que sobra dessa fase, antes de virar gasolina refinada, é comprado por empresas formuladoras, que adicionam mais hidrocarbonetos até chegar em um composto que é comercializado.A gasolina formulada tem um custo menor, por isso costuma sair mais em conta pro consumidor. O problema é que ela não tem uma boa fama. Muitos mecânicos não indicam e apontam que pode haver uma perda de até 10% na potência do motor.A lei estadual, que passou a valer no fim do ano passado, é bem clara. O posto de combustível precisa informar se a gasolina é refinada ou formulada. Mas muitos postos ainda não tem o aviso necessário.– Pela nota que eu recebo, a gasolina é tipo C. Então vou simplesmente esclarecer o consumidor que minha gasolina é refinada. A gente vai acompanhar a lei, sem problema nenhum, repassar para os postos e associados para fazerem um banner e informarem o consumidor que a gasolina que ele está comprando tem aquela determinação pela ANP – afirma o presidente do Sindicato do Comércio de Varejista de Derivados do Petróleo (Sinpeb), Júlio Cesar Zimmermann.Procon promete fiscalizar postosAinda é difícil encontrar um posto que tenha um aviso sobre o tipo da gasolina, mesmo sendo refinada. O Procon diz que em Blumenau não encontrou a gasolina formulada, mas vai cobrar do proprietário do posto a informação pro consumidor. Segundo o órgão, a multa nesses casos é de no mínimo 500 reais.– Ela tem diferença de qualidade e de preço, então é importante que o consumidor saiba de qual está se abastecendo. O Procon vai fiscalizar, com certeza. Até já está tarde. Esta semana estamos com equipe fazendo pesquisa. Terminada a pesquisa, vamos liberá-la para fazer uma fiscalização.É importante lembrar que a gasolina formulada é autorizada pala ANP. O combustível proibido é o adulterado. E pra identificá-lo é preciso fazer testes. Todos os meses o laboratório de combustíveis da Furb faz a fiscalização dos postos de Santa Catarina e do Paraná.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaPostos de Blumenau ainda se adaptam à lei estadual sobre informação do tipo de gasolinaJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-postos-de-blumenau-ainda-se-adaptam-a-lei-estadual-sobre-informacao-do-tipo-de-gasolina-10170193Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24087240Blumenau arrecada R$ 39 milhões com primeira parcela do IPTUR$ 35,7 milhões foram arrecadados com pagamentos do imposto em parcela única2018-02-20T12:00:33-03:002018-02-20T12:00:33-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLuis Carlos Kriewall FilhoBlumenau arrecada R$ 39 milhões com primeira parcela do IPTUJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24087240Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-blumenau-arrecada-r-39-milhoes-com-primeira-parcela-do-iptu-10168799Blumenau arrecada R$ 39 milhões com primeira parcela do IPTUR$ 35,7 milhões foram arrecadados com pagamentos do imposto em parcela única2018-02-20T12:00:33-03:002018-02-20T12:00:33-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO primeiro bolo de pagamentos do IPTU em Blumenau rendeu quase R$ 40 milhões para a prefeitura da cidade. Segundo levantamento feito pela Secretaria de Gestão Financeira, até o dia 15 de fevereiro o valor arrecadado era de R$ 39.021.675,89. Desse valor, R$ 35,7 milhões são referentes a pagamentos do imposto em parcela única, com 5% de desconto. Os outros R$ 3,3, milhões são dos primeiros boletos dos tributos parcelados.Segundo a prefeitura, o valor é 12% maior que o valor arrecadado no mesmo período do ano passado. Quase 70 mil moradores optaram por pagar o IPTU em cota única, enquanto outros 31,5 mil escolheram o parcelamento.Ainda está disponível a opção de pagamento à vista com desconto menor, de 3%, até o dia 13 de março. O município espera arrecadar R$ 82 milhões com o IPTU.Quem tem dúvidas ou precisa alterar informações nos carnês ainda pode procurar a Central do IPTU, que funciona no Parque Vila Germânica e atende das 8h às 12h e 13h30min às 17h30min.Leia mais::: Tire suas dúvidas sobre o IPTU de BlumenauPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaBlumenau arrecada R$ 39 milhões com primeira parcela do IPTUJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-blumenau-arrecada-r-39-milhoes-com-primeira-parcela-do-iptu-10168799Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24094733Vereadores mirins tomam posse em sessão na Câmara de BlumenauEstudantes também escolheram mesa diretora em cerimônia que teve presença do prefeito e de outros parlamentares2018-02-19T19:02:50-03:002018-02-19T19:02:50-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSJessica de MoraisVereadores mirins tomam posse em sessão na Câmara de BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24094733Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-vereadores-mirins-tomam-posse-em-sessao-na-camara-de-blumenau-10168246Vereadores mirins tomam posse em sessão na Câmara de BlumenauEstudantes também escolheram mesa diretora em cerimônia que teve presença do prefeito e de outros parlamentares2018-02-19T19:02:50-03:002018-02-19T19:02:50-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brOs 15 vereadores mirins que compõem a legislatura de 2018 tomaram posse em sessão na tarde desta segunda-feira na Câmara de Vereadores de Blumenau. A cerimônia foi comandada pelo presidente do Legislativo, o vereador Marcos da Rosa (DEM). Os vereadores mirins fizeram a leitura do juramento e assinaram o termo de posse. Eles utilizaram a tribuna livre, assim como os representantes do Executivo e da Câmara Mirim. Durante a reunião também foi eleita a mesa diretora do primeiro semestre. Duas chapas estavam inscritas e receberam o mesmo número de votos. A chapa 2 venceu pelo critério de desempate, a idade dos integrantes.Laura Teixeira Sumensari, do Colégio Castelo, assumiu a presidência, e tem como vice Grace Ghermann da Silva, da EEB Prof. Áurea Perpétua Gomes. João Victor Burim, da EBM Machado de Assis, é o primeiro-secretário e Giovana Silva M. de Azevedo, da EBM Annemarie Techentin, a segunda-secretária.A cerimônia também contou com a presença do prefeito Napoleão Bernardes (PSDB), do vice Mário Hildebrandt (PSB), e dos vereadores Ricardo Alba (Patriota), Jens Mantau (PSDB), Alexandre Caminha (PROS), Professor Gilson (PSD), Alexandre Matias (PSDB), Bruno Cunha (PSB), Sylvio Zimmermann (PSDB) e Adriano Pereira (PT), além de pais, amigos, diretores de escola e ex-vereadores mirins.Votação envolveu mais de 10 mil alunosOs 15 novos vereadores mirins e seus suplentes foram escolhidos entre 149 candidatos de 35 escolas das redes municipal, estadual e particular de ensino do município. Dez dos quinze vereadores mirins titulares são meninas e cinco são meninos. Já entre os suplentes 10 são do sexo masculino e cinco do sexo feminino. A votação ocorreu no fim de novembro e envolveu 10.705 alunos.Vereadores mirins empossados:Bethânia DickmannCamyla Leite NunesDavi Nunes da CostaEnzo Dutra PrezotoGiovana Augusto DemarchiGiovana Silva M. de AzevedoGrace Ghermann da SilvaIsadora TomioJoana OdwaznyJoão Victor BurimLaura Teixeira SumensariMarlon Steinhenzer NevesNatalia O. Pereira dos SantosVitor Augusto DiehlPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaVereadores mirins tomam posse em sessão na Câmara de BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-vereadores-mirins-tomam-posse-em-sessao-na-camara-de-blumenau-10168246Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24093384Manifestantes fazem ato contra a Reforma da Previdência em Rio do Sul, no Alto ValeProtesto faz parte de um movimento nacional organizado pela CUT2018-02-19T10:36:28-03:002018-02-19T10:36:28-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSReprodução / DivulgaçãoManifestantes fazem ato contra a Reforma da Previdência em Rio do Sul, no Alto ValeJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24093384Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-manifestantes-fazem-ato-contra-a-reforma-da-previdencia-em-rio-do-sul-no-alto-vale-10167489Manifestantes fazem ato contra a Reforma da Previdência em Rio do Sul, no Alto ValeProtesto faz parte de um movimento nacional organizado pela CUT2018-02-19T10:36:28-03:002018-02-19T10:36:28-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brManifestantes contrários à Reforma da Previdência se reuniram na manhã desta segunda-feira em Rio do Sul, para um ato ligado ao movimento nacional ligado à Central Única dos Trabalhadores (CUT). O protesto começou por volta das 9h em frente à agência do INSS da cidade e se estende as 17h. Durante à tarde, porém, o grupo irá para outro local ainda não confirmado oficialmente.Conforme os organizadores, as centrais sindicais vão à rua durante todo dia para “lutar contra a Reforma” que, segundo eles, “acaba com a aposentadoria de milhões de brasileiros”. Há a mobilização em outros estados. No ABC Paulista, conforme a organização, motoristas de ônibus cruzaram os braços e os ônibus nem sequer saíram da garagem e a estimativa é de que 3 mil trabalhadores da Ford não tenham ido ao trabalho. O mesmo ocorreu na capital paulista, em Florianópolis e Salvador.Em Blumenau, a previsão é de que o ato ocorra às 15h, na Praça Victor Konder, em frente à prefeitura.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaManifestantes fazem ato contra a Reforma da Previdência em Rio do Sul, no Alto ValeJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-manifestantes-fazem-ato-contra-a-reforma-da-previdencia-em-rio-do-sul-no-alto-vale-10167489Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24088634Prefeitura de Blumenau volta a atrasar repasse ao Issblu e nova dívida já chega a R$ 25 milhõesMunicípio atribui atrasos a problemas no fluxo de caixa2018-02-16T07:03:02-02:002018-02-16T07:03:02-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesPrefeitura de Blumenau volta a atrasar repasse ao Issblu e nova dívida já chega a R$ 25 milhõesJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24088634Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-prefeitura-de-blumenau-volta-a-atrasar-repasse-ao-issblu-e-nova-divida-ja-chega-a-r-25-milhoes-10165257Prefeitura de Blumenau volta a atrasar repasse ao Issblu e nova dívida já chega a R$ 25 milhõesMunicípio atribui atrasos a problemas no fluxo de caixa2018-02-16T07:03:02-02:002018-02-16T07:03:02-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brFoto: Patrick Rodrigues / Jornal de Santa CatarinaEm meio à discussão do Congresso Nacional para a votação da Reforma da Previdência, a administração municipal e o Instituto Municipal de Seguridade Social de Blumenau (Issblu) vivem um impasse financeiro. A prefeitura atrasou o pagamento das alíquotas patronal (15,78%) e especial (8%) sobre o valor do vencimento de cada servidor referentes aos meses de setembro, outubro, novembro, dezembro e 13º terceiro do ano passado. O valor da dívida chega a aproximadamente R$ 25 milhões, segundo o presidente do Issblu, Elói Barni, já atualizado com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), mais juros de 0,5% ao mês e multa de 2%. De acordo com ele, a prefeitura não teria respondido nenhuma das quatro notificações emitidas em relação aos atrasados, sendo a última no início do mês. Há a expectativa que o valor seja quitado ou parcelado até abril, quando vence o Certificado de Regularidade Previdenciária (CRP).– Sem este certificado, o município não recebe transferências voluntárias da União, liberação de recursos de financiamentos, entre outras consequências. Portanto, o não pagamento não é bom nem para o instituto nem para o próprio município – cita Barni.O Issblu é responsável pela previdência de 10 mil servidores municipais, entre ativos, aposentados e pensionistas. O mandatário do instituto espera que os valores em atraso sejam repassados o mais breve possível, visando o equilíbrio financeiro do regime previdenciário.– Lembrando que qualquer proposta de parcelamento deve ser discutida e deliberada com o Conselho de Administração do instituto – reitera Barni.Desde quando o Issblu foi criado, em 2000, foram formalizados oito parcelamentos pela prefeitura, sendo que cinco deles são pagos mensalmente pela administração municipal. O instituto gere os valores recolhidos por poder público e servidores públicos efetivos (concursados), que integram um sistema próprio de aposentadoria em vez do regime geral do INSS.Prefeitura atribui atraso a problemas de fluxo de caixaO secretário de Gestão Financeira, Ronaldo Rogério Wan-Dall, diz que o atraso nas alíquotas do ano passado é reflexo da falta de fluxo de caixa e queda na arrecadação do município. Afirma ainda que há um plano para solucionar o impasse. Explica que em setembro de 2017, a prefeitura ingressou no Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC) com um pedido de liberação de parte dos depósitos judiciais, valor referente a ações em discussão que estão no fundo do tribunal, que soma aproximadamente R$ 50 milhões, segundo Wan-Dall.– A legislação nos permite usar até 70% desse valor, mas primeiro é preciso abater os precatórios e posteriormente as dívidas fundadas, como é o caso dos cinco parcelamentos abertos que a prefeitura tem atualmente junto ao Issblu – pondera o secretário.Wan-Dall diz que uma parte do valor solicitado – em torno de R$ 12 milhões – já teria sido liberada. Deste montante, R$ 7 milhões foram utilizados no pagamento de precatórios e R$ 5 milhões estão na conta da prefeitura para abater os parcelamentos já existentes com o Issblu, que chegam a R$ 65,6 milhões, de acordo com o presidente do instituto. Wan-Dall sustenta que apesar dos atrasos de setembro a dezembro de 2017, os outros cinco parcelamentos estão com o pagamento em dia.– Estamos aguardando um novo valor ser liberado pelo TJ-SC, algo por volta de R$ 20 milhões, para então utilizarmos o montante no abatimento dos parcelamentos feitos anteriormente com o instituto e então vamos verificar junto ao Issblu a possibilidade de parcelar os valores atrasados – detalha o secretário.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaPrefeitura de Blumenau volta a atrasar repasse ao Issblu e nova dívida já chega a R$ 25 milhõesJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-prefeitura-de-blumenau-volta-a-atrasar-repasse-ao-issblu-e-nova-divida-ja-chega-a-r-25-milhoes-10165257Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24088549Propostas de mudanças em linhas de ônibus de Blumenau são apresentadas em audiência públicaCinco simulações de alteração em trajetos e duas referentes à frota foram explicadas a plenário lotado da Câmara de Vereadores2018-02-15T21:07:49-02:002018-02-15T21:07:49-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesPropostas de mudanças em linhas de ônibus de Blumenau são apresentadas em audiência públicaJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24088549Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-propostas-de-mudancas-em-linhas-de-onibus-de-blumenau-sao-apresentadas-em-audiencia-publica-10165222Propostas de mudanças em linhas de ônibus de Blumenau são apresentadas em audiência públicaCinco simulações de alteração em trajetos e duas referentes à frota foram explicadas a plenário lotado da Câmara de Vereadores2018-02-15T21:07:49-02:002018-02-15T21:07:49-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brOs blumenauenses voltaram a participar de uma audiência pública para discutir o transporte coletivo de Blumenau. Um ano e 11 meses atrás, na Vila Germânica, o tema foi o novo edital de licitação para conceder o serviço a uma nova empresa. Na noite desta quinta-feira, na Câmara de Vereadores, o assunto da vez foram mudanças em linhas que possam ajudar na redução da quilometragem percorrida, no aumento de viagens e na redução do tempo para buscar até mesmo melhora no valor da tarifa para os usuários.A intenção é dar mais transparência aos custos do serviço da empresa Blumob e às propostas que vêm sendo discutidas desde o final de dezembro por uma comissão mista que inclui representantes da própria Câmara, do Seterb, da Blumob e da Agência Intermunicipal de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos Municipais do Vale do Itajaí (Agir), que desde o ano passado é responsável por acompanhar os contratos e o processo de reajuste da tarifa na cidade.Os integrantes da comissão foram as principais lideranças que discursaram ontem à noite. Entre as propostas sugeridas estão mudanças de rota em nove linhas, que podem ocorrer a partir de março. Essas alterações, entretanto, ainda vão ser apresentadas pela Agir à prefeitura, provavelmente no fim de março. Caso o poder público decida realmente implantá-las, deverá anunciar com 10 dias de antecedência e passar por 20 dias de testes. Elas fazem parte de um planejamento para o transporte coletivo em 2018.Audiência mirou apenas possíveis mudanças em linhasNo início da reunião, o vereador Almir Vieira (PP), que convocou a audiência, deixou claro que o tema da audiência seria apenas a planilha de custos da empresa Blumob e as possíveis mudanças em rotas e em horários do transporte coletivo de Blumenau. As mudanças, em fase de discussão na comissão mista da Agir, segundo o vereador poderia ter reflexos até mesmo em uma melhor tarifa para os passageiros.Assuntos como uma suposta tentativa de retirada de cobradores, que preocupou o sindicato dos trabalhadores do transporte e fez com que cerca de 70 representantes de sindicatos ajudassem a lotar o plenário, não foram discutidos na reunião. Nove vereadores estiveram presentes e a Blumob não enviou representantes.Foto: Patrick Rodrigues / Jornal de Santa CatarinaCinco propostas de mudanças em rotasApós uma rápida fala do presidente do Seterb, Carlos Lange, que reforçou apoio à comissão da Agir, o diretor-geral da Agir, Heinrich Luiz Pasold, explicou o papel da agência no monitoramento dos contratos financeiros e das planilhas do transporte coletivo de Blumenau. Em seguida, o presidente da comissão mista da Agir, Daniel Antonio Narzetti, apresentou as propostas de mudanças estudadas até agora pelo grupo.As propostas envolvem quatro eixos: operação do sistema, frota, econômica e jurídica. Cinco mudanças que afetam nove linhas de ônibus foram apresentadas pela Agir (confira abaixo as alterações propostas). Segundo Narzetti, somente essas alterações de rotas poderiam diminuir em 30,7 mil quilômetros mensais a distância percorrida pelos veículos da Blumob.Propostas incluem redução de potência em veículosAs mudanças que envolvem a frota consistem em um pedido para redução da exigência de 200 para 180 cavalos a potência dos veículos leves (ônibus intermediários que fazem as linhas do bairro para os terminais, não afeta os carros de 13 e 15 metros que fazem as linhas troncais). Segundo o presidente da comissão, a capacidade seria suficiente para a carroceria de 11 metros exigidos no edital para esses veículos intermediários. A mudança permitiria diminuição de 6,45% no investimento para a frota e 3,48% de economia no combustível. Outra defesa foi a redução do número de veículos reservas – o edital exige 20 ônibus e a empresa pretende reduzir até cinco desses ônibus. O representante da Agir alegou que o que o edital de Blumenau prevê seria o maior percentual de veículos reservas do país.Caso todas essas mudanças venham a ser implementadas, segundo cálculo apresentado pela Agir, resultariam em uma redução da tarifa de R$ 4,05 para R$ 4,01 – com arredondamento, seria possível trazer a tarifa para R$ 4,00.As mudanças enfrentaram rejeição da maioria dos que compareceram à audiência. Quando a palavra foi aberta para perguntas, houve críticas a problemas como a redução crescente no número de usuários de ônibus e mudanças de horários e linhas feitas desde que o serviço passou a ser operação pela Piracicabana e, mais tarde, Blumob. Também foi questionada o motivo de não haver associações de moradores representadas na comissão mista liderada pela Agir. Justina Inês Ogliari, que também é presidente da Associação das Domésticas de Blumenau, compareceu à audiência, mas não saiu satisfeita com as argumentações das entidades envolvidas.– Como eles querem diminuir os horários de ônibus? Cada vez o trânsito vai ficar pior porque todo mundo vai adquirir um carro. Não é uma boa solução. A melhor solução é aumentar, mas aumentar bastante os horários de ônibus, e não só diminuir os quilômetros – afirma AS PROPOSTASLinhas1 – Fusão das linhas 403 (Progresso) e 409 (Santa Maria)Hoje cada linha faz um trajeto diferente na região do bairro Progresso e na Rua Santa Maria, na localidade Nova Rússia. Pela proposta, haveria uma fusão dessas linhas, criando um trajeto circular – ida por uma margem do rio e retorno por outro. Como contrapartida, a Linha Santa Maria teria ganho de 17 horários segundo a comissão da Agir. Esta mudança já foi colocada em testes durante os horários especiais de fim de ano e mantida neste início de ano.2 – Adequação de traçado na linha 101 (Fidélis)Hoje o ônibus faz uma volta até o trevo da BR-470 porque não é possível cruzar a rodovia. Pelo novo trajeto, o ônibus faria um percurso menor, já saindo no trevo da BR-470. Em compensação, outra linha faria um trecho entre Terminal do Aterro e rua 1º de Janeiro.3 – Adequação da linha 603 (Tribess)Esta linha também passaria a ter um traçado circular4 – Adequação da linha 706 (25 de agosto)O trecho feito por essa linha, na região do bairro Itoupava Norte, seria absorvido pelas linhas 602 (Fritz Koegler) e 300 (Interbairros)5 – Adequação de traçado das linhas 708 (Coripós) e 704 (Lúcio Esteves)Hoje as duas linhas fazem trajetos paralelos, quase se encontrando no ponto final. A adequação também iria unificar esses itinerários, fazendo um trajeto circular.Frota1 – Alteração de 200 para 180 cavalos na potência dos motores dos veículos leves (ônibus intermediários que fazem as linhas do bairro para os terminais).2 – Redução de 20 para 15 no número de veículos reservas exigidos pelo edital.Ganhos econômicos, segundo a AgirSegundo o presidente da comissão mista da Agir, Daniel Antônio Narzetti, as alterações de rotas poderiam diminuir em 30,7 mil quilômetros mensais a distância percorrida pelos veículos da Blumob. Já as mudanças nas regras da frota permitiriam diminuição de 6,45% no investimento para a frota e 3,48% de economia no combustível. Juntas, as propostas seriam capazes de permitir uma redução da tarifa de R$ 4,05 para R$ 4,01 – com arredondamento, seria possível trazer a passagem para R$ 4,00. As propostas, no entanto, ainda estão serão apresentadas pela Agir ao poder público, que antes de implantar precisaria fazer questionamentos aos usuários e período de testes.-Outras sugestões envolveram novas audiências e criação de conselhoSugestões gerais também marcaram a audiência. O presidente da Associação de Moradores da Rua Concórdia, no bairro da Velha, Marcos Aurélio Saldanha, disse que as mudanças podem trazer ganhos à população. Ele aproveitou a ocasião para tentar mais uma vez defender a troca de ônibus grandes por micro-ônibus em parte dos 17 horários que hoje atendem a localidade. Com a economia que a empresa teria, em troca ele defende um aumento no número de horários para os moradores locais.Outra ideia foi apresentar as simulações de mudanças detalhadas nesta quinta-feira em outras audiências ou reuniões com as comunidades que serão mais atingidas. O coordenador regional da Associação dos Usuários de Rodovias de SC (Auresc), Ricardo Wippel, propôs também a criação de um conselho municipal de transporte que reunisse entidades de classe e representantes dos usuários para intermediar esse tipo de decisão sobre transporte coletivo.- O que tem que ter é participação porque o distanciamento gera dúvidas e as dúvidas geram conflito - opinou.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaPropostas de mudanças em linhas de ônibus de Blumenau são apresentadas em audiência públicaJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-propostas-de-mudancas-em-linhas-de-onibus-de-blumenau-sao-apresentadas-em-audiencia-publica-10165222Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24087240Moradores têm até esta quinta-feira para pagar IPTU com desconto em BlumenauDesconto de 5% é para a cota única do tributo2018-02-15T11:11:40-02:002018-02-15T11:11:40-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLuis Carlos Kriewall FilhoMoradores têm até esta quinta-feira para pagar IPTU com desconto em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24087240Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-moradores-tem-ate-esta-quinta-feira-para-pagar-iptu-com-desconto-em-blumenau-10164693Moradores têm até esta quinta-feira para pagar IPTU com desconto em BlumenauDesconto de 5% é para a cota única do tributo2018-02-15T11:11:40-02:002018-02-15T11:11:40-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brQuem quer pagar o IPTU em Blumenau em cota única e ter desconto de 5% deve pagar o boleto até esta quinta-feira. Depois deste primeiro prazo, os moradores ainda têm a chance de pagar o imposto de uma vez só até o dia 13 de março, mas com desconto de 3%.Leia maisLeia todas as informações de SC no NSC TotalTire suas dúvidas sobre o IPTU 2018 em BlumenauPara quem optou pelo parcelamento do IPTU, o primeiro boleto também vence nesta quinta, dia 15. Quem tiver dúvidas ou precisar alterar informações nos carnês ainda pode procurar a Central do IPTU, que funciona no Parque Vila Germânica e atende das 8h às 12h e 13h30min às 17h30min.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaMoradores têm até esta quinta-feira para pagar IPTU com desconto em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-moradores-tem-ate-esta-quinta-feira-para-pagar-iptu-com-desconto-em-blumenau-10164693Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24084448Meta de Aldo Schneider é fazer a Alesc economizarNatural de Agrolândia, peemedebista recoloca o Alto Vale do Itajaí nos holofotes da política ao assumir presidência do Legislativo de SC2018-02-14T15:48:59-02:002018-02-14T15:48:59-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSGuto KuertenMeta de Aldo Schneider é fazer a Alesc economizarJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24084448Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-meta-de-aldo-schneider-e-fazer-a-alesc-economizar-10163109Meta de Aldo Schneider é fazer a Alesc economizarNatural de Agrolândia, peemedebista recoloca o Alto Vale do Itajaí nos holofotes da política ao assumir presidência do Legislativo de SC2018-02-14T15:48:59-02:002018-02-14T15:48:59-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brApós quase três décadas, um representante do Alto Vale ocupa novamente o cargo de presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc). O deputado Aldo Schneider (PMDB) assumiu a casa no dia 6 deste mês e ficará no comando até janeiro de 2019. Questionado sobre os desafios à frente do cargo, Schneider elenca três pontos. O primeiro, e considerado primordial, é dar condições aos demais deputados para que desempenhem com plenitude seus mandatos.– O presidente nada mais é do que o representante dos seus colegas – afirma.O ano eleitoral não irá interferir nos trabalhos legislativos, na opinião do presidente. Schneider diz que um calendário especial de trabalhos será elaborado – com divulgação prevista no fim de maio – para dar andamento aos projetos e atender prazos eleitorais.Leia maisAcesso o NSC Total e fique por dentro do que acontece em SCO deputado quer traçar um perfil econômico à sua gestão. É o que ele aponta como segundo desafio na função, indicando que cada centavo poupado na Alesc voltará aos cofres do governo do Estado para fazer frente a despesas com educação, infraestrutura e saúde, esta última apontada como o principal problema.– Podemos ter uma conversa (com o governo de SC), em nome dos 40 deputados, para que isso vá para o fundo estadual da saúde.A terceira meta do parlamentar é colocar em funcionamento, entre março e abril, o novo prédio adquirido pela Assembleia Legislativa. Schneider lembra que hoje os serviços de ordem administrativa estão divididos em quatro prédios diferentes e alugados. Com a centralização, de acordo com ele, será oferecido uma estrutura adequada aos servidores para aprimorar os serviços prestados à comunidade.Prioridades do Vale do Itajaí estarão na pautaO último deputado do Alto Vale a assumir a Alesc havia sido Heitor Luiz Sché (eleito pelo PDS, que atualmente se chama PP), em 1989. O Vale do Itajaí, por sua vez, estava há 15 anos sem um deputado no principal posto do parlamento estadual. Com a ascensão de Schneider à presidência, o Vale do Itajaí ganha em representatividade, na avaliação do parlamentar, que defende a importância do diálogo junto às esferas de governo para garantir os avanços que a região necessita. As obras de prevenção de cheias, dar velocidade para completar a duplicação da BR-470 e a finalização e entrega do centro oncológico de Rio do Sul são alguns dos pontos que o parlamentar aponta como urgências da região que pretende debater.– Discutirei com o governador de igual para igual as prioridades do Vale – reitera. Vereador, prefeito, secretário e deputado estadualAldo Schneider começou a trajetória política em 1988, quando se elegeu vereador de Ibirama, defendendo a emancipação do Distrito de Vitor Meireles. No ano seguinte, venceu a eleição e foi o primeiro prefeito do agora município de Vitor Meireles, que administrou em outras duas passagens (de 1997 a 2000 e de 2000 a 2003, quando renunciou para assumir como Secretário de Estado na SDR de Ibirama). O currículo também inclui passagens pela Coletoria Estadual de Vitor Meireles, em 1987, e Secretaria de Estado da Fazenda, em 1993.O peemedebista está em seu segundo mandato como deputado estadual. Na primeira vez em que concorreu ao cargo, em 2010, se elegeu com 36 mil votos. Foi reeleito quatro anos depoiscom 58 mil votos. É o 49º político a ocupar a presidência da Alesc e terá o deputado Silvio Dreveck (PP) como vice.Aldo é definido pelo correligionário Rogério Mendonça como um vencedor. Peninha, como o deputado federal é popularmente conhecido, destaca a ascensão do colega e amigo, que já no primeiro mandato assumiu a liderança do PMDB na Casa e depois buscou o posto de líder do governo:– Sem medo de errar, eu digo: Aldo ainda vai alçar voos muito maiores – projeta Peninha.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaMeta de Aldo Schneider é fazer a Alesc economizarJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-meta-de-aldo-schneider-e-fazer-a-alesc-economizar-10163109Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24084406Blumenauenses já pagaram mais de R$ 57 milhões em impostos neste anoValor pago em impostos pelos contribuintes de Blumenau em 2018 construiria 47 creches caso fosse reinvestido todo no município2018-02-14T07:00:06-02:002018-02-14T07:00:06-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesBlumenauenses já pagaram mais de R$ 57 milhões em impostos neste anoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24084406Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-blumenauenses-ja-pagaram-mais-de-r-57-milhoes-em-impostos-neste-ano-10163107Blumenauenses já pagaram mais de R$ 57 milhões em impostos neste anoValor pago em impostos pelos contribuintes de Blumenau em 2018 construiria 47 creches caso fosse reinvestido todo no município2018-02-14T07:00:06-02:002018-02-14T07:00:06-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO blumenauense já pagou em impostos somente neste ano – de 1º de janeiro até as 12h de ontem – pelo menos R$ 57,1 milhões. O número é do Impostômetro, site mantido por entidades comerciais paulistas e pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação de São Paulo. O endereço mede em tempo real os tributos pagos pelos brasileiros e suscita o debate sobre a distribuição dos montantes. Se ficasse todo no município e fosse destinado exclusivamente à educação, por exemplo, seria suficiente para a construção de aproximadamente 47 Centros de Educação Infantil (CEI), ao custo médio R$ 1,2 milhão – mesmo valor da última ordem de serviço assinada pela prefeitura de Blumenau para a construção de um CEI, em março de 2017. Caso cada uma dessas unidades atendesse 94 crianças em período integral (conforme o modelo em construção no bairro Itoupavazinha), seria possível zerar a fila de espera em creches públicas da cidade, que hoje é de mais de 4,2 mil crianças, conforme consta no Portal da Transparência da prefeitura.Na hora de distribuir estes recursos, a conta, porém, é outra. Seguindo o atual pacto federativo, o montante arrecadado é dividido entre município, Estado e União. De acordo com a média de repasses de 2016, divulgada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento, a divisão é na ordem de 7,55% para a prefeitura, 27,10% para o governo do Estado e 65,40% para o governo federal.O economista Nazareno Loffi Schmoeller explica que seguindo esses percentuais, o valor distribuído entre cada ente da federação ficaria aproximadamente R$ 4,3 milhões para o município, R$ 15,5 milhões para os cofres estaduais e R$ 37,3 milhões para as contas federais. Posteriormente, Estado e União repassam a parte que compete ao município de tributos pagos respectivamente a eles, como por exemplo IPVA e IPI.Assim, de acordo com Schmoeller, o valor final dos R$ 57,1 milhões pagos em tributos pelos blumenauenses que chega aos cofres da prefeitura é R$ 11,7 milhões. Entretanto, ele destaca que do montante que sobra, cerca de R$ 45,4 milhões, uma parte voltará ao município, mas com o pagamento de contas que são de responsabilidade do governo estadual, como escolas estaduais e Polícia Militar; e da União, com o 23º Batalhão de Infantaria e Receita Federal, por exemplo.– Sabe-se com certeza que de cada R$ 100 arrecadado, mais de R$ 21 é gasto na cidade, pelo governo municipal. Mas não se sabe quanto é o gasto estadual e federal no município – sustenta Schmoeller.Desigualdade na divisão impacta municípioPara o secretário municipal de Gestão e Transparência, Paulo Costa, a desigualdade na divisão dos tributos gera um desequilíbrio em uma balança onde o município tem mais responsabilidades do que receita. Ele defende a necessidade de uma revisão do pacto federativo em que o município fique com aproximadamente 25% dos tributos arrecadados na cidade. Cita ainda que em áreas sociais é necessário investir acima do mínimo estipulado por lei, impactando em outras necessidades.– Isso leva a uma terceira consequência, que é o município ter que ampliar sua capacidade de investimento via financiamentos. A administração municipal acaba se endividando para compensar essa falta de recurso próprio que ele não tem por não haver contrapartida justa tanto da União quanto do Estado – explica Costa.Arrecadação de tributos está 6% maior, na comparação com 2017Segundo dados do Impostômetro, a arrecadação de tributos de Blumenau nos primeiros 44 dias de 2018 é 6% maior do que em relação ao mesmo período de 2017, quando foram pagos R$ 53,9 milhões em impostos. No mesmo intervalo, a diferença mais expressiva está entre os anos de 2016 para 2017, quando a arrecadação subiu 19,4% na cidade, passando de R$ 45,1 milhões para R$ 53,9 milhões.Para o economista Jamis Antonio Piazza, o crescimento é resultado da elevação do Produto Interno Bruto (PIB).– Em 2015 e 2016, nós (Brasil) tivemos queda no PIB. No ano de 2017, ele já não ficou negativo e para este ano se projeta um crescimento entre 2,5% a 3% – justifica.O levantamento aponta ainda que em 2017 Santa Catarina arrecadou R$ 82,9 bilhões em tributos. Se comparado com os valores pagos apenas em Blumenau no mesmo ano – R$ 381 milhões – a cada R$ 100 pagos pelos contribuintes no Estado, R$ 0,46 tiveram origem em Blumenau.Foto: Reprodução / ReproduçãoPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaBlumenauenses já pagaram mais de R$ 57 milhões em impostos neste anoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-blumenauenses-ja-pagaram-mais-de-r-57-milhoes-em-impostos-neste-ano-10163107Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23103924Varejo catarinense fecha 2017 com a maior alta das vendas desde 2001Mesmo com o maior aumento do país, de 13,5%, setor ainda não retornou aos níveis pré-crise econômica2018-02-10T13:26:08-02:002018-02-10T13:26:08-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMarco FaveroVarejo catarinense fecha 2017 com a maior alta das vendas desde 2001Jornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:23103924Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-varejo-catarinense-fecha-2017-com-a-maior-alta-das-vendas-desde-2001-10161271Varejo catarinense fecha 2017 com a maior alta das vendas desde 2001Mesmo com o maior aumento do país, de 13,5%, setor ainda não retornou aos níveis pré-crise econômica2018-02-10T13:26:08-02:002018-02-10T13:26:08-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO comércio varejista catarinense experimentou um crescimento chinês em 2017. Após dois anos seguidos de queda, o setor teve um aumento das vendas de 13,5%, com alta nominal das receitas de 12,8%. Trata-se do melhor resultado entre todos os estados brasileiros. Na média nacional, o crescimento do varejo foi de apenas 2%, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio — que não considera vendas de carros e materiais de construção —, divulgada nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).A alta de 13,5% também representa o maior crescimento do varejo no Estado desde 2001, ano do início da série histórica (veja o gráfico abaixo). !function(e,t,s,i){var n="InfogramEmbeds",o=e.getElementsByTagName("script")[0],d=/^http:/.test(e.location)?"http:":"https:";if(/^\/{2}/.test(i)&&(i=d+i),window[n]&&window[n].initialized)window[n].process&&window[n].process();else if(!e.getElementById(s)){var r=e.createElement("script");r.async=1,r.id=s,r.src=i,o.parentNode.insertBefore(r,o)}}(document,0,"infogram-async","https://e.infogram.com/js/dist/embed-loader-min.js");Vendas no comércio varejistaInfogramEntre os setores que puxaram a alta, dois se destacaram: hipermercados e supermercados (25%) e equipamentos e material de informática, escritório e comunicação (24,2%). No caso dos supermercadistas, o presidente da associação do setor (Acats), Paulo Cesar Lopes, considera que o desempenho do segmento pode ser um referencial importante na retomada da economia. Ele diz que a inflação ajudou a alavancar as vendas:— Acreditamos que o fato de a taxa de inflação estar sob controle, inclusive abaixo da meta do governo, foi uma importante vitória para tranquilizar os setores produtivos e também permitir a manutenção de poder de compra da massa salarial dos trabalhadores.Para o economista Luciano Córdova, da Fecomercio-SC, o aumento de 13,5% do varejo precisa ser relativizado, já que a base de comparação estava muito achatada devido às quedas de 2015 e 2016. Na avaliação dele, é esperado que o comércio volte aos patamares de antes crise no fim deste ano.— Acredito que teremos um crescimento mais moderado, entre 5% e 6%. Com isso, poderemos retomar aos níveis de 2013 e 2014 — opina.O fato que mais chamou atenção na pesquisa, diz Córdova, foi o grande deslocamento entre Santa Catarina e o resto do Brasil. É um indicador de que o Estado está se recuperando de maneira mais rápida:— Mostra que já temos um mercado interno consolidado. O desemprego relativamente mais baixo também contribui, criando condições para uma retomada mais consistente do consumo.Comércio melhor que a indústriaOs dados divulgados nesta sexta-feira também indicam que o comércio está se recuperando de uma maneira mais forte que a indústria. Um exemplo é o setor automotivo, que só deve retomar os números de 2012 por volta de 2024, de acordo com estimativas da Fenabrave-SC. A explicação para isso, segundo economistas, vem do fato que o comércio é uma atividade com menos riscos. —É natural que a recuperação da indústria demore um pouco mais. O volume de investimentos e os riscos envolvidos são muito maiores. É preciso de um cenário mais estável para um crescimento mais forte.Mesmo com o resultado positivo de 2017, a análise da Fecomercio é que teremos uma "década perdida" nos anos 2010. Isso porque a estimativa dos economistas é que o PIB brasileiro só retome em 2021 os valores atingidos antes da recessão econômica.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaVarejo catarinense fecha 2017 com a maior alta das vendas desde 2001Jornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-varejo-catarinense-fecha-2017-com-a-maior-alta-das-vendas-desde-2001-10161271Change0Usable