Temer diz que é "provável" que país tenha inflação abaixo de 4,5% em 2017 - Política e Economia - Santa

Previsão15/02/2017 | 14h54Atualizada em 15/02/2017 | 14h54

Temer diz que é "provável" que país tenha inflação abaixo de 4,5% em 2017

Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, acredita que a aprovação das reformas que estão sendo tocadas pelo governo também ajudará na recuperação da economia

Temer diz que é "provável" que país tenha inflação abaixo de 4,5% em 2017 Beto Barata/Presidência da República
Nesta quarta-feira, presidente participou da liberação de milho para o Programa Vendas em Balcão Foto: Beto Barata / Presidência da República
Agência Brasil
Agência Brasil

O presidente Michel Temer disse, nesta quarta-feira, ser provável que o país registre inflação abaixo da meta de 4,5% este ano. A afirmação foi feita durante o anúncio de liberação de milho da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para o Programa Vendas em Balcão, no Palácio do Planalto. 

— Para nossa surpresa agradável, a inflação veio de 10,70% para 6,23% em seis meses. E a inflação de janeiro foi a melhor registrada em 20 anos. Agora, é provável que consigamos uma inflação menor do que a de 4,5%. Isso significa esperança e confiança para os investidores — afirmou o presidente.

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O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, acredita que a aprovação das reformas que estão sendo tocadas pelo governo também ajudará na recuperação da economia. 

— Não há dúvida de que a economia brasileira está voltando à normalidade. Com a aprovação da PEC do Teto, agora a admissibilidade da reforma da Previdência, a apresentação da reforma trabalhista e todas as mudanças microeconômicas em andamento, certamente a economia brasileira volta ao normal — disse ele.

— É portanto absolutamente razoável que isso, conjugado com a política monetária bem aplicada pelo Banco Central, faça com que a inflação convirja para a meta — acrescentou. 

O ministro reafirmou a expectativa de que no último trimestre de 2017 a economia apresente crescimento de 2% na comparação com o mesmo período de 2016.

Temer reiterou que o primeiro momento do governo foi o de combate à recessão, por meio da queda da inflação e dos juros. Ele lembrou ainda a injeção de recursos na economia, principalmente por meio da liberação dos valores retidos nas contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

— Veja o caso das contas inativas do FGTS, paralisadas com famílias, pessoas e empresas endividadas. Como disse o Meirelles ontem, o Estado acaba deixando de tutelar as pessoas, com aquele dinheiro lá. Não é uma importância pequena. É uma importância de R$ 41 bilhões — disse o presidente. — Vamos dizer que nem tudo seja sacado e que sejam sacados entre R$ 30 e R$ 35 bilhões. É uma injeção na economia de um lado, e de outro gera certa tranquilidade social para que aqueles que têm dívidas possam quitá-las — acrescentou.

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*Agência Brasil

 
 

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