Política e Economia, Jornal de Santa Catarina, clicRBSJornal de Santa Catarinahttp://jornaldesantacatarina.clicrbs.com.br/sc/urn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-iatom© 2011-2017 clicrbs.com.br2017-11-22T22:50:05-02:00urn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-clovis-reis-blumenau-de-volta-as-primeiras-paginas-da-politica-catarinense-10032648Clóvis Reis: Blumenau de volta às primeiras páginas da política catarinenseConfira a coluna desta quarta-feira2017-11-22T11:45:31-02:002017-11-22T11:45:31-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brAté recentemente, o processo eleitoral em Santa Catarina parecia definido, mas nas últimas semanas o cenário embaralhou completamente. Dois representantes de Blumenau têm participação na mudança. De um lado, o prefeito Napoleão Bernardes (PSDB), eleito vice-presidente do diretório e lançado candidato a governador pela base do partido. De outro, o deputado federal João Paulo Kleinübing (PSD), cuja atuação nos bastidores recoloca seu nome na disputa majoritária. O protagonismo de ambos se soma à consolidação do deputado federal Décio Lima (PT) como candidato ao governo e fiador de uma aliança que teria o PP como um dos integrantes. É Blumenau de volta às primeiras páginas do noticiário político de Santa Catarina.***O Samae de Blumenau prevê investimentos de R$ 40 milhões na ampliação da estação de tratamento de águas localizada na Rua Bahia. As obras serão realizadas com recursos próprios, provenientes da economia decorrente da redução de despesas e da renegociação de contratos.***Os presidentes da JPSDB do Paraná e do Rio Grande do Sul vêm a Blumenau amanhã para definir com a representação de Santa Catarina os delegados da Região Sul no segmento jovem do partido. No sábado quem passa por aqui é o próprio presidente nacional da JPSDB.***Três ex-prefeitos da região estão em campanha a deputado estadual: Celso Zuchi (PT-Gaspar), Laercio Schuster (PP-Timbó) e Serginho dos Santos (PMDB-Indaial).***Oficiais da Polícia Militar que trabalham em Blumenau participaram em São Paulo de um intercâmbio de experiências com a equipe da Rota e de outras unidades de choque da PM paulista.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaClóvis Reis: Blumenau de volta às primeiras páginas da política catarinenseJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-clovis-reis-blumenau-de-volta-as-primeiras-paginas-da-politica-catarinense-10032648Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23913922Dagmara Spautz: Nacionalizar navios trará o dobro de escalas de cruzeiros a SCProcessos como o de Porto Belo tramitam há cinco temporadas2017-11-22T09:32:05-02:002017-11-22T09:32:05-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLuiz Carlos de Souza / Arquivo PessoalDagmara Spautz: Nacionalizar navios trará o dobro de escalas de cruzeiros a SCJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:23913922Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-dagmara-spautz-nacionalizar-navios-trara-o-dobro-de-escalas-de-cruzeiros-a-sc-10032358Dagmara Spautz: Nacionalizar navios trará o dobro de escalas de cruzeiros a SCProcessos como o de Porto Belo tramitam há cinco temporadas2017-11-22T09:32:05-02:002017-11-22T09:32:05-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brO alfandegamento, procedimento de nacionalização que permite a parada de navios de cruzeiro que vêm do exterior, é o principal desafio dos terminais catarinenses para a próxima temporada. Neste verão Itajaí será a única cidade a receber navios internacionais, mas com limitações de tamanho que impedem a atracação dos grandes transatlânticos. A estimativa é que a regularização dos terminais poderia render a Santa Catarina mais 42 escalas _ o que dobraria o número de paradas.Primeira escala de transatlântico traz 4 mil turistas a Balneário CamboriúO cálculo leva em conta o número de viagens de ida e volta feitas por navios que fazem a rota do Mercosul, e que este ano não vão parar em nenhum terminal no Estado. As companhias têm interesse em novas escalas, mas o processo de alfandegamento passa por uma série de exigências que os operadores têm tentado flexibilizar.As normas atuais incluem equipamentos de segurança semelhantes aos dos aeroportos, e estrutura para conferência de passaportes e bagagens, se for o caso. A Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (Clia/Abremar) tem atuado junto às Comissões Estaduais e Nacional de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis _ Cesportos e Conportos _ para que a norma seja alterada e passe a diferenciar píeres de atracação de portos organizados.A medida tornaria as exigências mais brandas para as estruturas que receberão navios em trânsito, sem novos embarques nem retirada de bagagens _ caso de Porto Belo, que vem tentando o alfandegamento há pelo menos cinco temporadas, sem sucesso. No momento, o plano de segurança apresentado pelo município está em análise na Cesportos e há um processo correndo junto à Receita Federal.A Bontur, empresa responsável pelo Atracadouro Barra Sul, em Balneário Camboriú, também fez uma consulta preliminar à Receita Federal sobre a possibilidade de alfandegamento.“Não é impossível”O inspetor da Receita em Itajaí, Klebs Garcia Peixoto Junior, confirma que o processo de Porto Belo está caminhando. Ele diz que as normas para a primeira parada de um navio que vem do exterior são mais rígidas em qualquer lugar do mundo, mas garante que não são impossíveis de serem atendidas.AgendaImportante para o Estado, com possibilidade de dobrar o incremento de R$ 70 milhões que os cruzeiros trarão a Santa Catarina este ano, o alfandegamento ainda não chegou à agenda política no Estado. Só em agosto deste ano a Assembleia Legislativa passou a ter uma Frente do Setor Náutico, capitaneada pelo deputado Gabriel Ribeiro (PSD), para colocar em pauta essa discussão.Desembarque na atraçãoNo trade turístico de Balneário Camboriú fala-se que a principal vantagem da chegada dos navios à cidade é que o turista desembarca de frente para os principais pontos turísticos. De fato, o novo destino fez sucesso entre os turistas que chegaram, nesta terça-feira, a bordo do navio Preziosa na primeira escala oficial de transatlânticos. Só 5% dos passageiros e tripulantes compraram passeios para cidades vizinhas. Normalmente, esse índice é de 20%.Acompanhe as publicações da colunista Dagmara Spautz:Itajaí fechará 2017 com saldo positivo de empregosBalneário Camboriú vai protestar dívidas em cartórioMPSC avalia importância histórica de um dos primeiros balneários do EstadoPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaDagmara Spautz: Nacionalizar navios trará o dobro de escalas de cruzeiros a SCJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-dagmara-spautz-nacionalizar-navios-trara-o-dobro-de-escalas-de-cruzeiros-a-sc-10032358Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:21654524Universidade gratuita é subsídio para parcela mais rica da populaçãoRelatório do Banco Mundial conclui: 65% dos estudantes das universidades públicas pertencem aos 40% dos mais ricos2017-11-22T09:19:51-02:002017-11-22T09:19:51-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSUFSCUniversidade gratuita é subsídio para parcela mais rica da populaçãoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:21654524Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-universidade-gratuita-e-subsidio-para-parcela-mais-rica-da-populacao-10032341Universidade gratuita é subsídio para parcela mais rica da populaçãoRelatório do Banco Mundial conclui: 65% dos estudantes das universidades públicas pertencem aos 40% dos mais ricos2017-11-22T09:19:51-02:002017-11-22T09:19:51-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brHá alguns anos a Universidade Federal de Santa Catarina enfrenta um sério problema: a falta de estacionamento nos amplos espaços reservados a veículos particulares no campus da Trindade. Não são carros de professores. A grande maioria é dos estudantes ali matriculados. Esta realidade revela que as universidades públicas são frequentadas muito mais pelos ricos e integrantes da classe média do que pelos mais pobres e se repete nas demais cidades brasileiras.Não causa surpresa, portanto, o relatório do Banco Mundial intitulado "Um ajuste justo – propostas para aumentar a eficiência e equidade do gasto público no Brasil". Afirma: "As despesas com ensino superior são ineficientes e regressivas". Sugere o fim da gratuidade nas universidades públicas, com pagamento pelas famílias mais ricas.Os especialistas em educação e os economistas de renome que estiveram nos últimos dias em Santa Catarina têm posição consensual: o Brasil gasta muito mal os recursos públicos destinados ao ensino superior gratuito. Pior: as crianças vão para as escolas, mas não aprendem. Os que conseguem concluir algum curso não encontram trabalho no mercado de trabalho por falta de qualificação.Uma das conclusões do relatório do Banco Mundial diz tudo: "65% dos estudantes das universidades públicas pertencem aos 40% dos mais ricos. Despesas com universidades federais que equivalem a um subsídio regressivo à parcela mais rica da população brasileira".DelaçõesProcurador-geral de Justiça, Sandro Neis, requereu ao ministro Luiz Fachin, relator da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal, o compartilhamento do conteúdo das delações dos diretores da JBS e Odebrecht. Alega que "há menção a práticas ilegais do governador" e deseja examinar todos os termos para eventual abertura de inquérito em Santa Catarina.Aviso prévioSó uma reunião marcada para próximo dia 27, com a participação do Ministério Público do Trabalho, poderá trazer uma solução para a crise dos contratos do governo estadual com empresas privadas que mantêm o sistema prisional. A Montesinos, que gerencia as penitenciárias de Joinville e Itajaí, consideradas modelo, e a Ondrepsb, responsável pela vigilância dos presídios do sistema estadual, emitiram aviso prévio a 1,4 mil empregados. Motivo: o governo pagou uma pequena parcela, mas está devendo mais de R$ 80 milhões e não negocia nem pagamento parcelado da dívida. E os contratos não são reajustados há cinco anos.Curtas- Presidente do 17º Congresso Catarinense de Rádio e Televisão, Evelásio Paulo Vieira confirmou sua realização de 4 a 6 de junho de 2018 no Infinity Blue de Balneário Camboriú.- Advogados trabalhistas Alberto Gonçalves de Souza Júnior e Henrique Búrigo lançam hoje, em Belo Horizonte, o livro "A Prova do Assédio Moral no Processo do Trabalho", da Editora RTM.Leia outras publicações de Moacir PereiraPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaUniversidade gratuita é subsídio para parcela mais rica da populaçãoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-universidade-gratuita-e-subsidio-para-parcela-mais-rica-da-populacao-10032341Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-joao-rodrigues-antecipa-disputa-no-psd-mas-ainda-depende-do-stf-10030297João Rodrigues antecipa disputa no PSD, mas ainda depende do STF 2017-11-22T06:01:00-02:002017-11-22T06:01:00-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brEmbora tenha dado ao deputado estadual Gelson Merisio (PSD) um prazo até dezembro para definir se também vai se apresentar como pré-candidato do PSD ao governo estadual, o deputado federal João Rodrigues (PSD) não vai esperar esses poucos dias que faltam para colocar seu bloco na rua. No sábado, em Braço do Norte, ele reúne lideranças pessedistas do Sul do Estado em um ato que tem toda a cara de lançamento de pré-candidatura.Rodrigues diz que o prazo está valendo, que Merisio ainda é seu candidato, e que o encontro servirá para discutir 2018 e apresentar o ex-conselheiro Júlio Garcia como pré-candidato à Assembleia. Nas últimas eleições, o parlamentar teve 32 mil votos na região em parceria com o ex-deputado estadual José Nei Ascari, sucessor de Garcia no TCE. Na semana passada, Merisio disse não ver problema na coexistência dos dois projetos e que ambos poderiam disputar a convenção. Rodrigues acha que o entendimento virá antes - “Merisio é cria minha” - e que seu nome é apenas um projeto alternativo.No discurso, há nuances a diferenciar os pessedistas de Chapecó. Ambos defendem priorizar a segurança e rever o papel das estatais, mas Rodrigues é menos radical sobre a extinção das ADRs e defende a instalação de 21 usinas de asfalto espalhadas pelo Estado para garantir venda subsidiada às prefeituras.Mas há uma questão que Rodrigues ainda precisa resolver se quer suplantar Merisio e ser o nome do PSD na majoritária ano que vem. Em 2010 e em 2014, o parlamentar só conseguiu concorrer à Câmara por causa de um habeas corpus que suspendia a condenação que recebeu do TRF-4 pela compra supostamente irregular de uma retroescavadeira quando ainda era vice-prefeito, no exercício do cargo, em Pinhalzinho. Em abril deste ano, chegou a ter a condenação confirmada no Supremo - o que liquidaria quaisquer pretensões eleitorais. A defesa do pessedista anulou a condenação, alegando que o julgamento foi feito em âmbito virtual e que deveria ser presencial. A expectativa é de que o caso seja analisado entre fevereiro e março pela 2a turma do STF. Rodrigues garante estar tranquilo._ Agora não quero mais concorrer com liminar, quero discutir o mérito. Não houve dolo e nem dano ao erário. Foi um erro formal e isso não basta para caracterizar a Lei da Ficha Limpa.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaJoão Rodrigues antecipa disputa no PSD, mas ainda depende do STF Jornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-joao-rodrigues-antecipa-disputa-no-psd-mas-ainda-depende-do-stf-10030297Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23911186Em Blumenau, governador anuncia recursos para Centro de Convenções e contorno de GasparEm evento na cidade, Raimundo Colombo anunciou verba para obras consideradas "especiais" para o Vale do Itajaí2017-11-21T19:10:16-02:002017-11-21T19:10:16-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLuís Carlos Kriewall FilhoEm Blumenau, governador anuncia recursos para Centro de Convenções e contorno de GasparJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:23911186Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-em-blumenau-governador-anuncia-recursos-para-centro-de-convencoes-e-contorno-de-gaspar-10030332Em Blumenau, governador anuncia recursos para Centro de Convenções e contorno de GasparEm evento na cidade, Raimundo Colombo anunciou verba para obras consideradas "especiais" para o Vale do Itajaí2017-11-21T19:10:16-02:002017-11-21T19:10:16-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brDemorou exatamente uma hora e 12 minutos desde o início do evento para que o governador Raimundo Colombo falasse nesta terça-feira à noite, em Blumenau, as seis letras que parte dos presentes esperava: Fundam, o Fundo de Apoio aos Municípios. Foi discretamente em meio a uma série de slides sobre crise econômica e ações em Santa Catarina que Colombo confirmou a verba – que ocorreu com a formalização da assinatura do contrato com o BNDES – e divisão dos R$ 700 milhões que serão distribuídos para todas as 295 cidades de Santa Catarina.Para Blumenau e região, duas obras que entraram nesse pacote sairão do papel. A primeira anunciada foi do Centro de Convenções – estrutura que ficará anexa ao Setor 3 do Parque Vila Germânica. Uma equipe do governo do Estado já repassou essa informação ao município, que terá a partir de agora a liberdade para dar início ao processo licitatório. Como o projeto da estrutura já está pronto – foi feito com parte do lucro da Oktoberfest em 2016 –, a tendência é de que o andamento burocrático seja um pouco mais rápido em comparação a outras obras públicas. Serão 3,2 mil metros quadrados em um espaço com capacidade para 1,2 mil pessoas que tem a proposta de captar eventos empresariais e corporativos de médio porte.Outra obra que entrou na divisão do Fundam 2 foi o contorno de Gaspar. Não aquele megalomaníaco, cujo valor estipulado era de R$ 300 milhões, considerado inviável pelo Estado, e sim uma solução alternativa sugerida pela prefeitura gasparense e capitaneada pelo prefeito Kleber Wan-Dall (PMDB). A ideia é desafogar o fluxo de veículos da Rodovia Jorge Lacerda utilizando vias que passem dentro dos bairros em Gaspar a partir do Bela Vista até as proximidades do pátio do Deinfra, já na rodovia. A missão é adaptar as ruas, alargá-las e ligá-las para então formar uma estrada que tenha condições de receber os veículos que querem escapar tanto da BR-470 quanto da Jorge Lacerda. O valor dessa obra não foi confirmado e caberá à definição da prefeitura de Gaspar a oficialização por meio da licitação.A expectativa era de que o governador divulgasse também recursos para a continuidade nas obras do Complexo Penitenciário de Blumenau, na Ponta Aguda. Sem caixa, Colombo se resumiu a dizer que não há condições nos dois últimos meses do ano e que a continuidade nas conversas quanto ao assunto ficará para o ano que vem.– Reconheço que Blumenau foi parceira do Estado, já que construir penitenciárias sempre é uma encrenca, mas nesse momento não há recursos disponíveis. No ano que vem me comprometo a colocarmos esse assunto em pauta novamente – destacou o governador.Falta a construção de um presídio anexo à Penitenciária Industrial e também do prédio para receber detentos do regime semiaberto. Tom elevado quanto à revitalização da Jorge LacerdaEm seu discurso, o vice-presidente regional da Federação da Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), Ronaldo Baumgarten Júnior, elevou o tom na cobrança quanto à revitalização da Rodovia Jorge Lacerda. A alegação do dirigente – que é filiado ao PSD, mesmo partido de Raimundo Colombo – é de que a obra não engloba a via como um todo ao se referir aos trechos em que é municipalizada.– Essa reforma só poderá ser realmente comemorada quando for feita em sua totalidade, envolvendo os municípios de Blumenau, Gaspar e Ilhota – aponta Baumgarten.Por fim, a cobrança da alta cúpula têxtil deu certo. Em meio aos burburinhos da possibilidade de aumentar os impostos para as indústrias do setor, Colombo garantiu que essa elevação aos tributos não vai ocorrer – pelo menos até 2018, claro. A afirmação foi complementada por uma salva de palmas e sorrisos nos rostos das dezenas de empresários que lotaram o auditório do Centro Empresarial de Blumenau, no Vorstadt.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaEm Blumenau, governador anuncia recursos para Centro de Convenções e contorno de GasparJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-em-blumenau-governador-anuncia-recursos-para-centro-de-convencoes-e-contorno-de-gaspar-10030332Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23261191Queda da gasolina nas bombas depende de repasse das distribuidoras, dizem postosPetrobras anunciou redução de 2,6% no preço nas refinarias2017-11-21T14:58:56-02:002017-11-21T14:58:56-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLucas CorreiaQueda da gasolina nas bombas depende de repasse das distribuidoras, dizem postosJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:23261191Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-queda-da-gasolina-nas-bombas-depende-de-repasse-das-distribuidoras-dizem-postos-10030016Queda da gasolina nas bombas depende de repasse das distribuidoras, dizem postosPetrobras anunciou redução de 2,6% no preço nas refinarias2017-11-21T14:58:56-02:002017-11-21T14:58:56-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brA Petrobras anunciou nova queda no preço da gasolina nas refinarias, desta vez de 2,6%, na manhã desta terça-feira. A notícia que o consumidor espera — a redução do valor nos postos —, no entanto, deve demorar um pouco mais para chegar. Segundo o diretor do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis Minerais de Florianópolis (Sindópolis), Joel Figueira, a queda nas bombas só ocorrerá caso as distribuidoras também reduzam seus preços, o que não aconteceu no caso da redução de 3,8% anunciada pela estatal na semana passada.—Quando há um aumento, as distribuidoras são super ágeis para repassar. Quando ocorre uma redução, o repasse é no ritmo de uma tartaruga — diz Figueira.O revendedor conta ainda que, caso ocorra a redução dessa vez, ela deve demorar ao menos três dias para chegar nos postos da Grande Florianópolis. Em relação à redução de 3,8% da semana passada, o que teria impedido o repasse nas distribuidoras foi o aumento do preço do álcool combustível, de aproximadamente R$ 0,11 por litro. Tendência de estabilidadeAinda segundo Figueira, não é provável que a gasolina para o consumidor retorne aos valores de outubro, quando era possível achar o produto a menos de R$ 3,50 por litro em alguns postos. Ele conta que, entre março e outubro, ocorreram reduções nas bombas sem quedas significativas nas distribuidoras, o que ele chama de "competição terrível que levou praticamente a um canibalismo do setor".— Em março a gasolina era vendida a R$ 3,99 nos postos e foi baixando, com os postos mantendo um preço que não existia no produto — opina o comerciante.De acordo com o Sindópolis, os postos necessitam de uma margem de aproximadamente 20% por litro para se manterem saudáveis financeiramente. Hoje, conta Figueira, as distribuidoras entregam a gasolina, na média, a R$ 3,55. O ideal para o setor, portanto, seria que a gasolina ficasse a aproximadamente R$ 4,20 nas bombas. Leia mais Preço da gasolina passa dos R$ 4 em Florianópolis Petrobras anuncia queda de 2,6% no preço da gasolina e alta de 0,6% no dieselPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaQueda da gasolina nas bombas depende de repasse das distribuidoras, dizem postosJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-queda-da-gasolina-nas-bombas-depende-de-repasse-das-distribuidoras-dizem-postos-10030016Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23898786Comércio impulsiona criação de empregos pelo quarto mês seguido em SCEstado abriu 8,6 mil postos de trabalho no último mês, saldo que representa o melhor resultado para um mês de outubro desde 20132017-11-20T20:29:34-02:002017-11-20T20:29:34-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSFelipe CarneiroComércio impulsiona criação de empregos pelo quarto mês seguido em SCJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:23898786Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-comercio-impulsiona-criacao-de-empregos-pelo-quarto-mes-seguido-em-sc-10020257Comércio impulsiona criação de empregos pelo quarto mês seguido em SCEstado abriu 8,6 mil postos de trabalho no último mês, saldo que representa o melhor resultado para um mês de outubro desde 20132017-11-20T20:29:34-02:002017-11-20T20:29:34-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brA recuperação do comércio no cenário econômico ajudou Santa Catarina a manter uma escalada na criação de empregos formais pelo quarto mês consecutivo: no último mês de outubro, 8.611 novas vagas foram abertas no mercado. É a quarta melhor marca do país no período, atrás de Alagos, São Paulo e Pernambuco. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta segunda-feira. Só a expansão do comércio garantiu oportunidade a 3.204 novos trabalhadores, seguido pela indústria da transformação (2.717 postos), pelo setor de serviços (1.728) e pela agropecuária (1.160). O saldo de 8,6 mil vagas criadas no último mês também representa o melhor resultado do Estado desde fevereiro, quando 14,8 mil novos trabalhadores assinaram carteira. No comparativo de cada mês, o resultado desta quinta confirma a maior alta para um mês de outubro desde 2013, quando 12 mil postos de trabalho haviam sido criados.A alta no volume de vendas é considerada o principal gatilho para os números positivos do comércio catarinense. Segundo a Pesquisa Mensal do Comércio realizada pelo IBGE, Santa Catarina apresentou no último mês de setembro a 11ª variação positiva em relação aos mesmos períodos do ano passado. —Temos visto um crescimento nas vagas de emprego em todos os setores da economia, mas o comércio se destaca porque é um dos segmentos que mais cresce nos últimos meses. O comércio catarinense tem a recuperação mais alta de todas as unidades da federação — destaca o economista da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de SC (Fecomércio), Luciano Córdova.No acumulado do ano, o comércio ainda tem um saldo negativo de 243 vagas. Como a tendência é de que os meses de novembro e dezembro tenham novos resultados positivos, inclusive impulsionados pela contratação de temporários, o balanço final do ano no setor promete terminar em alta. —Sim, o comércio vai chegar em um ponto positivo até o fim do ano — analisa Córdova.Considerando todos os setores, Santa Catarina já soma 46,1 mil novas vagas com carteira assinada em 2017. Entre janeiro e outubro, 789,3 mil trabalhadores catarinenses foram contratados, enquanto outros 743,1 mil acabaram demitidos. Entre as cidades de SC, Joinville teve o melhor desempenho de outubro, com 1.066 novos postos de trabalho, seguida por Brusque (620) e Blumenau (308). Navegantes teve o pior resultado, com 105 postos de trabalho fechados.Indústria mantém crescimentoApesar de ter sido superada pelo comércio no último mês, a indústria da transformação alcançou em outubro desempenho ainda melhor do que em setembro: foram criadas 2.717 vagas no setor — o que praticamente repete a marca de 2.696 postos abertos em setembro.O cenário é considerado positivo pelo presidente da Federação das Indústrias de SC (Fiesc), Glauco José Côrte, que destaca o crescimento na produção, nas vendas e na exportação. Em relação aos próximos meses de novembro e dezembro, o presidente da Fiesc observa que costuma ser normal a concentração de demissões porque a maior parte das encomendas do ano já foi providenciada. Mesmo assim, a aposta é de um quadro equilibrado na relação entre admissões e demissões.—A criação de empregos ocorreu mês a mês, de maneira consistente, sem que tenha havido um grande estouro no crescimento. Nossa avaliação é de que esta movimentação está equilibrada. Não esperamos ambiente mais hostil nos próximos dois meses — analisa.Para a Fiesc, o cenário de crise nacional já está superado, mas a expectativa é de uma retomada lenta.—Tudo indica que passamos a fase de recessão e estamos em um movimento de crescimento, mas não podemos deixar de considerar que será lento porque a queda anterior foi muito grande — aponta Côrte.Colaborou Larissa Neumann!function(e,t,s,i){var n="InfogramEmbeds",o=e.getElementsByTagName("script"),d=o[0],r=/^http:/.test(e.location)?"http:":"https:";if(/^\/{2}/.test(i)&&(i=r+i),window[n]&&window[n].initialized)window[n].process&&window[n].process();else if(!e.getElementById(s)){var a=e.createElement("script");a.async=1,a.id=s,a.src=i,d.parentNode.insertBefore(a,d)}}(document,0,"infogram-async","https://e.infogram.com/js/dist/embed-loader-min.js");Caged/Out 2017InfogramPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaComércio impulsiona criação de empregos pelo quarto mês seguido em SCJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-comercio-impulsiona-criacao-de-empregos-pelo-quarto-mes-seguido-em-sc-10020257Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23892928Kakay: "A Operação Lava-Jato banalizou a delação premiada e a prisão preventiva no país"Advogado dos políticos e poderosos em Brasília critica o que chama de "espetacularização da Justiça" e o "clima punitivista que se instaurou no Brasil"2017-11-20T08:49:20-02:002017-11-20T08:49:20-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSFelipe CarneiroKakay: "A Operação Lava-Jato banalizou a delação premiada e a prisão preventiva no país"Jornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:23892928Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-kakay-a-operacao-lava-jato-banalizou-a-delacao-premiada-e-a-prisao-preventiva-no-pais-10019265Kakay: "A Operação Lava-Jato banalizou a delação premiada e a prisão preventiva no país"Advogado dos políticos e poderosos em Brasília critica o que chama de "espetacularização da Justiça" e o "clima punitivista que se instaurou no Brasil"2017-11-20T08:49:20-02:002017-11-20T08:49:20-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brNos bastidores do poder em Brasília, não há quem não conheça o advogado Antonio Carlos de Almeida Castro – ou Kakay, o apelido que criou para si mesmo e pelo qual prefere ser chamado. Aos 60 anos, o mineiro radicado na capital federal fez (e faz) fama e fortuna defendendo políticos e empresários encrencados com a Justiça. Só entre os denunciados na operação Lava-Jato são 18 clientes, em uma lista que inclui, pelos seus cálculos, dois presidentes da República (Sarney e Itamar), mais de 50 governadores, dezenas de ministros e uma infinidade de parlamentares. Apesar da fama, diz que não tem site do escritório, nem placa na porta. Os clientes chegam por indicação de colegas ou de ex-clientes. O que a freguesia tem de impopular, ele tem de bon vivant. "O advogado é, antes de tudo, um chato", brinca Kakay no saguão do hotel em Florianópolis, onde esteve recentemente para um congresso. O requisitado profissional divide espaço com o apreciador de viagens, vinhos, poesia e música que, se não houvesse enveredado pelo Direito, gostaria de ser cantor. Tanto que se orgulha de ter vencido o concurso de calouros em um daqueles cruzeiros com Roberto Carlos, com o prêmio sendo-lhe entregue pelo próprio Rei. Confira os trechos principais da entrevista:Foto: Felipe Carneiro / Diario CatarinenseO senhor defende vários acusados e se tornou um crítico notório de algumas práticas da Lava-Jato. Na sua opinião quais são os métodos mais questionáveis da operação?Existem alguns pontos que são fundamentais. Primeiro, a banalização da delação premiada. É um instituto importantíssimo no combate ao crime organizado, mas, infelizmente, a forma com que foi utilizado dificilmente conseguirá fazer com que tenha força no Brasil. Porque há processos no país com 15 réus dos quais 13 são delatores. Existe um sistema de recall que é uma coisa impressionante. Costumo dizer que o Ministério Público (MP), através do recall, constituiu o maior programa de corrupção do país. O empresário pego em uma delação pode entregar um pouco do que sabe, devolver uma pequena parte do dinheiro que saqueou e, se for pego na mentira, ser chamado para um recall. É uma questão gravíssima.Mas isso é exclusividade da Justiça brasileira?Da forma que está sendo feito pela Lava-Jato acaba sendo um excesso a mais. O recall virou prática. Além disso, há uma questão mais grave que a delação, que é a banalização da prisão preventiva. Tornou-se uma regra.Em Santa Catarina, a Operação Ouvidos Moucos acabou levantando questões sobre a atuação da Polícia Federal e do Ministério Público. Houve abuso de autoridade?Não tenho dúvidas de que nesse episódio específico houve abuso, sim. Mas o mais grave – claro que o caso tem o drama do suicídio (do ex-reitor Luiz Carlos Cancellier) –, é o clima punitivista que se criou no país. Esse caso não está enquadrado dentro da Lava-Jato, mas é fruto do clima que a operação criou no Brasil. Vivemos hoje em um país dividido. De um lado, estão os operadores da Lava-Jato; do outro, os críticos. A operação desvendou um sistema criminoso que ninguém poderia imaginar que existia com essa capilaridade, com essa sofisticação, mas, no afã de fazer justiça a qualquer custo, principalmente com essa pressão midiática muito forte, (os operadores) acharam que estavam tentando salvar o país. Eles foram até inteligentes ao fazer um maniqueísmo vulgar: quem está trabalhando na Lava-Jato é o bem, quem critica seus métodos é alguém que está contra a operação ou, pior, é favorável à corrupção.Como os agentes deveriam ter atuado nesse caso da UFSC?Como devem proceder todos os agentes públicos com a responsabilidade que têm: com respeito ao direito do cidadão, e sem execração pública. Na época medieval, se você queria punir alguém, você o punia em praça pública por duas horas. Hoje, há uma banalização que é muito potencializada porque você faz isso via imprensa. É essa banalização que a gente tem de enfrentar. A espetacularização do Direito Penal não pode existir. Esse drama que aconteceu em Santa Catarina com o suicídio do ex-reitor pode ser um momento de inflexão, de reflexão das pessoas.As sessões do STF são transmitidas pela televisão e os ministros têm, inclusive, assessores de imprensa. Isso colabora para essa espetacularização?Começamos a ter esse problema com a criação da TV Justiça. Embora ela tenha uma importância enorme em alguns setores específicos – para discutir a questão homoafetiva, por exemplo, a TV Justiça tem a sua importância de dar maior proximidade da população com o Judiciário –, houve uma superexposição do Direito Penal. O momento atual é muito grave porque quando há um poder Legislativo extremamente fragilizado, com seus principais líderes sendo investigados (e eles têm que ser investigados, mas não uma investigação permanente), e um Executivo sem legitimidade, o Judiciário acaba ocupando um espaço com um ativismo judicial que é muito prejudicial ao próprio Judiciário. Hoje as pessoas na rua sabem o nome dos ministros do STF e não sabem o dos jogadores da Seleção Brasileira. Não que lá (no STF) estejam 11 craques, mas com essa superexposição estão ocupando um espaço que, no meu ponto de vista, extrapola o (espaço) que deveria ocupar um ministro do Supremo. É possível compensar o prejuízo para alguém que é preso preventivamente e depois tem a inocência comprovada?O Estado tem que ter a responsabilidade de saber que a prisão preventiva deve ser absoluta exceção, só quando realmente existem as previsões rígidas, legais para a prisão. No Brasil, a Lava-Jato usa a prisão preventiva até como forma de obter delações. Tem um procurador da República, Manoel Pastana, que disse em um parecer que a prisão era, sim, forma de obter delação, e até de forma jocosa: 'Passarinho preso canta mais bonito.' Quando se iniciam as diversas fases da operação, o MP, a PF convocam entrevistas coletivas e durante duas horas expõem o cidadão à condenação prévia e a uma condenação acessória sem previsão legal, que é a exposição da imagem. Fui dar uma palestra em Portugal e os professores lá não acreditaram que isso acontece no Brasil. Em diversos países, quando há uma investigação, o nome da pessoa não é divulgado antes da condenação, somente as iniciais.Isso ocorre por força da lei ou é um cuidado da Justiça?Muitas vezes é lei, mas muitas vezes é apenas respeito pela dignidade. A execração pública em grande escala pode resultar no que aconteceu com o ex-reitor da UFSC. Os métodos fizeram com que houvesse uma execração pública de tal forma que ele não suportou. As pessoas comparam muito a Lava-Jato com a operação Mãos Limpas, na Itália. Só que leem a história até a metade, não toda. Na operação Mãos Limpas foram mais de 30 suicídios. Chegava um momento em que a humilhação era tanta, o uso de grupos apontando falsas acusações contra outros grupos, que a operação praticamente explodiu. E resultou num (Silvio) Berlusconi (ex-primeiro-ministro), que é o está acontecendo no Brasil hoje. Essa divisão do país entre o bem e o mal está fazendo surgir os 'bolsonaros' da vida.Há mandados de prisão demais no Brasil mesmo com todos os recursos previstos pela Justiça?No Brasil só existem dois tipos de prisão: em flagrante ou por ordem judicial. O que acontece é que tudo isso é usado para passar uma imagem de que a prisão deve ser a regra. Nada disso é por acaso. Eu defendi no STF, na Ação Declaratória de Constitucionalidade 43, a necessidade de que as pessoas não sejam presas obrigatoriamente após segunda instância. E houve uma crítica generalizada de que essa ação tinha o objetivo de fazer com que 15, 20 pessoas importantes da Lava-Jato não fossem presas. Não tinha nada a ver com a operação. O que pretendemos fazer é impedir que milhares de pessoas sem rosto e sem voz fossem levadas para um sistema penitenciário completamente falido, como no Brasil. A prisão não pode ser a regra.Como fazer para que a opinião pública não confunda esse cuidado com impunidade?As pessoas têm o mesmo discurso de impunidade no Brasil, mas é falta de visão, na realidade. Temos os maiores empresários do Brasil presos; o ex-ministro mais poderoso, que era o (Antonio) Palocci, preso; o Zé Dirceu ficou preso por muito tempo. O que as pessoas querem, que esteja todo mundo preso? É o furor punitivo, a mídia repressiva, a falta de visão do todo… O discurso da impunidade tem que ser revisto. Qualquer impunidade deve ser combatida. Mas o que é mais importante para uma sociedade que se pretenda democrática? O cumprimento dos princípios institucionais.O senhor continua sendo chamado de petista?Isso é um erro, mas não me incomodo. Nunca fui partidário, mas, pela minha proximidade com o Zé Dirceu, me colocaram esse rótulo de petista. Aécio (Neves) é meu amigo, só não fui advogar para ele porque temos divergências quanto à condução do processo. No governo Fernando Henrique, fui advogado de 17 ministros – nenhum petista, pode ter certeza (risos). No governo Lula, fui advogado de sete ministros. Teve um momento em que eu advogava para cinco presidentes de partidos diferentes.A pecha de "advogado dos políticos e poderosos" de alguma forma o incomoda?Zero. Eu brinco dizendo que faço análise porque não sinto nenhuma culpa, ao contrário das outras pessoas (risos).Ué, por que faz, então?Para entender como é que possível viver sem culpa (risos). Mas tem uma coisa interessante. Primeiro, que as pessoas não sabem que 40% da minha advocacia é pro bono. Advogo para meninos ligados a movimentos sociais, ajudo na formação de um partido, a Frente Favela. Advoguei na época que havia excessos nas interceptações telefônicas. Ganhamos o habeas corpus que determinou limites para essa prática. Claro, quem me contratou foi um grande grupo de um empresário processado. Mas aquela decisão formou jurisprudência nacional. Hoje há uma criminalização da riqueza. Antigamente as pessoas iam presas por serem pretas, pobres, putas ou desempregadas. Lutamos muito para que isso deixasse de acontecer. Quem vai preso tem que ter a responsabilidade criminal definida. Hoje você tem a prisão obrigatória se a pessoa tiver poder ou dinheiro. É um excesso que não serve também.Já se arrependeu de ter aceitado algum caso?Não que me lembre. O que há são casos que peguei e depois achei que poderia ter feito diferente. Por exemplo, advoguei para o (Salvattore) Cacciola (dono do banco Marka, acusado de crimes contra o sistema financeiro). Quando ganhei o habeas corpus, ele saiu do país. Deixei o caso por causa disso. Mas talvez não precisasse, era um direito dele ir para a Itália. Quais casos o senhor recusa sem sequer ouvir?Não trabalho com quem faz tráfico de droga. Não trabalharia com muita facilidade com pessoas processadas por estupro. Mas eu pego muito pouco caso. Cada 20 casos que batem no meu escritório, pego um. Meu escritório é pequeno, somos poucos advogados. Mas, principalmente, só pego caso que eu ache que tenha uma boa defesa técnica e a que eu consiga me entregar visceralmente. Não advogo para um cara que esteja sendo execrado pela mídia nacional e depois vou criticar esse cidadão num bar, como eu vejo alguns advogados fazendo. Hoje também há uma criminalização do advogado. Parte do Ministério Público, parte da mídia quer colar no advogado criminal não só a ideia do crime que o cliente responde, mas como se houvesse uma mistura entre eles.Como uma cumplicidade?Exato. Os casos que advogo são casos midiáticos. É preciso defendê-los também na mídia. O momento do Brasil é tão punitivo que grande parte da mídia se ocupa só da acusação. Só a acusação tem voz e vez. Então quando a defesa tem espaço para falar, ela tem que falar. Uma das grandes coisas que a advocacia criminal me deu foi voz. Leia todas as reportagens do caderno NósPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaKakay: "A Operação Lava-Jato banalizou a delação premiada e a prisão preventiva no país"Jornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-kakay-a-operacao-lava-jato-banalizou-a-delacao-premiada-e-a-prisao-preventiva-no-pais-10019265Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23896466Blumenau e Rio do Sul esperam verba para recuperar prejuízo com chuvas em 2017Cidades sofreram prejuízo de R$ 36,3 milhões com as chuvas no ano2017-11-20T06:30:03-02:002017-11-20T06:30:03-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesBlumenau e Rio do Sul esperam verba para recuperar prejuízo com chuvas em 2017Jornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:23896466Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-blumenau-e-rio-do-sul-esperam-verba-para-recuperar-prejuizo-com-chuvas-em-2017-10018912Blumenau e Rio do Sul esperam verba para recuperar prejuízo com chuvas em 2017Cidades sofreram prejuízo de R$ 36,3 milhões com as chuvas no ano2017-11-20T06:30:03-02:002017-11-20T06:30:03-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brO ano de 2017 tem sido difícil para várias cidades do Vale do Itajaí por causa da chuva. Houve temporais que causaram enxurradas, deslizamentos de terra, alagamentos e, com mais força e duração, a enchente do começo de junho. A cheia do rio Itajaí-Açu e afluentes deixou rastros de destruição em escolas, casas, postos de saúde, ruas, pontes e morros, deixando para os municípios a árdua tarefa de reconstrução. Duas das maiores cidades do Vale, Blumenau e Rio do Sul, decretaram situação de emergência com o objetivo de tentar acelerar e facilitar a busca por recursos federais e estaduais para voltar aos trilhos, mas o dinheiro prometido ainda não chegou.Somando os danos contabilizados somente pelo poder público das duas cidades – sem contar o que estima-se que comércio e empresas perderam –, Blumenau e Rio do Sul amargaram cerca de R$ 36,3 milhões em prejuízo com as chuvas de 2017 até agora. Desse valor, os municípios enviaram projetos ao governo federal pedindo recursos para reconstrução, mas receberam até hoje pouco mais de R$ 2,1 milhões.– Fui até Brasília, pedi, apresentei projetos com as obras que precisávamos fazer, mas alegam que o governo está quebrado, que não tem dinheiro, que é responsabilidade do município. Tivemos que fazer muita coisa por conta própria porque não dá para ficar esperando e deixar ruas fechadas, mas falta dinheiro – lamenta o secretário de Defesa do Cidadão de Blumenau, Rodrigo Quadros.Uma proposta com 20 obras somando R$ 12,3 milhões para Blumenau foi levada ao Ministério da Integração Nacional, mas dessa lista foram aprovadas somente duas, que juntas somam R$ 1.052.189,10, para obras em uma ponte na Rua Ruy Barbosa e no asfalto da Rua Max Klabunde, ambas no Progresso, atingidas pelas chuvas do começo do ano. O valor, no entanto, ainda não caiu na conta da prefeitura. Antes disso, a cidade havia recebido logo após a enchente de junho um repasse de R$ 427 mil, usado na limpeza e desobstrução de ruas em situação crítica e retirada de entulhos.– Blumenau é uma cidade resiliente, mas os repasses são cada vez menores. Vou cobrar novamente o governo sobre 18 obras que não foram contempladas e precisam ser feitas. Se o dinheiro não vier vamos ter que viabilizar algo e encontrar formas com as secretarias municipais – explica Quadros.“A contrapartida foi ridícula”, diz prefeito de Rio do SulGravemente atingida pela enchente de junho, Rio do Sul foi uma das cidades de Santa Catarina que mais apelaram ao governo federal na esperança de algum repasse para auxiliar na reconstrução do município. Pelas contas da prefeitura, o prejuízo foi de cerca de R$ 12,4 milhões para reconstruir imóveis públicos, recuperar vias e fazer outros serviços. O prefeito da cidade, José Thomé, chegou a liderar uma visita com o Fórum Parlamentar Catarinense ao presidente Michel Temer. Na ocasião, o governo federal chegou a anunciar a liberação de R$ 20 milhões para as cidades afetadas pela enchente em SC. Cinco meses depois, não há nem sinal do dinheiro no município do Alto Vale do Itajaí.– É revoltante. Desconheço cidade que tenha recebido esse valor. Esperávamos que Rio do Sul e Lages fossem beneficiadas, pois foram as mais atingidas, mas não aconteceu. Arrumamos a cidade, deixamos ela bonita novamente, fizemos o que era preciso e gastamos milhões, mas a contrapartida do governo federal foi ridícula – desabafa o prefeito.Thomé afirma que a prefeitura recebeu somente R$ 708 mil em agosto para ações de limpeza urbana, desentupimento de tubulações e recolhimento de lixo. Só para operações de tapa-buraco nas vias da cidade depois da enchente, o prefeito afirma que Rio do Sul gastou mais de R$ 540 mil na compra de 2 mil toneladas de asfalto.Outras obras, como contenções, ainda esperam repasses federais e estaduais de empenhos feitos em anos anteriores, após outras enchentes, que ainda não foram depositados.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaBlumenau e Rio do Sul esperam verba para recuperar prejuízo com chuvas em 2017Jornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-blumenau-e-rio-do-sul-esperam-verba-para-recuperar-prejuizo-com-chuvas-em-2017-10018912Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23896753Saiba como definir onde usar o 13º salárioAlém de quitar dívidas, catarinenses pretendem usar o benefício nas compras de final de ano2017-11-19T22:14:20-02:002017-11-19T22:14:20-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDiorgenes PandiniSaiba como definir onde usar o 13º salárioJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:23896753Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-saiba-como-definir-onde-usar-o-13-salario-10019151Saiba como definir onde usar o 13º salárioAlém de quitar dívidas, catarinenses pretendem usar o benefício nas compras de final de ano2017-11-19T22:14:20-02:002017-11-19T22:14:20-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brO 13º salário vem em boa hora para os catarinenses. Estoquista de uma loja no centro de Florianópolis, Maurício Manoel, 28 anos, antecipou o recebimento de metade do benefício em setembro a fim de saldar as dívidas do cartão de crédito e, agora, aguarda a segunda parcela para planejar o fim de ano com a família.– Precisei antecipar para conseguir fechar as contas. O salário não era suficiente, acabei gastando muito no cartão de crédito. Consegui pagar essa dívida, agora pretendo usar a segunda parcela do 13º para fazer um Natal legal.Maurício fazia parte dos 58,2% de famílias endividadas em Santa Catarina, de acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) da Fecomércio-SC, divulgada neste mês. O percentual catarinense está pouco abaixo da média nacional (61,8%) e tem como principais agentes de endividamento os cartões de crédito (55,5%), carnês (34,7%), financiamentos de carro (26,5%) e de casa (20,4%). Vale lembrar que as dívidas podem ser múltiplas, por isso a soma dos tipos de endividamento pode ser maior que 100%.Ainda de acordo com a Peic, houve uma queda de 0,3% no total de famílias com dívidas em Santa Catarina em comparação com novembro de 2016. Um exemplo de quem conseguiu aproveitar o 13º salário para quitar os débitos é a farmacêutica Magali Gonçalves, 49 anos.– Hoje estou sem dívidas, tudo em ordem, mas no ano passado usei o 13º para isso. Acho que vale a pena fazer esse esforço para se livrar das dívidas, porque agora posso guardar uma parte do meu 13º e usar outra parte para comprar alguns presentes.Se você também tem direito a receber o benefício, fique de olho: até o final de novembro, deve ser paga a primeira parcela do 13º para trabalhadores do mercado formal, nos setores público e privado, inclusive empregados domésticos, além de beneficiários da Previdência Social e os pensionistas. A segunda parcela entra na conta até 20 de dezembro. Cada parcela corresponde à metade do valor devido, mas lembre-se de que a segunda vem com descontos.Feirão e campanhas para limpar o nomeAlém do salário bruto, o 13º deve contemplar os rendimentos extras pagos pelo empregador ao longo do ano. É um reforço e tanto, por isso deve ser administrado com sabedoria. Pessoas que estejam com dívidas em atraso podem utilizar o dinheiro para renegociá-las, pleiteando um abatimento para quitação à vista. Em geral, bancos e órgãos de negativa de crédito como SPC, SCPC e Serasa fazem feirões e campanhas para acertar as contas nesta época do ano. A Caixa Econômica Federal, por exemplo, lançou a campanha #quitafacil, que promete descontos especiais para pagamento à vista até 28 de dezembro. Já no Feirão Limpa Nome da Serasa, consumidores poderão negociar dívidas atrasadas com empresas de diversos segmentos pela internet. Credores participantes prometem condições especiais.– O dinheiro extra é uma ótima pedida para quitar dívidas que estejam prejudicando o orçamento da família – aponta Patrícia Pereira, especialista da Mongeral Aegon Investimentos.Quem pensa em usar o dinheiro para investir deve fazer isso apenas após se livrar de dívidas em atraso, que rolam juros pesados e impedem o consumidor de tomar novo crédito, lembra Bernardo Pascowich, fundador do portal Yubb, especializado na busca de investimentos. Isso vale em particular para atrasos em empréstimos pessoais, cartão de crédito e cheque especial. – Na maioria das vezes, o juro de uma conta atrasada é maior do que o rendimento do dinheiro em uma aplicação, então é melhor eliminar de vez a dívida – afirma Pascowich.Resguardar uma parte do 13º também é importante porque, logo adiante, virão as contas típicas de virada de ano, como impostos e rematrículas escolares. Muita gente opta – e com razão, conforme especialistas em finanças pessoais –, por deixar esse dinheiro separado para pagar à vista esses compromissos, aproveitando descontos que geralmente são oferecidos.Aproveite para deixar contas em dia, investir ou curtir Para quem está com contas atrasadas – O 13º é uma ótima oportunidade para pagar as dívidas em atraso, começando por aquelas que cobram os juros mais altos, como as do crédito rotativo do cartão ou o cheque especial. Com dinheiro na mão, negocie descontos que possibilitem o pagamento à vista, sempre pedindo descontos. Dê preferência, ainda, ao pagamento de débitos que permitam que seu nome seja limpo em cadastros de inadimplentes.Para quem está endividado, mas sem contas atrasadas– O dinheiro pode ser uma boa ocasião para antecipar o pagamento das faturas, negociando com o banco ou a loja algum abatimento nos juros e se livrando de vez da dívida. Se o dinheiro não for suficiente para pagar todo o carnê, opte por quitar as parcelas com vencimento mais distante, pois incorporam um juro mais pesado.Para quem tem as contas sob controle – Quem lida com as próprias dívidas sem sobressaltos a cada mês pode guardar a primeira fatia do 13º para pagar impostos como IPTU e IPVA com desconto e arcar com os gastos com matrícula e material escolar. Com este valor separado, é menor o risco de estourar o orçamento.Para quem controla as contas e quer curtir – O merecido descanso também pode estar no radar, em particular para quem não tem contas em demasia e já sabe que não terá dificuldade para quitar os compromissos de final de ano. Nesse caso, utilizar o 13º para garantir as férias pode abrir caminho para hotéis e passagens aéreas mais em conta, uma vez que ainda há pacotes baratos para o verão.Está com as contas controladas e quer investir – O reforço na conta pode ser usado, neste caso, para engordar um plano de previdência privada e aplicar em investimentos que ofereçam segurança no curto prazo, mas possam dar rendimento acima da inflação. São opções como CDB, Tesouro Direto e fundos de renda fixa. A própria caderneta de poupança é uma boa alternativa para quem, mês ou outro, precisa de grana extra para cobrir o orçamento.Saiba maisQuem tem direito a receber o 13º salário? O 13º salário é um direito de trabalhadores do mercado formal, nos setores público e privado, inclusive empregados domésticos. Também recebem os beneficiários da Previdência Social e pensionistas. O não pagamento ou atraso é considerado uma infração e pode resultar em multas.Qual prazo para o pagamento do 13º salário? Os empregadores têm até o dia 30 de novembro para pagar a primeira parcela. A segunda parcela deve ser paga até 20 de dezembro. Cada parcela corresponde à metade do valor devido.Como é calculado o valor do 13º? O 13º é devido por mês trabalhado, portanto, o valor é proporcional ao período trabalhado: se o funcionário foi contratado em fevereiro, receberá o benefício calculado sobre uma fração de 11/12.O 13º é isento de impostos e descontos? Não. Como no salário normal, esse benefício também é submetido a uma série de descontos, como imposto de renda, INSS, contribuições associativas/sindicais e pensões alimentícias, quando for o caso. Entretanto, esses descontos, embora contemplem o valor total do 13º, aparecem apenas no contracheque da segunda parcela. A exceção é o FGTS, pago nas duas.A empresa pode pagar o 13º apenas em uma vez? Sim, desde que seja até dia 30 de novembro. O pagamento da gratificação em uma única parcela em dezembro é ilegal, estando o empregador sujeito a multa do Ministério do Trabalho.O 13o é calculado apenas sobre os salários ou também sobre benefícios? As médias de rendimentos como hora extra, adicional noturno e comissões pagas ao longo do ano são somadas ao valor do 13º. Quem só recebe comissão ganha um valor que leva em conta a média das comissões anuais ou recebe pela convenção coletiva da categoria – o que for mais vantajoso ao empregado.Fontes: Confirp Contabilidade e portal Guia TrabalhistaPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaSaiba como definir onde usar o 13º salárioJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-saiba-como-definir-onde-usar-o-13-salario-10019151Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23896137PMDB quer filiar Salum e Gui Pereira para concorrerem a deputado federal2017-11-19T18:49:59-02:002017-11-19T18:49:59-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDivulgação / Instagram Mauro MarianiPMDB quer filiar Salum e Gui Pereira para concorrerem a deputado federalJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:23896137Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-pmdb-quer-filiar-salum-e-gui-pereira-para-concorrerem-a-deputado-federal-10018835PMDB quer filiar Salum e Gui Pereira para concorrerem a deputado federal2017-11-19T18:49:59-02:002017-11-19T18:49:59-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brDe olho nas eleições do ano que vem, o PMDB está em busca de possíveis candidatos a deputado estadual e federal na Grande Florianópolis. Presidente estadual do partido, Mauro Mariani anunciou no Instagram que o deputado estadual Roberto Salum (PRB) está prestes a assinar ficha no partido. Concorreria a deputado federal. Recém-empossado na Assembleia Legislativa, após a renúncia de José Nei Ascari, ele já participou da reunião da bancada peemedebista na última terça-feira.Além dele, estão avançadas as conversas com o presidente da Câmara de Florianópolis, Gui Pereira (PR), também visando uma candidatura à Câmara Federal. A última vez que o PMDB de Florianópolis teve candidato a deputado federal foi em 2010, quando o atual prefeito Gean Loureiro disputou e ficou com a terceira suplência.Para a Alesc, as soluções já estão no partido: Válter Gallina, presidente da Casan, e o vereador Rafael Daux. Eles vão atrás do espaço deixado por Gean quando se elegeu prefeito da Capital e renunciou ao mandato de deputado estadual conquistado em 2014. Conhecido pelos posicionamentos firmes diante dos desafios da segurança pública no Estado, o comunicador Roberto Salum está de malas prontas para filiar-se ao PMDB. Juntos vamos trabalhar para construir um novo rumo para a segurança pública em Santa Catarina. #segurancapublica #enfrentamento #coragem Uma publicação compartilhada por Mauro Mariani (@mauromariani15) em Nov 17, 2017 às 9:59 PSTPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaPMDB quer filiar Salum e Gui Pereira para concorrerem a deputado federalJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-pmdb-quer-filiar-salum-e-gui-pereira-para-concorrerem-a-deputado-federal-10018835Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:17332777Exportações da Whirlpool caem 40% em 5 anosA empresa viu suas vendas externas de compressores para refrigeração caírem 40%2017-11-19T10:27:24-02:002017-11-19T10:27:24-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSRodrigo PhilippsExportações da Whirlpool caem 40% em 5 anosJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:17332777Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-exportacoes-da-whirlpool-caem-40-em-5-anos-10018625Exportações da Whirlpool caem 40% em 5 anosA empresa viu suas vendas externas de compressores para refrigeração caírem 40%2017-11-19T10:27:24-02:002017-11-19T10:27:24-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brA Whirlpool, dona das marcas Consul e Brastemp, e também fabricante de compressores, é uma das 50 maiores exportadoras de manufaturados do País. A empresa viu suas vendas externas de compressores para refrigeração caírem 40% nos últimos cinco anos. A falta de competitividade dos equipamentos produzidos pelo grupo no Brasil fez a maior fabricante e exportadora de compressores do País perder o mercado americano nesse período.— Em 2013, abrimos uma fábrica no México para atender aos Estados Unidos, que eram abastecidos a partir do Brasil", conta o vice-presidente de Relações Institucionais da companhia, Armando Ennes do Valle Júnior. Hoje, a filial brasileira vende o produto a vários mercados, mas não mais para os EUA.A fabricante não é um caso isolado. Apesar de o total de empresas brasileiras exportando ter aumentando na crise, o crescimento se dá na base, entre as que estão nas menores faixas de valor. Entre os maiores grupos exportadores, mais de 300 empresas deixaram de atuar na venda para o exterior, entre 2013 e outubro deste ano, segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic).Valle diz que falta competitividade nas exportações. Ele lembra que na China, por exemplo, a liberação de uma carga para exportação é feita em seis horas. No Brasil, demora de 24 a 48 horas. "É muito tempo. Tem órgão nos portos que só trabalha em horário comercial."Ele aponta o excesso de burocracia, falta de infraestrutura nos portos, a não compensação de impostos e contribuições incidentes na produção, como PIS e Cofins, além de pressões inflacionárias e do câmbio, como fatores que tiraram a competitividade do produto brasileiro em relação aos concorrentes de fora. "Ninguém exporta imposto", diz o executivo, fazendo referência a outros países.Além disso, ele lembra que todo exportador de produto industrializado depende de importação para exportar. Ele destaca como obstáculo a complexidade do processo de importação, em que são necessários seis ou sete documentos. "E, para exportar, é exigido outro tanto de documentos", afirma.— O Brasil ainda não olha para exportação como uma alternativa importante, que seria fundamental nesse momento de crise, — afirma o executivo. Ele defende um caminho mais rápido para as vendas externas de grandes companhias exportadoras. Estamos entre os 50 maiores exportadores do Brasil e não podemos ser tratados como uma empresa que está exportando pela primeira vez.Apesar de mais de 4.700 empresas terem exportado pela primeira vez no ano passado, segundo o Mdic, as dificuldades de vender para o exterior também afetam as empresas de menor porte. "Há muita dificuldade para lidar com a burocracia. A exportação é um investimento que leva tempo para dar resultado", diz Camilla França, da BFX Brazil, consultoria para exportadores de primeira viagem.O fabricante de peças para carros Arthur Solto, por exemplo, teve problemas ao tentar exportar para a América Central. O empresário teria de readequar a produção ao padrão dos países da região e desistiu. Preferiu enfrentar a concorrência maior e, talvez, voltar a exportar à Argentina em 2018. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaExportações da Whirlpool caem 40% em 5 anosJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-exportacoes-da-whirlpool-caem-40-em-5-anos-10018625Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23892539Safra de trigo terá quebra de 38% em Santa CatarinaQueda na colheita está relacionada ao mau tempo e à diminuição do preço em relação ao ano passado 2017-11-18T11:24:05-02:002017-11-18T11:24:05-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDiogo ZanattaSafra de trigo terá quebra de 38% em Santa CatarinaJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:23892539Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-safra-de-trigo-tera-quebra-de-38-em-santa-catarina-10018327Safra de trigo terá quebra de 38% em Santa CatarinaQueda na colheita está relacionada ao mau tempo e à diminuição do preço em relação ao ano passado 2017-11-18T11:24:05-02:002017-11-18T11:24:05-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brA safra de trigo em Santa Catarina terá queda de 38% em relação ao ano passado, segundo dados do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola da Epagri. Uma estiagem de cerca de 30 dias na hora do plantio e a queda no preço em relação ao ano passado provocaram redução de área de 26%. Teve produtor que até abandonou algumas áreas ou substituiu o cultivo por milho.A lavoura foi prejudicada por duas situações adversas no tempo: primeiro o vasto período de seca e depois, na hora da colheita, em outubro, o excesso de chuva. Os fatores causaram queda de produtividade e na qualidade dos grãos. De acordo com o engenheiro agrônomo João Rogério Alves, do Cepa/Epagri, uma parcela da produção não terá qualidade para farinha e deverá ser destinada à ração.– O padrão exigido é de PH (peso hectolitro) 78, mas a maioria do trigo colhido está com PH entre 70 e 76, tem muito grão falhado, xoxo, miúdo – explica Alves.Cada ponto a menos de 78, há um desconto de R$ 0,30 centavos ao agricultor, que reclama do prejuízo. No ano passado, o preço da saca chegou a estar R$ 39, neste ano baixou para R$ 32 e ainda haverá este desconto para quem teve perda na qualidade.– Não vai sobrar nem palha de lucro – afirma o agricultor Gilcemir Piaia.Piaia plantou 400 hectares de trigo e esperava colher mais de 60 sacas por hectare em média – no ano passado chegou a tirar 80 em algumas áreas. No final da safra, porém, conseguiu colher apenas entre 25 e 43 sacas por hectare, conforme a data do plantio. Por isso, planeja reduzir a área de plantio pela metade no próximo ano.!function(e,t,s,i){var n="InfogramEmbeds",o=e.getElementsByTagName("script"),d=o[0],r=/^http:/.test(e.location)?"http:":"https:";if(/^\/{2}/.test(i)&&(i=r+i),window[n]&&window[n].initialized)window[n].process&&window[n].process();else if(!e.getElementById(s)){var a=e.createElement("script");a.async=1,a.id=s,a.src=i,d.parentNode.insertBefore(a,d)}}(document,0,"infogram-async","https://e.infogram.com/js/dist/embed-loader-min.js");TRIGO EM SC - 2017InfogramAumento da importaçãoA quebra na safra vai aumentar a necessidade de importação. Atualmente, o Brasil já importa metade do consumo, que é de 11 milhões de toneladas. Cerca de 90% do total vem da Argentina.Apesar da frustração da safra nacional, o agrônomo da Epagri, João Rogério Alves, e o presidente da Cooperativa Agroindustrial Alfa (Cooperalfa), Romeo Bet, não acreditam em aumento de preços para o consumidor .– O mundo está bem abastecido de trigo devido a boa produção de outros países e o trigo da Argentina está chegando aqui com o mesmo preços do produto nacional – avalia Bet.No entanto, ele se diz preocupado com a possibilidade de o produtor nacional ficar desestimulado e reduzir ainda mais o plantio.Foto: Darci Debona / Diário CatarinenseAcompanhe outras publicações de Darci DebonaPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaSafra de trigo terá quebra de 38% em Santa CatarinaJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-safra-de-trigo-tera-quebra-de-38-em-santa-catarina-10018327Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23894302Conexão econômica: da UFSC para a Anheuser-Busch ImbevMichel Doukeris, que será CEO da líder mundial em cervejas a partir de janeiro, se graduou na UFSC em 1995 2017-11-18T01:00:01-02:002017-11-18T01:00:01-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDiogo ZanattaConexão econômica: da UFSC para a Anheuser-Busch ImbevJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:23894302Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-conexao-economica-da-ufsc-para-a-anheuser-busch-imbev-10018115Conexão econômica: da UFSC para a Anheuser-Busch ImbevMichel Doukeris, que será CEO da líder mundial em cervejas a partir de janeiro, se graduou na UFSC em 1995 2017-11-18T01:00:01-02:002017-11-18T01:00:01-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brA AB Inbev, líder mundial em cervejas, anunciou a troca de comando do seu maior negócio, a Anheuser-Busch InBev nos EUA e Canadá. O novo CEO a partir de janeiro será Michel Doukeris, engenheiro químico graduado pela UFSC em 1995, que fez carreira na companhia de Jorge Paulo Lemann a partir de 1996. Ele já assumiu vários postos relevantes na empresa e, atualmente, é diretor global de vendas. Sucede João Castro Neves, que preferiu não esperar o posto de CEO mundial da AB InBev, ocupado por Carlos Brito. O desafio de Doukeris é elevar as vendas da Budweiser, a mais famosa cerveja do mundo, que perde espaço para as artesanais. R$ 94 milhões Foi o valor movimentado pelo Airbnb em Florianópolis ano passado, adicionado ao PIB do município, segundo estudo da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) sobre impacto socioeconômico regional da empresa de locação online de imóveis. Esse valor equivale a 3,6 mil novos empregos na cidade. Arte contemporânea Até dia 9 de dezembro, apreciadores de arte contemporânea têm a oportunidade de conhecer e reconhecer 40 artistas das áreas de artes visuais, moda, objetos e gastronomia. A exposição Hic et nunc ("Aqui e agora", em latim), é resultado do trabalho de Gabriela Maria Carneiro de Loyola, da Picta Escritório de Arte, em parceria com o El Clandestino, de Sarah Pinnow. A exposição está em dois endereços: no espaço KOK Asian Mood e no Mercure Prinz Hotel, ambos em Joinville. A pesquisa Latitude, financiada pela Associação Brasileira de Arte Contemporânea e pela Apex aponta: o mercado de arte no Brasil representa 1% do total global: US$ 455 milhões de euros ou R$ 1,2 bilhão. 58% das vendas acontecem em galerias. 85% do total são negócios fechados no mercado interno. São Paulo concentra 50% dos negócios. Santa Catarina representa menos de 1%. Ciser amplia A Fundação de Meio Ambiente do Estado de Santa Catarina (Fatma) aprovou pedido do grupo H. Carlos Schneider (Ciser) e deferiu licença de ampliação de operação (LAO) na fábrica de Araquari, no Norte catarinense, referente aos galpões 10 e 11, mezanino, central de resíduos, áreas dos sistemas de exaustão, torres de resfriamento, cabines dos transformadores, central de ar comprimido, fornos, corresponde a uma área total construída de 37 mil m2. A Ciser é líder no mercado da América Latina no segmento de fixadores (porcas e parafusos). Acompanhe as publicações de Estela BenettiLeia também: Florianópolis vai sediar Encontro da Indústria da Construção Civil em 2018 Dados do PIB mostram que SC não é uma ilhaVarejo catarinense cresce impulsionado por agronegócio e indústriaPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaConexão econômica: da UFSC para a Anheuser-Busch ImbevJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-conexao-economica-da-ufsc-para-a-anheuser-busch-imbev-10018115Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23892369Blumenau com espaço para quem quer inovarSemana Global de Empreendedorismo, da Furb, discute um mercado para novas ideias e projetos2017-11-17T14:14:08-02:002017-11-17T14:14:08-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDaniel ZimmermannBlumenau com espaço para quem quer inovarJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:23892369Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-blumenau-com-espaco-para-quem-quer-inovar-10017272Blumenau com espaço para quem quer inovarSemana Global de Empreendedorismo, da Furb, discute um mercado para novas ideias e projetos2017-11-17T14:14:08-02:002017-11-17T14:14:08-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brA história começou com um problema identificado na empresa: a falta de integração com bancos na hora de pagar e emitir boletos. Do desafio, veio a solução por meio da tecnologia. Um novo sistema foi criado especialmente para a demanda, que não era um caso isolado, e logo chamou a atenção de outras empresas. A solução interna virou chance de empreender que o blumenauense José Henrique Kracik Silva, de 37 anos, agarrou em 2013. Surgiu de lá o PagueVeloz, uma fintech – empresa de finanças e tecnologia – baseada em Blumenau que hoje atende 6,3 mil clientes do Brasil inteiro e tem uma filial em São Paulo.É com inspiração na história de pessoas como José que desde segunda-feira a Furb recebe a Semana Global de Empreendedorismo. O evento, que termina hoje à noite, teve 12 palestras, demonstração de novos produtos e discussões a respeito dos desafios e a importância de empreender. Por noite, cerca de 800 pessoas circulam pelo espaço. Estandes de incubadoras, empresas, banco e da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), os principais financiadores de ideias em fase inicial, abrem oportunidades para quem busca algum apoiador um projeto ou uma nova empresa.— As palestras falam sobre tendências na área. Líderes de startups ensinam o caminho das pedras para quem quer empreender e também a ser inovador na sua área, para quem quer continuar em uma empresa, em produtos e processos — detalha a coordenadora do evento, Marianne Hoeltgebaum.A Semana levanta ainda o debate sobre o ecossistema para inovação em Blumenau, que para muitos ainda pode ser aprimorado. Embora a cidade seja berço de muitas empresas de tecnologia, startups e outros negócios, empreendedores ainda buscam a união em grupos com o intuito de crescimento colaborativo e menos burocracia.Trabalho de conscientizaçãoNo município, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico integra as ações voltadas ao empreendedorismo. Uma das apostas é o trabalho de conscientização das pessoas para o espírito empreendedor desde cedo, com palestras e feiras em escolas do ensino básico e fundamental e na Fundação Pró-Família. A cidade tem ainda o programa Escola do Empreendedor, que, em parceria com a Ampe e o Cedup, oferece matérias de empreendedorismo nas aulas do contra-turno. Para a população que já está no mercado, economicamente ativa, o trabalho ocorre principalmente em parceria com o Sebrae e outras entidades do Sistema S.Praça do Empreendedor ajudou 8,9 mil novos negóciosO principal aliado do empreendedorismo no poder público é a Praça do Empreendedor. Aberto em junho de 2015, o espaço já ajudou na abertura de 8,9 mil empresas nesse período – somente neste ano foram 3.251 estabelecimentos criados até outubro, com 4 mil sócios e 3 mil novos postos de trabalho. Entre todos os atendimentos, que envolvem consultas que nem sempre se transformam em novos negócios, foram 84.993 atendimentos até o dia 10 deste mês.A Praça do Empreendedor diminui a burocracia ao permitir a emissão do alvará de funcionamento de uma empresa no mesmo dia. O espaço reúne em um local – uma sala do Shopping Park Europeu – os processos que antes exigiam a ida a sete órgãos diferentes. Há oferta de cursos do Sebrae para empresários iniciantes e um economista para consultoria. Embora o principal foco seja encorajar proprietários a tirar empresas da informalidade, os reflexos também chegam ao setor de serviços e de inovação.— Com o crescimento do espaço, pretendemos acompanhar o desenvolvimento dessas empresas que estão sendo abertas — pontua o diretor de Apoio ao Empreendedor Rafael Phillipe de Oliveira.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaBlumenau com espaço para quem quer inovarJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-blumenau-com-espaco-para-quem-quer-inovar-10017272Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23892008Desemprego em SC é maior que em 2016, mas vem caindo, ao custo da informalidadeÍndice de desocupação ficou em 6,7% no terceiro trimestre deste ano segundo a PNAD2017-11-17T11:55:15-02:002017-11-17T11:55:15-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMarco FaveroDesemprego em SC é maior que em 2016, mas vem caindo, ao custo da informalidadeJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:23892008Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-desemprego-em-sc-e-maior-que-em-2016-mas-vem-caindo-ao-custo-da-informalidade-10017165Desemprego em SC é maior que em 2016, mas vem caindo, ao custo da informalidadeÍndice de desocupação ficou em 6,7% no terceiro trimestre deste ano segundo a PNAD2017-11-17T11:55:15-02:002017-11-17T11:55:15-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brO desemprego em Santa Catarina alcançou a taxa de 6,7% no terceiro trimestre deste ano, 4,85% maior que na comparação com o mesmo período do ano passado. Apesar de ainda ser a menor taxa do país, está muito distante dos níveis pré-crise. No terceiro trimestre de 2014, o índice era de 2,9%. Os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Trimestral (PNAD) foram divulgados nesta sexta-feira pelo IBGE. Em relação aos três meses imediatamente anteriores, houve um recuo, de pouco mais de 10%, da taxa desocupação no Estado. Esse ganho, no entanto, se deu pelo aumento da informalidade. Enquanto os empregos com carteira assinada no setor privado tiveram redução de 0,2% na passagem do segundo para o terceiro trimestre de 2017, as ocupações informais cresceram 10,8%.No país, conforme já havia sido publicado anteriormente, a taxa ficou em 12,4%, menor que no período anterior (13%), mas acima do registrado nos mesmos meses em 2016 (11,8%). Em todo o Brasil há 13 milhões de desempregados. Para a pesquisa, o IBGE considera ocupadas as pessoas com 14 anos ou mais que exerceram ao menos uma hora de atividade remunerada na semana de referência, ou seja, na semana anterior à da entrevista dos pesquisadores. Os desocupados são os que fazem parte da força de trabalho e estão efetivamente à procura de serviço.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaDesemprego em SC é maior que em 2016, mas vem caindo, ao custo da informalidadeJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-desemprego-em-sc-e-maior-que-em-2016-mas-vem-caindo-ao-custo-da-informalidade-10017165Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-reducao-anunciada-do-preco-da-gasolina-vai-depender-de-distribuidoras-diz-sindicato-10014717Redução anunciada do preço da gasolina vai depender de distribuidoras, diz sindicatoPetrobras anunciou queda de 3,80% na gasolina e de 1,30% no diesel2017-11-16T16:24:50-02:002017-11-16T16:24:50-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brApesar da redução nos preços dos combustíveis, anunciada hoje pela Petrobras, não é certo que vá haver queda nos preços finais pagos pelo consumidor. Segundo o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis Minerais de Florianópolis (Sindópolis), Valmir Espíndola, os preços praticados pelos postos dependem dos valores definidos pelas distribuidoras, que ainda não repassaram a redução anunciada pela Petrobras. Espíndola espera que nesta sexta-feira seja possível ter uma ideia mais concreta sobre os preços dos combustíveis.Na manhã desta quinta-feira a estatal anunciou uma redução de 3,80% no preço da gasolina e de 1,30% no diesel. Os novos valores passam a valer a partir de amanhã. Esta é a sexta queda de preços anunciada somente neste mês para o óleo diesel. Já a gasolina teve quatro reduções e sete altas desde o dia 1º.Conforme a nova política de revisão de preços da petroleira, em vez de esperar um mês para ajustar seus preços, a Petrobras agora avalia as condições do mercado para se adaptar, o que pode ocorrer diariamente. Para os reajustes, pesam informações sobre câmbio e cotações internacionais.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaRedução anunciada do preço da gasolina vai depender de distribuidoras, diz sindicatoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-reducao-anunciada-do-preco-da-gasolina-vai-depender-de-distribuidoras-diz-sindicato-10014717Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23885669Dagmara Spautz: Penha tem dívida de R$ 51 milhões com o INSSAuditoria havia indicado crédito e município deixou de pagar o tributo2017-11-16T15:26:40-02:002017-11-16T15:26:40-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSFabiano Correa / Arquivo PessoalDagmara Spautz: Penha tem dívida de R$ 51 milhões com o INSSJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:23885669Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-dagmara-spautz-penha-tem-divida-de-r-51-milhoes-com-o-inss-10012251Dagmara Spautz: Penha tem dívida de R$ 51 milhões com o INSSAuditoria havia indicado crédito e município deixou de pagar o tributo2017-11-16T15:26:40-02:002017-11-16T15:26:40-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brA falta de pagamentos de encargos ao INSS rendeu à prefeitura de Penha uma dívida de R$ 51 milhões que, somada a outros débitos, elevou para R$ 76 milhões o endividamento do município _ valor que equivale ao orçamento do ano. Segundo o prefeito Aquiles da Costa (PMDB), a falta de pagamento do tributo se deve a uma auditoria contratada no ano passado que teria, equivocadamente, apontado para um crédito de INSS na prefeitura.O município, com base nessa informação, deixou de fazer o recolhimento _ mas não comunicou a Receita Federal. A dívida acumulou multas e juros, e o valor total só foi descoberto porque a prefeitura recebeu uma notificação do Ministério da Fazenda, para que negociasse o débito. A informação caiu como uma bomba em Penha. Com uma dívida tão grande, o município não tem como pleitear recursos estaduais e federais. Nesta quinta-feira o prefeito anunciou que instaurou um processo administrativo para apurar responsabilidades e pedir restituição ao município. Revogou a procuração que dava à empresa Pública Consultoria e Desenvolvimento Profissional, responsável pela auditoria, autorização para negociar o tributo em nome da cidade, e determinou uma nova auditoria nas contas. A prefeitura também vai pedir a revisão do débito com o INSS, e a retirada do município da lista de devedores até que o caso seja resolvido. Além disso, imóveis que pertencem à prefeitura serão leiloados para ajudar a pagar os débitos.A empresa responsável não foi localizada por telefone. Procurado, o ex-prefeito, Evandro dos Navegantes (PSDB), disse que estava em viagem e ainda iria se inteirar do caso.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaDagmara Spautz: Penha tem dívida de R$ 51 milhões com o INSSJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-dagmara-spautz-penha-tem-divida-de-r-51-milhoes-com-o-inss-10012251Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23870420Falha em sistema provoca falta de gasolina em postos de BlumenauSituação está sendo regularizada durante esta quarta-feira2017-11-15T15:28:58-02:002017-11-15T15:28:58-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesFalha em sistema provoca falta de gasolina em postos de BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:23870420Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-falha-em-sistema-provoca-falta-de-gasolina-em-postos-de-blumenau-9998681Falha em sistema provoca falta de gasolina em postos de BlumenauSituação está sendo regularizada durante esta quarta-feira2017-11-15T15:28:58-02:002017-11-15T15:28:58-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brAlguns motoristas se surpreenderam com a falta de gasolina comum em postos da cidade, especificamente da bandeira Ipiranga, na tarde desta terça-feira. A falta do combustível foi ocasionada por uma falha em um sistema da empresa.Segundo o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Blumenau Júlio César Zimmermann, o sistema de emissão de notas fiscais da empresa caiu na segunda-feira a e só voltou a funcionar na noite de terça. Com isso, a empresa não podia entregar os produtos, o que ocasionou a falta da gasolina comum em alguns postos. De acordo com Zimmermann, desde que o problema foi resolvido a empresa está trabalhando para colocar as entregas em dia, inclusive nesta quarta-feira, feriado de Proclamação da República. — Se não tivesse resolvido (o problema) ou se eles não trabalhassem hoje, 90% dos postos ficariam sem abastecimento — calcula Zimmermann, ressaltando que até esta quinta-feira a situação deve estar completamente regularizada.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaFalha em sistema provoca falta de gasolina em postos de BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-falha-em-sistema-provoca-falta-de-gasolina-em-postos-de-blumenau-9998681Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:20645731Celesc lança programa para consumidores trocarem eletrodomésticosQuarta edição do Bônus Eficiente Linha Eletrodomésticos vai trocar geladeiras, freezers e aparelhos de ar-condicionado antigos por novos, que consomem menos luz2017-11-15T14:14:54-02:002017-11-15T14:14:54-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSFlávio NevesCelesc lança programa para consumidores trocarem eletrodomésticosJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:20645731Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-celesc-lanca-programa-para-consumidores-trocarem-eletrodomesticos-9997433Celesc lança programa para consumidores trocarem eletrodomésticosQuarta edição do Bônus Eficiente Linha Eletrodomésticos vai trocar geladeiras, freezers e aparelhos de ar-condicionado antigos por novos, que consomem menos luz2017-11-15T14:14:54-02:002017-11-15T14:14:54-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brVem aí mais um programa da Celesc para ajudar famílias na redução do consumo de energia. A companhia lança nesta quinta-feira (16) mais uma edição do Bônus Eficiente Linha Eletrodomésticos. Vai trocar geladeiras, freezers e aparelhos de ar-condicionado antigos por novos, que consomem menos luz. Serão beneficiados 7,7 mil consumidores no Estado. Uma das parceiras será a Whirlpool, dona das marcas Consul e Brastemp. 13º nas prefeiturasA crise ainda não foi superada, mas neste fim de ano as prefeituras terão melhores condições de caixa para pagar o 13º salário, informa o economista da Fecan, Alison Fiúza. Além do 1% do FPM, que é pago pelo governo federal e tem sido usado para pagar o salário extra, a receita municipal aumentou graças a mais arrecadação de ICMS que tem crescido dois dígitos em SC. O FPM teve alta real de 6,5%. CriptomoedasA Bitcoin virou bolha de mercado. Já são mais de 600 criptomoedas no mundo. Em função disso, se pensa em tributação desse dinheiro. Como funcionam essas moedas e os desafios de tributar serão temas do II Seminário Anual da Associação de Estudos Tributários de SC (Asset/SC), dias 23 e 24 deste mês. Acompanhe as publicações de Estela BenettiPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaCelesc lança programa para consumidores trocarem eletrodomésticosJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-celesc-lanca-programa-para-consumidores-trocarem-eletrodomesticos-9997433Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23868868Dagmara Spautz: MPF arquiva denúncia de vereador de Itajaí contra marca de sabão em póVereador, que é pastor evangélico, acusava marca de "guerra contra as famílias"2017-11-15T11:35:17-02:002017-11-15T11:35:17-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDavi Spuldaro / Câmara de Vereadores de ItajaíDagmara Spautz: MPF arquiva denúncia de vereador de Itajaí contra marca de sabão em póJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:23868868Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-dagmara-spautz-mpf-arquiva-denuncia-de-vereador-de-itajai-contra-marca-de-sabao-em-po-9997335Dagmara Spautz: MPF arquiva denúncia de vereador de Itajaí contra marca de sabão em póVereador, que é pastor evangélico, acusava marca de "guerra contra as famílias"2017-11-15T11:35:17-02:002017-11-15T11:35:17-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brO Ministério Público Federal (MPF) rejeitou a denúncia do vereador Edson Lapa (PR), de Itajaí, contra a marca de sabão em pó OMO. O parlamentar, que é pastor evangélico, questionava uma propaganda de Dia das Crianças divulgada pela empresa que propunha uma reflexão sobre as brincadeiras que reforçam clichês de gênero. Para ele, a publicidade representou uma "guerra contra a família brasileira".No documento de arquivamento da denúncia, o procurador Darlan Airton Dias afirmou que a propaganda atende a preceitos internacionais e constitucionais a favor da igualdade. Lembrou, ainda, do alto índice de violência relacionada à orientação sexual no Brasil por fatores como "o preconceito, a discriminação, a falta de representatividade e a escassez de políticas públicas".A propaganda, veiculada na semana do Dia da Criança, em outubro, foi alvo de polêmica entre conservadores em todo o país. Em pouco mais de um minuto, o recado da marca era que “mais importante do que o brinquedo é a brincadeira, a participação dos pais no processo de aprendizagem e momentos que vão marcar a vida delas para sempre”. Por fim, estimulava pais e mães "a incentivarem seus filhos a se divertirem sem se preocupar com cores, regras e padrões". O vereador alegava que a marca excedeu os limites da propaganda e feriu o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) ao abordar o comportamento e a educação das crianças. Ao referir-se ao que chama de "guerra contra a família brasileira", o parlamentar disse que "a função de educar é dos pais, não de quem vende sabão".Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaDagmara Spautz: MPF arquiva denúncia de vereador de Itajaí contra marca de sabão em póJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-dagmara-spautz-mpf-arquiva-denuncia-de-vereador-de-itajai-contra-marca-de-sabao-em-po-9997335Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23867656Com mais prédios na paisagem, número de apartamentos cresce 225% em BlumenauCom apartamentos representando mais de 20% dos domicílios, Blumenau segue caminho de construção de edifícios enquanto setor se mostra confiante em relação ao lançamento de novos empreendimentos2017-11-15T06:30:01-02:002017-11-15T06:30:01-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesCom mais prédios na paisagem, número de apartamentos cresce 225% em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:23867656Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-com-mais-predios-na-paisagem-numero-de-apartamentos-cresce-225-em-blumenau-9996876Com mais prédios na paisagem, número de apartamentos cresce 225% em BlumenauCom apartamentos representando mais de 20% dos domicílios, Blumenau segue caminho de construção de edifícios enquanto setor se mostra confiante em relação ao lançamento de novos empreendimentos2017-11-15T06:30:01-02:002017-11-15T06:30:01-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brEm vez de quintal, playground e área de convivência. Tags de segurança no lugar de cadeados no portão. Os churrascos de fim de semana passaram da área de festas para o salão de uso coletivo e compromissos como reunião de condomínio passaram a fazer parte da rotina. O perfil de moradia do blumenauense mudou. O número de prédios na região mais central da cidade e o surgimento de novos lançamentos, mesmo neste momento apontado por economistas como de saída de uma crise, mostra que a tendência de verticalização ganha cada vez mais força em Blumenau.Dados do IBGE repassados pelo Sindicato da Indústria da Construção de Blumenau (Sinduscon) mostram que, em pouco mais de uma década, o número de apartamentos passou de cerca de 8,7 mil para 26,1 mil unidades (um avanço de 225%) entre 2000 e 2016 – último dado disponível. Proporcionalmente, o que antes representava 11,3% agora significa 20% do total de domicílios da cidade, passando de 77,2 em 2000 para 126 mil em 2016.A maior parte das quase 20 mil moradias verticais construídas durante este período foram nos bairros mais centrais, como Jardim Blumenau, Victor Konder e, mais recentemente, Vila Nova e região próxima ao Parque Vila Germânica. Além disso, em bairros mais afastados, imóveis do Programa Minha Casa Minha Vida também impulsionaram esse crescimento.A verticalização é vista com bons olhos por empresários do setor. O vice-presidente do Sinduscon, Marcos Bellicanta, define o processo como irreversível, sobretudo em cidades que precisam acomodar o crescimento populacional, como é o caso de Blumenau – onde, de acordo com as últimas três estimativas do IBGE, o número de moradores aumentou em 4,8 mil pessoas por ano (de 2014 a 2017). Bellicanta credita essa tendência ao desejo cada vez maior das pessoas de morarem perto das regiões centrais e à escassez dos terrenos nessas áreas, o que favorece a valorização. Como comprar um terreno e construir uma casa nesses locais fica quase financeiramente inviável, os apartamentos se tornam opções com bom padrão de moradia e preços mais acessíveis.Foto: Menos habitantes por domicílio Outros fatores como crédito, renda e juros também são decisivos na escolha por apartamentos. Mas uma das principais explicações para a busca cada vez maior por imóveis verticais está nas famílias menores e no número de habitantes por domicílio mais baixo.– Há muitos anos tínhamos quatro, cinco habitantes por domicílio, e hoje estamos numa tendência inferior a três, está em dois e meio. Então, para cinco mil pessoas você precisava fazer mil residências e agora precisa fazer duas mil para atender a mesma população. Esse é outro fator determinante na demanda – argumenta Bellicanta.Não é somente a tendência de verticalização que representa otimismo para os empresários do setor. Depois de cerca de dois anos difíceis com o agravamento da crise econômica, agora a perspectiva é de uma retomada. O vice-presidente do Sinduscon detalha que, nos últimos 60 dias, já foi possível ver um aumento na procura de investidores e em lançamentos que antes estavam parados.No Sindicato da Habitação de Blumenau (Secovi), o presidente Sérgio Cunha confirma que a expectativa é de uma volta do crescimento, sobretudo a partir do próximo ano.Maior acesso a serviços é uma das vantagens da ocupação em prédiosO principal benefício da verticalização está em ter mais gente morando na área central, perto de espaços como escolas, creches e postos de saúde, tendo acesso à infraestrutura da cidade. Ligações de água, energia e esgoto também atendem mais pessoas, com um custo muito menor para instalação em razão da curta distância entre as conexões. A professora de Planejamento Urbano do curso de Arquitetura e Urbanismo da Furb, Carla Cintia Back, explica que, de forma geral, a verticalização é interessante por permitir essa racionalidade nos custos e na estrutura. Há também os casos de condomínios do Programa Minha Casa Minha Vida que atendem a populações de baixa renda e foram construídos em bairros distantes, como Passo Manso e Progresso, onde os terrenos costumam ser mais baratos. Nestes locais, há adensamento (pessoas residindo em um espaço territorial mais compacto) e verticalização, mas não há o benefício da otimização da infraestrutura e dos serviços, que precisam ser levados aos poucos para os bairros distantes, a um custo maior.Cidade mais linear gera mais custosCarla alerta que verticalização não é sinônimo de adensamento – em prédios de alto padrão, por exemplo, em que há um apartamento por andar, a moradia é verticalizada, mas não necessariamente adensada. A professora ressalta que em algumas regiões há limites, porque essa densidade maior pode extrapolar a capacidade de suporte de serviços ou estruturas como o sistema viário, de educação ou saúde dessas regiões.– Quanto mais linear a cidade, maior o custo para a prefeitura. De maneira geral, a verticalização é algo interessante, permite racionalizar a infraestrutura já existente, mas cada região tem que fazer sua análise sobre isso – pontua.A capacidade do sistema viário de algumas regiões como o bairro Velha, que atualmente já tem grande quantidade de prédios, é, aliás, uma preocupação do presidente do Sindicato da Habitação de Blumenau (Secovi), Sérgio Cunha, que defende que a estrutura local precisa estar adequada ao adensamento populacional. Obras como o prolongamento da rua Humberto de Campos são ações adotadas para suportar esse crescimento na região. O presidente sustenta também a importância de ter uso misto nos prédios na região do Centro, já que o uso exclusivamente comercial deixa a região pouco movimentada nos fins de semana.Outro alerta, este defendido por Carla, é a necessidade de restringir a altura dos prédios na região central da Rua XV ou em pontos que fazem parte do patrimônio histórico da cidade. O exemplo citado é o prédio de 35 andares erguido na Ponta Aguda, que, segundo a especialista, embora esteja previsto no Plano Diretor, acaba interferindo na paisagem e no desenho da região central por ter altura muito superior à dos demais. Marcos Bellicanta, do Sinduscon, aponta que a tendência é que prédios de 15 a 25 andares sejam o padrão da verticalização da cidade nos próximos anos. No entanto, para casos de imóveis mais altos como o da Ponta Aguda, ele afirma que o incentivo a mais construções verticais de tamanho semelhante naquela região diminuiria a sensação de contraste com os outros prédios, hoje muito menores.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaCom mais prédios na paisagem, número de apartamentos cresce 225% em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-com-mais-predios-na-paisagem-numero-de-apartamentos-cresce-225-em-blumenau-9996876Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23865938Vendas no varejo de SC têm alta de 15% em setembroEstado teve quarto maior aumento em volume no país em comparação com o ano passado2017-11-14T11:39:45-02:002017-11-14T11:39:45-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMarco FaveroVendas no varejo de SC têm alta de 15% em setembroJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:23865938Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-vendas-no-varejo-de-sc-tem-alta-de-15-em-setembro-9996276Vendas no varejo de SC têm alta de 15% em setembroEstado teve quarto maior aumento em volume no país em comparação com o ano passado2017-11-14T11:39:45-02:002017-11-14T11:39:45-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brO volume de vendas no comércio varejista catarinense cresceu 15,1% em setembro na comparação com o mesmo mês em 2016, revelou a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) divulgada pelo IBGE nesta terça-feira. Com isso, o Estado teve o quarto maior avanço entre as Unidades da Federação. No país, a alta foi de 6,4% para esse mesmo tipo de comparação. Entre janeiro e setembro, SC tem o maior incremento em nível nacional, uma alta de 13,4%, enquanto as vendas brasileiras cresceram apenas 1,3%. Em parte, vale dizer, os dados são altos porque a base de comparação, 2016, é fraca. Ao longo da recessão, e especialmente no ano passado, o comércio catarinense foi fortemente afetado pela crise. Neste ano, com a inflação menor e a liberação do FGTS, o consumo parou de cair e voltou a crescer aos poucos. Em relação a agosto, SC teve recuo de 0,2% na série com ajuste sazonal, enquanto em nível nacional houve incremento de 0,5%, compensando a queda anterior de 0,4%. O setor de supermercados, alimentos e bebidas puxou a alta em SC em setembro ante 2016 (24,8%) e também tem ajudado no incremento ao longo de 2017, com 25,2% de incremento acumulado, atrás apenas de materiais para escritório e informática (30%). Também se destacaram em setembro, na comparação interanual, os eletrodomésticos (12%) e artigos de uso pessoal e doméstico (13,8%). Tiveram recuos somente os segmentos de materiais para escritório e informática (-7,2) e tecidos, vestuário e calçados (-1,2%). No comércio varejista ampliado - que inclui veículos, peças e materiais de construção - SC teve alta de 16,6% no volume de vendas em comparação com o mesmo período em 2016. Mato Grosso e Acre se destacam em setembroEm comparação com setembro de 2016, os resultados foram positivos em 23 das 27 Unidades da Federação, com destaques para Mato Grosso (18,1%), Acre (17,3%) e Rondônia (16,7%). As maiores quedas, em termos de magnitude, foram observadas em Goiás (-7,2%); Roraima (-4,5%) e Distrito Federal (-3,1%). Quanto à participação na composição da taxa do varejo, destacaram-se, pela ordem: São Paulo (6,9%), Rio Grande do Sul (12,9%), Paraná (10,4%) e Santa Catarina (15,1%).Quanto ao comércio varejista ampliado. 25 das 27 Unidades da Federação apresentaram variações positivas na comparação com o mesmo período do ano anterior, com destaque, em termos de volume de vendas, para Tocantins (24,4%), Amazonas (20,8%) e Rio Grande do Sul (20,4%). Em termos de taxas negativas, aparecem Goiás (-8,4%) e Rondônia (-4,0%).Na passagem de agosto para setembro de 2017, na série com ajuste sazonal, o comércio varejista registrou avanço em 18 das 27 Unidades da Federação, com Paraíba (3,5%), Amazonas (3,3%), Mato Grosso e Mato Grosso do Sul (ambos com 3,1%) registrando as taxas mais elevadas. Por outro lado, entre os Estados com variações negativas frente a agosto, destaca-se Minas Gerais (-2,0%). Leia mais:Vendas do varejo sobem 0,50% em setembro ante agosto, revela IBGEMeirelles volta a dizer que crê na aprovação da reforma da Previdência neste anoPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaVendas no varejo de SC têm alta de 15% em setembroJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-vendas-no-varejo-de-sc-tem-alta-de-15-em-setembro-9996276Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23864868Cidades do Vale do Itajaí encontram desafios para fechar as contasRevisão de contratos e programas de recuperação estão entre ações aplicadas por Blumenau, Itajaí e Rio do Sul2017-11-14T07:30:01-02:002017-11-14T07:30:01-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaCidades do Vale do Itajaí encontram desafios para fechar as contasJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:23864868Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-cidades-do-vale-do-itajai-encontram-desafios-para-fechar-as-contas-9995765Cidades do Vale do Itajaí encontram desafios para fechar as contasRevisão de contratos e programas de recuperação estão entre ações aplicadas por Blumenau, Itajaí e Rio do Sul2017-11-14T07:30:01-02:002017-11-14T07:30:01-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brNo primeiro ano de mandato, as prefeituras de Blumenau, Rio do Sul e Itajaí fazem o possível para fechar 2017 com as contas em dia. Após um 2016 conturbado, em meio à crise e às mudanças administrativas, o Santa fez um levantamento para saber o que as secretarias de Gestão, Fazenda e Administração destas cidades estão fazendo para equilibrar as finanças públicas. Confira abaixo a situação de cada cidade:BlumenauO que diz o secretário de Gestão e Transparência da prefeitura de Blumenau, Paulo Costa:Superávit até agosto deste anoA gente se baseia pelo balanço quadrimestral, que fechamos no final de agosto. Até agosto ainda fechamos com superávit, mas o último balanço finaliza em dezembro e sai em janeiro. O que podemos destacar é que estamos com superávit, mas ainda temos nos últimos quatro meses empenhos para serem fechados ou despesas para serem empenhadas. Temos também receita para acontecer. Neste momento é muito temerário dizer como vamos fechar, pois este ano está sendo pior do que o passado no ponto de vista de arrecadação e despesa.Aumento na procura de serviçosA gente tem uma crescente despesa porque desde agosto de 2015 vem em uma descendente, em queda de receita, enquanto a despesa só cresce. Temos um aumento da demanda que ocorre pois, ao perder emprego, as pessoas perdem planos de saúde, tiram os filhos de escolas particulares e então acaba tendo essa migração para os serviços públicos. São essas situações que têm pressionado a despesa, sem ter uma receita correspondente.Mudanças e adaptaçõesO que temos feito, desde 2013, foi a redução dos comissionados. E depois em 2014, 2015 permanentemente estamos negociando com fornecedores. No mínimo, na tentativa de manter os valores, sem reajuste. É algo que vem sendo feito há bastante tempo, isso nos dá um conforto, mas não é o suficiente para resolver todos os problemas. Temos investido mais do que é nossa obrigação: na Saúde é de 15%, mas nós já aplicamos 27%. Outras despesas são deixadas para priorizar a Saúde, por exemplo. Mas enquanto não houver reforma tributária que revise o percentual de distribuição entre municípios, Estado e União, nós vamos ver essa realidade se agravar, de forma mais rápida.Foto: ItajaíConfira o que ponderou, via assessoria de imprensa, a secretaria de Fazenda de Itajaí:Contas herdadas pela gestão anteriorA nova administração assumiu com cenário econômico negativo, em parte pela crise no mercado brasileiro e também pela paralisação das obras no Complexo Portuário, bem como a indefinição na obra da bacia de evolução. Estes fatores resultaram na diminuição da arrecadação e exigiram esforço para manutenção e a qualidade dos serviços públicos. A administração priorizou o investimento, no sentido de criar um cenário positivo para o incremento da atividade econômica. Entre as ações estão: celeridade no processo de abertura de empresas; investimentos em infraestrutura; melhoria do sistema viário; reinserção no circuito turístico da região com uma série de eventos.Investimento em 2017Neste ano o município retomou obras do Complexo Portuário, além da execução da bacia de evolução para recebimentos de navios maiores e modernos. Tudo aliado ao saneamento das contas públicas. Por meio de decreto, a prefeitura aplicou um contingenciamento em todos os setores, priorizando atividades essenciais à qualidade de vida dos itajaienses.Alternativa para reduzir dívidasCom o objetivo de diminuir a dívida ativa e aumentar a arrecadação, Itajaí lançou o Programa de Recuperação Fiscal (Refis 2017). Em três meses foram negociados mais de R$ 16,5 milhões de dívidas. Os contribuintes ganham 100% de desconto em multa, juros e honorários advocatícios mediante pagamento à vista. Com o Refis, o município concede benefício ao contribuinte para reduzir dívida ativa e aumentar arrecadação. O município tem a receber em torno de R$ 500 milhões. A maior dívida é de pessoas jurídicas, com R$ 236 milhões em ISS não recolhidos. Com relação ao IPTU, são quase 20 mil pessoas devendo R$ 138,5 milhões.Foto: Rio do SulO que diz o secretário de Administração e Fazenda de Rio do Sul, Alexandre Pereira:O desafioTivemos um primeiro grande problema que foi a parte de orçamento, e a parte financeira nós já saímos com um déficit de R$ 9 milhões, na largada, que nós herdamos da gestão anterior. Pagamos praticamente tudo e é claro que isso agora, no final do ano, está fazendo falta, porque você paga uma coisa que você não tinha previsão orçamentária.A soluçãoDurante o ano tivemos medidas de economia bastante drásticas. Reduzimos o número de cargos comissionados de 182 para 141, fizemos uma reforma administrativa. Diminuímos o número de secretarias, emendamos elas e isso gerou economia. No final do ano agora, fizemos mais demissões e durante o ano revisamos de todos os contratos da prefeitura. Então fizemos um monte de medidas, especialmente na revisão de contratos. Reduzimos o aluguel, conseguimos alguns terrenos e equipamentos comunitários que saímos do aluguel, com creches e colégios e isso trouxe bastante.Mudanças na estruturaO turno da prefeitura era único de seis horas e agora é de oito horas, não temos mais feriados prolongados e neste fim de ano, por exemplo, nós vamos fazer recesso e não mais ponto facultativo, como era antes. Desta vez os dias de folga serão descontados das férias dos funcionários, antes não eram descontados. As licenças-prêmio também foram reduzidas: eram gastos R$ 100 mil por mês e hoje está em R$ 30 mil, aplicados apenas para casos especiais. As nossas perspectivas para o ano que vem são melhores. Estamos trazendo um pouco da gestão da iniciativa privada para o governo e está surtindo efeito.Foto: Fazer gestão pública em meio à crise é maior desafioApertar o orçamento e enxugar a máquina pública nunca foi tão necessário nas prefeituras. Segundo o professor, mestre em Sociologia Política, Eduardo Guerini, de modo geral, o que aconteceu é que os prefeitos assumiram a administração em meio a uma crise fiscal:– Aliás, uma das mais profundas no contexto nacional. É fruto da crise econômica. Existia uma promessa de mudança na forma de gestão, algo mais transparente e com maior racionalidade na aplicação de recursos e isso não ocorreu. Muitos não produziram programas novos e, enquanto isso, mais problemas foram aparecendo. Sem capacidade de renovação, as contas apenas aumentaram.Se a esperança das prefeituras está em 2018 como melhor e mais estável, o professor e economista Nazareno Schmoeller adianta que o ano deve seguir os passos de 2017, com maior estabilidade:– É um momento delicado, as prefeituras possuem muitos gastos que não podem ser modificados, são fixos e a crise que vem desde 2014 abalou a arrecadação. Então é preciso, assim como qualquer empresa, que os gestores façam adaptações para manter contas equilibradas. Com as eleições do ano que vem teremos mudanças econômicas. Acredito que os empresários devam se unir e os trabalhadores também, o que vai refletir na economia brasileira.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaCidades do Vale do Itajaí encontram desafios para fechar as contasJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-cidades-do-vale-do-itajai-encontram-desafios-para-fechar-as-contas-9995765Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23861629PSDB consolida Napoleão Bernardes na corrida para 2018Nome do prefeito de Blumenau é, ao lado do senador Paulo Bauer, uma das apostas do partido em Santa Catarina para a próxima eleição2017-11-12T21:51:07-02:002017-11-12T21:51:07-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSJosé SomensiPSDB consolida Napoleão Bernardes na corrida para 2018Jornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:23861629Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-psdb-consolida-napoleao-bernardes-na-corrida-para-2018-9993920PSDB consolida Napoleão Bernardes na corrida para 2018Nome do prefeito de Blumenau é, ao lado do senador Paulo Bauer, uma das apostas do partido em Santa Catarina para a próxima eleição2017-11-12T21:51:07-02:002017-11-12T21:51:07-02:00© 2011-2017 clicrbs.com.brTucanos catarinenses se reuniram no sábado para definir os rumos do partido de acordo com os audaciosos objetivos do PSDB de alcançar o governo do Estado e a presidência da República. Oficialmente, a convenção que ocorreu em São José definiu o novo diretório e a nova executiva estaduais do partido, mas o fato é que ela já começou a delimitar as estratégias para a eleição de de 2018, e o nome de Napoleão Bernardes aparece com força entre elas. O evento que marcou os 29 anos do partido em Santa Catarina reuniu mais de 2 mil filiados — dos quais 578 podiam votar. O deputado federal Marcos Vieira foi aclamado para seguir à frente da sigla até 2019, enquanto o senador Paulo Bauer foi eleito o Presidente de Honra, também por aclamação. O primeiro vice-presidente é o deputado federal Marco Tebaldi, que não compareceu à convenção por motivos de saúde. Napoleão foi eleito o segundo vice-presidente. Apesar de considerado jovem na "progressão" política, o prefeito blumenauense está prestes a completar 20 anos de atividade partidária, o que o coloca em uma posição confortável no ninho dos tucanos barrigas-verdes. Ao lado de Bauer, vê seu nome ganhar força para, inclusive, liderar uma das campanhas nas quais o PSDB pretende investir, seja para comandar Santa Catarina, seja para manter a representatividade no Senado. — Nos movimentos de base, na juventude, já sou considerado um veterano, e o meu papel é o de ser aglutinador, trabalhar pela construção, e o partido pode contar comigo para atingir esse objetivo. Não tenho nenhuma pretensão de concorrer, não é meu plano, embora esteja sendo muito estimulado a essa reflexão e esteja disposto a contribuir nesse processo partidário, independente de ser candidato _ considera Napoleão, ressaltando se sentir honrado só de ser cogitado para estar na linha de frente das batalhas. Planos desenhadosMas para um nome apenas cogitado, ele revela pensamentos já bem desenvolvidos dentro da sigla para traçar as estratégias futuras. Destacando que "há muitos outros nomes", o blumenauense diz perceber uma crença na dobradinha Napoleão-Bauer com alguns rumos possíveis _ o que só deve ser definido nas convenções de candidatura, que ocorrem entre 20 de julho e 5 de agosto de 2018 de acordo com o calendário eleitoral:— Outros são lembrados, mas os que mais convergem são esses dois nomes. Muitos acreditam que se possa ter o Paulo Bauer governador, por já ter sido candidato, ser o nosso líder no Senado, ter expressão nacional e estar bem pontuado nas pesquisas, e entendem que a minha candidatura ao Senado é estratégica para o PSDB nacional, porque temos o projeto de fazer presidente da República. Minha relação pessoal com o governador (de São Paulo) Geraldo Alckmin é próxima, muito fraterna. Hoje o PSDB tem dois senadores e nenhum dos dois nessa hipótese disputaria a reeleição, então ficaria sem representante no Senado, e por isso a minha disputa no sentido de manter um suporte catarinense ao presidente da República, o que é bom para Santa Catarina e mais ainda para o Vale do Itajaí. Mas a militância tem aquele desejo de "o Paulo é nosso líder, está bem no Senado, podemos trocar". Enfim, o PSDB tem consenso de disputar pelo menos duas das quatro vagas, então ficaria entre eu e o Paulo Bauer essa questão, mas ele é o nome natural. Participação nacional Além das definições estaduais, no dia 9 de dezembro Napoleão participa da convenção nacional do partido em Brasília como delegado , o que lhe dá direito a voto. Além de reforçar a estratégia de consolidar o próprio nome como liderança no Estado, vai compor uma das maiores delegações proporcionais da sigla no país, o que vai dar influência para o grupo nas decisões tomadas. Segundo o prefeito, o partido ainda quer aproveitar a reunião para resolver as pendências internas — como a divisão protagonizada pelos senadores Aécio Neves (MG) e Tasso Jereissati (CE) — e unificar o pensamento em prol do pleito de 2018 em torno da candidatura de Alckmin ao Planalto.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaPSDB consolida Napoleão Bernardes na corrida para 2018Jornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-psdb-consolida-napoleao-bernardes-na-corrida-para-2018-9993920Change0Usable