Política e Economia, Jornal de Santa Catarina, clicRBSJornal de Santa Catarinahttp://jornaldesantacatarina.clicrbs.com.br/sc/urn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-iatom© 2011-2017 clicrbs.com.br2017-07-20T13:50:45-03:00urn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-carolina-bahia-temer-atua-no-varejo-9845899Carolina Bahia: "Temer atua no varejo"2017-07-19T07:30:53-03:002017-07-19T07:30:53-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPreocupado em salvar a própria pele, o presidente da República Michel Temer se dedica à política no varejo. Recebe em seu gabinete governadores, senadores, deputados e vereadores, acena com soluções aos problemas apresentados, distribui promessas, delira sobre uma reforma tributária e até negocia a migração de parlamentares para o PMDB. Cacique experiente, ele sabe que parlamentares gostam de "carinho", e é assim que Temer pretende ampliar a lista de deputados dispostos a votar pelo engavetamento da denúncia. O Planalto reconhece que precisa fortalecer essa posição, porque uma segunda denúncia será apresentada. A intervenção do presidente, no entanto, causou mal-estar com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Maia que, monitorado pela mãe, jura que não está conspirando contra o presidente, não gostou da ofensiva do PMDB sobre deputados que poderiam migrar do PSB para o DEM. E em meio a essas picuinhas da corte, como fica o país? O jeito é rezar para que a economia se descole do entrevero político.:: Leia mais colunas de Carolina BahiaBolsaApesar do veto da equipe econômica, o Planalto volta a avaliar o aumento no valor do bolsa família. O ministro Osmar Terra (Ministério do Desenvolvimento Social) tem conversado sobre o assunto com o Ministério do Planejamento.Inimigo nº 1A queda de braço do ex-presidente Lula com o juiz Sergio Moro convém ao PT. Curioso será observar como se comportará a militância diante dos desembargadores do TRF4. Também serão demonizados?Apareça!Nas regras para a sessão do dia 2 de agosto, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, admite começar a sessão de votação da denúncia contra Temer com 51 deputados em plenário, mas só promoverá a votação com o quórum de 342 parlamentares.Deixa quietoSe quiser, o presidente Temer poderá ir ao plenário da Câmara para discursar no dia da votação da denúncia apresentada pela Procuradoria Geral da República. Há 25 minutos reservados à defesa, que ele poderá dividir com advogados.— Ele não vai. Não precisa ir - sustenta o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS).:: Confira notícias de Blumenau e região em santa.com.brPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaCarolina Bahia: "Temer atua no varejo"Jornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-carolina-bahia-temer-atua-no-varejo-9845899Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23500778Estacionamento fracionado é engavetado pela quarta vez em BlumenauCCJ da Câmara de Blumenau emite parecer contrário ao projeto2017-07-19T07:11:56-03:002017-07-19T07:11:56-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesEstacionamento fracionado é engavetado pela quarta vez em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:23500778Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-estacionamento-fracionado-e-engavetado-pela-quarta-vez-em-blumenau-9845937Estacionamento fracionado é engavetado pela quarta vez em BlumenauCCJ da Câmara de Blumenau emite parecer contrário ao projeto2017-07-19T07:11:56-03:002017-07-19T07:11:56-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brNa política, nem sempre a água mole fura a pedra dura depois de tanto bater. Apresentado pela quarta vez na Câmara de Vereadores desde 2013 no último dia 6, o projeto de lei que prevê o fracionamento da cobrança de estacionamentos privados em Blumenau foi mais uma vez arquivado. Na terça-feira, a Comissão de Constituição e Justiça da Casa emitiu parecer contrário à proposta, alegando inconstitucionalidade. Agora, conforme o sistema que mostra o trâmite de projetos no site da Câmara, a proposta será encaminhada hoje para o arquivamento final.Embasado por uma recente decisão do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC), o vereador Alexandre Caminha (PROS) resolveu reapresentar o projeto no início do mês. No último dia 3 de maio, por 16 votos a 9, o tribunal julgou improcedente uma Ação Direta de Inconstitucionalidade da Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce) que queria derrubar uma lei municipal de Balneário Camboriú, onde a cobrança já é feita a cada 10 minutos. Isso deu força à proposta que era de Cezar Cim — hoje coordenador do Procon de Blumenau — e foi adotada por Caminha — ex-coordenador do órgão de defesa do consumidor. No texto, o TJ-SC chega a citar o voto do desembargador Jânio de Souza Machado, que "rebateu argumentos de que a iniciativa atingiria outros princípios constitucionais, como a livre iniciativa e concorrência, ao lembrar que a lei não determina nem fixa o valor a ser cobrado pelo estacionamento, mas sim sua divisão pelo tempo efetivamente utilizado pelo consumidor". Foto: Lucas Amorelli / Agencia RBSEssa foi a quarta vez que o projeto entra em discussão na Câmara de Vereadores de Blumenau. Em 2013, o texto foi apreciado duas vezes. Na primeira delas, a proposta começou a tramitar em fevereiro e foi retirada em julho. Naquele mesmo mês, o projeto voltou a tramitar. Teve parecer favorável da Comissão de Constituição, Legislação e Justiça (CCJ) e chegou a ser aprovado em votação no plenário. Na ocasião, porém, o prefeito Napoleão Bernardes (PSDB) vetou a proposta após receber um parecer de inconstitucionalidade apresentado pela Procuradoria Geral do Município. O Legislativo acatou o veto.Na terceira vez que foi apresentada, em agosto do ano passado, a matéria novamente passou por todas as comissões permanentes e foi à votação, mas acabou rejeitada pelos vereadores. O autor da proposta buscava base legal — inclusive do desenrolar da lei em Balneário Camboriú — para garantir que o freguês não seja prejudicado.— Ninguém quer mexer na concorrência ou então no livre mercado. O que queremos é fracionar de 15 em 15 minutos. Precisamos adaptar os estabelecimentos. É inadmissível o consumidor entrar no shopping com uma tolerância de 10 minutos, que você nem consegue estacionar o carro e tirá-lo do estacionamento, ir trocar um produto tendo que pagar R$ 8 por 11 minutos — afirma Caminha.:: Leia outras notícias de Blumenau e região em santa.com.br— Na época em que a legislação foi proposta da última vez eu estava trabalhando no Procon e essa era uma das temáticas que sempre despertava preocupação com o consumidor que estava, de certa forma, sendo enganado — complementa.Sindicato questiona propostaO presidente do Sindicato Intermunicipal dos Estabelecimentos de Garagens, Estacionamentos, Limpeza e Conservação de Veículos (Sindepark-SC), André Luiz Ostermann, afirma que as empresas não foram convocadas para qualquer debate junto à Câmara de Vereadores e defende que atividades privadas não podem ser interferidas pelo poder público. A justificativa é de que isso pode desencadear um precedente.— Defendemos que a atividade privada não deva ser controlada pelo poder público, a não ser em questões que digam respeito realmente ao direito do consumidor. Daqui a pouco os vereadores podem se sentir à vontade para mexer no preço da camisa, do terno, do jornal — argumenta Ostermann.Impulsionado pela decisão de maio do TJ-SC, o vereador Alexandre Caminha (PROS) acredita que terá um fator a mais para reaquecer o debate junto à Câmara e rebate o Sindepark-SC:— Os interesses privados não devem se sobrepor aos interesses públicos. Não estamos querendo pôr empecilhos nos negócios das pessoas, só queremos que seja justo ao consumidor. Ostermann contesta:— Por que o hotel tem diária? Posso ler só três folhas do jornal?Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaEstacionamento fracionado é engavetado pela quarta vez em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-estacionamento-fracionado-e-engavetado-pela-quarta-vez-em-blumenau-9845937Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23492884Venda de automóveis no Vale cresce 3,9% no primeiro semestre de 2017É a primeira vez desde 2014 que o primeiro semestre do ano terminou com mais vendas que o mesmo período do ano anterior2017-07-17T08:00:27-03:002017-07-17T08:00:27-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesVenda de automóveis no Vale cresce 3,9% no primeiro semestre de 2017Jornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:23492884Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-venda-de-automoveis-no-vale-cresce-3-9-no-primeiro-semestre-de-2017-9843066Venda de automóveis no Vale cresce 3,9% no primeiro semestre de 2017É a primeira vez desde 2014 que o primeiro semestre do ano terminou com mais vendas que o mesmo período do ano anterior2017-07-17T08:00:27-03:002017-07-17T08:00:27-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brNa crise é hora de reduzir gastos. O mandamento dos economistas que contribuiu para mais prudência nas contas também fez muita gente passar longe de concessionárias e revendas de veículos nos últimos dois anos. Essa mudança no consumo fez do setor um dos mais atingidos pela recessão. Mas no primeiro semestre deste ano, as vendas de automóveis e comerciais leves (picapes e furgões) no Vale do Itajaí cresceram 3,94%, acima até do Estado, onde a evolução foi de 3,53%. É a primeira vez desde 2014 que o primeiro semestre do ano terminou com mais vendas que os seis meses iniciais do ano anterior. Se colocados ônibus e caminhões nesse comparativo, os números do Vale superam os do país: 5,01% contra 3,65%. No ramo de automóveis e comerciais leves, os dados da regional da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) acompanham o desempenho do país no semestre: elevação de 4,25%. O professor de Economia Brasileira Contemporânea da Furb, Sidney Silva, avalia que há dois motivos para a retomada das vendas. O primeiro é a liberação do FGTS das contas inativas. E, de fato, os números da Fenabrave no Vale reforçam a tese. Em março e maio, meses em que os trabalhadores tiveram acesso aos recursos do fundo de garantia, as vendas de automóveis e comerciais leves cresceram 37,38% e 24,46%, respectivamente, em comparação com o mês anterior. Em todos os outros meses houve queda – a menor delas de 1,94%, em junho, e a maior de 30,71%, em janeiro. Ainda assim, no balanço semestral, o mercado saiu com saldo positivo na região. O segundo motivo citado por Silva é o fato de que a recessão está, na avaliação dele, na fase final. Com isso, acredita que o volume de vendas deva se manter – talvez com ligeira queda – no segundo semestre, mesmo com incentivos, como antecipação de parte do 13º salário. A partir do ano que vem, porém, o professor estima que haja motivos para verdadeiramente comemorar, com possível alta entre 3% e 4%, acompanhando o crescimento do PIB. Se depender de pessoas como Waldomiro Wirth, 67 anos, a reação do setor automobilístico deve chegar até mais cedo. Ele esteve na semana passada em uma concessionária de Blumenau para fechar a compra de um automóvel zero quilômetro. — Enquanto o povo não acreditar que vai melhorar, não vai mesmo. É preciso acreditar e confiar. Não falar só em crise. Hoje, com esse cenário, quem manda e dá as condições na negociação é você — argumenta. Especialistas citam mais confiança e acesso ao crédito Para Osmar Laschewitz, membro da diretoria da Fenabrave-SC, o que impulsionou as vendas no primeiro semestre foi a diminuição do medo do desemprego, provocada pela melhora econômica, e o aumento na concessão de crédito por parte dos bancos. — Apesar de os últimos meses terem sido uma espécie de gangorra, acho que atingimos o patamar da estabilidade para vislumbrar a tendência de leve crescimento, como é a expectativa das próprias montadoras — avalia. Se entre os carros novos as vendas ameaçam reagir, nos seminovos e usados o semestre foi ainda mais favorável. Automóveis e comerciais leves tiveram 10,9% de alta nos últimos seis meses em comparação com a primeira metade do ano passado. Segundo o presidente da Associação dos Revendedores de Veículos de SC (Assovesc), Rafael Silva, o setor sentiu menos a crise por ter carros a valores mais baixos e também se favoreceu do aumento de confiança e da redução dos juros: — Como a maior parte das compras são alienações, com crédito de banco, a pessoa tem que estar confiante em um futuro melhor. Isso começou a acontecer e acredito que vá aumentar.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaVenda de automóveis no Vale cresce 3,9% no primeiro semestre de 2017Jornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-venda-de-automoveis-no-vale-cresce-3-9-no-primeiro-semestre-de-2017-9843066Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-clovis-reis-o-vice-mario-hildebrandt-teria-cacife-politico-para-bancar-a-candidatura-em-blumenau-9842381Clóvis Reis: "O vice Mário Hildebrandt teria cacife político para bancar a candidatura em Blumenau"2017-07-15T07:01:01-03:002017-07-15T07:01:01-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brO PSB é a primeira ou a segunda opção de todos os vereadores que cogitam uma mudança de partido em médio prazo. A preferência se deve à articulação do vice-prefeito Mário Hildebrandt (PSB), que visualiza no fortalecimento da agremiação o caminho para a cabeça-de-chapa na eleição de 2020. Confirmando-se a renúncia do prefeito Napoleão Bernardes (PSDB) em março do ano que vem, para concorrer ao Senado ou ao governo do Estado, Hildebrandt assumiria o comando da prefeitura e a condução do processo sucessório. Dentro da aliança que o elegeu, seria o candidato natural à própria sucessão, condição que desafia às pretensões de um PSDB robustecido ao longo dos dois últimos mandatos. Com a experiência da gestão e uma representação forte na retaguarda, Hildebrandt teria cacife político para bancar a candidatura, seja em sociedade com os atuais parceiros ou ao lado de novos aliados. *** O vereador Ricardo Alba (PP) diz que não há conotação partidária no requerimento que propõe a retirada de uma placa que homenageia o ex-presidente Lula na praça do Biergarten. Segundo ele, o eleitor não aprova deferência a político condenado por corrupção, independentemente da filiação. *** O Blusol comemora o resultado positivo do semestre: realizou 5.087 operações de microcrédito, em um montante aproximado de R$ 20 milhões. O resultado supera em 12% o número de atendimentos registrados nos seis primeiros meses do ano passado. *** O Encontro Nacional de Secretários Municipais de Saúde, em Brasília, movimentou o gabinete do deputado João Paulo Kleinubing (PSD). Entre as várias audiências no governo, acompanhou o credenciamento das UPAs de Piçarras e Camboriú e de três ESFs para Rio do Sul. JPK foi secretário de Estado da Saúde até dezembro do ano passado. *** O presidente da Acib, Avelino Lombardi, participou em Brasília da assinatura da reforma trabalhista. A solenidade teve um tom festivo, com a participação de representantes dos três poderes e líderes empresariais. *** O PROS elege a nova executiva na próxima semana. Na ocasião, o partido deve indicar o vereador Alexandre Caminha como pré-candidato a deputado federal. *** O PR cria nesta semana as representações dedicadas aos jovens e às mulheres. A iniciativa reforça a organização interna para a eleição do ano que vem.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaClóvis Reis: "O vice Mário Hildebrandt teria cacife político para bancar a candidatura em Blumenau"Jornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-clovis-reis-o-vice-mario-hildebrandt-teria-cacife-politico-para-bancar-a-candidatura-em-blumenau-9842381Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-empresariado-de-blumenau-preve-melhora-na-economia-com-leis-trabalhistas-9842393Empresariado de Blumenau prevê melhora na economia com leis trabalhistasAssociações e sindicatos patronais acreditam em crescimento em Blumenau depois da reforma2017-07-14T22:16:24-03:002017-07-14T22:16:24-03:00© 2011-2017 clicrbs.com.brEmpregados e empregadores discordam em inúmeros fatores sobre a Reforma Trabalhista, mas concordam em um aspecto: ela marca uma nova era. A antiga Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), datada em 1943, teve artigos revistos e atualizados e adaptados para a realidade de um mercado de trabalho que mudou ao longo de sete décadas. Ansioso para que as mudanças entrem em vigor — sancionadas pelo presidente Michel Temer na quinta-feira, o novo texto tem 120 dias para ser colocada em prática — o empresariado de Blumenau está otimista e crê que as mudanças, além de modernizar a relação capital-trabalho, gerarão novos empregos, impactando diretamente a economia.Para o presidente do Sindilojas, Emílio Schramm, a flexibilização da lei é o maior ganho, pois com nova legislação, menos engessada, como ele cita, é possível contratar funcionários temporários, reconhecer novas atividades e fazer adaptações desde que aja uma conversa entre empregado e empregador. E os resultados não devem demorar para aparecer:— Eu imagino uns seis meses de acomodação, para todo mundo saber até onde pode ir e até onde não pode ir. E aí, a coisa vai começar a fluir, eu estou muito otimista. Teremos contratações, sim — garante.:: Confira perguntas e respostas sobre a Reforma TrabalhistaO empresário Avelino Lombardi, presidente da Acib, ressalta que além de facilitar novas contratações, a reforma é avanço fundamental em busca de um ambiente de negócio melhor.— Estamos com legislação arcaica, da década de 1940, onde as empresas não têm mais o poder de diálogo com seus empregados porque foi uma judicialização completa das relações trabalhistas e não há possibilidade de fazer uma modificação, de ter um acordo com os empregados como deveria ser. Certamente haverá mais contratações, menos desemprego.Outro ponto citado é o fato de que muitos trabalhadores sairão da informalidade para fortalecer o mercado formal. Em consenso, eles citam que regras anteriores dificultavam contratações, o que deve mudar assim que as alterações da CLT entrem em prática.:: Reforma trabalhista: veja o que muda nas férias— Você vai tirar da informalidade milhões e milhões de trabalhadores de forma gradual, que estavam hoje informais. Você vai criar um longo exercício de confiança recíproca. Os dois lados vão ter que aprender a conversar. De forma aberta, sem muita regra, sem ser de cima para baixo. É a relação capital-trabalho que vai ficar moderna, que vai ficar atual — ressalta Ulrich Kuhn, presidente do Sindicato Indústria Fiação Tecelagem Vestuário (Sintex).Ganha o mercado, ganha a economiaA consequência das contratações será o crescimento da economia, mesmo em um momento conturbado em que o país passa, anseiam os empresários de Blumenau. Segundo Osmar Ricardo Labes, coordenador do Intersindical Patronal de Blumenau e Região, empregadores terão condições de efetivar mais trabalhadores:— Com certeza vai trazer benefícios e nós entendemos que não vai ter prejuízo nenhum para os trabalhadores, ao contrário. Claro que ainda vai passar por um processo de adaptação, mas a expectativa é grande. Não é interessante a gente se precipitar e colocar um prazo, é muito difícil pois está tudo muito recente, mas pode ser em um curto ou médio prazo.:: Reforma trabalhista: veja alguns direitos que não mudam na CLTOutros são mais otimistas, como é caso de Elson Schutz, presidente da Associação de Micro e Pequenas Empresas de Blumenau (Ampe). Ele acredita que o reflexo virá em menos de um ano:— Quando o empregador não estava mais admitindo, por conta de um excesso de leis não adequadas ao momento da economia e a modernização que houve, a mudança traz renovação ao sistema. Vem para somar, para ambas as partes. Não tenho dúvida que o empregador vai apostar no seu empregado, por conta desta relação direta e desta flexibilidade. Ganha o mercado, ganha a economia.Segundo o presidente da CDL Blumenau, Helio Roncaglio, ainda é preciso avaliar as novas regras e adaptar a realidade de cada setor. Todos os empresários comentaram que ainda estudam as mudanças e compartilham as informações com seus pares. O que também está presente no discurso de todos é a necessidade de outras mudanças:— É só essa reforma que precisa? Não. A gente precisa de reforma política, a gente precisa de uma reforma fiscal. A gente precisa de muitas reformas. E independente de partido, de qualquer coisa, elas não foram feitas. O que está sendo proposto (na Reforma Trabalhista) é algo que já estávamos esperando, mas é algo que o empresário também vai ter que se preparar.:: Leia mais notícias de Blumenau e região em santa.com.brPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaEmpresariado de Blumenau prevê melhora na economia com leis trabalhistasJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-empresariado-de-blumenau-preve-melhora-na-economia-com-leis-trabalhistas-9842393Change0Usable