TSE marca para 6 de junho retomada do julgamento da ação da chapa Dilma-Temer - Política e Economia - Santa

Versão mobile

Irregularidades na campanha16/05/2017 | 16h56Atualizada em 16/05/2017 | 16h56

TSE marca para 6 de junho retomada do julgamento da ação da chapa Dilma-Temer

No despacho de Gilmar Mendes, foram definidas quatro sessões para a análise do processo, que serão realizadas nos dias seguintes

TSE marca para 6 de junho retomada do julgamento da ação da chapa Dilma-Temer JOEL RODRIGUES/Estadão Conteúdo
Foto: JOEL RODRIGUES / Estadão Conteúdo
Agência Brasil
Agência Brasil

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, marcou para 6 de junho a retomada do julgamento da ação em que o PSDB pede a cassação da chapa Dilma-Temer, vencedora das eleições presidenciais de 2014. No despacho, foram definidas quatro sessões para a análise do processo, que serão realizadas nos dias seguintes.

A ação foi liberada na segunda-feira (15) para julgamento pelo relator, ministro Herman Benjamin. A liberação para julgamento ocorreu após a chegada da manifestação do Ministério Público Eleitoral (MPE) e das alegações finais das defesas do presidente Michel Temer e da ex-presidente Dilma Rousseff.

Leia mais
Herman Benjamin libera para julgamento ação contra chapa Dilma-Temer
Ministério Público volta a pedir cassação da chapa Dilma-Temer ao TSE
Temer diz não ter receio de processo no TSE

O novo parecer, feito pelo vice-procurador eleitoral, Nicolau Dino, repete o posicionamento enviado ao TSE em março, antes da interrupção do julgamento, quando o tribunal decidiu conceder mais prazo para as defesas se manifestarem. De acordo com o procurador, além da cassação da chapa, o tribunal também deve considerar a ex-presidenta inelegível por oito anos.

Processo

Após o resultado das eleições de 2014, o PSDB entrou com a ação, e o TSE começou a julgar suspeitas de irregularidade nos repasses a gráficas que prestaram serviços para a campanha eleitoral de Dilma e Temer. Recentemente, Herman Benjamin decidiu incluir no processo o depoimento dos delatores ligados à empreiteira Odebrecht investigados na Operação Lava-Jato. Os delatores relataram que fizeram repasses ilegais para a campanha presidencial.

Em dezembro de 2014, as contas da campanha da então presidente Dilma Rousseff e de seu vice, Michel Temer, foram aprovadas com ressalvas e por unanimidade no TSE. No entanto, o processo foi reaberto porque o PSDB questionou a aprovação, por entender que há irregularidades nas prestações de contas apresentadas por Dilma, que teria recebido recursos do esquema de corrupção investigado na Lava-Jato. Segundo entendimento do TSE, a prestação contábil da presidente e do vice-presidente é julgada em conjunto.

A campanha de Dilma Rousseff nega qualquer irregularidade e sustenta que todo o processo de contratação das empresas e de distribuição dos produtos foi documentado e monitorado. A defesa do presidente Michel Temer sustenta que a campanha eleitoral do PMDB não tem relação com os pagamentos suspeitos. De acordo com os advogados, não se tem conhecimento de qualquer irregularidade no pagamento dos serviços.

Leia as últimas notícias de Política

*Agência Brasil

 
 

Siga Santa no Twitter

  • santacombr

    santacombr

    SantaEntenda o caso do triplex, que levou à condenação de Lula por Sergio Moro https://t.co/BnrFc48PZC #LeiaNoSantahá 13 minutosRetweet
  • santacombr

    santacombr

    SantaRelembre a condenação de Lula por Sergio Moro em caso do triplex do Guarujá https://t.co/0PkxU6BAwK #LeiaNoSantahá 13 minutosRetweet
Jornal de Santa Catarina
Busca
clicRBS
Nova busca - outros