Política e Economia, Jornal de Santa Catarina, clicRBSJornal de Santa Catarinahttp://jornaldesantacatarina.clicrbs.com.br/sc/urn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-iatom© 2011-2018 clicrbs.com.br2018-02-22T07:00:04-03:00urn:publicid:clicrbs.com.br:24099151Postos de Blumenau ainda se adaptam à lei estadual sobre informação do tipo de gasolinaLegislação estadual aprovada no ano passado exige que postos informem se combustível vendido é refinado ou formulado2018-02-22T07:00:04-03:002018-02-22T07:00:04-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesPostos de Blumenau ainda se adaptam à lei estadual sobre informação do tipo de gasolinaJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24099151Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-postos-de-blumenau-ainda-se-adaptam-a-lei-estadual-sobre-informacao-do-tipo-de-gasolina-10170193Postos de Blumenau ainda se adaptam à lei estadual sobre informação do tipo de gasolinaLegislação estadual aprovada no ano passado exige que postos informem se combustível vendido é refinado ou formulado2018-02-22T07:00:04-03:002018-02-22T07:00:04-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brJá é lei. Todos os postos de combustíveis em Santa Catarina precisam informar o consumidor se a gasolina oferecida é refinada ou formulada. Mas você sabe qual a diferença das duas? Nas ruas, em geral a resposta dos consumidores é não.A placa costuma indicar sempre gasolina comum, mas o líquido que sai da bomba nem sempre é o mesmo. A gasolina pode ter outro tipo de formulação, autorizada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). Ela pode ser produzida pela combinação de cerca de 200 elementos químicos, como solventes, por exemplo.Para virar gasolina, o petróleo é aquecido em várias etapas. O que sobra dessa fase, antes de virar gasolina refinada, é comprado por empresas formuladoras, que adicionam mais hidrocarbonetos até chegar em um composto que é comercializado.A gasolina formulada tem um custo menor, por isso costuma sair mais em conta pro consumidor. O problema é que ela não tem uma boa fama. Muitos mecânicos não indicam e apontam que pode haver uma perda de até 10% na potência do motor.A lei estadual, que passou a valer no fim do ano passado, é bem clara. O posto de combustível precisa informar se a gasolina é refinada ou formulada. Mas muitos postos ainda não tem o aviso necessário.– Pela nota que eu recebo, a gasolina é tipo C. Então vou simplesmente esclarecer o consumidor que minha gasolina é refinada. A gente vai acompanhar a lei, sem problema nenhum, repassar para os postos e associados para fazerem um banner e informarem o consumidor que a gasolina que ele está comprando tem aquela determinação pela ANP – afirma o presidente do Sindicato do Comércio de Varejista de Derivados do Petróleo (Sinpeb), Júlio Cesar Zimmermann.Procon promete fiscalizar postosAinda é difícil encontrar um posto que tenha um aviso sobre o tipo da gasolina, mesmo sendo refinada. O Procon diz que em Blumenau não encontrou a gasolina formulada, mas vai cobrar do proprietário do posto a informação pro consumidor. Segundo o órgão, a multa nesses casos é de no mínimo 500 reais.– Ela tem diferença de qualidade e de preço, então é importante que o consumidor saiba de qual está se abastecendo. O Procon vai fiscalizar, com certeza. Até já está tarde. Esta semana estamos com equipe fazendo pesquisa. Terminada a pesquisa, vamos liberá-la para fazer uma fiscalização.É importante lembrar que a gasolina formulada é autorizada pala ANP. O combustível proibido é o adulterado. E pra identificá-lo é preciso fazer testes. Todos os meses o laboratório de combustíveis da Furb faz a fiscalização dos postos de Santa Catarina e do Paraná.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaPostos de Blumenau ainda se adaptam à lei estadual sobre informação do tipo de gasolinaJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-postos-de-blumenau-ainda-se-adaptam-a-lei-estadual-sobre-informacao-do-tipo-de-gasolina-10170193Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24087240Blumenau arrecada R$ 39 milhões com primeira parcela do IPTUR$ 35,7 milhões foram arrecadados com pagamentos do imposto em parcela única2018-02-20T12:00:33-03:002018-02-20T12:00:33-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLuis Carlos Kriewall FilhoBlumenau arrecada R$ 39 milhões com primeira parcela do IPTUJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24087240Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-blumenau-arrecada-r-39-milhoes-com-primeira-parcela-do-iptu-10168799Blumenau arrecada R$ 39 milhões com primeira parcela do IPTUR$ 35,7 milhões foram arrecadados com pagamentos do imposto em parcela única2018-02-20T12:00:33-03:002018-02-20T12:00:33-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO primeiro bolo de pagamentos do IPTU em Blumenau rendeu quase R$ 40 milhões para a prefeitura da cidade. Segundo levantamento feito pela Secretaria de Gestão Financeira, até o dia 15 de fevereiro o valor arrecadado era de R$ 39.021.675,89. Desse valor, R$ 35,7 milhões são referentes a pagamentos do imposto em parcela única, com 5% de desconto. Os outros R$ 3,3, milhões são dos primeiros boletos dos tributos parcelados.Segundo a prefeitura, o valor é 12% maior que o valor arrecadado no mesmo período do ano passado. Quase 70 mil moradores optaram por pagar o IPTU em cota única, enquanto outros 31,5 mil escolheram o parcelamento.Ainda está disponível a opção de pagamento à vista com desconto menor, de 3%, até o dia 13 de março. O município espera arrecadar R$ 82 milhões com o IPTU.Quem tem dúvidas ou precisa alterar informações nos carnês ainda pode procurar a Central do IPTU, que funciona no Parque Vila Germânica e atende das 8h às 12h e 13h30min às 17h30min.Leia mais::: Tire suas dúvidas sobre o IPTU de BlumenauPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaBlumenau arrecada R$ 39 milhões com primeira parcela do IPTUJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-blumenau-arrecada-r-39-milhoes-com-primeira-parcela-do-iptu-10168799Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24094733Vereadores mirins tomam posse em sessão na Câmara de BlumenauEstudantes também escolheram mesa diretora em cerimônia que teve presença do prefeito e de outros parlamentares2018-02-19T19:02:50-03:002018-02-19T19:02:50-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSJessica de MoraisVereadores mirins tomam posse em sessão na Câmara de BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24094733Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-vereadores-mirins-tomam-posse-em-sessao-na-camara-de-blumenau-10168246Vereadores mirins tomam posse em sessão na Câmara de BlumenauEstudantes também escolheram mesa diretora em cerimônia que teve presença do prefeito e de outros parlamentares2018-02-19T19:02:50-03:002018-02-19T19:02:50-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brOs 15 vereadores mirins que compõem a legislatura de 2018 tomaram posse em sessão na tarde desta segunda-feira na Câmara de Vereadores de Blumenau. A cerimônia foi comandada pelo presidente do Legislativo, o vereador Marcos da Rosa (DEM). Os vereadores mirins fizeram a leitura do juramento e assinaram o termo de posse. Eles utilizaram a tribuna livre, assim como os representantes do Executivo e da Câmara Mirim. Durante a reunião também foi eleita a mesa diretora do primeiro semestre. Duas chapas estavam inscritas e receberam o mesmo número de votos. A chapa 2 venceu pelo critério de desempate, a idade dos integrantes.Laura Teixeira Sumensari, do Colégio Castelo, assumiu a presidência, e tem como vice Grace Ghermann da Silva, da EEB Prof. Áurea Perpétua Gomes. João Victor Burim, da EBM Machado de Assis, é o primeiro-secretário e Giovana Silva M. de Azevedo, da EBM Annemarie Techentin, a segunda-secretária.A cerimônia também contou com a presença do prefeito Napoleão Bernardes (PSDB), do vice Mário Hildebrandt (PSB), e dos vereadores Ricardo Alba (Patriota), Jens Mantau (PSDB), Alexandre Caminha (PROS), Professor Gilson (PSD), Alexandre Matias (PSDB), Bruno Cunha (PSB), Sylvio Zimmermann (PSDB) e Adriano Pereira (PT), além de pais, amigos, diretores de escola e ex-vereadores mirins.Votação envolveu mais de 10 mil alunosOs 15 novos vereadores mirins e seus suplentes foram escolhidos entre 149 candidatos de 35 escolas das redes municipal, estadual e particular de ensino do município. Dez dos quinze vereadores mirins titulares são meninas e cinco são meninos. Já entre os suplentes 10 são do sexo masculino e cinco do sexo feminino. A votação ocorreu no fim de novembro e envolveu 10.705 alunos.Vereadores mirins empossados:Bethânia DickmannCamyla Leite NunesDavi Nunes da CostaEnzo Dutra PrezotoGiovana Augusto DemarchiGiovana Silva M. de AzevedoGrace Ghermann da SilvaIsadora TomioJoana OdwaznyJoão Victor BurimLaura Teixeira SumensariMarlon Steinhenzer NevesNatalia O. Pereira dos SantosVitor Augusto DiehlPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaVereadores mirins tomam posse em sessão na Câmara de BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-vereadores-mirins-tomam-posse-em-sessao-na-camara-de-blumenau-10168246Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24093384Manifestantes fazem ato contra a Reforma da Previdência em Rio do Sul, no Alto ValeProtesto faz parte de um movimento nacional organizado pela CUT2018-02-19T10:36:28-03:002018-02-19T10:36:28-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSReprodução / DivulgaçãoManifestantes fazem ato contra a Reforma da Previdência em Rio do Sul, no Alto ValeJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24093384Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-manifestantes-fazem-ato-contra-a-reforma-da-previdencia-em-rio-do-sul-no-alto-vale-10167489Manifestantes fazem ato contra a Reforma da Previdência em Rio do Sul, no Alto ValeProtesto faz parte de um movimento nacional organizado pela CUT2018-02-19T10:36:28-03:002018-02-19T10:36:28-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brManifestantes contrários à Reforma da Previdência se reuniram na manhã desta segunda-feira em Rio do Sul, para um ato ligado ao movimento nacional ligado à Central Única dos Trabalhadores (CUT). O protesto começou por volta das 9h em frente à agência do INSS da cidade e se estende as 17h. Durante à tarde, porém, o grupo irá para outro local ainda não confirmado oficialmente.Conforme os organizadores, as centrais sindicais vão à rua durante todo dia para “lutar contra a Reforma” que, segundo eles, “acaba com a aposentadoria de milhões de brasileiros”. Há a mobilização em outros estados. No ABC Paulista, conforme a organização, motoristas de ônibus cruzaram os braços e os ônibus nem sequer saíram da garagem e a estimativa é de que 3 mil trabalhadores da Ford não tenham ido ao trabalho. O mesmo ocorreu na capital paulista, em Florianópolis e Salvador.Em Blumenau, a previsão é de que o ato ocorra às 15h, na Praça Victor Konder, em frente à prefeitura.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaManifestantes fazem ato contra a Reforma da Previdência em Rio do Sul, no Alto ValeJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-manifestantes-fazem-ato-contra-a-reforma-da-previdencia-em-rio-do-sul-no-alto-vale-10167489Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24088634Prefeitura de Blumenau volta a atrasar repasse ao Issblu e nova dívida já chega a R$ 25 milhõesMunicípio atribui atrasos a problemas no fluxo de caixa2018-02-16T07:03:02-02:002018-02-16T07:03:02-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesPrefeitura de Blumenau volta a atrasar repasse ao Issblu e nova dívida já chega a R$ 25 milhõesJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24088634Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-prefeitura-de-blumenau-volta-a-atrasar-repasse-ao-issblu-e-nova-divida-ja-chega-a-r-25-milhoes-10165257Prefeitura de Blumenau volta a atrasar repasse ao Issblu e nova dívida já chega a R$ 25 milhõesMunicípio atribui atrasos a problemas no fluxo de caixa2018-02-16T07:03:02-02:002018-02-16T07:03:02-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brFoto: Patrick Rodrigues / Jornal de Santa CatarinaEm meio à discussão do Congresso Nacional para a votação da Reforma da Previdência, a administração municipal e o Instituto Municipal de Seguridade Social de Blumenau (Issblu) vivem um impasse financeiro. A prefeitura atrasou o pagamento das alíquotas patronal (15,78%) e especial (8%) sobre o valor do vencimento de cada servidor referentes aos meses de setembro, outubro, novembro, dezembro e 13º terceiro do ano passado. O valor da dívida chega a aproximadamente R$ 25 milhões, segundo o presidente do Issblu, Elói Barni, já atualizado com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), mais juros de 0,5% ao mês e multa de 2%. De acordo com ele, a prefeitura não teria respondido nenhuma das quatro notificações emitidas em relação aos atrasados, sendo a última no início do mês. Há a expectativa que o valor seja quitado ou parcelado até abril, quando vence o Certificado de Regularidade Previdenciária (CRP).– Sem este certificado, o município não recebe transferências voluntárias da União, liberação de recursos de financiamentos, entre outras consequências. Portanto, o não pagamento não é bom nem para o instituto nem para o próprio município – cita Barni.O Issblu é responsável pela previdência de 10 mil servidores municipais, entre ativos, aposentados e pensionistas. O mandatário do instituto espera que os valores em atraso sejam repassados o mais breve possível, visando o equilíbrio financeiro do regime previdenciário.– Lembrando que qualquer proposta de parcelamento deve ser discutida e deliberada com o Conselho de Administração do instituto – reitera Barni.Desde quando o Issblu foi criado, em 2000, foram formalizados oito parcelamentos pela prefeitura, sendo que cinco deles são pagos mensalmente pela administração municipal. O instituto gere os valores recolhidos por poder público e servidores públicos efetivos (concursados), que integram um sistema próprio de aposentadoria em vez do regime geral do INSS.Prefeitura atribui atraso a problemas de fluxo de caixaO secretário de Gestão Financeira, Ronaldo Rogério Wan-Dall, diz que o atraso nas alíquotas do ano passado é reflexo da falta de fluxo de caixa e queda na arrecadação do município. Afirma ainda que há um plano para solucionar o impasse. Explica que em setembro de 2017, a prefeitura ingressou no Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC) com um pedido de liberação de parte dos depósitos judiciais, valor referente a ações em discussão que estão no fundo do tribunal, que soma aproximadamente R$ 50 milhões, segundo Wan-Dall.– A legislação nos permite usar até 70% desse valor, mas primeiro é preciso abater os precatórios e posteriormente as dívidas fundadas, como é o caso dos cinco parcelamentos abertos que a prefeitura tem atualmente junto ao Issblu – pondera o secretário.Wan-Dall diz que uma parte do valor solicitado – em torno de R$ 12 milhões – já teria sido liberada. Deste montante, R$ 7 milhões foram utilizados no pagamento de precatórios e R$ 5 milhões estão na conta da prefeitura para abater os parcelamentos já existentes com o Issblu, que chegam a R$ 65,6 milhões, de acordo com o presidente do instituto. Wan-Dall sustenta que apesar dos atrasos de setembro a dezembro de 2017, os outros cinco parcelamentos estão com o pagamento em dia.– Estamos aguardando um novo valor ser liberado pelo TJ-SC, algo por volta de R$ 20 milhões, para então utilizarmos o montante no abatimento dos parcelamentos feitos anteriormente com o instituto e então vamos verificar junto ao Issblu a possibilidade de parcelar os valores atrasados – detalha o secretário.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaPrefeitura de Blumenau volta a atrasar repasse ao Issblu e nova dívida já chega a R$ 25 milhõesJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-prefeitura-de-blumenau-volta-a-atrasar-repasse-ao-issblu-e-nova-divida-ja-chega-a-r-25-milhoes-10165257Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24088549Propostas de mudanças em linhas de ônibus de Blumenau são apresentadas em audiência públicaCinco simulações de alteração em trajetos e duas referentes à frota foram explicadas a plenário lotado da Câmara de Vereadores2018-02-15T21:07:49-02:002018-02-15T21:07:49-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesPropostas de mudanças em linhas de ônibus de Blumenau são apresentadas em audiência públicaJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24088549Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-propostas-de-mudancas-em-linhas-de-onibus-de-blumenau-sao-apresentadas-em-audiencia-publica-10165222Propostas de mudanças em linhas de ônibus de Blumenau são apresentadas em audiência públicaCinco simulações de alteração em trajetos e duas referentes à frota foram explicadas a plenário lotado da Câmara de Vereadores2018-02-15T21:07:49-02:002018-02-15T21:07:49-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brOs blumenauenses voltaram a participar de uma audiência pública para discutir o transporte coletivo de Blumenau. Um ano e 11 meses atrás, na Vila Germânica, o tema foi o novo edital de licitação para conceder o serviço a uma nova empresa. Na noite desta quinta-feira, na Câmara de Vereadores, o assunto da vez foram mudanças em linhas que possam ajudar na redução da quilometragem percorrida, no aumento de viagens e na redução do tempo para buscar até mesmo melhora no valor da tarifa para os usuários.A intenção é dar mais transparência aos custos do serviço da empresa Blumob e às propostas que vêm sendo discutidas desde o final de dezembro por uma comissão mista que inclui representantes da própria Câmara, do Seterb, da Blumob e da Agência Intermunicipal de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos Municipais do Vale do Itajaí (Agir), que desde o ano passado é responsável por acompanhar os contratos e o processo de reajuste da tarifa na cidade.Os integrantes da comissão foram as principais lideranças que discursaram ontem à noite. Entre as propostas sugeridas estão mudanças de rota em nove linhas, que podem ocorrer a partir de março. Essas alterações, entretanto, ainda vão ser apresentadas pela Agir à prefeitura, provavelmente no fim de março. Caso o poder público decida realmente implantá-las, deverá anunciar com 10 dias de antecedência e passar por 20 dias de testes. Elas fazem parte de um planejamento para o transporte coletivo em 2018.Audiência mirou apenas possíveis mudanças em linhasNo início da reunião, o vereador Almir Vieira (PP), que convocou a audiência, deixou claro que o tema da audiência seria apenas a planilha de custos da empresa Blumob e as possíveis mudanças em rotas e em horários do transporte coletivo de Blumenau. As mudanças, em fase de discussão na comissão mista da Agir, segundo o vereador poderia ter reflexos até mesmo em uma melhor tarifa para os passageiros.Assuntos como uma suposta tentativa de retirada de cobradores, que preocupou o sindicato dos trabalhadores do transporte e fez com que cerca de 70 representantes de sindicatos ajudassem a lotar o plenário, não foram discutidos na reunião. Nove vereadores estiveram presentes e a Blumob não enviou representantes.Foto: Patrick Rodrigues / Jornal de Santa CatarinaCinco propostas de mudanças em rotasApós uma rápida fala do presidente do Seterb, Carlos Lange, que reforçou apoio à comissão da Agir, o diretor-geral da Agir, Heinrich Luiz Pasold, explicou o papel da agência no monitoramento dos contratos financeiros e das planilhas do transporte coletivo de Blumenau. Em seguida, o presidente da comissão mista da Agir, Daniel Antonio Narzetti, apresentou as propostas de mudanças estudadas até agora pelo grupo.As propostas envolvem quatro eixos: operação do sistema, frota, econômica e jurídica. Cinco mudanças que afetam nove linhas de ônibus foram apresentadas pela Agir (confira abaixo as alterações propostas). Segundo Narzetti, somente essas alterações de rotas poderiam diminuir em 30,7 mil quilômetros mensais a distância percorrida pelos veículos da Blumob.Propostas incluem redução de potência em veículosAs mudanças que envolvem a frota consistem em um pedido para redução da exigência de 200 para 180 cavalos a potência dos veículos leves (ônibus intermediários que fazem as linhas do bairro para os terminais, não afeta os carros de 13 e 15 metros que fazem as linhas troncais). Segundo o presidente da comissão, a capacidade seria suficiente para a carroceria de 11 metros exigidos no edital para esses veículos intermediários. A mudança permitiria diminuição de 6,45% no investimento para a frota e 3,48% de economia no combustível. Outra defesa foi a redução do número de veículos reservas – o edital exige 20 ônibus e a empresa pretende reduzir até cinco desses ônibus. O representante da Agir alegou que o que o edital de Blumenau prevê seria o maior percentual de veículos reservas do país.Caso todas essas mudanças venham a ser implementadas, segundo cálculo apresentado pela Agir, resultariam em uma redução da tarifa de R$ 4,05 para R$ 4,01 – com arredondamento, seria possível trazer a tarifa para R$ 4,00.As mudanças enfrentaram rejeição da maioria dos que compareceram à audiência. Quando a palavra foi aberta para perguntas, houve críticas a problemas como a redução crescente no número de usuários de ônibus e mudanças de horários e linhas feitas desde que o serviço passou a ser operação pela Piracicabana e, mais tarde, Blumob. Também foi questionada o motivo de não haver associações de moradores representadas na comissão mista liderada pela Agir. Justina Inês Ogliari, que também é presidente da Associação das Domésticas de Blumenau, compareceu à audiência, mas não saiu satisfeita com as argumentações das entidades envolvidas.– Como eles querem diminuir os horários de ônibus? Cada vez o trânsito vai ficar pior porque todo mundo vai adquirir um carro. Não é uma boa solução. A melhor solução é aumentar, mas aumentar bastante os horários de ônibus, e não só diminuir os quilômetros – afirma AS PROPOSTASLinhas1 – Fusão das linhas 403 (Progresso) e 409 (Santa Maria)Hoje cada linha faz um trajeto diferente na região do bairro Progresso e na Rua Santa Maria, na localidade Nova Rússia. Pela proposta, haveria uma fusão dessas linhas, criando um trajeto circular – ida por uma margem do rio e retorno por outro. Como contrapartida, a Linha Santa Maria teria ganho de 17 horários segundo a comissão da Agir. Esta mudança já foi colocada em testes durante os horários especiais de fim de ano e mantida neste início de ano.2 – Adequação de traçado na linha 101 (Fidélis)Hoje o ônibus faz uma volta até o trevo da BR-470 porque não é possível cruzar a rodovia. Pelo novo trajeto, o ônibus faria um percurso menor, já saindo no trevo da BR-470. Em compensação, outra linha faria um trecho entre Terminal do Aterro e rua 1º de Janeiro.3 – Adequação da linha 603 (Tribess)Esta linha também passaria a ter um traçado circular4 – Adequação da linha 706 (25 de agosto)O trecho feito por essa linha, na região do bairro Itoupava Norte, seria absorvido pelas linhas 602 (Fritz Koegler) e 300 (Interbairros)5 – Adequação de traçado das linhas 708 (Coripós) e 704 (Lúcio Esteves)Hoje as duas linhas fazem trajetos paralelos, quase se encontrando no ponto final. A adequação também iria unificar esses itinerários, fazendo um trajeto circular.Frota1 – Alteração de 200 para 180 cavalos na potência dos motores dos veículos leves (ônibus intermediários que fazem as linhas do bairro para os terminais).2 – Redução de 20 para 15 no número de veículos reservas exigidos pelo edital.Ganhos econômicos, segundo a AgirSegundo o presidente da comissão mista da Agir, Daniel Antônio Narzetti, as alterações de rotas poderiam diminuir em 30,7 mil quilômetros mensais a distância percorrida pelos veículos da Blumob. Já as mudanças nas regras da frota permitiriam diminuição de 6,45% no investimento para a frota e 3,48% de economia no combustível. Juntas, as propostas seriam capazes de permitir uma redução da tarifa de R$ 4,05 para R$ 4,01 – com arredondamento, seria possível trazer a passagem para R$ 4,00. As propostas, no entanto, ainda estão serão apresentadas pela Agir ao poder público, que antes de implantar precisaria fazer questionamentos aos usuários e período de testes.-Outras sugestões envolveram novas audiências e criação de conselhoSugestões gerais também marcaram a audiência. O presidente da Associação de Moradores da Rua Concórdia, no bairro da Velha, Marcos Aurélio Saldanha, disse que as mudanças podem trazer ganhos à população. Ele aproveitou a ocasião para tentar mais uma vez defender a troca de ônibus grandes por micro-ônibus em parte dos 17 horários que hoje atendem a localidade. Com a economia que a empresa teria, em troca ele defende um aumento no número de horários para os moradores locais.Outra ideia foi apresentar as simulações de mudanças detalhadas nesta quinta-feira em outras audiências ou reuniões com as comunidades que serão mais atingidas. O coordenador regional da Associação dos Usuários de Rodovias de SC (Auresc), Ricardo Wippel, propôs também a criação de um conselho municipal de transporte que reunisse entidades de classe e representantes dos usuários para intermediar esse tipo de decisão sobre transporte coletivo.- O que tem que ter é participação porque o distanciamento gera dúvidas e as dúvidas geram conflito - opinou.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaPropostas de mudanças em linhas de ônibus de Blumenau são apresentadas em audiência públicaJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-propostas-de-mudancas-em-linhas-de-onibus-de-blumenau-sao-apresentadas-em-audiencia-publica-10165222Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24087240Moradores têm até esta quinta-feira para pagar IPTU com desconto em BlumenauDesconto de 5% é para a cota única do tributo2018-02-15T11:11:40-02:002018-02-15T11:11:40-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLuis Carlos Kriewall FilhoMoradores têm até esta quinta-feira para pagar IPTU com desconto em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24087240Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-moradores-tem-ate-esta-quinta-feira-para-pagar-iptu-com-desconto-em-blumenau-10164693Moradores têm até esta quinta-feira para pagar IPTU com desconto em BlumenauDesconto de 5% é para a cota única do tributo2018-02-15T11:11:40-02:002018-02-15T11:11:40-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brQuem quer pagar o IPTU em Blumenau em cota única e ter desconto de 5% deve pagar o boleto até esta quinta-feira. Depois deste primeiro prazo, os moradores ainda têm a chance de pagar o imposto de uma vez só até o dia 13 de março, mas com desconto de 3%.Leia maisLeia todas as informações de SC no NSC TotalTire suas dúvidas sobre o IPTU 2018 em BlumenauPara quem optou pelo parcelamento do IPTU, o primeiro boleto também vence nesta quinta, dia 15. Quem tiver dúvidas ou precisar alterar informações nos carnês ainda pode procurar a Central do IPTU, que funciona no Parque Vila Germânica e atende das 8h às 12h e 13h30min às 17h30min.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaMoradores têm até esta quinta-feira para pagar IPTU com desconto em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-moradores-tem-ate-esta-quinta-feira-para-pagar-iptu-com-desconto-em-blumenau-10164693Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24084448Meta de Aldo Schneider é fazer a Alesc economizarNatural de Agrolândia, peemedebista recoloca o Alto Vale do Itajaí nos holofotes da política ao assumir presidência do Legislativo de SC2018-02-14T15:48:59-02:002018-02-14T15:48:59-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSGuto KuertenMeta de Aldo Schneider é fazer a Alesc economizarJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24084448Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-meta-de-aldo-schneider-e-fazer-a-alesc-economizar-10163109Meta de Aldo Schneider é fazer a Alesc economizarNatural de Agrolândia, peemedebista recoloca o Alto Vale do Itajaí nos holofotes da política ao assumir presidência do Legislativo de SC2018-02-14T15:48:59-02:002018-02-14T15:48:59-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brApós quase três décadas, um representante do Alto Vale ocupa novamente o cargo de presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc). O deputado Aldo Schneider (PMDB) assumiu a casa no dia 6 deste mês e ficará no comando até janeiro de 2019. Questionado sobre os desafios à frente do cargo, Schneider elenca três pontos. O primeiro, e considerado primordial, é dar condições aos demais deputados para que desempenhem com plenitude seus mandatos.– O presidente nada mais é do que o representante dos seus colegas – afirma.O ano eleitoral não irá interferir nos trabalhos legislativos, na opinião do presidente. Schneider diz que um calendário especial de trabalhos será elaborado – com divulgação prevista no fim de maio – para dar andamento aos projetos e atender prazos eleitorais.Leia maisAcesso o NSC Total e fique por dentro do que acontece em SCO deputado quer traçar um perfil econômico à sua gestão. É o que ele aponta como segundo desafio na função, indicando que cada centavo poupado na Alesc voltará aos cofres do governo do Estado para fazer frente a despesas com educação, infraestrutura e saúde, esta última apontada como o principal problema.– Podemos ter uma conversa (com o governo de SC), em nome dos 40 deputados, para que isso vá para o fundo estadual da saúde.A terceira meta do parlamentar é colocar em funcionamento, entre março e abril, o novo prédio adquirido pela Assembleia Legislativa. Schneider lembra que hoje os serviços de ordem administrativa estão divididos em quatro prédios diferentes e alugados. Com a centralização, de acordo com ele, será oferecido uma estrutura adequada aos servidores para aprimorar os serviços prestados à comunidade.Prioridades do Vale do Itajaí estarão na pautaO último deputado do Alto Vale a assumir a Alesc havia sido Heitor Luiz Sché (eleito pelo PDS, que atualmente se chama PP), em 1989. O Vale do Itajaí, por sua vez, estava há 15 anos sem um deputado no principal posto do parlamento estadual. Com a ascensão de Schneider à presidência, o Vale do Itajaí ganha em representatividade, na avaliação do parlamentar, que defende a importância do diálogo junto às esferas de governo para garantir os avanços que a região necessita. As obras de prevenção de cheias, dar velocidade para completar a duplicação da BR-470 e a finalização e entrega do centro oncológico de Rio do Sul são alguns dos pontos que o parlamentar aponta como urgências da região que pretende debater.– Discutirei com o governador de igual para igual as prioridades do Vale – reitera. Vereador, prefeito, secretário e deputado estadualAldo Schneider começou a trajetória política em 1988, quando se elegeu vereador de Ibirama, defendendo a emancipação do Distrito de Vitor Meireles. No ano seguinte, venceu a eleição e foi o primeiro prefeito do agora município de Vitor Meireles, que administrou em outras duas passagens (de 1997 a 2000 e de 2000 a 2003, quando renunciou para assumir como Secretário de Estado na SDR de Ibirama). O currículo também inclui passagens pela Coletoria Estadual de Vitor Meireles, em 1987, e Secretaria de Estado da Fazenda, em 1993.O peemedebista está em seu segundo mandato como deputado estadual. Na primeira vez em que concorreu ao cargo, em 2010, se elegeu com 36 mil votos. Foi reeleito quatro anos depoiscom 58 mil votos. É o 49º político a ocupar a presidência da Alesc e terá o deputado Silvio Dreveck (PP) como vice.Aldo é definido pelo correligionário Rogério Mendonça como um vencedor. Peninha, como o deputado federal é popularmente conhecido, destaca a ascensão do colega e amigo, que já no primeiro mandato assumiu a liderança do PMDB na Casa e depois buscou o posto de líder do governo:– Sem medo de errar, eu digo: Aldo ainda vai alçar voos muito maiores – projeta Peninha.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaMeta de Aldo Schneider é fazer a Alesc economizarJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-meta-de-aldo-schneider-e-fazer-a-alesc-economizar-10163109Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24084406Blumenauenses já pagaram mais de R$ 57 milhões em impostos neste anoValor pago em impostos pelos contribuintes de Blumenau em 2018 construiria 47 creches caso fosse reinvestido todo no município2018-02-14T07:00:06-02:002018-02-14T07:00:06-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesBlumenauenses já pagaram mais de R$ 57 milhões em impostos neste anoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24084406Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-blumenauenses-ja-pagaram-mais-de-r-57-milhoes-em-impostos-neste-ano-10163107Blumenauenses já pagaram mais de R$ 57 milhões em impostos neste anoValor pago em impostos pelos contribuintes de Blumenau em 2018 construiria 47 creches caso fosse reinvestido todo no município2018-02-14T07:00:06-02:002018-02-14T07:00:06-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO blumenauense já pagou em impostos somente neste ano – de 1º de janeiro até as 12h de ontem – pelo menos R$ 57,1 milhões. O número é do Impostômetro, site mantido por entidades comerciais paulistas e pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação de São Paulo. O endereço mede em tempo real os tributos pagos pelos brasileiros e suscita o debate sobre a distribuição dos montantes. Se ficasse todo no município e fosse destinado exclusivamente à educação, por exemplo, seria suficiente para a construção de aproximadamente 47 Centros de Educação Infantil (CEI), ao custo médio R$ 1,2 milhão – mesmo valor da última ordem de serviço assinada pela prefeitura de Blumenau para a construção de um CEI, em março de 2017. Caso cada uma dessas unidades atendesse 94 crianças em período integral (conforme o modelo em construção no bairro Itoupavazinha), seria possível zerar a fila de espera em creches públicas da cidade, que hoje é de mais de 4,2 mil crianças, conforme consta no Portal da Transparência da prefeitura.Na hora de distribuir estes recursos, a conta, porém, é outra. Seguindo o atual pacto federativo, o montante arrecadado é dividido entre município, Estado e União. De acordo com a média de repasses de 2016, divulgada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento, a divisão é na ordem de 7,55% para a prefeitura, 27,10% para o governo do Estado e 65,40% para o governo federal.O economista Nazareno Loffi Schmoeller explica que seguindo esses percentuais, o valor distribuído entre cada ente da federação ficaria aproximadamente R$ 4,3 milhões para o município, R$ 15,5 milhões para os cofres estaduais e R$ 37,3 milhões para as contas federais. Posteriormente, Estado e União repassam a parte que compete ao município de tributos pagos respectivamente a eles, como por exemplo IPVA e IPI.Assim, de acordo com Schmoeller, o valor final dos R$ 57,1 milhões pagos em tributos pelos blumenauenses que chega aos cofres da prefeitura é R$ 11,7 milhões. Entretanto, ele destaca que do montante que sobra, cerca de R$ 45,4 milhões, uma parte voltará ao município, mas com o pagamento de contas que são de responsabilidade do governo estadual, como escolas estaduais e Polícia Militar; e da União, com o 23º Batalhão de Infantaria e Receita Federal, por exemplo.– Sabe-se com certeza que de cada R$ 100 arrecadado, mais de R$ 21 é gasto na cidade, pelo governo municipal. Mas não se sabe quanto é o gasto estadual e federal no município – sustenta Schmoeller.Desigualdade na divisão impacta municípioPara o secretário municipal de Gestão e Transparência, Paulo Costa, a desigualdade na divisão dos tributos gera um desequilíbrio em uma balança onde o município tem mais responsabilidades do que receita. Ele defende a necessidade de uma revisão do pacto federativo em que o município fique com aproximadamente 25% dos tributos arrecadados na cidade. Cita ainda que em áreas sociais é necessário investir acima do mínimo estipulado por lei, impactando em outras necessidades.– Isso leva a uma terceira consequência, que é o município ter que ampliar sua capacidade de investimento via financiamentos. A administração municipal acaba se endividando para compensar essa falta de recurso próprio que ele não tem por não haver contrapartida justa tanto da União quanto do Estado – explica Costa.Arrecadação de tributos está 6% maior, na comparação com 2017Segundo dados do Impostômetro, a arrecadação de tributos de Blumenau nos primeiros 44 dias de 2018 é 6% maior do que em relação ao mesmo período de 2017, quando foram pagos R$ 53,9 milhões em impostos. No mesmo intervalo, a diferença mais expressiva está entre os anos de 2016 para 2017, quando a arrecadação subiu 19,4% na cidade, passando de R$ 45,1 milhões para R$ 53,9 milhões.Para o economista Jamis Antonio Piazza, o crescimento é resultado da elevação do Produto Interno Bruto (PIB).– Em 2015 e 2016, nós (Brasil) tivemos queda no PIB. No ano de 2017, ele já não ficou negativo e para este ano se projeta um crescimento entre 2,5% a 3% – justifica.O levantamento aponta ainda que em 2017 Santa Catarina arrecadou R$ 82,9 bilhões em tributos. Se comparado com os valores pagos apenas em Blumenau no mesmo ano – R$ 381 milhões – a cada R$ 100 pagos pelos contribuintes no Estado, R$ 0,46 tiveram origem em Blumenau.Foto: Reprodução / ReproduçãoPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaBlumenauenses já pagaram mais de R$ 57 milhões em impostos neste anoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-blumenauenses-ja-pagaram-mais-de-r-57-milhoes-em-impostos-neste-ano-10163107Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23103924Varejo catarinense fecha 2017 com a maior alta das vendas desde 2001Mesmo com o maior aumento do país, de 13,5%, setor ainda não retornou aos níveis pré-crise econômica2018-02-10T13:26:08-02:002018-02-10T13:26:08-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMarco FaveroVarejo catarinense fecha 2017 com a maior alta das vendas desde 2001Jornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:23103924Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-varejo-catarinense-fecha-2017-com-a-maior-alta-das-vendas-desde-2001-10161271Varejo catarinense fecha 2017 com a maior alta das vendas desde 2001Mesmo com o maior aumento do país, de 13,5%, setor ainda não retornou aos níveis pré-crise econômica2018-02-10T13:26:08-02:002018-02-10T13:26:08-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO comércio varejista catarinense experimentou um crescimento chinês em 2017. Após dois anos seguidos de queda, o setor teve um aumento das vendas de 13,5%, com alta nominal das receitas de 12,8%. Trata-se do melhor resultado entre todos os estados brasileiros. Na média nacional, o crescimento do varejo foi de apenas 2%, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio — que não considera vendas de carros e materiais de construção —, divulgada nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).A alta de 13,5% também representa o maior crescimento do varejo no Estado desde 2001, ano do início da série histórica (veja o gráfico abaixo). !function(e,t,s,i){var n="InfogramEmbeds",o=e.getElementsByTagName("script")[0],d=/^http:/.test(e.location)?"http:":"https:";if(/^\/{2}/.test(i)&&(i=d+i),window[n]&&window[n].initialized)window[n].process&&window[n].process();else if(!e.getElementById(s)){var r=e.createElement("script");r.async=1,r.id=s,r.src=i,o.parentNode.insertBefore(r,o)}}(document,0,"infogram-async","https://e.infogram.com/js/dist/embed-loader-min.js");Vendas no comércio varejistaInfogramEntre os setores que puxaram a alta, dois se destacaram: hipermercados e supermercados (25%) e equipamentos e material de informática, escritório e comunicação (24,2%). No caso dos supermercadistas, o presidente da associação do setor (Acats), Paulo Cesar Lopes, considera que o desempenho do segmento pode ser um referencial importante na retomada da economia. Ele diz que a inflação ajudou a alavancar as vendas:— Acreditamos que o fato de a taxa de inflação estar sob controle, inclusive abaixo da meta do governo, foi uma importante vitória para tranquilizar os setores produtivos e também permitir a manutenção de poder de compra da massa salarial dos trabalhadores.Para o economista Luciano Córdova, da Fecomercio-SC, o aumento de 13,5% do varejo precisa ser relativizado, já que a base de comparação estava muito achatada devido às quedas de 2015 e 2016. Na avaliação dele, é esperado que o comércio volte aos patamares de antes crise no fim deste ano.— Acredito que teremos um crescimento mais moderado, entre 5% e 6%. Com isso, poderemos retomar aos níveis de 2013 e 2014 — opina.O fato que mais chamou atenção na pesquisa, diz Córdova, foi o grande deslocamento entre Santa Catarina e o resto do Brasil. É um indicador de que o Estado está se recuperando de maneira mais rápida:— Mostra que já temos um mercado interno consolidado. O desemprego relativamente mais baixo também contribui, criando condições para uma retomada mais consistente do consumo.Comércio melhor que a indústriaOs dados divulgados nesta sexta-feira também indicam que o comércio está se recuperando de uma maneira mais forte que a indústria. Um exemplo é o setor automotivo, que só deve retomar os números de 2012 por volta de 2024, de acordo com estimativas da Fenabrave-SC. A explicação para isso, segundo economistas, vem do fato que o comércio é uma atividade com menos riscos. —É natural que a recuperação da indústria demore um pouco mais. O volume de investimentos e os riscos envolvidos são muito maiores. É preciso de um cenário mais estável para um crescimento mais forte.Mesmo com o resultado positivo de 2017, a análise da Fecomercio é que teremos uma "década perdida" nos anos 2010. Isso porque a estimativa dos economistas é que o PIB brasileiro só retome em 2021 os valores atingidos antes da recessão econômica.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaVarejo catarinense fecha 2017 com a maior alta das vendas desde 2001Jornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-varejo-catarinense-fecha-2017-com-a-maior-alta-das-vendas-desde-2001-10161271Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24046468Fachin nega pedido de habeas corpus de Lula e envia caso ao plenário do STFDecisão de pautar o caso caberá à presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia2018-02-09T21:34:50-02:002018-02-09T21:34:50-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMiguel SCHINCARIOLFachin nega pedido de habeas corpus de Lula e envia caso ao plenário do STFJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24046468Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-fachin-nega-pedido-de-habeas-corpus-de-lula-e-envia-caso-ao-plenario-do-stf-10160968Fachin nega pedido de habeas corpus de Lula e envia caso ao plenário do STFDecisão de pautar o caso caberá à presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia2018-02-09T21:34:50-02:002018-02-09T21:34:50-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brEm decisão publicada nesta sexta-feira (9), o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou um pedido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para evitar a sua prisão. O pedido já havia sido negado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).Fachin também decidiu submeter a decisão final sobre o caso ao plenário do STF.O habeas corpus havia sido solicitado pela defesa de Lula ao Supremo na semana passada. Na quinta-feira (8), um dos advogados do ex-presidente, o ministro aposentado do STF Sepúlveda Pertence, foi ao gabinete de Fachin falar sobre o caso. A intenção da defesa era obter uma decisão capaz de barrar uma futura prisão de Lula, que pode ser determinada após a tramitação de recursos no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4). A Corte é a mesma que condenou o ex-presidente a 12 anos e um mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, no caso do tríplex do Guarujá (SP), no âmbito da Lava-Jato.Em sua decisão, Fachin reiterou que o pedido de Lula ainda não teve análise de mérito. Mesmo assim, deixou a decisão final para apreciação pelo plenário do STF, já que há outras ações sobre a possibilidade de prisão após condenação em 2ª instância e o assunto poderá voltar à pauta da Corte."(...) Pende de julgamento o mérito das ADCs 43 e 44, da relatoria do ministro Marco Aurélio, cujo tema precede, abarca e coincide com a matéria de fundo versada no presente, relativa à possibilidade de execução criminal após condenação assentada em segundo grau de jurisdição", escreveu Fachin.A decisão de pautar o caso de Lula em sessão do STF caberá à presidente da Corte, a ministra Cármen Lúcia.Em nota, assinada pelo advogado Cristiano Zanin Martins, a defesa do ex-presidente afirma que a decisão do ministro Fachin "dará ao Plenário do Supremo Tribunal Federal a oportunidade de aplicar a Constituição Federal, especialmente no que se refere à garantia da presunção de inocência até decisão final da qual não caiba mais recurso". O advogado diz ainda esperar que a ação "seja pautada o mais breve possível".Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaFachin nega pedido de habeas corpus de Lula e envia caso ao plenário do STFJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-fachin-nega-pedido-de-habeas-corpus-de-lula-e-envia-caso-ao-plenario-do-stf-10160968Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:21296031Deputado João Rodrigues é transferido para Porto AlegreCaso cumpra mesmo a pena em Porto Alegre, João Rodrigues dificilmente terá condições de seguir atuando como deputado federal, já que passará as noites, fins de semana e feriados na cadeia2018-02-08T17:55:44-02:002018-02-08T17:55:44-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSNilson Bastian / Câmara dos Deputados, DivulgaçãoDeputado João Rodrigues é transferido para Porto AlegreJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:21296031Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-deputado-joao-rodrigues-e-transferido-para-porto-alegre-10159706Deputado João Rodrigues é transferido para Porto AlegreCaso cumpra mesmo a pena em Porto Alegre, João Rodrigues dificilmente terá condições de seguir atuando como deputado federal, já que passará as noites, fins de semana e feriados na cadeia2018-02-08T17:55:44-02:002018-02-08T17:55:44-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO deputado federal João Rodrigues (PSD/SC), preso pela Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira, foi transferido de São Paulo para Porto Alegre, onde começará a cumprir a pena de cinco anos e três meses de reclusão em regime semiaberto por fraude em dispensa de licitação. O parlamentar catarinense deve cumprir o início da sentença em Porto Alegre porque o Tribunal Regional Federal (TRF4), que o condenou em 2009, é sediado na capital gaúcha. A informação de que a execução da pena ficará a cargo do TRF4 foi repassada à reportagem pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e confirmada pela assessoria de comunicação do Tribunal.João Rodrigues embarcou do aeroporto internacional de Guarulhos, onde foi preso nesta manhã, em um voo comercial para Porto Alegre por volta de 17h. O deputado catarinense deve desembarcar no aeroporto internacional Salgado Filho por volta de 18h. Escoltado por dois policiais federais, João Rodrigues está sendo conduzido em voo comercial para a capital gaúcha. No TRF-4, que será o responsável por decidir a ala, o presídio e demais detalhes do cumprimento da pena pelo parlamentar, há incerteza sobre como serão os procedimentos daqui para frente, já que o nem o processo do deputado está na Corte de segunda instância neste momento. De acordo com a assessoria do TRF-4, o processo de João Rodrigues foi encaminhado pelo STF para Chapecó, local da ação na primeira instância, e agora está sendo juntado na cidade do Oeste para ser encaminhado a Porto Alegre. Caso cumpra mesmo a pena em Porto Alegre, João Rodrigues dificilmente terá condições de seguir atuando como deputado federal, já que passará as noites, fins de semana e feriados na cadeia e bem distante do Congresso Nacional, em Brasília.Defesa de João Rodrigues vai pedir ao STF que ministro cumpra pena em Brasília/DFO advogado Marlon Bertol, que defende o deputado João Rodrigues, se disse surpreso com a decisão de seu cliente ser transferido para Porto Alegre, pois o local inicial de cumprimento da pena seria Brasília/DF, informa o advogado. Bertol diz que o mais adequado seria Rodrigues cumprir a sentença em Brasília, para ele poder seguir exercendo seu mandato de deputado federal.— Vou peticionar ao ministro relator, Barroso (Luis Roberto, do STF), para que ele (Rodrigues) possa cumprir a pena em Brasília e concluir seu mandato eletivo. Leia maisDefesa do deputado João Rodrigues quer prescrição da penaSTF envia mandado de prisão contra o deputado João Rodrigues à Polícia FederalJoão Rodrigues será julgado pela 1ª turma do STFPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaDeputado João Rodrigues é transferido para Porto AlegreJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-deputado-joao-rodrigues-e-transferido-para-porto-alegre-10159706Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24068634Imposto de Renda: Receita irá restituir mais de 102 mil contribuintes este mêsNo quinta-feira, será aberta a consulta alote residual de restituição do IR2018-02-05T15:16:05-02:002018-02-05T15:16:05-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaImposto de Renda: Receita irá restituir mais de 102 mil contribuintes este mêsJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24068634Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-imposto-de-renda-receita-ira-restituir-mais-de-102-mil-contribuintes-este-mes-10156652Imposto de Renda: Receita irá restituir mais de 102 mil contribuintes este mêsNo quinta-feira, será aberta a consulta alote residual de restituição do IR2018-02-05T15:16:05-02:002018-02-05T15:16:05-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA Receita Federal irá restituir este mês mais de R$ 210 milhões para 102.361 contribuintes referentes ao Imposto de Renda de 2008 a 2017. Segundo o órgão, o lote multiexercício de restituição estará disponível para consulta a partir das 9h de quinta-feira (8). O crédito bancário será realizado em 15 de fevereiro. Os valores serão corrigidos pela Selic, a taxa básica de juros da economia.Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet ou ligar para o 146. Na consulta à página, serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Caso haja, o contribuinte poderá fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora. As consultas podem ser feitas pelo aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones. Segundo a Receita, a restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la pela internet, mediante o Formulário Eletrônico - Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do BB ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaImposto de Renda: Receita irá restituir mais de 102 mil contribuintes este mêsJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-imposto-de-renda-receita-ira-restituir-mais-de-102-mil-contribuintes-este-mes-10156652Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23189546Maioria da bancada de SC é contra reforma da PrevidênciaSete parlamentares são abertamente contrários, enquanto apenas cinco são favoráveis2018-02-05T10:17:53-02:002018-02-05T10:17:53-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLuis Macedo / Câmara dos DeputadosMaioria da bancada de SC é contra reforma da PrevidênciaJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:23189546Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-maioria-da-bancada-de-sc-e-contra-reforma-da-previdencia-10156469Maioria da bancada de SC é contra reforma da PrevidênciaSete parlamentares são abertamente contrários, enquanto apenas cinco são favoráveis2018-02-05T10:17:53-02:002018-02-05T10:17:53-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO Congresso Nacional retoma nesta segunda-feira os trabalhos com a pressão do presidente Michel Temer para votação das mudanças no sistema da Previdência. A medida precisa de ao menos 308 votos em dois turnos para seguir ao Senado, por se tratar de uma emenda à Constituição. Porém, se depender dos parlamentares catarinenses, a medida não passa. Entre os parlamentares catarinenses, a expectativa é que a maioria da bancada seja contra a reforma, caso a votação ocorra de fato. Levantamento do Diário Catarinense mostra que, entre os deputados do Estado, sete são abertamente contra, enquanto cinco se declaram favoráveis. Entre os indecisos, dois dizem que podem votar contra. No domingo, Temer se reuniu com o relator da proposta, deputado Arthur Maia (PPS-BA). Pelo cronograma apresentado em dezembro pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a discussão da proposta será iniciada nesta semana. A votação está prevista para começar no dia 19 de fevereiro. O próprio governo reconhece que o apoio não avançou entre o fim do ano passado e este ano. Colocou o ministro Carlos Marun para percorrer o país em busca de apoiadores. Ele esteve em Florianópolis, onde participou de reunião na Fiesc. Alguns aliados de Temer já falam abertamente em que o Planalto aceita fazer concessões no projeto. Até mesmo deputados que pretendem votar a favor do texto admitem que a possibilidade de êxito é remota. Isso se a votação não for mais uma vez adiada.Um dos que deverão apoiar o governo na empreitada é o deputado federal Marco Tebaldi, ex-prefeito tucano de Joinville. Ele admite, no entanto, que a reforma foi "mal vendida" e que o governo nunca teve mais que 250 votos, mesmo antes do escândalo com a divulgação dos áudios de Joesley Batista.— Eu acho que não vai ter condições de votar, mas se o governo botar e correr o risco... Além de tudo, é ano eleitoral, o que dificulta bastante as coisas — opina Tebaldi.Veterano da política, o ex-governador pepista Esperidião Amin ainda é considerado um indeciso. Ele conta que não pode opinar, já que "ninguém tem o texto". Segundo ele, novas versões têm sido ventiladas na imprensa, mas não há nada de concreto. A única ressalva de Amin é quanto ao texto aprovado na Comissão Especial em maio passado, ao qual ele votou contra:— Não falo sobre ideias vagas, mas vai ser muito difícil alguém votar de maneira honesta em meio a essa lambança fisiológica que o governo está fazendo.Cenário mais tranquilo no SenadoCaso o governo consiga vencer toda a turbulência na Câmara, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), tem dito que pretende realizar uma tramitação rápida. E o cenário geral tende a ser um pouco mais tranquilo. Exemplo disso vem da própria bancada catarinense. Dos três senadores catarinenses, dois são favoráveis à reforma proposta por Michel Temer e há um indeciso — ninguém, portanto, abre voto contra. Para o senador tucano Paulo Bauer, o adiamento da decisão exigirá em um futuro muito breve uma nova discussão a respeito do tema, "com remédios mais amargos tanto para aposentados quanto para trabalhadores".— Esta não é uma questão partidária, política ou ideológica. É uma matéria matemática, econômica — diz.Placar Contra - 7 A favor - 5 Indeciso - 6 Não encontrado - 1 DeputadosDécio Lima (PT) - contra"O argumento do déficit é mentiroso. Isso aí não é uma reforma da Previdência. Reforma seria mexer nos abusos que possam existir. Isso aí é o fim da Previdência pública para atender o interesse do mercado financeiro"Pedro Uczai (PT) - contra"O governo não vai mexer com os privilegiados. Vai tirar dos pequenos: agricultor, trabalhador e mulheres. Milhões não vão se aposentar"Jorge Boeira (PP) - contra"Não posso concordar com uma reforma que é paga única e exclusivamente pelos trabalhadores. Tem que mexer com as renúncias fiscais"Geovânia de Sá (PSDB) - contra"Da forma que está sendo apresentada, sou contrária. É um retrocesso para o trabalhador que lutou anos por direitos conquistados e trata os desiguais de forma igual. Fixa idade mínima de 60 anos para mulheres e 65 para homens se aposentarem. Só dá direito ao benefício integral aqueles que contribuírem por 40 anos. Reduz a 50% o valor das pensões por morte e traz outros pontos que merecem uma melhor discussão, como as aposentadorias especiais."Mauro Mariani (PMDB)- contraA assessoria não especificou motivos. Ronaldo Benedet (PMDB) - contraA assessoria do deputado disse ser necessário primeiro uma reforma do setor público, que venha "de cima para baixo".Jorginho Mello (PR)- contra"Tem de se fazer uma reforma completa, que corte com diversos privilégios, inclua todos os usuários e não apenas uma parcela. O governo federal também precisa fazer o dever de casa e cobrar as altas dívidas, dos bancos e grandes empresas"Celso Maldaner (PMDB) - a favor"É uma necessidade do país. Muitos deputados pensam apenas na sua reeleição e deixam o interesse do país de lado"Valdir Collato (PMDB) - a favor"O Brasil precisa. Não podemos ser personalistas. Se não fizer a reforma, a economia não vai andar. Vamos ficar com esse problema na pauta até quando?"Marco Tebaldi (PSDB) - a favor"Até o momento, tinha me manifestado indeciso. Mas vou seguir o meu partido. Se ele fechar questão, vou votar a favor. Mas vamos aguardar o que acontece nessa semana"João Rodrigues (PSD) - indeciso"Minha posição é de indecisão, com possibilidade de ser contra. Tenho discordância pontual de alguns itens"Esperidião Amin (PP) - indeciso"Ninguém tem o texto. Não existe o texto da proposta. Eu, por exemplo, conheço apenas texto aprovado na comissão especial. Esse eu sou contra" Carmen Zanotto (PPS) - indecisa"Conhecemos apenas o texto aprovado comissão especial. Esse não tem como votar a favor, independente da posição do meu partido. Tem que ver o que o governo apresenta de novo "Rogério Peninha Mendonça (PMDB) - indeciso"Estou indeciso. Ainda pode haver muitas mudanças"João Paulo Kleinübing (PSD) - indecisoA assessoria informa que ele ainda está lendo as propostas e não sabe o que vai ser de fato incluído no texto final. Cesar Souza (PSD) - não encontrado. Senadores Paulo Bauer (PSDB) - a favor"A reforma da previdência é necessária e precisa ser realizada no menor prazo possível. O adiamento da decisão exigirá em um futuro muito breve uma nova discussão e decisão, com remédios mais amargos tanto para aposentados quanto para trabalhadores"Dalirio Beber (PSDB) - a favor"Eu voto a favor da reforma da previdência, que é extremamente importante para permitir que toda a expectativa favorável, que se tem criado em torno da recuperação econômica do Brasil, de fato aconteça. A reforma da previdência é um tema delicado, mas inevitável para colocar o país no eixo, através de um desenvolvimento sustentável por um longo período."Dário Berger (PMDB) - indecisoA assessoria do senador informou que ainda está analisando o tema. O parlamentar considera a reforma necessária, porém vê prós e contras no atual texto em discussão.Leia maisPlanilha mostra que governo só tem 237 votos na Previdência Meirelles reconhece que há espaço para negociação da reforma da PrevidênciaPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaMaioria da bancada de SC é contra reforma da PrevidênciaJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-maioria-da-bancada-de-sc-e-contra-reforma-da-previdencia-10156469Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24063255Primeira sessão da Câmara de Vereadores no ano define comissões e blocos partidáriosPrimeira sessão do ano teve 58 requerimentos aprovados2018-02-01T21:20:30-02:002018-02-01T21:20:30-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSJessica de Morais,Câmra de VereadoresPrimeira sessão da Câmara de Vereadores no ano define comissões e blocos partidáriosJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24063255Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-primeira-sessao-da-camara-de-vereadores-no-ano-define-comissoes-e-blocos-partidarios-10139786Primeira sessão da Câmara de Vereadores no ano define comissões e blocos partidáriosPrimeira sessão do ano teve 58 requerimentos aprovados2018-02-01T21:20:30-02:002018-02-01T21:20:30-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brTranquila, mas nem tanto, a primeira sessão da Câmara de Vereadores de Blumenau em 2018 abriu os trabalhos oficiais no Legislativo sem grandes novidades. Como termômetro político do ano, alcançou breves momentos acalorados em críticas e outros até descontraídos, com brincadeiras entre os parlamentares e discursos de boas vindas.Com boa parte do tempo em discursos e decisões sobre as composições das comissões permanentes da Casa, poucos projetos foram apresentados e nenhum chegou a ser votado. Em atuação de fiscalização da prefeitura, o plenário apenas aprovou um requerimento do vereador Ricardo Alba (Patriota) pedindo explicações e detalhamentos dos gastos com o Parque das Itoupavas.Com a presença do prefeito Napoleão Bernardes (PSDB) e do vice Mário Hildebrandt (PSB) na abertura da sessão, que destacaram a busca por recursos para recuperação da cidade após as chuvas de janeiro, a reunião teve a situação dos bairros como um dos destaques. Vários vereadores trouxeram pedidos de moradores atingidos pelas enxurradas e sinalizaram pedidos ao Executivo envolvendo obras de contenção, limpeza de ruas e manutenção de diques.Curiosamente, discursos mais elevados durante a sessão ocorreram somente quando o assunto eram redes sociais e críticas aos vereadores. Parlamentares como Almir Vieira (PP), Ito de Souza (PR) e Adriano Pereira (PT) utilizaram seus espaços no plenário para rebater comentários recebidos na internet e explicar, especialmente, gastos dos gabinetes com viagens. Definições de novas lideranças e comissões Escolhido para suceder Sylvio Zimmermann (PSDB) como líder do governo na Câmara, Alexandre Matias (PSDB) prestou explicações às críticas feitas à prefeitura – com destaque para uma discussão envolvendo a obra da margem esquerda do rio Itajaí-Açu.– Será um ano de execuções do poder público, com muitas obras, e quero ser um canal aberto entre o Executivo e os vereadores, independentemente de situação ou oposição – sinalizou Matias.Com base nos blocos partidários, durante a sessão os vereadores também formaram os novos grupos das comissões legislativas. Gilson de Souza (PSD) foi escolhido como presidente de duas: Finanças e Educação, enquanto Sylvio Zimmermann (PSDB) irá liderar a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e Alexandre Matias (PSDB) a de Transportes. O vereador Bruno Cunha (PSB) será o presidente da Comissão de Agricultura e continuará como relator da CCJ.Único vereador que não havia sido ouvido pela reportagem na edição de quinta-feira, na matéria sobre o início dos trabalhos na Câmara, Jens Mantau (PSDB) destacou que neste ano quer atuar pelas ações de mobilidade em Blumenau e trazer ao plenário um projeto sobre remoção de entulhos nos bairros da cidade, com contêineres espalhados como no Centro. A ideia é reduzir o volume de lixo nos rios e ribeirões.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaPrimeira sessão da Câmara de Vereadores no ano define comissões e blocos partidáriosJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-primeira-sessao-da-camara-de-vereadores-no-ano-define-comissoes-e-blocos-partidarios-10139786Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24052171Produtores de leite do Oeste se qualificam para buscar mercado exteriorA região tem 38 propriedades que contam com certificação sanitária, o maior número em Santa Catarina2018-01-27T08:00:07-02:002018-01-27T08:00:07-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSTarla WolskiProdutores de leite do Oeste se qualificam para buscar mercado exteriorJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24052171Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-produtores-de-leite-do-oeste-se-qualificam-para-buscar-mercado-exterior-10134643Produtores de leite do Oeste se qualificam para buscar mercado exteriorA região tem 38 propriedades que contam com certificação sanitária, o maior número em Santa Catarina2018-01-27T08:00:07-02:002018-01-27T08:00:07-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brDe olho no planejamento do Estado para começar a exportar leite nos próximos anos, o produtor Nilsom Rosalem convenceu a filha mais velha e o genro a ficarem na propriedade, refez as contas e decidiu com a família investir mais no setor. Ele sabe que apesar de a demanda internacional e o maior consumo dependerem de esforço técnico e da vontade política, a ponta mais importante do novo passo recai sobre ele e os outros 60 mil produtores de leite espalhados em Santa Catarina.A família de Nilsom tem 60 bovinos na propriedade na Linha Tiradentes, em Pinhalzinho, a 55 quilômetros de Chapecó. Trinta deles são vacas holandesas que produzem 600 litros de leite por dia, 18 mil por mês. A propriedade de 24 hectares é uma das que estão em procedimento na região para viabilizar a certificação de propriedade livre de brucelose e tuberculose, requisitos sanitários exigidos para exportação. O Estado já é livre da febre aftosa sem vacinação.Na região, assistida pela Cooperativa Regional Itaipu, são 38 propriedades com certificação sanitária entre as mais de duas mil que produzem.– Parece pouco, mas é a região do Estado com maior número de (propriedades) certificados, conforme nos apresentou relatório da Cidasc (Companhia Integrada para o Desenvolvimento da Agropecuária) – argumenta o engenheiro agrônomo e responsável pela área de bovinos de leite da Itaipu, André Balestrini.Os poucos certificados têm explicação. A primeira é que não há lei que obrigue a certificação para venda de leite e de carne bovina no mercado interno, apenas uma instrução normativa federal (62), publicada em 29 de dezembro de 2011 e em vigor desde 2016 para controle das duas doenças sanitárias.Segundo a normativa, todo produtor de leite deveria ter certificação de propriedade livre de brucelose e tuberculose bovina, além de respeitar os limites de células somáticas e bacterianas que influenciam na qualidade do leite. Porém, a própria Embrapa atesta que nem todos os produtores seguem a normativa, por não ter força de lei. Quem segue, ganha a mais por litro de leite acima do padrão, uma forma de os laticínios exigirem qualidade e incentivarem o produtor a agregar valor ao produto.Exames e controle de doenças sanitáriasO outro porém está no preço e na burocracia dos exames. Para obter o certificado de área livre de brucelose e tuberculose, o produtor precisa fazer dois exames em cada animal, ao custo aproximado de R$ 20 por cabeça. O exame de sangue vai identificar se o bovino tem brucelose e o teste de sensibilidade, se está com a bactéria causadora da tuberculose.Em caso de positivo para as doenças, o animal deve ser descartado para abate sanitário.– Já tivemos produtores que descartaram todo o rebanho. Um animal transmitiu para o outro e contaminou todos – ressalta o engenheiro André. Ele defende que a certificação de área livre das doenças também deve ser exigida para gado de corte, não só de leite, já que as doenças sanitárias podem atingir a todos, sem distinção de raça.Para certificação, a propriedade precisa fazer dois exames num intervalo de seis meses. Depois, o exame passa a ser anual, valendo o atestado pelo mesmo prazo.Outro aspecto que está sendo levado muito a sério pelo produtor Nilson, além da certificação, é o controle diário da qualidade do leite, principalmente a contagem de células somáticas e bacterianas. As primeiras não podem ultrapassar 400 mil/ml e as outras 100 mil/ml. Na propriedade dele, ambas não passam de 20 mil/ml.– Temos sempre que melhorar a qualidade, até porque é também uma garantia de melhora no preço. Se conseguirmos exportar, com certeza vão nos pagar mais – projeta.Além da sanidade do rebanho, o Estado precisa investir em melhoramento genético e superar a ineficiência logística que tem na situação precária das rodovias um dos maiores entraves.Investimentos para competirPara aumentar a renda e a produtividade dos animais, a família de Nilsom Rosalem estipulou metas ousadas e investimentos maiores na produção e na qualidade do leite. A busca é por competitividade.O primeiro investimento é no novo sistema de manejo e alimentação dos animais: o compost barn, sistema que prevê o confinamento dos animais em barracões forrados de maravalha ou serragem, tendo a silagem, o feno e a ração como alimentos. O sistema que custará R$ 140 mil, é baseado no bem-estar animal e promete aumentar a produção de três a cinco litros por vaca.- Aumenta porque a vaca não vai precisar se deslocar para se alimentar como fazia no pasto. Sem se locomover, a vaca come de 30% a 40% menos, porém tendo menos desgaste físico de locomoção, ela aumentará a produção – explica o engenheiro André.A meta da família Rosalem é confinar 50 animais, aumentando em 40% o rebanho e 100% a produção em um ano e meio. Com isso, os atuais 18 mil litros por mês se tornariam 40 mil.Hoje, a família tem na atividade leiteira o principal sustendo de três gerações que moram na casa. É claro que o preço do litro de leite ainda não agrada: R$ 1,11 o litro, somando as bonificações de qualidade do leite.- Estamos investindo, prevendo a melhora no preços, porque hoje o custo é alto para manter a produção. De cada R$ 1,11 são R$ 0,90 para custos. Sobram só R$ 0,21 para investir.- O preço ruim é devido à alta importação, o aumento da produção e a queda no consumo no país. Neste cenário, a exportação se torna a válvula de escape. Porém, por enquanto, o produtor está investindo sem saber quanto vai receber (a mais pela exportação) – analisa André.Produção em alta* O leite já é o terceiro item mais importante na composição do Valor Bruto de Produção (VBP) – o total pago aos agricultores – da agropecuária estadual, atrás de aves e suínos. Em 2017, respondeu por R$ 3,5 bilhões do resultado de R$ 29,6 bilhões, conforme a Epagri.* Em 2016, Santa Catarina se tornou o quarto maior produtor do país ao ultrapassar Goiás, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Nos últimos 10 anos, Santa Catarina saltou de 1,7 bilhão de litros produzidos para 3,1 bilhão.* A maior parte da produção catarinense (77%) se concentra no Oeste. Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul lideram o ranking no país.Números do leite no EstadoR$ 3,5 bilhões comercializados em 20173,1 bilhão de litros produzidos em 10 anos77% da produção está no Oeste60 mil produtoresQuarto maior produtor do paísProdução família Rosalem24 hectares de área total9 hectares de pastagem30 vacas em produção600 litros de leite por dia18 mil litros por mêsInvestimento de R$ 140 mil em sistema de pastagemFaturamento de R$ 1,11 ao litro de leiteDesafios para exportaçãoMelhoramento genéticoSanidade do rebanhoEficiência logísticaPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaProdutores de leite do Oeste se qualificam para buscar mercado exteriorJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-produtores-de-leite-do-oeste-se-qualificam-para-buscar-mercado-exterior-10134643Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24052193Agronegócio de Joinville desperta para novas vocaçõesAlém do tradicional cultivo de arroz, comunidade rural da cidade investe em novas culturas, como a piscicultura, e expande seus horizontes de negócios2018-01-27T06:09:01-02:002018-01-27T06:09:01-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSCleber GomesAgronegócio de Joinville desperta para novas vocaçõesJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24052193Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-agronegocio-de-joinville-desperta-para-novas-vocacoes-10135327Agronegócio de Joinville desperta para novas vocaçõesAlém do tradicional cultivo de arroz, comunidade rural da cidade investe em novas culturas, como a piscicultura, e expande seus horizontes de negócios2018-01-27T06:09:01-02:002018-01-27T06:09:01-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brQuando se fala de agronegócio em Joinville, não dá para negar, o arroz ainda é o cultivo mais importante da agricultura local, contudo, a estabilização na produção do grão vem despertando novas vocações para o homem do campo. Dona da maior população rural de Santa Catarina, com mais de 17,4 mil habitantes (IBGE), a cidade reúne quase dois mil produtores rurais, parte deles com investimentos que vão muito além do arroz.Ganham espaço cada vez maiores mercados como a bovinocultura, a piscicultura, a apicultura e a plantação de palmeira real e pupunha. Também se sobressaem o setor granjeiro e do turismo rural, além do cultivo da banana, do aipim, da olericultura e da floricultura, em recuperação pós-crise e responsável por dar à Joinville a alcunha de cidade das flores. Para se ter uma ideia, o município mantém ao lado de Corupá, uma das maiores áreas plantadas de flores do Estado, são ao menos 210 hectares e produção anual de cerca de 1,2 milhão de mudas.A diversificação e o impulso dessas atividades crescem à medida que o arroz mantém estável sua área de plantação e quantidade de produção, apesar de seguir com maior evidência nas propriedades rurais joinvilenses - composta por ao menos 350 produtores. Prova disso são os dados colhidos pela Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDRural) e da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), que mostram que nos últimos dez anos a produtividade do arroz irrigado manteve índices aproximados.Em 2008, segundo o órgão municipal foram produzidas 22.550 toneladas do cereal em três mil hectares. Enquanto em 2017, a produção chegou a 19.020 toneladas em uma área de 3,1 mil hectares informados nos dados da gerência regional da Epagri. Esse resultado torna a cidade a terceira maior produtora de arroz do Norte catarinense, atrás de Guaramirim e Massaranduba. A produção da região corresponde a pelo menos 25% do total produzido no Estado - segundo maior produtor nacional do grão e, que, só no ano passado teve valor bruto de produção avaliado em R$ 1 bilhão.Estimativas da Epagri demonstram que neste ano o total produzido deve manter o mesmo patamar dos anos anteriores, mas o rendimento financeiro deve ser menor. Isso se dá porque na safra de 2017, por exemplo, o preço da saca abriu em R$ 45 e, neste ano, a R$ 33, abaixo do valor mínimo brasileiro (R$ 36), de acordo com o gerente regional da estatal em Joinville, Hector Silvio Haverroth.— Se a produção atual for mantida, por conta do preço, o produtor pode ter uma quebra de até 30% no faturamento — analisa.Na avaliação dele, essa dinâmica dos fatores pode influir na expectativa do agricultor em continuar na atividade ou migrar para outros cultivos. Alguns dos produtores, por exemplo, acabam arrendando o terreno para terceiros e passam a se dedicar a outros cultivos.Investimento na pisciculturaProdutor rural inicia produção de lambaris em propriedade rural do municípioFoto: Cleber Gomes / EspecialA decisão de arrendar o arrozal foi uma das iniciativas tomadas pelo agricultor Valério Schiochet em sua propriedade, na Estrada do Salto 2, no interior do município. Ele concedeu para terceiros o controle de cerca de oito hectares da plantação e passou a se dedicar ao setor da piscicultura, no qual a cidade também é um dos destaques estaduais. São 202 hectares de lâmina d’água usados por piscicultores no município, parcela significativa dos 854,70 hectares somados em 11 municípios da região. A área joinvilense chega a produzir 1.710 toneladas de peixes anualmente, principalmente a tilápia.O investimento de Valério é feito em um setor que tem espaço ainda maior para crescimento, uma vez que o projeto de criação de lambaris, que desenvolve há dois anos, é pioneiro no município. Segundo ele, a espécie é nativa da região, tem demanda de consumo e serve como alternativa à monocultura, garantindo fonte renda e alimento. A expectativa dele é de que o investimento renda retorno de cerca de seis toneladas do peixe por ano.— Tradicionalmente joinville foi o berço da piscicultura no estado e esse mercado se expandiu e, em termos de assistência técnica e de capacitação houve melhorias. Especificamente essa produção de lambari é um projeto ainda em desenvolvimento, na qual a intenção é produzir, beneficiar e comercializar o peixe congelado, que, já neste ano, deve ter produção próxima do projetado — destaca.O indicativo de acerto no negócio resulta de investimentos feitos em 12 tanques no local e em uma sociedade em Balneário Camboriú para o beneficiamento dos lambaris, seguindo ao final para a comercialização. Os números do Estado também corroboram para a perspectiva, como destacado pela atual Síntese da Agricultura, que apontou crescimento de 1% na produção de peixes de água doce em 2016 com relação ao ano anterior. Nos anos imediatamente anteriores a elevação chegou a variar de 6% a 8%.Em termos financeiros, a piscicultura profissional em Santa Catarina gerou mais de R$ 133 milhões na safra de 2016, considerando o preço de venda em aproximadamente R$ 4,50 por quilo do pescado. A quantia é decorrente de 29.637 toneladas movimentadas por produtores comerciais. Em contrapartida, o incremento poderia ser maior, devido a entraves que ainda limitam o avanço da atividade por conta da falta de licenciamento ambiental e o custo da mesma.Na mesma propriedade outros exemplos de cultivo, parte deles em ascensão, como o caso da plantação de palmeira real e pupunha, são destaque. Há ainda investimento na utilização de tecnologias inovadoras para o campo, que permitem o feitio de produtos diversos para aproveitamento e venda, como farinha de batata doce e de banana - um dos três maiores itens cultivados no interior do município. Em 2016, por exemplo, a bananicultura registrou pelo menos 700 hectares de área plantada e 12.580 toneladas colhidas na cidade, com valor da produção alcançando R$ 6.647.058,40.MERCADOS EM EXPANSÃOPlantação de arroz estagnou e provoca o desenvolvimento de novas culturas na cidadeFoto: Cleber Gomes / Agencia RBSAs palmeiras têm na região Norte a maior plantação no Estado, com estimativa de 4.024 hectares e 19.199.160 hastes. O destaque a nível estadual decorre principalmente da cultura voltada para o palmito (pupunha, palmeira real e imperial), ampliada por substituição de áreas arroz, banana ou pastagens que não viabilizam mais seu cultivo seja por falta de máquinas e mão de obra, seja pela busca de novas fontes de renda nas propriedades.Na cidade, este cultivo vem aumentando ano a ano, sendo que atualmente a área de plantação varia em torno 395 hectares com rendimento de 5,0 toneladas a cada dez mil metros quadrados conforme a Epagri. Esse total coloca Joinville na terceira posição regional na área plantada, abaixo dos municípios de Garuva (400 ha) e Massaranduba (2.000 ha).Considerando o somatório dos diferentes tipos de palmáceas, por exemplo, o crescimento é bastante visível nos dados da SDRural. Há dez anos a cidade contava com 200 hectares de área plantada ante 600 hectares informados à prefeitura no ano passado. A administração municipal contabiliza ainda cerca de, no mínimo, 85 produtores dedicados a atividade.Outros destaques importantes no agronegócio local são as produções de aipim descascado, o desenvolvimento da apicultura e o número de agroindústrias, que chega a mais de 70. No caso do aipim, Joinville mantém aproximadamente 360 hectares de área, a maior dentre os municípios da região, e 6.500 toneladas ao ano, atrás apenas de Jaraguá do Sul, que lidera a produção com 7.000 (t). Já a apicultura vem conquistando destaque nos últimos anos e conta hoje com cerca de 180 apicultores no município, que juntos registram coleta aproximada de 120 mil kg de mel ao ano. Em 2017 foram produzidos 107.043 kg do líquido, quase cinco vezes maior que em 2016 (22.425 kg), porém abaixo dos 121.145kg produzidos em 2014.A importância do setor para a região é refletida ainda no reconhecimento nacional que Joinville vem conquistando nesse mercado. Entre os dias 16 e 19 de maio, a cidade receberá o 22º Congresso Brasileiro de Apicultura e o 8º Congresso Brasileiro de Meliponicultura, no Complexo Expoville. O evento deve contar com mais de 2,5 mil pessoas de todo o país.Produção AnimalA 38ª Síntese Anual da Agricultura de Santa Catarina, divulgada neste mês pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Cepa) da Epagri, demonstra que 60% do valor bruto de produção (VBP) dos principais produtos da agropecuária catarinense são decorrentes da produção animal. A área foi responsável por movimentar R$ 17.8 bilhões dos R$ 29.57 bilhões estimados em 2017.Dentre os dez principais produtos da agropecuária do Estado no ano passado, metade é proveniente do setor: frangos, suínos e bovinos para abate, além do leite e ovos de galinha. Apesar de pequena participação estadual, Joinville é apontada no relatório como origem de 5,60 milhões das 896,81 milhões de aves produzidas em Santa Catarina e destinadas ao abate em 2016.Os dados coletados pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) denotam ainda que, no mesmo ano, o Estado produziu e destinou ao abate 609,7 mil bovinos. Destes, 9.122 foram produzidos na microrregião de Joinville. Já em 2017, entre janeiro e novembro, o rebanho bovino na cidade bateu a marca de 14.773 cabeças. Os suínos têm população menor: 1,6 mil unidades informadas.Outro destaque é a produção leiteira atingida dois anos antes, quando os produtores locais contabilizaram 30,8 milhões de litros produzidos, total 16,2% maior que o registrado em 2011 (26,5 milhões). O último levantamento, preliminar, mostra que, em território catarinense, o leite movimentou R$ 3.5 bilhões em VBP no ano passado.APOSTA ACOMPANHA CRESCIMENTO DO MERCADOAviário Kortmann mantém atividade em funcionamento há mais de 50 anos na produção de ovosFoto: Cleber Gomes / EspecialOs ovos de galinha também tiveram representatividade crescente no período. Em 2017, foram contabilizados pela Síntese, R$ 943.398 milhões de VBP, quantia 13,6% superior ao gerado um ano antes, de R$ 830.137 milhões. O produto é a aposta de duas granjas joinvilenses, que acompanharam o crescimento do mercado consumidor nas últimas décadas. O investimento também apresenta potencial de retorno frente a outros itens da produção animal.Proprietário do Aviário Kortmann, Ademir Kortmann, conta que o pai começou a se dedicar a produção de ovos há mais de 50 anos no município, atividade que atualmente ele dá sequência, chegando a produzir cerca de 630 mil unidades na granja da família. A aposta no produto, segundo ele, deve continuar forte devido a demanda pelo produto, que se intensificou na mesa dos catarinenses.— Vendemos para cerca de 35 supermercados somente na cidade e percebemos que houve crescimento significativo de demanda, tanto é que ampliou o número de concorrentes nas prateleiras. Decidimos manter nossa produção porque aumentá-la não significa redução de custos e é possível trabalhar com qualidade e preço diferenciados — aponta.Na avaliação do granjeiro, o período da crise somado com os desdobramentos da operação carne fraca também influenciaram positivamente para os resultados alcançados pelos produtores de ovos. Isso se deve ao fato de o alimento substituir a proteína da carne, além de ter preço menor. As perspectivas de continuidade no crescimento dos negócios também são boas, conforme o produtor.— É um produto que ainda tem espaço para crescer porque o consumo de ovos no Brasil ainda é inferior a quantidade verificada em países mais desenvolvidos, como o Japão, por exemplo. Outras limitações também estão sendo superadas, como o fim da imagem de que o ovo era vilão para a saúde, havendo estudos que mostram seus benefícios — salienta.A opinião é compartilhada por Diego Lembeck, da Ovos Canela, responsável por produzir em sua propriedade, na localidade de Rio Bonito, mais de 180 mil ovos por dia. Segundo ele, de seis anos para cá a mudança no setor foi ampla e impactou diretamente na participação da empresa nas regiões do Planalto Norte, Vale do Itajaí e Grande Florianópolis. O estabelecimento dobrou há três anos o total da produção diária no aviário.Pequenos produtores, mais diversidadeNa visão de George Livramento, Coordenador de Assistência Técnica e Extensão Rural da Epagri, a grande quantidade de pequenas propriedades rurais potencializa a diversidade de negócios vindos do campo, em Joinville. Para ele, o setor tem espaço para ampliar ainda mais sua participação econômica no município investindo em novas tecnologias.— O Agronegócio de Joinville é bem diversificado e essa característica prevalece não só por porque as propriedades são pequenas e muito parceladas, mas porque as famílias que moram nesses locais garantem sua renda por meio da agricultura. Então, de alguma maneira elas mantém uma atividade ou migram para outras para continuarem na área rural — aponta.Livramento destaca ainda que, além disso, o desenvolvimento de novas culturas se intensifica por conta da localização privilegiada da cidade. Ele considera que a proximidade dos mercados consumidores aos produtores joinvilenses ajuda a contrapor as interferências climáticas na região, que prejudicam determinados cultivos.— Apesar de manter certas limitações tecnológicas, Joinville tem a seu favor uma localização privilegiada que serve de incentivo para a continuidade das produções rurais. Esse potencial é explorado, principalmente porque a própria cidade tem uma boa demanda de compradores, assim como Curitiba que é outro grande consumidor — justifica.SETOR PRIMÁRIO PASSA POR REESTRUTURAÇÃOA Secretaria de Desenvolvimento Rural de Joinville (SDRURAL) ressalta que, nos últimos anos, o setor agropecuário do município já vem passando por uma profunda reestruturação. Para o órgão, a mudança é decorrente da modernização dos sistemas produtivos e abertura do mercado internacional - fatores que põem à prova o modelo tradicional do cultivo joinvilense.Hoje, dos quase dois mil produtores rurais ativos no município, apontado no Cadastro de Contribuintes do Estado de Santa Catarina, menos da metade deles emitem nota fiscal de venda dos produtos. Os entraves para a formalização desses produtores envolvem desafios e dificuldades ligadas principalmente à comercialização, legislação ambiental e sanitária e a crise do cooperativismo. São obstáculos ainda a escala de produção e o alto custo dos insumos.A administração municipal afirma que, por conta disso, ampliou o foco nas respectivas cadeias produtivas da cidade com a criação, no ano passado, da SDRURAL em sucessão à extinta Fundação Municipal de Desenvolvimento Rural 25 de Julho. Entre os focos do órgão estão a gestão das ameaças e das oportunidades provocadas pelas evoluções do setor.‘A Secretaria tem a finalidade de desenvolver políticas de desenvolvimento Rural do Município de Joinville, com amplo trabalho em favor da promoção econômica, social, educacional e cultural da população rural, por meio da realização de estudos, extensão rural, pesquisas e programas que atendam seus objetivos’, sentencia.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaAgronegócio de Joinville desperta para novas vocaçõesJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-agronegocio-de-joinville-desperta-para-novas-vocacoes-10135327Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:19167828Senador Dário Berger é condenado em segunda instância por improbidade administrativaDefesa do senador e ex-prefeito de Florianópolis vai recorrer da decisão, e enquanto os recursos não forem esgotados, Dário segue exercendo a função pela qual foi eleito em Brasília/DF2018-01-26T18:00:43-02:002018-01-26T18:00:43-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMarco FaveroSenador Dário Berger é condenado em segunda instância por improbidade administrativaJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:19167828Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-senador-dario-berger-e-condenado-em-segunda-instancia-por-improbidade-administrativa-10134662Senador Dário Berger é condenado em segunda instância por improbidade administrativaDefesa do senador e ex-prefeito de Florianópolis vai recorrer da decisão, e enquanto os recursos não forem esgotados, Dário segue exercendo a função pela qual foi eleito em Brasília/DF2018-01-26T18:00:43-02:002018-01-26T18:00:43-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA terceira Câmara de Direito Público, do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ/SC), condenou o senador Dário Berger (PMDB) à perda dos direitos políticos por três anos por atos de improbidade administrativa referentes ao período em que era prefeito de Florianópolis e se preparava para disputar (e vencer) a reeleição em 2008. A condenação não foi unânime entre os desembargadores, já que pelo menos um voto foi no sentido de prover o recurso do senador que tentava anular a sentença de primeira instância. O fato de não haver unanimidade na condenação, publicada em 21 de dezembro, aumenta as possibilidades de recurso de Dário, cuja defesa já avisou que vai recorrer.A decisão, em segunda instância, além de condenar o peemedebista à suspensão dos seus direitos políticos por três anos fixou multa civil em duas vezes o dano calculado ao erário. O valor ainda será mensurado no processo. A decisão também prevê a perda da função pública e o proíbe de contratar com o Poder Público pelo mesmo prazo da suspensão de seus direitos políticos. Além das penas, a Justiça determinou a inclusão do nome do senador no Cadastro Nacional de Condenados por Atos de Improbidade Administrativa. Dário já aparece como inelegível e com direitos políticos suspensos até dezembro de 2020.O advogado do peemedebista, Nilton Macedo Machado, afirmou estar preparando recurso de embargos declaratórios na tarde desta sexta-feira. Esse tipo de recurso não costuma alterar a sentença, mas sim dirimir eventuais dúvidas ou omissões sobre parte da condenação. Ainda cabe recurso também em instâncias superiores, como Superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal.De acordo com a denúncia da promotora do Ministério Público de Santa Catarina (MP/SC), Juliana Padrão Serra, titular da 31º Promotoria da Capital, meses antes da eleição de 2008, Dário veiculou propagandas com realizações da então administração municipal. A sentença diz que "difundir o conceito do prefeito como alguém empreendedor, que igualitariamente espalhou o saudável progresso pela cidade inteira (eis um slogan muito nítido)". Na primeira instância, a sentença do juiz Hélio do Valle Pereira ressaltou as evidências de dano ao erário e assim justificou a decisão de perda da função pública do hoje senador."No caso, o dano ao erário foi evidente na medida em que toda a publicidade alusiva à pessoa do réu (ainda que de forma indireta), foi custeada pelos cofres públicos. A aplicação da pena de ressarcimento integral desses valores ao erário é inerente à conduta que lesa o erário. A perda da função pública, da mesma forma, é penalidade inarredável, pois todo aquele que, fazendo uso de verbas públicas, se vale do poder inerente ao cargo ocupado para obter qualquer tipo de vantagem, ainda que indireta, pratica ato tão grave que se mostra incapaz de continuar servindo a sociedade através da vida pública", assinala o magistrado na decisão de primeiro grau.Em 21 de dezembro do ano passado, o nome do senador Dário Berger entrou no sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na parte que trata de pessoas condenados por atos de improbidade administrativa. Ali, aparece o número do processo, o tribunal e as informações sobre a condenação. No documento, o CNJ afirma que Dário está com os direitos políticos suspensos de 12 de dezembro de 2017 até 12 de dezembro de 2020. Também diz que o senador está inelegível e a sentença foi de órgão colegiado, além de avisar que o valor da multa e reparação ao erário será conhecido na fase de cumprimento de sentença, quando se esgotarem os recursos.O advogado de Dário Berger, Nilton Macedo Machado, foi informado pela reportagem da inclusão no Cadastro Nacional de Condenados por Improbidade:— Isso não pode ocorrer uma vez que o processo ainda não transitou em julgado e cabem embargos de declaração.Ele garantiu que vai se inteirar e averiguar que medidas tomar.Ex-juiz do TRE diz que aplicação da suspensão é questão "controversa"O advogado Márcio Vicari, ex-juiz do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Santa Catarina, ao ser questionado sobre como fica o exercício da função de senador de Dário por conta da condenação, explica que a questão é controversa. Segundo ele, a Lei da Inelegibilidade, alterada depois com a Lei da Ficha Limpa, é uma questão delicada e muito debatida no Direito que se resume a uma pergunta: "pode alguém que está com os direitos políticos suspensos exercer uma função pública?". Vicari avalia que há incompatibilidade:— Entendo que há incompatibilidade em exercer uma função pública e estar com os direitos políticos suspensos. Embora a minha posição pessoal seja outra, tenho percebido que não tem sido majoritário entre juízes e desembargadores o entendimento de que quem teve os direitos suspensos tenha que deixar a função pública que esteja exercendo. Isso tem sido visto só para a questão da inelegibilidade futura, mas não para a perda do cargo atual — avalia Vacari.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaSenador Dário Berger é condenado em segunda instância por improbidade administrativaJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-senador-dario-berger-e-condenado-em-segunda-instancia-por-improbidade-administrativa-10134662Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-especialistas-criticam-liberacao-de-emendas-em-epocas-de-votacoes-polemicas-10134370Especialistas criticam liberação de emendas em épocas de votações polêmicasValor em emendas para SC subiu mais de 50% em 20172018-01-26T11:04:43-02:002018-01-26T11:04:43-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brMesmo se tornando impositivas, as emendas parlamentares ainda são, em certo grau, uma moeda de troca entre Planalto e Congresso e acabam ainda abrindo espaço para outras alternativas de barganha. Essa é a avaliação de especialistas ouvidos pelo Diário Catarinense, que também apontam caminhos para reduzir ou eliminar o problema. Em 2017, o valor das emendas para SC subiu mais de 50%, sendo que a maioria dos pagamentos e empenhos ocorreram quando os processos mais polêmicos entraram em pauta no Congresso.Doutor em Direito e professor da UFSC, Matheus Felipe de Castro lembra que assim que goram criadas, no governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), as emendas assumiram a "função" de angariar votos junto a deputados e senadores. Ele pondera que as emendas impositivas são uma tentativa de reduzir essa influência, mas avalia que não há garantias de sucesso.- Não me parece um argumento que elimine essa troca, até porque se faz o empenho mas a liberação não é automática. (Com a emenda impositiva) Haverá algum benefício para a oposição? Sem dúvida, mas facilitará muito mais para quem já está na base do governo. E também isso abre outros flancos, a troca de votos pode procurar outra alternativa, como cargos e ministérios - comenta.Para o doutor em Estudos Políticos e professor da Udesc Leonardo Secchi, dois dos principais problemas são o excesso de partidos políticos e a concentração de poder no Executivo federal. Ele reforça que a troca de favores vai além das emendas parlamentares e cobra que a população também faça sua parte nas urnas e na posterior fiscalização dos eleitos.- A primeira medida para superar essa relação é a redução de número de partidos. Com a recente aprovação do fim da coligação nas proporcionais e com a cláusula de desempenho, teremos no Brasil até 2030 uma redução dos partidos dos atuais 35 para algo em torno de 10, o que trará maior governabilidade. A segunda medida depende da população: elegendo políticos e partidos que superem a lógica do toma-lá-dá-cá durante as campanhas e que prometam a defesa de políticas públicas gerais, de interesse coletivo. Os políticos e partidos que perpetuam o clientelismo eleitoral, são os mesmos que depois são subservientes nesta relação de troca-troca entre Executivo e Legislativo - declara.Como funciona a liberação de emendas parlamentares- De acordo com a Constituição, a emenda parlamentar é o instrumento que o Congresso Nacional tem para participar da elaboração do orçamento anual do Executivo. Por meio destas propostas, os deputados e senadores podem opinar ou influir na alocação de recursos públicos em função de compromissos políticos que assumiram durante seu mandato, tanto junto aos estados e municípios quanto a instituições. Tais emendas podem acrescentar, retirar ou modificar determinados itens do projeto de lei orçamentária enviado pelo Executivo.- Existem quatro tipos de emendas feitas ao orçamento: individual, de bancada, de comissão e da relatoria. As individuais são de autoria de cada senador ou deputado. As de bancada são emendas coletivas, de autoria das bancadas estaduais ou regionais. Emendas apresentadas pelas comissões técnicas da Câmara e do Senado são também coletivas, bem como as propostas pelas Mesas Diretoras das duas Casas. - As emendas do relator são feitas pelo deputado ou senador que, naquele determinado ano, foi escolhido para produzir o parecer final sobre o Orçamento _ o chamado relatório geral. Há ainda as emendas dos relatores setoriais, destacados para dar parecer sobre assuntos específicos divididos em 10 áreas temáticas do orçamento. Todas as emendas são submetidas à votação da Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO) para aprovação.- Cada parlamentar pode apresentar até 25 emendas individuais, no valor total definido pelo parecer preliminar do relator. E mesmo que sejam incluídas no orçamento, a liberação efetiva depende de uma ordem do governo.- As emendas individuais são limitadas, mas desde 2015 a execução delas é impositiva. Ou seja, o Executivo é obrigado por lei a repassar os recursos que os parlamentares destinam nelas, variando apenas quando efetivamente os recursos serão liberados. Isso não se aplica às emendas coletivas, que dependem de avaliação do governo federal.Leia mais:Valor de emendas para SC sobe mais de 50% em 2017Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaEspecialistas criticam liberação de emendas em épocas de votações polêmicasJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-especialistas-criticam-liberacao-de-emendas-em-epocas-de-votacoes-polemicas-10134370Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:20900164Valor de emendas para SC sobe mais de 50% em 2017Maioria dos pagamentos e empenhos ocorreram quando os processos mais polêmicos entraram em pauta no Congresso Nacional2018-01-26T11:01:12-02:002018-01-26T11:01:12-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSEdilson RodriguesValor de emendas para SC sobe mais de 50% em 2017Jornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:20900164Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-valor-de-emendas-para-sc-sobe-mais-de-50-em-2017-10134367Valor de emendas para SC sobe mais de 50% em 2017Maioria dos pagamentos e empenhos ocorreram quando os processos mais polêmicos entraram em pauta no Congresso Nacional2018-01-26T11:01:12-02:002018-01-26T11:01:12-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO valor em emendas parlamentares destinado pelo governo federal a políticos catarinenses subiu mais de 50% em 2017 na comparação com 2016. Nas emendas empenhadas, ou seja, as que o governo federal se compromete a pagar no futuro, o aumento foi de 52,1%, passando de R$ 245,3 milhões para R$ 373,2 milhões. Nas que foram pagas no ano passado, o acréscimo é ainda maior: 62,8%, saltando de R4 161,8 milhões para R$ 263,5 milhões. Os números são obtidos pelo Siga Brasil, sistema de informações sobre orçamento público federal disponibilizado pelo Senado.A liberação bem maior em 2017 do instrumento historicamente usado como moeda de troca por votos entre Planalto e Congresso ocorre no primeiro ano completo do mandato de Michel Temer (PMDB), em um período marcado por momentos delicados como as denúncias contra o presidente levadas à Câmara, a votação da reforma trabalhista e a tentativa de ter votos suficientes para votar a reforma da Previdência. Mais de 87% do pagamento de emendas e 99% dos empenhos ocorreram entre junho e dezembro, justamente quando os processos e votações polêmicas entraram na pauta.As emendas individuais, dentro de um limite estabelecido por lei, são impositivas desde 2015 - portanto, têm pagamento obrigatório pelo Executivo. Na prática, porém, cabe ao Planalto definir quando e qual emenda libera mais cedo ou mais tarde.Saúde e infraestrutura lideram aplicaçõesO dinheiro empenhado aos catarinenses representou 3,4% do total do país em 2017. Com R$ 1 bilhão e 9,4% do total nacional, São Paulo lidera esse ranking. Nos valores pagos, Santa Catarina responde por 5,3% das liberações do país ano passado. A liderança novamente foi de São Paulo, com R$ 561,8 milhões e 11,33% do total.Em ambos os casos, as principais aplicações dos recursos no Estado foram na saúde, atendendo a determinação da emenda constitucional que detalha o orçamento impositivo, que impõe que metade das emendas parlamentares vá para essa área. Nos setores "livres" de uma destinação mínima, o desenvolvimento urbano/infraestrutura aparece à frente, seguido pela educação (nas emendas empenhadas) e pela agropecuária (nas emendas pagas). As liberações também incluem restos a pagar de anos e mandatos anteriores. Assim, até emendas do ex-senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB), morto em 2015, e de políticos que não exercem mais mandato na Câmara ou Senado, como Luci Choinacki (PT) e Paulo Bornhausen (PSB), foram beneficiadas só em 2017.Foto: Editoria de Arte / Diário CatarinenseFoto: Editoria de Arte / Diário Catarinense"Emenda impositiva não depende da relação com o governo", diz KleinübingA bancada catarinense como um todo, com emendas coletivas, foi a mais contemplada com o empenho (R$ 138,5 milhões) e o pagamento (R$ 96,4 milhões) de emendas parlamentares em 2017. Conforme o coordenador do Fórum Parlamentar Catarinense, João Paulo Kleinübing (PSD), duas emendas de cada bancada têm execução obrigatória. No caso de SC, os valores empenhados de 2016 para 2017 foram para o custeio na saúde e a aquisição de ônibus escolares. O deputado diz que a opção por essas áreas ocorre por elas demandarem burocracias mais simples e nega qualquer relação na liberação de emendas com apoio a votações que beneficiam o Planalto.- A emenda coletiva foi paga para a bancada inteira, independente da posição. A emenda impositiva dá justamente essa condição, não depende da sua relação com o governo e valoriza o mandato e o eleitor - defende.Individualmente, o senador Paulo Bauer (PSDB) lidera na soma das emendas pagas e empenhadas no ano passado, totalizando R$ 25,2 milhões. O tucano afirma que destina 80% das emendas para a saúde (hospitais comunitários) e educação (ônibus escolares) e diz que a vontade política interferia antes das emendas serem impositivas, citando o período em que ele foi parlamentar sendo oposição aos governo do PT.- No período do PT eu nunca conseguia liberar mais que 40%, 50% do volume de emendas, porque existia uma má vontade, uma exigência indescritível de procedimentos. Quando se tornou impositivo, passamos a ter um melhor desempenho na liberação. Em nenhuma circunstância isso é troca de favores, porque o orçamento é impositivo. E a condição de governo que temos hoje não é de criar dificuldades, pelo contrário, nos dá mais tempo para apresentação dos projetos e tem uma gestão financeira mais responsável - argumenta.Foto: Editoria de Arte / Diário CatarinenseLeia também:Especialistas criticam liberação de emendas em épocas de votações polêmicasPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaValor de emendas para SC sobe mais de 50% em 2017Jornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-valor-de-emendas-para-sc-sobe-mais-de-50-em-2017-10134367Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24050600Tire suas dúvidas sobre o IPTU 2018 em BlumenauSanta separou 10 perguntas e respostas sobre imposto. Central da prefeitura para atendimento abre nesta sexta2018-01-26T07:00:03-02:002018-01-26T07:00:03-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesTire suas dúvidas sobre o IPTU 2018 em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24050600Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-tire-suas-duvidas-sobre-o-iptu-2018-em-blumenau-10133973Tire suas dúvidas sobre o IPTU 2018 em BlumenauSanta separou 10 perguntas e respostas sobre imposto. Central da prefeitura para atendimento abre nesta sexta2018-01-26T07:00:03-02:002018-01-26T07:00:03-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brÉ uma despesa conhecida do início do ano no orçamento das famílias. Ao mesmo tempo, representa uma parte importante da arrecadação do município para custear gastos como a manutenção das ruas. O Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) rendeu dúvidas e queixas em razão do aumento por zonas fiscais anunciado no fim do ano passado pela prefeitura.Nesta sexta começa a funcionar a Central de Atendimento do IPTU, ao lado do setor 3 do Parque Vila Germânica, sob a passarela que cruza a Rua Alberto Stein, no bairro da Velha, em Blumenau. O espaço vai permitir a revisão de dados cadastrais, solicitação da segunda via do carnê, alteração do nome do proprietário e também esclarecer dúvidas sobre o imposto. O Santa entrevistou o coordenador de Cadastro Fiscal da Secretaria de Gestão Financeira, Glauco Duarte, e um economista para esclarecer 10 dúvidas sobre o imposto deste ano – muitas delas trazidas por leitores na página do jornal no Facebook. Para casos não esclarecidos, é possível procurar a central, que permanece aberta de hoje até o dia 13 de março, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h30min.TIRE SUAS DÚVIDAS1) Não recebi o carnê: o que devo fazer?É possível tirar uma segunda via do carnê de IPTU na página da prefeitura na internet (blumenau.sc.gov.br/cidadao) e também na Central de Atendimento do IPTU, que atende a partir de hoje na Vila Germânica.2) O carnê está em nome de outro proprietário. tem algum problema? Como devo proceder?O ideal é que a titularidade do imóvel esteja atualizada para evitar problemas, por exemplo, em caso de inadimplência, em que outra pessoa seria responsabilizada. É possível fazer essa alteração na Central de Atendimento do IPTU levando o registro do imóvel ou a escritura registrada.3) Ainda consigo pagar com desconto?Até 15 de fevereiro, é possível pagar em cota única com 5% de desconto, quitando a folha verde do carnê. Até 13 de março o desconto para pagamento à vista é de 3% – a folha amarela do carnê. Depois disso não tem desconto, mas o parcelamento é em até 11 vezes, com vencimento em 15 de fevereiro e no dia 13 dos demais meses. O valor mensal mínimo é R$ 20. Quem pagou em dia no ano passado também ganha 2% de desconto.4) Vale a pena pagar à vista ou parcelado?O economista e professor da Furb Jamis Piazza explica que, com o desconto de 5%, para quem tem o dinheiro guardado em poupança vale a pena optar pelo pagamento à vista. O motivo é que nenhuma aplicação, exceto as menos comuns e de maior risco, dará o retorno de 5% sobre o montante em um mês. Se não for possível pagar até 15 de fevereiro, que é mais vantajoso, até o desconto de 3% para pagamento até março ainda compensa. Para quem não tem o dinheiro na mão, o parcelamento é uma saída melhor do que recorrer a um crédito para pagar à vista.5) Afinal, de quanto foi o reajuste do IPTU em Blumenau?Na verdade foram dois reajustes este ano. O geral, de 1,95% para todos os carnês, corresponde ao índice da inflação no ano. Além disso, o município atualizou os valores das quatro zonas fiscais da cidade. A alta foi de 14% na zona 1, na região mais central da cidade; 32% na zona 2, 40% na zona 3 e 50% na zona 4, na área mais periférica do município.Além desses aumentos, houve uma mudança na chamada depreciação, os descontos concedidos a imóveis antigos. Anteriormente, edificações construídas antes de 1980 recebiam 80% de desconto sobre o valor do imposto. Agora, esse percentual só é concedido a construções com 50 anos ou mais. Esta alteração afeta aproximadamente 27 mil contribuintes, conforme Duarte.6) O aumento no IPTU veio acima do reajuste da zona fiscal anunciado pela prefeitura. Por quê? Posso pedir revisão dos valores?Uma possibilidade é ter ocorrido uma reclassificação do imóvel de residencial para comercial quando há algum negócio instalado em parte do imóvel – nesse caso, os valores aumentam bastante. Melhorias que valorizem o imóvel e tenham sido identificadas por fiscais ao longo do ano também podem justificar acréscimos. Mas a regra é que o aumento fique dentro da reposição da inflação e dos índices aplicados às zonas fiscais. Se isso não ocorreu, é possível pedir explicações ou até uma revisão do valor cobrado na Central de Atendimento do IPTU na Vila Germânica, a partir de hoje. Após o pedido, se houver divergência sobre informações do carnê e da propriedade, funcionários da Secretaria de Gestão Financeira podem ir até o imóvel para confirmar os dados.7) Melhorias no imóvel implicam automaticamente em aumento no IPTU?Ampliações, reformas ou melhorias que valorizem os imóveis são vistoriadas o ano todo por uma equipe de 10 fiscais que monitoram o município. Boa parte da demanda vem de denúncias dos próprios moradores que indicam as alterações. Quando isso é identificado, passa a incorporar o cálculo do IPTU, mas há casos em que as modificações feitas ainda não integram o cadastro do imóvel. O proprietário também pode informar isso por conta própria ao município.8) Houve mudança na isenção concedida a aposentados? Quem possui isenção?A isenção para aposentados fazia parte de uma lei municipal que, segundo o coordenador do Cadastro Geral, Glauco Duarte, foi considerada inconstitucional e já não era adotada pelo município desde 2005. Conforme a prefeitura, casos de quem não pagava o IPTU nos últimos anos e recebeu o carnê em 2018 podem se encaixar em outro quesito, como imóvel de 36 a 50 anos, que tinha isenção por causa do alto desconto concedido e que voltou a pagar o tributo após a mudança nas regras de depreciação. Só estão isentos do IPTU em Blumenau imóveis com valor venal de até R$ 15,7 mil ou de R$ 23 mil no caso de pessoas que recebem benefícios de programas sociais.9) Como é calculado o IPTU?O cálculo do imposto é dividido em duas partes: territorial e predial. Na primeira, é levado em conta a área do terreno e um valor para o metro quadrado – foi esse índice que foi reajustado no fim do ano passado com índices diferentes para as quatro zonas fiscais existentes na cidade. São considerados também fatores que valorizam ou desvalorizam a propriedade, como se ela é de esquina ou de meio de quadra, se é plana ou tem aclive. Já o cálculo do imposto sobre a edificação considera a área construída, o tipo de construção (casa, apartamento, conjunto, indústria ou sala comercial) e aspectos estruturais como o material predominante (alvenaria ou madeira) e das aberturas, se tem reboco, pintura. Isso vai definir uma classificação para o imóvel. É esse conceito, junto com o tempo de depreciação do imóvel, que vai decidir o desconto sobre o chamado valor de reprodução, usado pela prefeitura como base para o metro quadrado construído.10) No que é aplicado o dinheiro do IPTU?O IPTU responde pela segunda maior receita própria do município, que por sua vez equivale a 30% de tudo que a prefeitura arrecada. Por não ser um recurso vinculado, pode ser aplicado pela prefeitura de acordo com as decisões da gestão financeira do município, ao contrário de verbas repassadas pelo governo federal, por exemplo, que já são destinadas a uma determinada área. Segundo o secretário de Governo e Transparência, Paulo Costa, os recursos do IPTU têm ajudado a prefeitura a honrar as contrapartidas de obras em execução na cidade com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), como a duplicação da Rua Humberto de Campos, binário da Rua Chile e os corredores estruturais, e do PAC, como o pacote de ciclovias. Além disso, permitiu reformas, ampliações e pagamento de servidores nas áreas de saúde e educação, mutirões de obras e manutenção e conservação das ruas. Em 2017 o IPTU rendeu aproximadamente R$ 71 milhões e este ano a prefeitura espera arrecadar pelo menos R$ 78 milhões.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaTire suas dúvidas sobre o IPTU 2018 em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-tire-suas-duvidas-sobre-o-iptu-2018-em-blumenau-10133973Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24047102Índice de confiança do industrial catarinense é o maior dos últimos sete anosLevantamento da Fiesc aponta que dado de SC é maior que a média nacional2018-01-25T10:23:20-02:002018-01-25T10:23:20-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLucas CorreiaÍndice de confiança do industrial catarinense é o maior dos últimos sete anosJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24047102Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-indice-de-confianca-do-industrial-catarinense-e-o-maior-dos-ultimos-sete-anos-10131785Índice de confiança do industrial catarinense é o maior dos últimos sete anosLevantamento da Fiesc aponta que dado de SC é maior que a média nacional2018-01-25T10:23:20-02:002018-01-25T10:23:20-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO Índice de Confiança do Empresário Catarinense (ICEI) neste mês de janeiro é o maior desde agosto de 2010, segundo levantamento da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc). Os 61,1 pontos registrados indicam, segundo a entidade, que o industrial se mantém confiante em relação à economia. O índice varia de 0 a 100. Quando ele está acima de 50 pontos, indica confiança. Abaixo disso representa falta de convicção na economia.O ICEI é calculado com base na avaliação das condições atuais e das expectativas dos empresários em termos de economia Nacional, Catarinense e empresa. Essa avaliação é segmentada para a Indústria Geral, Indústria de Transformação e Construção Civil. O dado registrado no primeiro mês de 2018 foi puxado, de acordo com o estudo, tanto pela percepção das condições atuais quando pelas expectativas para os próximos 6 meses.Em Santa Catarina a confiança do empresário na indústria de transformação foi de 62 pontos, puxada principalmente pelo indicador de expectativas e este, por sua vez, pela perspectiva dos empresários quanto ao desempenho futuro da economia brasileira e catarinense.A manutenção acima da linha de 50 pontos também é observada no indicador brasileiro. O índice nacional ficou em 59 pontos, com um aumento de 0,7 ponto em relação a dezembro. O indicador ficou acima da média nacional de 54,1 e é o maior desde abril de 2011. A confiança é maior nas grandes empresas, segmento em que o ICEI alcançou 61,1 pontos neste mês. Nas médias empresas, o indicador foi de 57,6 pontos e, nas pequenas, de 55,9 pontos.Leia as últimas notícias do DCPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaÍndice de confiança do industrial catarinense é o maior dos últimos sete anosJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-indice-de-confianca-do-industrial-catarinense-e-o-maior-dos-ultimos-sete-anos-10131785Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24045640Por unanimidade, TRF4 mantém condenação de Lula e aumenta pena para 12 anos de prisãoEx-presidente também foi condenado a pagar multa de R$ 1,33 milhão2018-01-24T18:06:52-02:002018-01-24T18:06:52-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSSylvio SirangeloPor unanimidade, TRF4 mantém condenação de Lula e aumenta pena para 12 anos de prisãoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24045640Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-por-unanimidade-trf4-mantem-condenacao-de-lula-e-aumenta-pena-para-12-anos-de-prisao-10130547Por unanimidade, TRF4 mantém condenação de Lula e aumenta pena para 12 anos de prisãoEx-presidente também foi condenado a pagar multa de R$ 1,33 milhão2018-01-24T18:06:52-02:002018-01-24T18:06:52-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brCom o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) cercado por policiais militares e federais, atiradores de elite no topo do prédio e helicópteros vigiando o espaço aéreo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve mantida sua condenação por corrupção e lavagem de dinheiro no mais emblemático processo da Lava-Jato. A decisão, por três votos a zero, além de colocar em risco à candidatura presidencial do petista e deixa-lo à mercê de uma ordem de prisão, aumentou a pena estipulada pelo juiz Sergio Moro – nove anos e seis meses – para 12 anos e um mês de cadeia, em regime fechado. Como tanto o veredito como a pena foram unânimes, Lula pode ter decretada sua prisão tão logo sejam julgados os embargos de declaração, recurso utilizado pela defesa para buscar esclarecimentos sobre a decisão do tribunal e que, no TRF4, leva de um a dois meses em média para ser apreciado. O ex-presidente também foi condenado a pagar uma multa de R$ 1,33 milhão.Enquanto Lula acompanhava a sessão do Sindicato dos Metalúrgicos em São Bernardo do Campo (SP), seu berço sindical e político, os magistrados esquadrinhavam em linguagem jurídica o esquema criminoso que desviou recursos da Petrobras em troca de um tríplex no Guarujá para o ex-presidente. Para os desembargadores João Pedro Gebran Neto, Leandro Paulsen e Victor Luiz dos Santos Laus, o ex-presidente beneficiou a construtora OAS em troca da aquisição e reforma do imóvel em frente ao mar do litoral paulista. Após mais de nove horas de sessão, restou inútil a peroração do advogado de Lula, Cristiano Zanin Martins. Na sustentação oral em que pediu a anulação do processo e, em última análise, a absolvição de seu cliente, Zanin atacou Sergio Moro e disse que não havia uma única prova contra o ex-presidente.— O que se tem aqui é um processo nulo, que gerou uma sentença nula. Não foi feita a prova da culpa. Foi feita a prova de inocência. Não houve vantagens indevidas. O triplex não é de Lula. O triplex sempre pertenceu à OAS — asseverou. No primeiro julgamento da Lava-Jato transmitido ao vivo pela internet – e acompanhado no TRF4 por 43 correspondentes estrangeiros e 250 jornalistas brasileiros –, Gebran, Paulsen e Laus concordaram com os argumentos do Ministério Público Federal, segundo o qual Lula aceitou fazer nomeações políticas para cargos estratégicos na Petrobras. Em troca, os diretores da estatal fraudavam contratos com empreiteiras, obtendo propina para enriquecimento ilícito de agentes públicos e financiamento de campanhas eleitorais. Citando depoimentos e provas coletadas durante a investigação, o procurador-regional da República, Mauricio Gerum, apontou Lula como o chefe do aparato criminoso, tendo conhecimento e efetiva participação nos desvios de recursos.— Um presidente da República que nomeia diretores de estatal em esquema com empreiteiras e engendra o maior esquema de corrupção da história do Brasil. Lamentavelmente, Lula se corrompeu — resumiu. Em um voto de 430 páginas e mais três horas, dizendo incumbido de uma tarefa “sensível e dramática” de julgar um ex-presidente, o relator do processo, Gebran, concordou com a sentença original de Moro, no qual o juiz afirma que o tríplex fazia parte de uma propina total no valor de R$ 16 milhões destinados ao PT. Com o imóvel, Lula teria recebido R$ 2,2 milhões. Ele lembrou a visita do ex-presidente e da mulher, Marisa Letícia, ao apartamento, enquanto as obras estavam sendo concluídas. — Tenho juízo probatório acima do razoável de que o tríplex foi reservado a Lula. E assim permaneceu após a OAS assumir o empreendimento. Tenho que a reforma e compra da cozinha foram feitas para o ex-presidente e com base em projeto aprovado por ele e pela ex-esposa. O magistrado citou ainda inúmeros depoimentos de delatores e réus já condenados para definir a participação do ex-presidente no esquema criminoso gestado na Petrobras.— As provas indicam que, no mínimo, ele tinha ciência e dava suporte — afirmou, antes de votar pelo aumento da pena para 12 anos e um mês de prisão em regime fechado. Durante toda a sessão, numa mensagem velada às insinuações de aliados e simpatizantes de Lula sobre um eventual julgamento político e direcionado do ex-presidente, os desembargadores fizeram questão de salientar a independência do TRF4 e da Justiça Federal de Curitiba.— Tudo que se faz necessário para assegurar um julgamento legítimo e justo foi feito, pela 13ª Vara e por essa Corte. Ela é complexa, mas complexos são os fatos. O julgamento se deu de modo técnico e devidamente fundamentado. Aqui ninguém pode ser condenado por ter costas largas ou absolvido por ter costas quentes — afirmou Paulsen. Ao discorrer sobre o mérito do processo, o desembargador citou o mensalão para exemplificar como as engrenagens da corrupção se mantém ativa no país, dando forma à perpetuação de projetos políticos pessoais. Desfiou os nomes de condenados naquele processo e na Lava-Jato, alguns deles repetidos em ambos os casos. — A estrutura e o modus operandi dessa atividade criminosa continuam operante —garantiu, para em seguida comentar a conduta de Lula e também votar por 12 anos e um mês de prisão:— Há elementos de sobra para mostrar que concorreu para os crimes de forma consciente e livre.Com 2 votos a 0 contra Lula, o suspenso ficou por conta do voto do terceiro desembargador, Victor Laus. O magistrado, contudo, começou sua explanação com um elogio à atuação de Moro no processo – “corajoso e brilhante, tem diante de si uma complexa análise de casos”, e completou: — Após ouvir o relator e o revisor, anulei qualquer dúvida. A partir daí, Laus teceu um voto didático. Disse que a acusação tinha provas documentais e testemunhais, reafirmou os privilégios concedidos a Lula na aquisição do tríplex e aderiu à posição dos colegas de turma. Era o voto derradeiro: 3 a 0.— Temos de formar convicção com provas verossímeis. Ao longo do processo, elas resistiram à defesa. Ficou demonstrada a acusação que vem a juízo. Ao cabo do julgamento, o tribunal manteve o restante da sentença de primeira instância, condenando os executivos da OAS Agenor Franklin Magalhães Medeiros, e Leo Pinheiro, e absolvendo os demais quatro réus, entre eles o ex-presidente do Instituo Lula, Paulo Okamotto.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaPor unanimidade, TRF4 mantém condenação de Lula e aumenta pena para 12 anos de prisãoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-por-unanimidade-trf4-mantem-condenacao-de-lula-e-aumenta-pena-para-12-anos-de-prisao-10130547Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24043522Lula chega a Porto Alegre para ato na véspera do julgamentoEx-presidente recorreu de condenação em primeira instância por lavagem de dinheiro2018-01-23T18:57:59-02:002018-01-23T18:57:59-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMarco FaveroLula chega a Porto Alegre para ato na véspera do julgamentoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24043522Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-lula-chega-a-porto-alegre-para-ato-na-vespera-do-julgamento-10129542Lula chega a Porto Alegre para ato na véspera do julgamentoEx-presidente recorreu de condenação em primeira instância por lavagem de dinheiro2018-01-23T18:57:59-02:002018-01-23T18:57:59-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou no final da tarde desta terça-feira em Porto Alegre, onde participará de um ato público na Esquina Democrática. Ele discursará em cima de um caminhão por volta das 19h. Na quarta-feira, o Tribunal Regional da 4ª Região irá julgar o recurso do ex-presidente à condenação em primeira instância por lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá.Julgamento de LulaCondenado em primeira instância pelo juiz Sergio Moro a nove anos e seis meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva terá sua apelação julgada pelo TRF4, em Porto Alegre, nesta quarta-feira (24). A condenação é referente à denúncia na 13ª Vara Federal de Curitiba por supostamente ter recebido propina da construtora OAS em troca de favorecimentos à empreiteira em contratos na Petrobras. O suborno, no total de R$ 3,7 milhões, teria sido pago com a aquisição e reforma de um triplex no Guarujá (SP) e com o custeio do armazenamento de seu acervo presidencial.Os advogados pedem a absolvição do petista, alegando que a condução do processo por Moro foi "parcial e facciosa". Já o MPF recorreu da decisão de Moro por entender que o ex-presidente deve ser punido por três atos de corrupção em concurso material — instrumento jurídico pelo qual as penas são somadas —, e não apenas por um crime de corrupção e um de lavagem de dinheiro como entendeu o juiz na sentença. O ex-presidente será julgado pela 8ª Turma do TRF4, formada pelos desembargadores João Pedro Gebran Neto, relator do processo, Leandro Paulsen, presidente da Turma e revisor, e Victor Luiz dos Santos Laus. Estão previstas manifestações favoráveis e contrárias ao ex-presidente em Porto Alegre, e foi montado um esquema de segurança especial. Seja qual for o resultado do julgamento — condenação ou absolvição —, o processo não se encerra nesta quarta-feira, já que cabem recursos ao próprio TRF4.Como acompanhar o julgamento de Lula no TRF4, em Porto AlegreTour 360°Arraste a imagem para explorar todos os ângulos e clique nas setas para navegar pelos diferentes ambientes. Se estiver usando um celular ou tablet, clique aqui para ter uma melhor experiência.Está com problemas para visualizar? Clique aqui.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaLula chega a Porto Alegre para ato na véspera do julgamentoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-lula-chega-a-porto-alegre-para-ato-na-vespera-do-julgamento-10129542Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24041555Julgamento de Lula tem as atenções de lideranças partidárias e mobiliza caravana de militantes em SCPartido dos trabalhadores em SC calcula que cerca de 100 ônibus foram mobilizados em direção a Porto Alegre2018-01-23T08:24:24-02:002018-01-23T08:24:24-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSCarlos MacedoJulgamento de Lula tem as atenções de lideranças partidárias e mobiliza caravana de militantes em SCJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24041555Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-julgamento-de-lula-tem-as-atencoes-de-liderancas-partidarias-e-mobiliza-caravana-de-militantes-em-sc-10129055Julgamento de Lula tem as atenções de lideranças partidárias e mobiliza caravana de militantes em SCPartido dos trabalhadores em SC calcula que cerca de 100 ônibus foram mobilizados em direção a Porto Alegre2018-01-23T08:24:24-02:002018-01-23T08:24:24-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brSeja qual for o futuro político do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que será decidido nesta quarta-feira em julgamento no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre, a certeza é de que o desfecho da sessão terá as atenções dos catarinenses tanto em SC como no Estado vizinho.Uma caravana de aproximadamente cem ônibus foi mobilizada na noite desta segunda-feira para deslocar grupos de militantes do PT e de simpatizantes do ex-presidente das cidades catarinenses até a capital gaúcha. Manifestantes pró-Lula têm como ponto de encontro a área do Anfiteatro Pôr do Sol, um espaço voltado a shows e eventos a céu aberto de Porto Alegre. Cerca de 3 mil pessoas já estavam acampadas desde segunda no local, segundo a assessoria do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Só de Florianópolis partiram 15 ônibus rumo ao acampamento às 23 horas desta segunda-feira. O PT em Santa Catarina não agendou eventos com militantes nas cidades do Estado para esta terça ou quarta-feira porque a prioridade do partido é que a militância esteja concentrada em Porto Alegre.Ou seja, não há previsão de que grupos de militantes catarinenses se reúnam para acompanhar o julgamento por telão, por exemplo. Parte dos ônibus que saiu de Santa Catarina deverá voltar ainda nesta terça ao Estado, após o término dos atos programados em defesa do ex-presidente na véspera do julgamento, mas o PT anunciou que a maioria dos militantes seguirá em vigília na capital gaúcha até o julgamento.Presidente nacional do PT, a senadora Gleisi Hoffmann confirmou que Lula estará em Porto Alegre nesta terça. O principal ato com a presença do ex-presidente será na Esquina Democrática, no centro da cidade, ainda sem horário definido. No local, Lula discursará ao lado de outros integrantes do partido. Ele deve deixar Porto Alegre até o fim do dia e acompanhará o julgamento em São Paulo.Todas as lideranças do PT em Santa Catarina foram convocadas para os atos em Porto Alegre. Nomes como o presidente da legenda no Estado, o deputado federal Décio Lima, e o também deputado federal Pedro Uczai, além da ex-senadora Ideli Salvatti, já estão desde segunda no Estado vizinho para acompanhar o julgamento.—O que nos traz a Porto Alegre é a certeza de que este momento é um marco regulatório para a nossa história em relação à afirmação dos valores democráticos e do Estado de direito— anunciou Décio Lima.Se os desembargadores do TRF4 mantiverem a condenação por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, imposta pelo juiz Sergio Moro em primeira instância, Lula ficará inelegível com base na Lei da Ficha Limpa. O ex-presidente ainda teria possibilidade de recursos no próprio TRF4 e no Supremo Tribunal Federal (STF) para fazer constar seu nome nas urnas, mas o rótulo de candidato "sob judice" colocaria em dúvida a permanência dele na campanha eleitoral. Caso o desfecho seja de reviravolta, com Lula absolvido e sem impedimento para concorrer no dia 7 de outubro, não há dúvida de que o ex-presidente seria o rosto mais identificado com a esquerda e oposição ao atual governo na corrida pelo Planalto. Julgamento começa a definir cenário eleitoralÉ praticamente consenso entre as lideranças políticas de Santa Catarina que a disputa pela presidência — e, por consequência, aos demais cargos — depende da definição desses dois cenários a partir do julgamento em Porto Alegre.—A população brasileira aguarda esse julgamento como um divisor de águas do processo. Com mais clareza dos possíveis atores, o processo de alianças e de construções de candidaturas fica mais claro, consistente — aponta o deputado federal e pré-candidato ao governo do Estado pelo PMDB, Mauro Mariani.Entendimento parecido manifesta o deputado federal Esperidião Amin, líder do PP no Estado.—Seja qual for o resultado (do julgamento), o desenho do cenário político começa a ser traçado à tinta. Até agora era a lápis. Também acho que, para o Brasil, para a democracia brasileira, seria bom que o Lula pudesse disputar a eleição — avalia.Também pré-candidato ao governo do Estado, o deputado estadual e líder do PSD, Gelson Merisio, aposta em uma "eleição diferente" em outubro, independentemente do julgamento no TRF4. Presidente do PSDB no Estado, o deputado estadual Marcos Vieira espera por uma "Justiça soberana", ou seja, que acene pela condenação do ex-presidente.O QUE DIZEM AS LIDERANÇAS PARTIDÁRIAS EM SCDeputado federal Esperidião Amin, presidente do PP em SC"A partir desse momento se abre o processo eleitoral no Brasil. Seja qual for o resultado, o desenho do cenário político começa a ser traçado à tinta. Até agora era a lápis. Também acho que, para o Brasil, para a democracia brasileira, seria bom que o Lula pudesse disputar a eleição. O pior de tudo é a construção de um mito. E o mito, o Lula, ganharia a eleição se fosse candidato? Não vai ser enfraquecido por uma legítima decisão da Justiça, do ponto de vista político, se ele for considerado inelegível e não puder disputar. Toda a narrativa do golpe não será enfraquecida, será fortalecida, se ele não puder ser candidato. "Deputado federal Décio Lima, presidente do PT em SC"O que nos traz a Porto Alegre é a certeza de que este momento é um marco regulatório para a nossa história em relação à afirmação dos valores democráticos e do Estado de direito. Não viemos apenas para o julgamento de uma pessoa, viemos para manifestar profunda indignação com os acontecimentos em curso na história do país. O resultado do julgamento pode trazer uma mácula profunda na conquista da democracia que o Brasil vive, objeto do maior período de vida democrática do país, 38 anos. Ela se viu diante de um processo de exceção com o golpe que se institucionalizou desde 2016. Este resultado também faz parte da agenda que rasga o Estado de direito e o título democrático." Deputado federal Mauro Mariani, presidente do PMDB em SC"Será certamente um fato significante e influenciador no processo eleitoral de 2018. É uma decisão que cabe à Justiça, não guardo expectativa nem de um lado nem de outro. Na minha opinião, o processo eleitoral já poderia ser um julgamento definitivo. Mas não vivemos um tempo normal. É um momento de extrema dificuldade no campo político e todos os partidos, as grandes lideranças têm enfrentado esse tipo de dificuldade. A população brasileira aguarda esse julgamento como um divisor de águas do processo. Com mais clareza dos possíveis atores, o processo de alianças e de construções de candidaturas fica mais claro, consistente. Por enquanto é um território completamente imprevisível. Quero crer que esse julgamento estabeleça um novo encaminhamento eleitoral, especialmente dos partidos de esquerda."Deputado estadual Marcos Vieira, presidente do PSDB em SC"O PSDB de Santa Catarina é a favor de todo e qualquer tipo de investigação, independentemente da cor partidária. Se cometeu delito, que a Justiça o puna. É isso o que esperamos, que efetivamente a Justiça seja soberana, que examine os fatos e tome a decisão de acordo com o que manda a lei. Claro que a extrema esquerda tem um quinhão da sociedade, como a extrema direita também tem. Mas quero crer que, no momento certo, especialmente em Santa Catarina, o eleitor vai saber votar."Deputado estadual Gelson Merisio, presidente do PSD em SC“Independentemente do resultado, tenho a convicção de que vamos vivenciar uma eleição diferente em vários aspectos neste ano. E, sem dúvida, o que definirá o futuro do país é o eleitor, que cada vez mais acompanha de perto o processo, está informado e deixara o seu recado nas urnas.”Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaJulgamento de Lula tem as atenções de lideranças partidárias e mobiliza caravana de militantes em SCJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-julgamento-de-lula-tem-as-atencoes-de-liderancas-partidarias-e-mobiliza-caravana-de-militantes-em-sc-10129055Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24041771Cursos de produção de cerveja atraem alunos do Brasil inteiro e de outros países em BlumenauFormações concentradas movimentam economia local no período de início de ano2018-01-23T07:00:29-02:002018-01-23T07:00:29-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesCursos de produção de cerveja atraem alunos do Brasil inteiro e de outros países em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24041771Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-cursos-de-producao-de-cerveja-atraem-alunos-do-brasil-inteiro-e-de-outros-paises-em-blumenau-10128831Cursos de produção de cerveja atraem alunos do Brasil inteiro e de outros países em BlumenauFormações concentradas movimentam economia local no período de início de ano2018-01-23T07:00:29-02:002018-01-23T07:00:29-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brBlumenau e cerveja são palavras há muito tempo intimamente ligadas. Eventos como Oktoberfest, Sommerfest, Festival da Cerveja e o surgimento de inúmeras cervejarias artesanais que difundiram suas produções pelo país ajudaram a colocar a bebida como parte importante da identidade do município. A tal ponto que, no ano passado, a cidade ganhou o título oficial de Capital Brasileira da Cerveja.Mas não são somente as festas e as fabricantes de cerveja que têm colocado a cidade em destaque quando o assunto é o mercado cervejeiro. Neste mês de janeiro, sete cursos concentrados da Escola Superior de Cerveja e Malte (ESCM), de uma a duas semanas de duração, atraíram aproximadamente 290 alunos que vêm de 20 estados brasileiros e de outros quatro países – Argentina, Paraguai, Bolívia e Cabo Verde – em busca de formação e conhecimento.Euclides Baptista Martins, 33 anos, é formado em ciências biológicas e trabalha como coordenador de produção de uma indústria cervejeira no arquipélago de Cabo Verde, na África. Por lá, é a pilsen que domina o mercado. Em agosto do ano passado, ele desembarcou em Blumenau para fazer o curso de mestre cervejeiro, que tem duração de um ano. A vinda teve apoio da empresa para que ele tivesse uma formação mais específica para controlar a produção da bebida. Este mês, aproveitou o início de ano para fazer o curso concentrado de sommelier de cervejas. O primeiro dos 15 dias de aula ocorreu ontem.Renascimento da cerveja artesanalO fato de os países terem o mesmo idioma e o diretor brasileiro da empresa em que ele trabalha, responsável por fazer boa propaganda do país para Euclides, foram fundamentais na escolha por Blumenau para a formação. Nos cinco meses em que já estudou e conheceu a cidade ele diz já ter aprendido muito e destaca o que ele chama de renascimento da cerveja artesanal dos últimos anos.– Vou voltar com uma formação para gerir melhor a unidade em todas as etapas de fabricação. Blumenau é uma cidade que respira cerveja, principalmente as especiais, isso ajuda a conhecer melhor, sentir e experimentar todos os tipos, como weiss, sauer, IPA – relata o aluno.Ariel Costa Tozzi veio de mais perto: Rio de Janeiro. Aos 22 anos, ele é formado em nanotecnologia, mas em uma viagem de quatro meses pela Europa descobriu que queria mesmo era trabalhar com cerveja. Veio para Blumenau em busca do conhecimento que o permita pôr em prática o objetivo de produzir suas cervejas especiais em casa e em plantas de fábricas. Na semana passada fez aulas de microbiologia e ontem começou o curso “Como montar sua cervejaria”.– Tem sido sensacional, acima da expectativa. Desde conhecimento e networking até os processos como fermentação, entender o mercado, a tributação, todos os aspectos – frisa.Foto: Patrick Rodrigues / Jornal de Santa CatarinaAlunos movimentam R$ 2,5 milhões na cidade, diz escolaDesde 2014, quando foi fundada, a Escola Superior de Cerveja e Malte já formou mais de 4,5 mil pessoas – a grande maioria delas de outras regiões, garante o diretor Carlo Bressiani. São quatro as linhas de oferta dos cursos – produção industrial, caseira, sommelier e gestão. A escola é a única da América Latina e uma das 21 escolas de cerveja existentes do mundo. Por isso supriu uma carência na formação de profissionais da área e atrai tantos alunos de diferentes regiões. A empresa não esconde a intenção de estabelecer parcerias para oferecer cursos em outras áreas do país. De olho no mercado latino, abriu no fim do ano passado uma unidade em Montevidéu, no Uruguai.Os cursos concentrados são oferecidos desde 2015, sempre em janeiro e julho. As formações ajudam a qualificar e ampliar a oferta de mão de obra e empreendedores para um setor que cresce sem tomar conhecimento de qualquer crise. De 2013 até 2017, o setor mais que dobrou no país, saltando de 318 para 679 cervejarias, segundo dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).Mais do que isso, os cursos concentrados movimentam a economia da cidade como um todo. São os valores dos cursos, a ocupação em hotéis e pousadas, o transporte, e claro, o consumo em bares, restaurantes e cervejarias. Essas são paradas obrigatórias dos alunos, seja para confraternizações, seja para oportunidade de aprendizado. Muitos também aproveitam para trazer a família para passar férias na região. Uma estimativa da própria ESCM calcula que esse público injeta cerca de R$ 2,5 milhões na economia local.– É, com certeza, uma data representativa no faturamento, já está com lugar especial no nosso calendário. Eles procuram um lugar com boa cerveja, serviço e também levam muita coisa daqui para a região deles, o que nos ajuda na divulgação e em futuros negócios – explica o empresário Valmir Zanetti, da Bier Vila e da Cerveja Blumenau, duas das principais paradas dos alunos.Quem também ri à toa são pessoas como Jairson Steinhauser, o Jajaco. Quando os primeiros alunos da escola começaram a procurar hospedagem, ele transformou suas quitinetes no bairro Salto do Norte em um hostel que hoje recebe muitos hóspedes matriculados nos cursos. Atualmente está com 25 pessoas hospedadas, uma ocupação alta para essa época do ano.– A criação da escola foi fundamental para a minha mudança de atuação. Além disso, para o que eles precisam podem usar o “Jajaco Uber”, que é meu serviço de transporte – brinca o anfitrião.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaCursos de produção de cerveja atraem alunos do Brasil inteiro e de outros países em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-cursos-de-producao-de-cerveja-atraem-alunos-do-brasil-inteiro-e-de-outros-paises-em-blumenau-10128831Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24036908Como será a semana do julgamento de Lula no TRF4, em Porto AlegreCaravanas de manifestantes, 300 jornalistas do Brasil e do Exterior e intensa programação são os ingredientes de dias que antecedem a sessão 2018-01-22T18:18:05-02:002018-01-22T18:18:05-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSRonaldo Bernardi / Agência RBSComo será a semana do julgamento de Lula no TRF4, em Porto AlegreJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24036908Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-como-sera-a-semana-do-julgamento-de-lula-no-trf4-em-porto-alegre-10125274Como será a semana do julgamento de Lula no TRF4, em Porto AlegreCaravanas de manifestantes, 300 jornalistas do Brasil e do Exterior e intensa programação são os ingredientes de dias que antecedem a sessão 2018-01-22T18:18:05-02:002018-01-22T18:18:05-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA partir desta segunda-feira (22), os olhares se voltam a Porto Alegre para acompanhar o desfecho do julgamento que pode mudar os rumos da história política brasileira. Até a próxima quarta-feira, quando o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) decide sobre o destino do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, atos públicos com a participação de milhares de pessoas vão alterar a rotina da Capital.Condenado em primeira instância a nove anos e meio de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, Lula apelou ao TRF4 para tentar reverter a sentença do juiz federal Sergio Moro, de julho de 2017. A sessão começa às 8h30min de quarta-feira e, dependendo do resultado, pode tornar o petista inelegível – e levá-lo a cumprir pena na cadeia depois de esgotados todos os recursos.A possibilidade de ver o principal ícone do PT encarcerado e apartado das urnas em 2018 levou a Frente Brasil Popular – que reúne movimentos sociais e partidos de esquerda – a organizar uma série de eventos na Capital. Forças contrárias ao ex-presidente também se mobilizam.A programação pró-Lula começou nesta segunda-feira (22), com marcha da Via Campesina da ponte do Guaíba até o Anfiteatro Pôr do Sol. O cronograma segue até quarta-feira (24), com uma vigília. Até domingo (21), havia dúvidas sobre a presença do ex-presidente na Capital. Se Lula vier, a tendência é de que seja na véspera do julgamento – a definição deve sair entre hoje e amanhã.– Nosso desejo é de que Lula venha. Sabemos que ele quer estar aqui e é importante para nós, mas a definição passa por um debate político. No momento, eu diria que a chance é de 80% – diz o vice-presidente do PT no Estado, Carlos Pestana.Conforme estimativas da Frente Brasil Popular, 50 mil pessoas devem se reunir na Capital a partir desta segunda-feira (22). São aguardados pelo menos 225 ônibus. A concentração será no Anfiteatro Pôr do Sol, onde o acampamento começou a ser montado neste domingo.A ordem, no PT, é evitar conflitos. Diante de eventuais suspeitas de infiltração (de mascarados dispostos a atos de vandalismo, por exemplo), a orientação é acionar a Brigada Militar (BM).Na pauta anti-Lula, a movimentação se inicia na terça-feira (23), mas em outro ponto da cidade. A partir das 18h, o Vem pra Rua prevê ato no Parque Moinhos de Vento, o Parcão. O local também será utilizado pelo Movimento Brasil Livre (MBL) para manifestação a partir das 18h de quarta-feira (24), após o julgamento. O ato está sendo chamado de CarnaLula e terá a presença da Banda Loka Liberal, que marcou os protestos a favor do impeachment, em 2016.– A ideia é comemorar a manutenção da condenação de Lula, com majoração de pena, como o TRF4 tem feito até aqui. Será um ato pacífico, como sempre. Organizamos as maiores manifestações do país e nunca tivemos incidentes. A polícia sempre foi bem recebida, ao contrário de outros movimentos que destroem tudo por onde passam – afirma Paula Cassol, coordenadora do MBL no Estado.A grande movimentação de pessoas – que inclui mais de 300 jornalistas credenciados – levou as autoridades a organizarem um gigantesco aparato de segurança, que deve envolver ao menos mil policiais militares e mexer com o dia a dia da Capital. Nesta segunda-feira (22), o Gabinete de Gestão Integrada (GGI), coordenado pelo secretário estadual da Segurança Pública, Cezar Schirmer, deve detalhar o esquema. Enquanto isso, PMs de Santa Maria e Passo Fundo, além de brigadianos que estavam no Litoral, na Operação Golfinho, foram convocados especialmente para a ação na Capital e, aos poucos, começaram a se posicionar no Parque Maurício Sirotsky Sobrinho, no entorno do tribunal. Com eles, vêm cavalos, cães treinados e veículos de apoio, dando novos matizes à paisagem. Foto: Carlos Macedo / Agencia RBSParque foi transformado em QG da Brigada MilitarMoradores de rua que habitavam a área verde foram retirados pela prefeitura. Caberá à Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) organizar o trânsito – as alternativas aos motoristas serão divulgadas nos próximos dias.A megaoperação deve contar ainda com helicópteros e atiradores de elite, que serão posicionados em prédios vizinhos. Ontem, a BM já havia transformado o parque em uma espécie de QG.– Está tudo correndo dentro da normalidade. Esperamos que os atos sejam ordeiros e respeitosos, mas estaremos prontos para agir, caso seja necessário – diz o comandante-geral da BM, coronel Mario Ikeda.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaComo será a semana do julgamento de Lula no TRF4, em Porto AlegreJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-como-sera-a-semana-do-julgamento-de-lula-no-trf4-em-porto-alegre-10125274Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24037345Concurso Brasileiro da Cerveja tem recorde de inscritos em 2018Disputa ocorre de 3 a 5 de março e abre programação do Festival da Cerveja, em Blumenau2018-01-22T15:03:46-02:002018-01-22T15:03:46-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDaniel ZimmermannConcurso Brasileiro da Cerveja tem recorde de inscritos em 2018Jornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24037345Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-concurso-brasileiro-da-cerveja-tem-recorde-de-inscritos-em-2018-10125094Concurso Brasileiro da Cerveja tem recorde de inscritos em 2018Disputa ocorre de 3 a 5 de março e abre programação do Festival da Cerveja, em Blumenau2018-01-22T15:03:46-02:002018-01-22T15:03:46-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO Concurso Brasileiro da Cerveja bateu novamente recorde de inscrições. A organização registrou 2.906 rótulos diferentes de cervejas brasileiras inscritas. O número é 43% maior do que o total de participantes do ano passado, quando a competição colocou frente a frente 2.034 variações diferentes da bebida.O concurso chega este ano à sexta edição e é considerado o maior da América Latina e o segundo maior do mundo em número de cervejas participantes. Ele ocorre entre os dias 3 e 5 de março e antecede a programação do Festival Brasileiro da Cerveja, que acontece de 7 a 10 de março, no Parque Vila Germânica, em Blumenau. A disputa pelos prêmios de melhor cerveja serve como uma espécie de “esquenta” para o festival e instiga o público a conhecer os sabores premiados pelos 85 jurados convidados.O número superou até mesmo a expectativa da organização, que previa cerca de 2,5 mil. Em dois anos, o número de rótulos participantes do Concurso Brasileiro da Cerveja praticamente dobrou – passou de 1.469 para os 2.906 deste ano. Comparado ao número da primeira edição, em 2013, quando 215 receitas diferentes foram inscritas, a adesão deste ano é mais de 10 vezes maior.Para o secretário de Turismo de Blumenau e presidente do Parque Vila Germânica, Ricardo Stodieck, o crescimento até mesmo acima do esperado no número de rótulos inscritos surpreende positivamente e atesta a credibilidade do concurso.– Isso só reforça a importância do nosso concurso para o mercado cervejeiro brasileiro. Ele deve continuar crescendo porque as fábricas de cerveja, independente do tamanho, querem conquistar medalhas para poder divulgar e promover seus produtos. Já tivemos muitas histórias de cervejarias pequenas que cresceram ainda mais depois de terem produtos premiados no festival – avalia Stodieck.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaConcurso Brasileiro da Cerveja tem recorde de inscritos em 2018Jornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-concurso-brasileiro-da-cerveja-tem-recorde-de-inscritos-em-2018-10125094Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24029072Auditores encontram  indícios de sonegação em 20 lojas do Outlet Premium de Porto Belo Quatro estabelecimentos não tinham sequer inscrição estadual, diz secretaria da Fazenda2018-01-17T19:29:09-02:002018-01-17T19:29:09-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDivulgaçãoAuditores encontram  indícios de sonegação em 20 lojas do Outlet Premium de Porto Belo Jornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24029072Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-auditores-encontram-indicios-de-sonegacao-em-20-lojas-do-outlet-premium-de-porto-belo-10121215Auditores encontram  indícios de sonegação em 20 lojas do Outlet Premium de Porto Belo Quatro estabelecimentos não tinham sequer inscrição estadual, diz secretaria da Fazenda2018-01-17T19:29:09-02:002018-01-17T19:29:09-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brAuditores fiscais da secretaria de Estado da Fazenda de SC encontraram irregularidades em 20 de 55 lojas fiscalizadas no Outlet Premium, de Porto Belo, nesta quarta-feira, 17. Quatro estabelecimentos não tinham sequer inscrição estadual, ou seja, não recolhiam imposto. ::: Outlet Premium de Porto Belo inaugura em novembro com 86 lojas e investimento de R$ 200 milhõesEntre outras irregularidades encontradas estavam o uso de equipamento para pagamento com cartão de crédito ou débito com CNPJ diferente do registrado pelo estabelecimento e inobservância da obrigatoriedade do uso de nota fiscal. Foram emitidos 20 Termos de Início de Fiscalização para que os estabelecimentos regularizem a situação junto ao Fisco o quanto antes. Neste primeiro momento, os estabelecimentos não são multados, são apenas notificados a se regularizarem.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaAuditores encontram  indícios de sonegação em 20 lojas do Outlet Premium de Porto Belo Jornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-auditores-encontram-indicios-de-sonegacao-em-20-lojas-do-outlet-premium-de-porto-belo-10121215Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24025508Confira os projetos de lei que estão na pauta do Senado e fortalecem os direitos da mulherPelo menos oito propostas estão na fila para serem votados neste ano2018-01-16T10:14:11-02:002018-01-16T10:14:11-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDiorgenes PandiniConfira os projetos de lei que estão na pauta do Senado e fortalecem os direitos da mulherJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24025508Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-confira-os-projetos-de-lei-que-estao-na-pauta-do-senado-e-fortalecem-os-direitos-da-mulher-10119784Confira os projetos de lei que estão na pauta do Senado e fortalecem os direitos da mulherPelo menos oito propostas estão na fila para serem votados neste ano2018-01-16T10:14:11-02:002018-01-16T10:14:11-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brTemas como violência doméstica, saúde, trabalho e participação da mulher na política são abordados em projetos de lei que tramitam no Senado em 2018. As propostas podem ampliar direitos que vão desde o atendimento prioritário das vítimas de agressão até a igualdade de valores nas premiações concedidas aos atletas homens e mulheres. As informações são da Agência Senado. Um dos projetos em pauta, o Projeto de Lei do Senado (PLS) 96/2017, da senadora Rose de Freitas (PMDB-ES), prevê demissão por justa causa para o agressor que reincidir no crime de violência doméstica.Já o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 16/2011 pretende deixar claro que a Lei Maria da Penha também vale para namoros, atuais ou já terminados. A matéria está pronta para a pauta na Comissão de Constituição, Justiça (CCJ) e Cidadania.Para minimizar o sofrimento da mulher vítima de violência, o PLC 26/2017 determina prioridade para a vítima na realização de exames periciais. O objetivo é evitar que a demora na realização da perícia prejudique ou inviabilize a condenação do agressor.E ainda como ajuda na reinserção das vítimas de violência, outro projeto da senadora Rose de Freitas obriga empresa prestadora de serviços terceirizados com 100 ou mais empregados a preencher no mínimo 5% das vagas com mulheres em situação de violência doméstica e familiar ou em situação de vulnerabilidade social (PLS 244/2017).A ideia é que, com a oportunidade de emprego, a mulher alcance autonomia financeira para romper a dependência em relação ao parceiro agressor.Câncer de mamaA criação do Banco de Prótese Mamária é prevista no PLC 131/2017 com recursos para aquisição das próteses e para cirurgias de reconstrução da mama em mulheres atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) que fizerem mastectomia (retirada da mama para prevenção de câncer).As próteses serão adquiridas por meio de doações em dinheiro de empresas, entidades e pessoas físicas, e também com recursos do Orçamento Geral da União.Licença compartilhadaA proposta de Emenda à Constituição (PEC 16/2017), apresentada pela senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), permite o compartilhamento da licença-maternidade pelo pai e pela mãe do bebê. O texto estabelece que haja um acordo do casal para dividir o período de cuidado do filho recém-nascido ou adotado recentemente.Pela legislação atual, a mãe tem direito a usufruir de uma licença de 120 dias e o pai de apenas cinco dias. Esses prazos são maiores em alguns casos, em função das recentes alterações legislativas que possibilitaram a extensão da licença-maternidade por mais 60 dias, e a licença-paternidade por mais 15 dias. No entanto, para ter esse benefício, a pessoa tem que trabalhar em empresa que aderiu ao Programa Empresa Cidadã.Igualdade para atletasNo esporte, a luta pelos direitos femininos é defendida no PLS 397/2016 da senadora Rose de Freitas. O projeto proíbe distinção de valores entre atletas homens e mulheres nas premiações concedidas em competições com recursos públicos.Participação políticaNo cenário político, projeto da senadora Vanessa Grazziotin para promover a participação das mulheres, determina que os recursos oriundos do Fundo Partidário, observado o percentual mínimo de 30%, sejam aplicados na campanha eleitoral de candidatas (PLS 112/2015).Vanessa observa que o financiamento representa parte do “bloqueio” enfrentado pelas mulheres por espaços na política. De acordo com a senadora, as postulantes femininas recebem menos recursos em todas as modalidades de financiamento de candidaturas.Leia mais::: SC projeta receber 1,5 milhão de estrangeiros até o fim do verão::: Blumenau começa o ano com 665 vagas de emprego::: Confira outras notícias do Vale do ItajaíPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaConfira os projetos de lei que estão na pauta do Senado e fortalecem os direitos da mulherJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-confira-os-projetos-de-lei-que-estao-na-pauta-do-senado-e-fortalecem-os-direitos-da-mulher-10119784Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24025101Promoções fazem preço cair e gasolina chega a R$ 3,59 em BlumenauLevantamento aponta queda no preço médio da gasolina em Blumenau, mesmo após reajustes da Petrobras2018-01-16T07:00:03-02:002018-01-16T07:00:03-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesPromoções fazem preço cair e gasolina chega a R$ 3,59 em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24025101Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-promocoes-fazem-preco-cair-e-gasolina-chega-a-r-3-59-em-blumenau-10119509Promoções fazem preço cair e gasolina chega a R$ 3,59 em BlumenauLevantamento aponta queda no preço médio da gasolina em Blumenau, mesmo após reajustes da Petrobras2018-01-16T07:00:03-02:002018-01-16T07:00:03-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brQuando se fala do custo da gasolina em Blumenau, alguns postos parecem estar na contramão dos aumentos registrados desde os últimos meses do ano passado. Conforme o relatório semanal de preços divulgado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), o valor mais baixo registrado entre 7 e 13 de janeiro foi de R$ 3,59 em pelo menos quatro postos da cidade. A queda chama a atenção principalmente porque ocorreu na semana em que a Petrobras anunciou alta, de 1,4% na gasolina e 0,7% no diesel.O valor médio na cidade, segundo levantamento da ANP, é de R$ 3,83, enquanto o preço máximo encontrado foi de R$ 3,99. Desde que a estatal mudou a política de atualização de preços, em julho do ano passado, o combustível teve 115 aumentos e uma elevação média de 25% nos preços. O custo menor nas revendas alivia o bolso do consumidor, porém, a medida não deve ser permanente, já que a baixa é resultado de promoções das distribuidoras. Gerente de um dos postos com a gasolina mais barata, Murilo Tiefensee explica que só tem sido possível vender o combustível a R$ 3,59 graças ao fornecedor.– É ação de vendas. A distribuidora fez um preço diferenciado e nós fizemos o repasse para o cliente. Mas com certeza vai voltar (a subir), a gente só não tem perspectiva de quando deve acontecer – afirma.Sócia-gerente de outro posto que tem oferecido valores mais baixos aos consumidores em Blumenau, Carmen Delling explica que vários estabelecimentos de uma mesma bandeira estão deixando os preços mais baixos por conta de uma ação da própria distribuidora, que está fornecendo o combustível a um valor reduzido justamente para alavancar as vendas. Com isso, diz Delling, a margem de lucro do estabelecimento está menor:– Se tem preço vende, se não tem, não vende. É assim. Por enquanto a gente está conseguindo manter esse valor, mas todo dia pode mudar.Além das promoções de distribuidoras, outros fatores influenciam a redução. O economista da Furb Jamis Piazza explica que Blumenau tem várias redes concentradas com um número grande de postos, o que resulta em maior poder de barganha aos proprietários. Outro fator é a quantidade disponível em estoque de cada revenda:– Ele (o dono do posto) pode ter uma grande concentração de combustível e quer desovar esse determinado volume. Isso não acontece só em Blumenau, é comum também na região de Joinville e Jaraguá do Sul. Preços devem subir em brevePara o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados do Petróleo de Blumenau (Sinpeb), Júlio César Zimmermann, essa queda é pontual e não representa o momento do mercado deste combustível na cidade. Ele detalha que o preço médio de compra da gasolina para os donos de postos está na faixa dos R$ 3,69 e que, mesmo sendo otimista ao acreditar que o valor possa estabilizar ao longo deste ano, em breve a barreira dos R$ 4 será rompida na cidade.– Outras regiões do Brasil já ultrapassaram isso há mais tempo, tem gasolina vendida a R$ 4,20, R$ 4,30. Se formos comparar, um dos preços mais baratos ainda está aqui, mas com essa tendência de aumentos deve superar logo – avalia o dirigente.Mesmo que passageiras, as promoções têm, por ora, beneficiado os motoristas blumenauenses. Em Joinville o valor médio da gasolina, segundo o último levantamento da ANP, é de R$ 3,83, sendo o mínimo R$ 3,73 e o máximo R$ 3,99. Já em Florianópolis a alta é maior. O preço mais baixo encontrado pela pesquisa foi R$ 3,89, enquanto o mais alto chegou a R$ 4,35. A média na Capital ficou em R$ 4,18. De qualquer forma, a tendência é que logo as bombas serão reajustadas para mais, por conta da fórmula adotada pela Petrobras para regular o valor do combustível, que desde o ano passado acompanha o mercado internacional.– Vai mudar porque a variação é pela cotação do barril de petróleo, então pode aumentar, mas também pode diminuir, depende da oscilação do mercado, mas não é mais aquela política de segurar (o reajuste) por três ou quatro meses, é uma variação cambial – esclarece Piazza.Para reduzir o impacto, a dica de é economizar, o que se torna complexo quando se trata de combustível, já que o insumo afeta tanto quem é proprietário de veículo como quem depende de transporte coletivo, por exemplo. A sugestão do economista é sempre avaliar o custo-benefício entre alternativas diferentes – carro, moto e ônibus – e até lançar mão de recursos, como a carona com revezamento entre veículos de quem compartilha o transporte.(Colaborou Jean Laurindo)Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaPromoções fazem preço cair e gasolina chega a R$ 3,59 em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-promocoes-fazem-preco-cair-e-gasolina-chega-a-r-3-59-em-blumenau-10119509Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24024708SC projeta receber 1,5 milhão de estrangeiros até o fim do verãoAlta temporada será considerada até o dia 28 de fevereiro2018-01-15T19:20:34-02:002018-01-15T19:20:34-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDiorgenes PandiniSC projeta receber 1,5 milhão de estrangeiros até o fim do verãoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24024708Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-sc-projeta-receber-1-5-milhao-de-estrangeiros-ate-o-fim-do-verao-10119325SC projeta receber 1,5 milhão de estrangeiros até o fim do verãoAlta temporada será considerada até o dia 28 de fevereiro2018-01-15T19:20:34-02:002018-01-15T19:20:34-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brEles já chegaram — e em maior número do que na temporada passada. Os estrangeiros estão por todas as partes do litoral de Santa Catarina: praias, shoppings, calçadões e rodovias. Estimativa divulgada pela Santur, órgão oficial de divulgação do turismo catarinense, aponta que o Estado deve receber 1,5 milhão de visitantes internacionais durante a alta temporada de verão, que vai até o dia 28 de fevereiro. Caso a expectativa se confirme, será um aumento de 36,3% em relação ao verão passado, quando 1,1 milhão de turistas de fora do país vieram.A maioria vem da nossa vizinha Argentina. Nesta temporada, eles representarão aproximadamente 80% dos turistas estrangeiros. Florianópolis e Balneário Camboriú são os destinos favoritos daqueles que chegam por via terrestre, com 31% e 24% das preferências, respectivamente. Na Capital, as águas calmas e quentes de Canasvieiras, no norte da Ilha, historicamente atraem os "hermanos".O casal de funcionários públicos Carlos Miranda, 64 anos, e Susana Blanco, 58, curtiu a praia mesmo com o tempo nublado da manhã desta segunda-feira. Os dois vieram pela primeira vez ao litoral catarinense em 2010, por conta da indicação de um primo. Desde então, têm vindo praticamente todos os verões — os cinco últimos foram sem falta.Carlos Miranda e a esposa, Susana Blanco, vieram de Santa Rosa La Pampa, na ArgentinaFoto: Diorgenes Pandini / Diario CatarinenseProvenientes da cidade de Santa Rosa La Pampa, na Argentina, eles pegaram aproximadamente 2,3 mil quilômetros de estrada para chegar a Santa Catarina, onde permanecerão por duas semanas. Além de Canasvieiras, também devem visitar a região de Bombinhas, no litoral Norte.— Gostamos da calma. As pessoas aqui são muito amáveis — diz Miranda. Não é só de turistas fiéis, porém, que vive o litoral catarinense. O aposentado buenairense Jorge Lascano, 71 anos, não vinha ao Estado desde 2003. Desta vez, contudo, resolveu trazer toda a família para comemorar o aniversário da esposa. — Somos 22 ao todo, incluindo filhos, noras, genros e netos — conta Lascano, enquanto caminha junto ao trapiche de Canasvieiras.Outro casal de Buenos Aires que voltou a Florianópolis neste ano foi o de Roberto Pellegrino, 75, e Maria del Carmen Pizzo, 73. Eles lembram de ter vindo pela primeira vez à cidade há cerca de 30 anos e dizem ter visto muitas mudanças, nem todas elas positivas.— A água está muito suja e a faixa de areia encolheu muito. Tem pontos em que mal dá para passar — reclama Pellegrino. Roberto pellegrino e Maria del Carmen Pizzo voltaram a Florianópolis depois de 30 anos e viram diferenças boas e ruinsFoto: Diorgenes Pandini / Diario CatarinenseExplicações econômicasPara o presidente da Santur, Valdir Walendowsky, os dois principais fatores que explicam a vinda em massa de turistas do Mercosul são: proximidade e aumento do custo de vida nos países vizinhos. Explica-se: Santa Catarina, dentro do Brasil, é o destino de praia mais perto para muitos argentinos, uruguaios e paraguaios que desejam sair de seus países. Além disso, muitos aproveitam a viagem para comprar produtos que saem mais em conta no Brasil do que em suas nações, como é o caso de eletrodomésticos, alguns eletrônicos, roupas e peças para carros.— São algumas das nossas vantagens competitivas neste momento. O custo de vida nesses países está significativamente mais alto do que no Brasil. Do ponto de vista geral, a economia dos nossos vizinhos também está um pouco melhor e eles têm a cultura de curtir as férias independentemente de questões macroeconômicas — opina Walendowsky.Um otimismo moderado também se enxerga entre o setor de bares e restaurantes. Uma pesquisa feita pela seção catarinense da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) apontou que sete entre cada 10 empresários da área notaram um aumento no número de estrangeiros entre Natal e Ano-Novo.— O câmbio está um pouco mais favorecido para eles em relação à temporada passada. A inflação no Brasil também está um pouco menor, o que faz com que a perda do poder de compra seja menor aqui — diz o presidente da Abrasel-SC, Raphael Dabdab.O secretário estadual de turismo, cultura e esporte, Leonel Pavan, diz que o número de voos charters cresceu significativamente, já que o aeroporto de Navegantes, no litoral Norte, foi autorizado a recebê-los pela primeira vez. A chegada de cruzeiros em Balneário Camboriú é outro ponto celebrado por Pavan:— São mais de 20 escalas programadas que devem injetar mais de R$ 40 milhões na economia local, além de Porto Belo, que também recebe cruzeiros e deve receber 40 mil turistas em pelo menos 18 escalas. O movimento é muito grande e toda a economia está sendo beneficiada.Florianópolis como destino favoritoUm levantamento realizado pelo site Mercado Livre indicou que o Brasil é mesmo o destino favorito dos argentinos que pretendem tirar férias no começo de 2018. O país é apontando por 47% dos participantes da pesquisa. Entre esses, Florianópolis foi escolhida por 37,3%, mais que o dobro do segundo colocado, o Rio de Janeiro (18,1%). Na sequência, aparecem Salvador (9,5%) e Recife (7,3%). Leia mais:Verão começa com movimento maior para 53% dos donos de bares e restaurantes em SC Órgãos creditam piora na balneabilidade das praias em SC às chuvas da última semana Custo de vida menor pode ajudar a atrair mais turistas argentinos Entenda quando um ponto é considerado próprio ou impróprio para banho em SCPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaSC projeta receber 1,5 milhão de estrangeiros até o fim do verãoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-sc-projeta-receber-1-5-milhao-de-estrangeiros-ate-o-fim-do-verao-10119325Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:22546850Indicador que reajusta o aluguel caiu: saiba como negociar com o proprietárioNos últimos oito anos, é a melhor oportunidade para tentar manter os valores congelados2018-01-15T10:15:33-02:002018-01-15T10:15:33-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDiego VaraIndicador que reajusta o aluguel caiu: saiba como negociar com o proprietárioJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:22546850Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-indicador-que-reajusta-o-aluguel-caiu-saiba-como-negociar-com-o-proprietario-10118910Indicador que reajusta o aluguel caiu: saiba como negociar com o proprietárioNos últimos oito anos, é a melhor oportunidade para tentar manter os valores congelados2018-01-15T10:15:33-02:002018-01-15T10:15:33-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPara quem paga aluguel, 2017 terminou com uma notícia esperançosa: o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), usado para reajustar a maioria dos contratos de locação de imóveis, teve deflação, algo que não acontecia desde 2009. O acumulado nos últimos 12 meses, fechados em dezembro, ficou negativo em 0,52%. Para se ter uma ideia da diferença, em 2016, no mesmo período, o IGP-M teve alta de 7,17%.Isso quer dizer que inquilinos que têm contratos vencendo precisam ficar atentos. Nos últimos oito anos, esta é a melhor oportunidade para tentar manter os valores do aluguel congelados. Para isso, é preciso negociar com a imobiliária ou com o dono do imóvel.– O IGP-M é o índice mais usado no reajuste do aluguel e, nos últimos anos, sempre tinha alta. Mas é preciso ver o que está no contrato, se é usado mesmo o IGP-M. E também conferir se o reajuste tem de seguir o índice, inclusive se este for negativo. Aí, pode baixar o aluguel – explica o corretor de imóveis Murialdo Crescencio.Demanda altaEssa deflação de 0,52% do IGP-M acumulada em 2017 deve ser usada nos contratos que sofrerão reajuste em janeiro, segundo o economista da Fundação Getulio Vargas (FGV) André Braz. Se o contrato for reajustado em fevereiro, o índice a ser usado deverá ser o acumulado dos 12 meses terminado em janeiro e, assim, sucessivamente. Mas ao longo do ano, o IGP-M não deve repetir em 2018 a taxa negativa de 2017. De acordo com a própria FGV, o IGP-M deve ficar mais alinhado ao Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem projeção de 4,2% neste ano.Ao longo de 2017, a demanda de imóveis ajudou a pressionar para baixo o preço do aluguel. Houve mais oferta do que interessados em alugar.– O preço médio dos aluguéis andou baixando por causa de uma dificuldade para se encontrar locador, isso também por causa da crise. Agora, o IGP-M negativo ajuda a forçar esses preços como estão. Só o fato de não subir já é uma economia importante – avalia Murialdo. PARA O ALUGUEL CABER NO BOLSO: VEJA COMO NEGOCIAR MELHORTEMPO E PACIÊNCIA– A pressa é inimiga para de quem busca a melhor oferta.– Além dos portais específicos de imóveis, barbadas surgem também nas redes sociais.– Faça acompanhamento diário, porque a oferta surge e desaparece rapidamente.INFORMAÇÃO É TUDO– É o que vai dar a você a condição de argumentar com propostas viáveis, tanto para um novo contrato quanto para renovar.– Por isso, analise os valores de aluguéis na região. Saiba a média de preços e perceba quais são os mais caros.– Depois, entre em contato com o dono do imóvel ou a imobiliária para conversar.– Os proprietários, na maioria, preferem reduzir um pouco a deixar o imóvel vazio e arcar com os custos.AVALIAR O VALOR– Confira o aluguel em relação ao preço do imóvel. Até 0,5% do valor de mercado é considerado adequado. (Exemplo: se o imóvel vale R$ 300 mil, o ideal é pagar até R$ 1,5 mil de aluguel).– Caso o valor pedido ultrapasse 0,7%, analise a situação. Se você já aluga, já comece o movimento para buscar uma baixa.UM POUCO MENOS– Ofereça menos do que é o ideal para você, não revele de primeira o quanto gostaria de pagar.– Exemplo: se o aluguel é R$ 1 mil, e o bom para você pagar é R$ 800, ofereça R$ 700. É na contraproposta que pode estar o ideal.PROPOR PARCERIA– Que tal incluir na renegociação a pintura do imóvel ou arrumar algo que precisa ser melhorado?– Se você ou algum familiar sabe mexer com a parte elétrica, por exemplo, pode valer a pena.– Você gastaria com material, por exemplo, e teria um desconto por 12 meses.QUANTO ANTES, MELHOR– Não deixe finalizar o período de contrato para pedir baixa.– Você fica sem prazo de negociação e acaba aceitando o que está previsto.– Antecipe a conversa com o proprietário ou a imobiliária em dois ou três meses.DÊ VALOR A SI MESMO– Na hora de renovar, não esconda as suas qualidades de inquilino.– Reforce que paga o aluguel em dia.– Destaque que, graças aos seus cuidados, o imóvel está em bom estado.– Não é exagero mostrar fotos que comprovem o quanto a propriedade está conservada.FIQUE ATENTO A ESTAS DICAS PARA ALUGARREAJUSTE– Normalmente, o contrato prevê um reajuste por ano com base no Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M).– Esse índice acumulado nos últimos 12 meses está em – 0,52%.CONHEÇA BEM– Teste o chuveiro, pias, descarga e toda a parte elétrica e hidráulica.– Vale perguntar ao síndico ou ao porteiro como é a vizinhança e a segurança.– É bom visitar mais de uma vez antes de locar. Prefira sempre durante o dia para ver melhor possíveis imperfeições.– Preste atenção durante a vistoria antes de começar a morar. Se não notar um dano já existente, pode acabar tendo de pagar por ele.GARANTIASAs principais garantias exigidas para a locação:– Fiador: um terceiro com imóvel, parente ou amigo, que se compromete a cobrir a parcela, caso o inquilino atrase o pagamento.– Seguro-fiança: costuma ser um pouco maior do que uma parcela do aluguel. O valor não é devolvido ao locatário e é pago no ato da entrega das chaves.IPTU, CONDOMÍNIO E TAXAS– IPTU é pago por quem mora de aluguel no imóvel, assim como o condomínio.– Mas algo pontual, como consertar um elevador, deve ser pago pelo dono. Mas sempre vale o que está no contrato.INFILTRAÇÕES E VAZAMENTOS– Quando é originado pelo inquilino, ele paga. Nas outras situações, quem paga é o proprietário.– Nunca faça obra por conta própria e sem autorização, também, por escrito.ANTES DE PARTIR– O locatário é obrigado a devolver o imóvel no estado que o recebeu.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaIndicador que reajusta o aluguel caiu: saiba como negociar com o proprietárioJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-indicador-que-reajusta-o-aluguel-caiu-saiba-como-negociar-com-o-proprietario-10118910Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24023678Blumenau começa o ano com 665 vagas de empregoMotivadas pela procura de trabalhadores e ofertas no mercado nos primeiros dias de janeiro, agências da cidade apontam clima otimista em comparação a 20172018-01-15T08:26:38-02:002018-01-15T08:26:38-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLuís Carlos Kriewall FilhoBlumenau começa o ano com 665 vagas de empregoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24023678Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-blumenau-comeca-o-ano-com-665-vagas-de-emprego-10118842Blumenau começa o ano com 665 vagas de empregoMotivadas pela procura de trabalhadores e ofertas no mercado nos primeiros dias de janeiro, agências da cidade apontam clima otimista em comparação a 20172018-01-15T08:26:38-02:002018-01-15T08:26:38-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO ano parece começar com bons ventos em Blumenau para quem sofreu recentemente com a crise e está em busca do retorno ao mercado de trabalho. Um levantamento feito pelo Santa com cinco agências de emprego na cidade e o Sine aponta que até a última sexta-feira estavam abertas no município 665 novas vagas de emprego, número que as agências indicam como o melhor desde 2014 na comparação das primeiras semanas de cada ano. Segundo a coordenação do Sine de Blumenau, que é o serviço público de empregos, até sexta-feira 83 vagas estavam disponíveis para 30 funções diferentes. Em 2017, na primeira semana de funcionamento o órgão teve apenas 29 oportunidades. Aumentou também o número de atendimentos. Somente entre os dias 9 e 11 de janeiro mais de 1,2 mil pessoas passaram pela sala do Sine na Rua Braz Wanka, bairro Vila Nova. Dessas, 102 foram encaminhadas para alguma vaga. As agências de emprego procuradas pela reportagem destacam que a qualificação das vagas também aumentou, com uma redução em áreas operacionais e mais oportunidades técnicas. Setores como o comércio e a indústria têxtil lideram a lista, seguidas por vagas administrativas e de serviços gerais, como carpintaria por exemplo. No Sindicato dos Trabalhadores Têxteis de Blumenau, Gaspar e Indaial (Sintrafite), a presidente Vivian Kreutzfeld conta que os trabalhadores sentiram essa demanda maior de vagas na área. Ela ressalta que o aumento da produção local tem impulsionado a abertura de novas oportunidades na cidade, desde empresas maiores até as prestadoras de serviço:– Essa reação começou na metade do ano passado. Muitas empresas de beneficiamento também foram impactadas e criaram novas vagas. O único, porém desta oferta é o valor salarial, ainda muito baixo – observa.O número de vagas ofertadas no Sine de Blumenau passou de 29 em 2017 para 83 neste ano, aumento de 186,2% nas oportunidades aos moradores da cidade. Desde o início do ano 1,2mil pessoas passaram pelo órgão.Crescimento é confirmado por índice nacional Blumenau vem desde os últimos meses de 2017 com bons resultados noCadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o que confirma o crescimento das oportunidades de emprego na cidade. Em novembro, quando foi divulgado o último resultado do Caged, a cidade havia criado 360 novas vagas e atingido o número de 3.527 no saldo acumulado do ano. Esse dado colocou Blumenau como o segundo melhor município em desempenho no Estado, atrás somente de Joinville. Em ní- vel nacional, nos primeiros 11 meses de 2017 a cidade ficou na oitava posição. Para o professor e economista Eduardo Guerini, os dados apontam um crescimento gradual e lento, “com solavancos”, da economia. Para ele, o movimento ainda não pode ser considerado algo duradouro, mas sim fruto da flutuação do número de empregados e desempregados:– Se sabe que houve o fechamento de muitos postos de trabalho e com a nova legislação trabalhista os contratos intermitentes serão maiores.Como é um tipo de contrato muito diferente do emprego como vemos hoje, ainda existem dúvidas sobre como computar isso.:: Leia mais notícias de Blumenau e região em santa.com.brPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaBlumenau começa o ano com 665 vagas de empregoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-blumenau-comeca-o-ano-com-665-vagas-de-emprego-10118842Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23382982Saiba as melhores opções para investir o seu dinheiro em 2018Cenário de juros em queda torna a renda fixa menos atraente2018-01-14T05:05:01-02:002018-01-14T05:05:01-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSAdriana FranciosiSaiba as melhores opções para investir o seu dinheiro em 2018Jornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:23382982Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-saiba-as-melhores-opcoes-para-investir-o-seu-dinheiro-em-2018-10117873Saiba as melhores opções para investir o seu dinheiro em 2018Cenário de juros em queda torna a renda fixa menos atraente2018-01-14T05:05:01-02:002018-01-14T05:05:01-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO ano de 2018, do ponto de vista econômico, começa de maneira bastante distinta dos anteriores: a inflação está abaixo da meta, a taxa básica de juros (Selic) atingiu o menor nível da história, com viés de baixa, a expectativa é de que o crescimento do PIB atinja a casa dos 3%, o que não acontecia desde 2013, e o desemprego também deve cair ao longo do ano, embora a tendência seja de permanecer na casa dos dois dígitos. A sucessão de boas notícias na macroeconomia, no entanto, exige uma mudança de olhar para quem tem dinheiro guardado e pretende investi-lo. Opções antes tentadoras agora já não oferecem a mesma rentabilidade. Diante desse quadro, especialistas em mercado financeiro garantem que chegou a hora de um "amadurecimento" do investidor brasileiro. Explica-se: nos últimos 25 anos, com a taxa Selic em patamares mais elevados, multiplicar o patrimônio não era tarefa difícil. Uma opção simples sempre foi apostar nos títulos públicos, que pagavam muito acima da inflação. Esse tempo, porém, está perto do fim.— Aquela coisa de qualquer aplicação pagar 1% ao mês já não existe mais — diz Annalisa Dal Zoto, sócia fundadora da empresa Par Mais, especialista em investimentos e planejamento financeiro.No atual cenário, a renda fixa fica menos atrativa, porém isso não significa que esse tipo de investimento esteja "morto", como apregoam alguns. Para Henrique Baggenstoss, da Manchester Investimentos, investimentos ligados à inflação mantêm atratividade, especialmente pensando no médio e longo prazo. Ele cita como exemplos alguns papéis públicos e as debêntures incentivadas.Outra opção que tem ganhado atratividade diante da queda da Selic são os fundos multimercados, em que são mescladas aplicações de vários tipos, como renda fixa, ações e câmbio.— Fundos multimercados serão cada vez mais parte das conversas sobre investimentos, pois tendem a se beneficiar de um ambiente de corte de juros e manutenção de uma taxa baixa por um período prolongado — diz Baggenstoss.O amadurecimento do investidor brasileiro também deve levar a um aumento das apostas em renda variável, como a bolsa de valores. Algumas projeções indicam que o Ibovespa possa atingir 89.000 pontos no final de 2018, o que consiste em um potencial de valorização de 16% em relação ao fechamento do último ano. O que também pode atrair mais interessados em 2018 são os fundos de ações, em que um escolhe as ações e aplica os recursos. O risco de perda existe, mas a chance de ganhos superiores no médio e longo prazo também é maior.— De 2010 a 2016 a bolsa caiu 40%. Mesmo assim, muitos gestores fizeram com o dinheiro rendesse mais de 100%. Para um leigo, é muito difícil saber qual empresa é boa. O ideal para isso é você botar em um fundo de ações — diz Annalisa Dal Zotto.Volatilidade eleitoralEm relação ao cenário estritamente econômico, a chance de sobressaltos em 2018 é considerada pequena pela maioria dos analistas. O fator que pode mexer com o mercado financeiro vem de fora: a política. Com eleições presidenciais marcadas para outubro, há chances de crescimento de candidatos vistos com maus olhos pelos investidores. Isso por si só já poderia frear um pouco do entusiasmo. E, como estamos falando de Brasil, nunca pode se destacar o surgimento de fatos novos que movimentem as placas tectônicas da economia, a exemplo do que aconteceu no dia da divulgação da gravação do empresário Joesley Batista com o presidente Michel Temer.— Naquele dia o mercado despencou. E esse tipo de coisa é muito raro de acontecer em economias mais maduras — opina Annalisa.Os tipos de investimentosPoupançaInvestimento mais popular entre os brasileiros, é também o menos indicado por especialistas. No ano passado, a poupança teve o seu maior ganho real desde 2006: 3,88% Mesmo assim, ficou abaixo de outras opções igualmente conservadoras, como os títulos públicos. O rendimento da poupança é equivalente a 0,5% ao mês mais a Taxa Referencial (TR). Desde 2012, no entanto, uma nova regra passou a valer: toda vez que a Selic ficar abaixo de 8,5%, a correção anual das cadernetas deve ser limitada a um percentual equivalente a 70% dessa taxa mais a TR, que é calculada pelo BC. Títulos públicosNesse tipo de aplicação, você empresta seu dinheiro para o governo em troca de uma taxa de retorno. Há diversas modalidades, sendo a mais conhecida delas o Tesouro Direto. Podem ser pré ou pós-fixados. Como todo investimento em renda fixa, fica menos atrativo em um quadro de redução de juros. Continua sendo uma boa opção, no médio e longo prazo, no caso daqueles que levam em conta os índices de inflação. CDBModalidade em que você empresta dinheiro ao banco mediante uma taxa de retorno. Pode ou não haver percentuais previamente conhecidos. Geralmente utiliza como base o CDI, uma modalidade interbancária, como base. Tem perdido atratividade diante da queda consistente dos juros básicos.Debêntures incentivadasSão títulos de dívidas de empresas de capital aberto (negociadas em bolsa) ou fechado. Pagam ao investidor um valor pre-determinado até o vencimento. Para empresas, é um instrumento de captação de recursos. Para os investidores, o risco é relativamente baixo. Não há tributação de Imposto de Renda. É uma das apostas para o ano de 2018. Fundos multimercadosNesse tipo de investimento, o dinheiro é colocado nas mãos de um gestor, que reinveste em diversos mercados, como ações, renda fixa e câmbio. O controlador pode, por exemplo, investir no dólar australiano diante do iene japonês. Tem ganhado espaço diante do cenário de juros mais baixos. Segundo a investidora Annalisa Dal Zotto, uma taxa de administração justa está na casa dos 2% ao ano, além de 20% daquilo que exceder o rendimento do CDI. Fundos de açõesAqui, o investidor coloca seus recursos em uma carteira de ações, que é administrada por um gestor, com cobrança de uma taxa pre-determinada. Segundo a regulamentação federal atual, dois terços da carteira precisam estar em renda variável. Classifica-se, portanto, como um investimento de risco, que ao mesmo tempo pode dar taxas de retorno muito maiores. AçõesInvestimento direto nos papéis de uma empresa. Pode ser feito sem intermediários, porém exige conhecimento e acompanhamento do mercado. É um investimento de risco, sem garantias, mas que pode render um retorno muito mais alto em caso de acerto nos momentos de compra e venda dos papéis. CriptomoedasSão moedas virtuais que utilizam criptografia para garantir mais segurança às transações financeiras. A mais famosa delas é o Bitcoin, que fechou 2017 com valorização superior a 1.000%. A planejadora financeira Annalisa Dal Zotto, no entanto, não recomenda o investimento no Bitcoin, que ela acredita ser uma bolha que não deve tardar a estourar. Não há objeções, no entanto, a colocar uma parte menor de seu dinheiro em outras moedas virtuais. Na sexta-feira, a Comissão de Valores Mobiliários proibiu que as criptomoedas constem no portfólio dos fundos de investimento.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaSaiba as melhores opções para investir o seu dinheiro em 2018Jornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-saiba-as-melhores-opcoes-para-investir-o-seu-dinheiro-em-2018-10117873Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24022156Lote residual do Imposto de Renda vai beneficiar 6 mil catarinenses com R$ 9 milhõesCrédito será liberado pelo Leão nesta segunda-feira2018-01-13T11:30:25-02:002018-01-13T11:30:25-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSFabrizio MottaLote residual do Imposto de Renda vai beneficiar 6 mil catarinenses com R$ 9 milhõesJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24022156Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-lote-residual-do-imposto-de-renda-vai-beneficiar-6-mil-catarinenses-com-r-9-milhoes-10117981Lote residual do Imposto de Renda vai beneficiar 6 mil catarinenses com R$ 9 milhõesCrédito será liberado pelo Leão nesta segunda-feira2018-01-13T11:30:25-02:002018-01-13T11:30:25-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO lote multiexercício de restituição do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF), que contempla as restituições residuais referentes aos anos de 2008 a 2017, está disponível para consulta desde a última segunda-feira, 8. O crédito bancário para 165.898 contribuintes, sendo 6.036 catarinenses, será realizado na próxima segunda-feira, 15, totalizando mais de R$ 310 milhões — sendo R$ 9,2 milhões para o Estado. Desse total, R$ 86 milhões referem-se ao quantitativo de contribuintes de que trata o Art. 69-A da Lei nº 9.784, de 1999, sendo 24.474 contribuintes idosos e 2.491 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave.Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na Internet (http://idg.receita.fazenda.gov.br), ou ligar para o Receitafone 146. Na consulta ao sítio da Receita Federal, serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nessa hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.A Receita disponibiliza, ainda, aplicativo para tablets e smartphones que facilita consulta às declarações do IRPF e à situação cadastral no CPF. Com ele, será possível consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la por meio da Internet, mediante o Formulário Eletrônico - Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF. Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do BB ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco. Foto: Receita Federal / DivulgaçãoLeia também:Novo relatório da Fatma aponta que 62,8% das praias de SC estão próprias para banho144 cidades de SC somam mais de 11,5 mil focos de Aedes aegypt em 2017Como escolher o melhor tipo de boia para o seu filhoPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaLote residual do Imposto de Renda vai beneficiar 6 mil catarinenses com R$ 9 milhõesJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-lote-residual-do-imposto-de-renda-vai-beneficiar-6-mil-catarinenses-com-r-9-milhoes-10117981Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24019918"Temos duas reformas a efetivar", afirma Volnei Morastoni sobre a prefeitura de ItajaíEm entrevista ao Santa, prefeito analisa primeiro ano de mandato2018-01-12T08:07:43-02:002018-01-12T08:07:43-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLuís Carlos Kriewall Filho"Temos duas reformas a efetivar", afirma Volnei Morastoni sobre a prefeitura de ItajaíJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24019918Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-temos-duas-reformas-a-efetivar-afirma-volnei-morastoni-sobre-a-prefeitura-de-itajai-10116961"Temos duas reformas a efetivar", afirma Volnei Morastoni sobre a prefeitura de ItajaíEm entrevista ao Santa, prefeito analisa primeiro ano de mandato2018-01-12T08:07:43-02:002018-01-12T08:07:43-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brDepois de colocar as contas em ordem, o prefeito de Itajaí, Volnei Morastoni (PMDB), poderá abolir o decreto de emergência financeira. Ele detalha as próximas mudanças administrativas previstas, como o enxugamento da máquina e, em uma segunda fase, alteração no plano de cargos e salários dos servidores, visando corrigir distorções.Desde julho, a cidade está sob decreto de emergência financeira. O decreto será mantido?Vamos abolir, no sentido de que ele já cumpriu seu papel no ano que passou. Começamos com todas as dificuldades de uma nova gestão. Com encargos do governo anterior, assumimos em torno de R$ 40 milhões em dívidas que fomos saldando. Cumprimos todos os compromissos. A economia de janeiro, fevereiro e março ainda não estava com boas perspectivas, mas nós, sentindo no segundo semestre uma certa recuperação com as novas perspectivas do porto, o nosso ICMS cresceu em torno de 11% no ano passado, conseguimos imprimir o Refis para cobrança de dívida ativa, que ainda vai até 28 de fevereiro, mas já arrecadamos em torno de R$ 24 milhões. E também há a readequação da planta genérica de valores que fizemos. Ela permitiu pacificar um assunto que era o ITBI. Tínhamos alguns milhões represados. Concluímos o ano bem, com fornecedores pagos, com as dívidas herdadas saneadas e com perspectivas de boa recuperação da economia.Há previsão para a prometida reforma administrativa? Quando ela vai ocorrer e de que forma?Neste ano, temos perspectivas de duas importantes reformas, que já estão em andamento mas ainda precisam ser efetivadas. Com a reforma administrativa, em função de toda a estrutura pesada que Itajaí ainda tem, com muitas secretarias e fundações, vamos reduzir no mínimo para um pouco mais da metade. E neste enxugamento da máquina, que é uma parte da reforma, temos outra reforma que envolve o plano de cargos, carreiras e salários dos servidores. Sem retirar direitos mas corrigindo distorções e estabelecendo novos parâmetros. Nosso crescimento vegetativo é muito alto, ele está em 17% ao ano, no crescimento vertical e horizontal por ascensões que os servidores foram conquistando e esse crescimento vegetativo lá na frente, sem as medidas cabíveis, vai implodir a folha de pagamento. Então, estamos encaminhando, por meio da Fundação Getúlio Vargas, todo um processo para podermos concretizar essa reforma administrativa organizacional e também a que envolve os servidores. A reforma administrativa deve acontecer nos primeiros meses deste ano; a outra é um pouco mais lenta. Queremos ter um diálogo com os servidores para que tudo aconteça de forma transparente e justa.A prefeitura enfrentou polêmica ao suspender o período integral em parte da educação infantil para aumentar o número de vagas. Como lidar com esse desgaste?Tínhamos até agora, sem nenhuma distinção, a integralidade da educação infantil, mas todas as outras cidades da Amfri (Associação dos Municípios da Foz do Rio Itajaí) já procedem diferente, e a maioria de outras do Estado, do porte de Itajaí, também, por conta da orientação do Conselho Nacional de Educação. Então, a crianças de zero a quatro anos, vamos oferecer período integral para toda a demanda, e para quatro a seis anos, meio período, exceto em casos em que a família solicitar, comprovando uma necessidade imperiosa. Daí garantimos o período integral também. Pelo que me consta de todas as inscrições, são mais de 4 mil ou 5 mil crianças nesta faixa etária e tivemos apenas 80 ou 90 pedidos de famílias que precisariam ter horário integral. Com isso e com outras medidas, como a compra de vagas na rede privada. Estamos comprando mil vagas. Temos também três unidades novas a serem inauguradas, em fase final de construção, e cada uma abrigará por volta de 250 crianças. Isso possibilita número de vagas suficientes para que no início deste ano tenhamos 500, 600 crianças na fila, que já foi de 3 mil, 4 mil crianças. Este ano, a intenção é zerar esta fila. O senhor tem implementado alguns tratamentos alternativos, como para dependentesquímicos. Esses programas serão ampliados?Avançamos bastante na área da Saúde. Concluímos o Centro Integrado de Saúde (CIS) e o novo PA, laboratórios e outros serviços. Queremos ampliar os serviços. Há projeção de várias unidades que serão ampliadas, construídas. Estamos com 70% de cobertura da Estratégia de Saúde da Família, queremos chegar a 100%. Sobre os serviços Centros de Práticas Integrativas e Complementares, queremos dar sequência. Estamos com projetos para ampliar esses serviços, e também com uma proposta que veio do Ministério da Saúde, que escolheu Itajaí para que na área dos dependentes químicos possamos desenvolver o uso da homeopatia no tratamento.O porto começa o ano com mais espaços de atracação. O objetivo de expansão foi atingido?Em dezembro, conseguimos entregar o berço 3 recuperado e também entregamos o berço 1. Temos agora três berços em pleno funcionamento e tudo está correndo bem em relação ao berço 4 para que em abril possamos entregá-lo. Também recuperamos várias linhas asiáticas para esse ano. Outras estão também para retornar a partir de abril, quando será concluída a primeira etapa da bacia de evolução. Estamos alargando o rio de 300 para 500 metros. Esse conjunto de obras permitiu que o porto voltasse a operar no positivo. Já estamos com R$ 1 milhão positivo/mês. Ou seja, já invertemos e tivemos um crescimento considerável. O porto cresceu uma média de 10%.:: Leia mais notícias de Blumenau e região em santa.com.brPorto Alegre, RSJornal de Santa Catarina"Temos duas reformas a efetivar", afirma Volnei Morastoni sobre a prefeitura de ItajaíJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-temos-duas-reformas-a-efetivar-afirma-volnei-morastoni-sobre-a-prefeitura-de-itajai-10116961Change0Usable