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Máquina pública12/07/2017 | 21h01Atualizada em 12/07/2017 | 21h01

Alesc aprova extinção da Codesc e da Cohab em esforço concentrado para zerar pauta governista

Alesc aprova extinção da Codesc e da Cohab em esforço concentrado para zerar pauta governista Solon Soares / Agência Alesc/Agência Alesc
Servidores da Cohab foram à sessão da Assembleia Legislativa protestar contra a extinção da estatal junto com a Codesc Foto: Solon Soares / Agência Alesc / Agência Alesc

Criadas em 1966 e em 1975, a empresas estatais Cohab e Codesc tiveram a extinção aprovada na tarde desta quarta-feira pela Assembleia Legislativa. O projeto enviado pelo governador Raimundo Colombo (PSD) em novembro do ano foi o mais polêmico entre as 20 propostas avalizadas em plenário na última sessão deliberativa antes do recesso parlamentar.

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A maior parte dos projetos tinham sido encaminhados pelo governo do Estado entre 2015 e este ano e faziam parte de um esforço concentrado da base aliada para zerar a pauta de interesse do Centro Administrativo. A extinção das estatais fazia parte desse pacote e foi aprovada sob vaias de funcionários, especialmente da Cohab, que acompanhavam a votação nas galerias. O deputado estadual João Amin (PP) apresentou emenda para que os servidores pudessem ser transferidos para a SC Par, mas o governo acenou apenas com a reabertura do plano de demissão incentivada por mais 30 dias para que os 96 funcionários da Cohab e os 43 da Codesc que não aderiram pudessem participar.

— Temos servidores aqui que foram chamados em concurso em 2013. O governo era o mesmo — criticou João Amin, que chegou a dizer que os funcionários sofrem assédio moral para aderir à demissão incentivada.

Líder do governo, Darci de Matos (PSD) disse lamentar a situação dos funcionários, mas afirmou que a transferência de estatal seria inconstitucional.

— Protelamos a análise deste projeto ao máximo em busca de uma solução porque os servidores não têm culpa, mas não conseguimos — afirmou.

Também foram aprovadas a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), a criação de uma taxa de fiscalização de transportes intermunicipais e o reajuste do valor de multas do Deter, a reorganização administrativa da Procuradoria-Geral do Estado e o aumento de salário dos funcionários dos defensores públicos estaduais.


 
 

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