Política e Economia, Jornal de Santa Catarina, clicRBSJornal de Santa Catarinahttp://jornaldesantacatarina.clicrbs.com.br/sc/urn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-iatom© 2011-2018 clicrbs.com.br2018-07-09T09:39:02-03:00urn:publicid:clicrbs.com.br:24548819Cooperativas crescem e impulsionam economia no Vale do ItajaíHerança cultural europeia e vantagens financeiras transformam cooperativismo em modelo de negócio de alta adesão no Vale do Itajaí e em Santa Catarina2018-07-09T09:39:02-03:002018-07-09T09:39:02-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesCooperativas crescem e impulsionam economia no Vale do ItajaíJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24548819Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-cooperativas-crescem-e-impulsionam-economia-no-vale-do-itajai-10481092Cooperativas crescem e impulsionam economia no Vale do ItajaíHerança cultural europeia e vantagens financeiras transformam cooperativismo em modelo de negócio de alta adesão no Vale do Itajaí e em Santa Catarina2018-07-09T09:39:02-03:002018-07-09T09:39:02-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO modelo de negócio no passado já uniu pequenos agricultores, hoje atrai também jovens que querem financiar um carro, donas de casa que busca preços baixos nas compras do mês, pessoas interessadas em cuidar da saúde. Vantagens como poder participar das decisões da instituição em assembleias, resolver problemas de forma conjunta e, em alguns casos, ao final de cada ano receber retorno do lucro fazem muitas pessoas aderirem ao cooperativismo, celebrado no sábado, dia 7, com o Dia Internacional do Cooperativismo.Não é de hoje que o Vale do Itajaí se apresenta como terra fértil para cooperar. O modelo de negócio teve origem na Europa, em 1846 e, por ser conhecido de imigrantes europeus que colonizaram a região, encontrou guarida por aqui – e também no Sul do país, onde as cooperativas em geral também contam com alta adesão. Essa herança cultural, aliada às vantagens financeiras que as instituições costumam proporcionar, cria um ambiente favorável para o crescimento em Santa Catarina.O Estado tem a maior taxa de adesão a cooperativas no país. São 2,2 milhões de cooperados em uma população de aproximadamente 7 milhões. Dados da Organização das Cooperativas de SC (Ocesc) apontam que, considerando as famílias, o número de cooperados envolveria 4,5 milhões de pessoas, mais da metade do número de habitantes. Em 2017, as 263 cooperativas catarinenses cresceram em média 2,67% e faturaram R$ 32,6 bilhões. Nos últimos quatro anos, mesmo em meio a um período de crise, o crescimento médio foi de 9% ao ano. Em faturamento, as cooperativas agrícolas ainda lideram, com R$ 20 bilhões faturados em 2017, mas em número de cooperados o destaque é para as instituições de crédito, com 1,5 milhão.::: Leia mais notícias de Santa Catarina no NSC TotalO presidente da Ocesc, Luiz Vicente Suzin, acrescenta que foi registrado aumento significativo de mulheres e jovens entre os cooperados. Ele credita o resultado aos cursos e ações desenvolvidas junto a esses públicos pelos serviços de aprendizagem das cooperativas.– Você é dono da cooperativa, participa das decisões, do retorno do capital que vai se formando, além de vantagens como juros baixos, no caso das financeiras. Tudo isso vai cativando. Isso é importante porque onde tem cooperativa forte, bem estruturada, o desenvolvimento do município é melhor, se torna mais forte nessas áreas – avalia o presidente.Vocação histórica para as cooperativasA diretora de Patrimônio Histórico e Museológico da Fundação Cultural da cidade, Sueli Petry, confirma que esse sentimento de se reunir para resolver problemas comuns vem desde a colonização do município. O primeiro exemplo ocorre logo em 1859, nove anos após a fundação da cidade, quando foi criada a Sociedade de Atiradores de Blumenau.– Era de lazer e entretenimento, mas na realidade também era a sala de visita da colônia. Espaço onde pessoas se juntavam para discutir problemas comuns. Prova disso é que lá nasceu o Kulturverein, uma sociedade de auxílio aos colonos para resolver problemas da agricultura, trazer sementes boas e importar bois de raça. Ali também se formou a Sociedade de Proteção e Auxílio aos Enfermos para tratar as questões de saúde. É dentro desse espírito de cooperar uns com os outros que o cooperativismo também nasce – explica a especialista.A primeira instituição com formato exato de cooperativa surge em Blumenau no ano de 1907: um banco agrícola criado com a intenção de ajudar os colonos. Segundo ela, à medida que a cidade cresce, outras necessidades surgem e a população se manteve ligada à essência do associativismo.Estímulo à organização financeira e agricultura familiarNo Vale do Itajaí, não faltam exemplos de cooperativas que plantam e colhem bons resultados. Duas delas foram criadas para beneficiar funcionários da empresa Hering entre as décadas de 1940 e 1950, com base nos princípios do cooperativismo trazidos pela companhia da Europa. No entanto, ao longo dos anos acabaram encontrando seu caminho e, até mesmo por demanda de interessados, abrindo espaço para a participação de toda a população da região. São os casos da Viacredi, fundada em 1951, e da Cooper, criada em 1944.Foi o interesse em participar de uma palestra de movimentação financeira que fez com que Sílvia Letícia Pelin se juntasse à cooperativa de crédito. Ela não só passou a conhecer mais de perto as vantagens como compreendeu que precisava mudar os hábitos financeiros, controlar os cheques e empréstimos que fazia. Depois de palestras e cursos oferecidos pelo sistema social da cooperativa, fez uma consultoria e hoje desfruta de uma vida financeira estável. A última conquista foi adquirir, junto com uma familiar, uma casa de sucos e lanches em Timbó.– Uma das coisas que mais acho interessantes é a disponibilidade de ajudar o cooperado a evoluir. Sempre tem um curso ou palestra interessante, perguntam o que os cooperados têm interesse, isso ajuda bastante – pontua.O presidente da Viacredi (com 450 mil cooperados e base no Vale do Itajaí) e do Sistema Ailos, Moacir Krambeck, afirma que o cooperativismo, às vezes, começa atraindo o cooperado como se ele fosse um cliente de uma instituição comum, com foco em taxas menores e bom atendimento. Aos poucos, os cursos e ações permitem a mudança de mentalidade, com pensamento que foque mais no coletivo do que no individual. O limite desse tipo de negócio? Para o executivo, antes de pensar em expansão a meta é atender toda a população – 1,2 milhão de pessoas, na área de ação atual da cooperativa.– O cooperado não pensa no outro empresário como um concorrente, pensa como um criador de riqueza para a sociedade. Para a economia, é importante porque você desconcentra a renda e, quando se faz isso, você a faz a sociedade participar da riqueza que está produzindo. É um processo lento, mas progressivo – frisa Krambeck.Valores melhores a produtores ruraisO cooperativismo em Santa Catarina está presente em 12 setores da economia e consegue chegar até mesmo a áreas específicas como a alimentação, caso da Cooper. O presidente do Conselho de Administração da Cooper, Hercílio Schmitt, destaca virtudes como a boa gestão e o viés social das cooperativas e diz que o senso de pertencimento, as palestras e cursos oferecidos e o espírito dos moradores do Vale, que já precisaram demonstrar união para superar dificuldades como enchentes, favorece o cooperativismo na região.– É um modelo de negócio diferente que tem prosperado aqui pela consciência e pelo elo cada vez mais forte com a comunidade. Em um supermercado há apenas a relação comercial, na cooperativa você é dono e usuário, cabe a você acompanhar e gerir, participar de assembleias que tomam decisões, ser participativo – define, garantindo que a adesão de moradores do Vale vai além das vantagens mais imediatas como o retorno de sobras ao fim do ano.As cooperativas favorecem pessoas como o casal de produtores rurais Werner e Vânia da Silva Krieck, de Indaial. Ele também é associado à Cooper, mas a principal vantagem está por trás do trabalho na propriedade dele, onde cultiva brócolis. Há 18 anos, a Cooper mantém uma parceria que permite a ele e mais 21 famílias agricultoras venderem seus produtos nas gôndolas da cooperativa. Até o funcionamento do grupo de agricultores ganhou uma rotina de assembleias e atas, como uma cooperativa informal.– O cooperativismo é o modelo mais correto e promissor porque teu voto vale igual ao do que tem mais dinheiro. Se não fosse essa parceria, iríamos depender de vender a atravessadores ou então para ao Ceasa. Assim conseguimos preços melhores – defende Krieck.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaCooperativas crescem e impulsionam economia no Vale do ItajaíJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-cooperativas-crescem-e-impulsionam-economia-no-vale-do-itajai-10481092Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24451417Anderson Rosa assume a Secretaria de Infraestrutura de forma interina em BlumenauEle substitui Régis Evaloir da Silva, que deixou o cargo para assumir diretoria na Celesc2018-06-28T19:42:00-03:002018-06-28T19:42:00-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSReproduçãoAnderson Rosa assume a Secretaria de Infraestrutura de forma interina em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24451417Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-anderson-rosa-assume-a-secretaria-de-infraestrutura-de-forma-interina-em-blumenau-10390688Anderson Rosa assume a Secretaria de Infraestrutura de forma interina em BlumenauEle substitui Régis Evaloir da Silva, que deixou o cargo para assumir diretoria na Celesc2018-06-28T19:42:00-03:002018-06-28T19:42:00-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA partir desta quinta-feira, Anderson Rosa, atual secretário de Administração da prefeitura de Blumenau responde interinamente pelo cargo de secretário de Infraestrutura Urbana (Seinfra). Ele vai substituir o engenheiro Régis Evaloir da Silva, que deixou a secretaria para assumir a Diretoria de Geração, Transmissão e Novos Negócios da Celesc, onde é funcionário de carreira há 28 anos.Segundo informou a assessoria da prefeitura, Anderson Rosa vai acumular o comando da pasta até que se defina o nome do novo secretário.::: Leia mais notícias no SantaPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaAnderson Rosa assume a Secretaria de Infraestrutura de forma interina em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-anderson-rosa-assume-a-secretaria-de-infraestrutura-de-forma-interina-em-blumenau-10390688Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24442703Setor da gastronomia cresce 38% em BlumenauAvanço no número de bares e restaurantes reflete positivamente na receita e na geração de empregos na cidade2018-06-25T09:16:09-03:002018-06-25T09:16:09-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesSetor da gastronomia cresce 38% em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24442703Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-setor-da-gastronomia-cresce-38-em-blumenau-10387282Setor da gastronomia cresce 38% em BlumenauAvanço no número de bares e restaurantes reflete positivamente na receita e na geração de empregos na cidade2018-06-25T09:16:09-03:002018-06-25T09:16:09-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brSabe a expressão “juntou a fome com a vontade de comer”? Ela define bem o dia em que Eduardo Evers, 41 anos, decidiu tirar um sonho antigo da cabeça e transformá-lo em realidade. Empresário e dono de um estabelecimento ligado à venda de produtos coloniais, ele nutria na mente o desejo de ser dono de um boteco, onde pudesse também preparar comida para os outros. A oportunidade veio de onde menos se esperava:– Vim buscar plantas aqui do lado e esse espaço, às margens da Rua Humberto de Campos, estava fechado. Falei com o dono para alugar e ele concordou. Fui para casa, conversei com a minha esposa e vimos que o local ficaria bem como um bar – recorda.De lá para cá, o lugar com decoração especial em devoção a São Jorge se consolidou e faz parte de um leque com 851 opções de bares e restaurantes existentes atualmente em Blumenau. O setor se desenvolve a cada ano, fruto de consumidores mais dispostos a se alimentar fora de casa, mas que também estão mais exigentes e com paladar diversificado. Segundo dados da Secretaria Municipal de Gestão Financeira, o número de estabelecimentos voltados à gastronomia cresceu 38,37%. Em 2008, o total era 615.O avanço desse tipo de negócio é fruto de um trabalho iniciado há alguns anos, com a promoção de eventos com foco na comida, aponta o presidente da Associação Blumenau Gastronômico, Develon da Rocha. Para ele, o que motiva a pessoa a sair de casa é ter experiências novas e os empresários se deram conta disso.– Nosso maior concorrente é o sofá. A gente precisa dar boas opções para que as pessoas queiram sair de casa – concorda Evers.Ambientes mais acolhedoresPara tentar vencer o conforto de ficar em casa, muitos investem no conceito dos ambientes, que são cada vez mais acolhedores e alinhados com o perfil dos clientes. No bar de Evers, inaugurado em abril de 2014, a inspiração vem das constantes visitas a bares por onde passa, mas, sobretudo, de São Paulo e do Rio do Janeiro. O cardápio, baseado na cozinha nordestina, é recheado de delícias preparadas pela esposa.– Sentia falta de algo do gênero em Blumenau – argumenta o empresário.Jerusa Steinhauser, 36 anos, vive em Criciúma e sempre que viaja para Blumenau conhece um lugar novo. O guia e amigo é o gasparense Jaisson Althoff, 37, que acompanha a evolução dos estabelecimentos em Blumenau. Para ele, o cenário mudou muito e para melhor. A prova disso é o encantamento da amiga.– Estou encantada. Tudo aqui é lindo, bem decorado, comida boa. Sair com ele é garantia de que vou a um espaço gostoso e diferente – fala entusiasmada.De olho no público jovem, os irmãos Antonio Reis Martins Júnior, 38 anos, e Carlos Henrique Foléis Martins, 36, investiram em um espaço diferente. Em março do ano passado eles inauguraram o primeiro restaurante de comida havaiana em Blumenau, em parceria com o sócio e chef de cozinha Antonio Gomes. O desejo era ter um estabelecimento de rua e tudo começou com estudo.– Através de uma pesquisa de internet, achamos o prato principal, que tem uma pegada jovem e inovadora – conta Júnior.Pelo restaurante passam por mês aproximadamente 2,5 mil pessoas. Mallu Montibeller de Souza, 30 anos, é uma delas. A produtora conta que um dia passou na frente e o espaço chamou a atenção. Uma pesquisa na internet a fez entender melhor do que se tratava e dali em diante o local ganhou uma nova frequentadora.– Sempre observamos o ambiente, o atendimento, do que a gente gosta e o valor – explica.Mallu e a família gastam quase R$ 2 mil em alimentação fora de casa mensalmente em decorrência da rotina agitada de trabalho.– O poder aquisitivo da região atrai para esse tipo de estabelecimento, que por sua vez também melhoraram e tudo ajudou e fez com que o consumidor consumisse mais – reforça o presidente da Associação Blumenau Gastronômico, Develon da Rocha.Crescimento do setor gastronômico impacta na economia de BlumenauUm levantamento da prefeitura de Blumenau aponta que somente no ano passado os 851 estabelecimentos enquadrados nas categorias de bar e restaurante renderam aos cofres municipais R$ 4 milhões apenas em Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O valor representa 1,65% da arrecadação do tributo na cidade. O percentual é reflexo da economia diversificada da cidade. Para ter uma ideia da importância do segmento, o setor que mais arrecada é de vestuário/confecção, que chega a 9%.Se os números por si só demonstram a relevância desse tipo de investimento, é preciso considerar ainda o impacto na geração de empregos. De acordo com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Empreendedorismo, a partir de informações colhidas na Relação Anual de Informações Sociais (Rais), em 2008 o segmento de bares e restaurantes era responsável por 2.384 empregos formais em Blumenau. Em 2016, dado mais recente da Rais, o total chega a 3.279 pessoas.A presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Blumenau (Sihorbs), Tatiana Honczaryk, se mostra confiante:– Blumenau é uma cidade muito, muito propícia para negócios e investimentos e digo com segurança que quem apostar aqui vai colher seus frutos no futuro.Foto: Cenário demonstra que o crescimento não paraUm levantamento na Praça do Empreendedor de Blumenau aponta que de cada 22 novos negócios abertos nos primeiros cinco meses deste ano ao menos um é do segmento alimentício. O restaurante de Felipe Bragantino, 49 anos, e Germano Beduschi Neto, 39 anos, está entre eles. Os primos investiram R$ 300 mil em um empreendimento que demonstra a paixão que têm pelo churrasco. O espaço foi inaugurado em fevereiro e traz, além do desejo pessoal deles de terem um negócio próprio, um tipo de serviço que sentiam falta na cidade: uma casa especializada em carnes assadas no estilo dos argentinos e uruguaios.– Sempre tive vontade de ter algo fora da advocacia, e hoje essa é a realização – conta Bragantino, que é também professor universitário no curso de Direito.Quem também está otimista é a empresária Deise Camargo Machado, 32 anos. Junto com a irmã e um amigo, vai abrir uma forneria no segundo semestre. O estabelecimento vai fazer parte de um food park que está em construção na região Norte da cidade. Atualmente, o município conta com quatro parques nesses moldes.Um projeto de lei na Câmara Municipal propõe a criação de uma Via Gastronômica. A iniciativa é dos vereadores Marcelo Lanzarin (MDB) e Bruno Cunha (PSB) e prevê o início da via na Rua Antônio da Veiga, seguindo pela Rua Almirante Tamandaré e terminando no final da Rua Alberto Stein. A ideia, segundo Lanzarin, é estimular a criação de políticas públicas que fomentem o desenvolvimento e aumentem o interesse da iniciativa privada.A proposta é inspirada no que já ocorre em outras cidades. A expectativa é que a proposta vá à votação nesta semana.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaSetor da gastronomia cresce 38% em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-setor-da-gastronomia-cresce-38-em-blumenau-10387282Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-faema-de-blumenau-tem-novo-presidente-10385180Faema de Blumenau tem novo presidenteÉder Boron assume interinamente o comando da pasta no lugar de Alexandre Baumgratz, que foi exonerado do cargo na quinta-feira2018-06-22T11:55:50-03:002018-06-22T11:55:50-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA Fundação Municipal do Meio Ambiente (Faema) de Blumenau tem um novo comandante. O advogado Éder Antônio Boron, atual diretor-geral do Gabinete do Prefeito, assumiu interinamente a presidência da fundação.Ele substitui Alexandre Baumgratz, que foi exonerado do cargo na quinta-feira. Éder possui experiência na função. Ele atuou como presidente da fundação no período entre novembro de 2016 a fevereiro de 2017.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaFaema de Blumenau tem novo presidenteJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-faema-de-blumenau-tem-novo-presidente-10385180Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24437087Entidades defendem que nova ferrovia em SC passe pelo Vale do ItajaíProjeto apresentado pela Valec deixa a região de fora do traçado. Novos estudos serão discutidos nesta sexta em Rio do Sul2018-06-22T11:30:33-03:002018-06-22T11:30:33-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaEntidades defendem que nova ferrovia em SC passe pelo Vale do ItajaíJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24437087Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-entidades-defendem-que-nova-ferrovia-em-sc-passe-pelo-vale-do-itajai-10385160Entidades defendem que nova ferrovia em SC passe pelo Vale do ItajaíProjeto apresentado pela Valec deixa a região de fora do traçado. Novos estudos serão discutidos nesta sexta em Rio do Sul2018-06-22T11:30:33-03:002018-06-22T11:30:33-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA greve dos caminhoneiros há um mês atrás expôs a dependência das rodovias no Brasil e levantou, novamente, a importância das ferrovias para o escoamento de cargas pelos estados. Com a Estrada de Ferro Santa Catarina (EFSC) desativada há quase 50 anos, o Vale do Itajaí é uma das várias regiões que dependem exclusivamente dos caminhões e de estradas como a BR-470 para movimentar a produção. Em uma discussão, que já dura vários anos, o corredor ferroviário de Santa Catarina é uma opção esperada, mas corre o risco de não passar pela região.O traçado da ferrovia que vai ligar Dionísio Cerqueira a Itajaí é discutido desde 2014, e desde então é alvo de uma disputa política. Na última apresentação feita pela Valec (estatal responsável pelas ferrovias brasileiras) em Santa Catarina, no mês de abril deste ano, foram exibidos estudos sobre os traçados possíveis e a opção principal, por enquanto, não beneficiaria o Vale do Itajaí e nem o Norte do Estado. Denominada de "ligação Y", a rota da ferrovia sairia do Oeste e seguiria pela Serra em direção ao sul, sem passagem pelo Vale, e com uma bifurcação em Alfredo Wagner, onde uma linha seguiria em direção a Tijucas e outra até Imbituba (confira no mapa). No litoral, então, um novo trecho Norte-Sul faria a ligação entre os portos até Itapoá.O projeto orçado em cerca de R$ 16,1 bilhões é criticado por entidades empresariais e associações do Vale do Itajaí, que defendem a necessidade de trilhos de trem na região. Novos estudos foram solicitados e devem ser apresentados hoje à tarde em Rio do Sul, em reunião marcada entre a Valec e associações empresariais e de municípios do Vale.– O traçado ainda não foi decidido, mas o projeto inicial deixaria o Vale do Itajaí sem ferrovia. Vamos defender que a carga para a região é muito maior, e como não temos a BR-470 duplicada, não tem hidrovia, temos que lutar por um trecho da ferrovia – destaca Eduardo Schroeder, diretor institucional da Associação Empresarial de Rio do Sul (Acirs).Segundo os próprios estudos feitos pela empresa estatal, a ferrovia com ligação direta até Itajaí, sem bifurcação em Alfredo Wagner e com um trecho passando por Rio do Sul e todo o Vale do Itajaí custaria R$ 14,5 bilhões – menos que o projeto em Y – e transportaria mais cargas: 7,5 milhões de toneladas contra 5,4 milhões, com base nos dados levantados pela Valec, que combinam produções agrícolas e industriais.Vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc) para o Vale do Itajaí, o empresário Ronaldo Baumgarten Júnior aponta a importância de uma decisão sobre a ferrovia sem discussões políticas e com foco nos estudos feitos:– Os dados técnicos precisam ser seguidos para que o projeto saia do papel. Já estamos tanto tempo debatendo o traçado que vamos acabar sem ferrovia.ESCOAMENTO DE PRODUTOS E LIGAÇÃO COM PORTOLideranças dos municípios do Vale do Itajaí pretendem aproveitar a reunião para mostrar força política e defender o traçado que passa pela região. O prefeito de Agronômica e presidente da Associação dos Municípios do Alto Vale (Amavi), César Cunha, afirma que a ferrovia na região poderia diminuir o gargalo que a BR-470 se tornou na região para facilitar o escoamento de produção de setores como agricultura e indústria metal-mecânica. A intenção é um traçado que corte a região ou, pelo menos, passe o mais perto possível do Alto Vale.O secretário-executivo da Associação dos Municípios do Médio Vale do Itajaí (Ammvi), José Rafael Corrêa, confirma que a região de Blumenau também sente o problema da BR-470 como única via para transporte de cargas e acredita que a ferrovia ajudaria a indústria local no recebimento e distribuição das mercadorias. A intenção é, primeiro, defender que o traçado passe por Blumenau e, em seguida, tirar dúvidas técnicas. Uma delas é se haverá ponto de carga na região. Outra é saber se o projeto prevê transporte de passageiros.– O Vale sempre teve essa característica de ser uma região produtiva e a ferrovia seria fundamental para esse desenvolvimento econômico ser ainda maior. Assim como temos que lutar para manter os recursos para a BR-470, vamos ter que fazer uma luta em cima desse tema também – opina Rafael.A Associação dos Municípios da Foz do Rio Itajaí-Açu (Amfri) não deve enviar representante ao encontro. Quem deve representar a região do Litoral é o secretário de Urbanismo de Itajaí, Rodrigo Lamim. Ele aponta que, para a cidade o principal ganho da ferrovia na região seria o fato do complexo portuário gerir e transportar as cargas que passarem por esse novo corredor. Caso os projetos que preveem traçados em outras regiões prevaleçam, parte dessa carga poderia ser direcionada a outros portos. No entanto, outros aspectos como o possível transporte de passageiros também serão questionados pelo secretário.– Seria muito interessante se isso também estivesse previsto. Imagine você tendo um trem de Rio do Sul ao aeroporto de Navegantes, quantos carros você eliminaria da BR-470? – indaga.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaEntidades defendem que nova ferrovia em SC passe pelo Vale do ItajaíJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-entidades-defendem-que-nova-ferrovia-em-sc-passe-pelo-vale-do-itajai-10385160Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24434006Um mês após o início da greve dos caminhoneiros, preços dos combustíveis caem nas bombas de BlumenauValor médio do diesel baixou R$ 0,37 e até gasolina teve baixa de 2% em Blumenau após manifestação de transportadores2018-06-21T07:30:48-03:002018-06-21T07:30:48-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesUm mês após o início da greve dos caminhoneiros, preços dos combustíveis caem nas bombas de BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24434006Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-um-mes-apos-o-inicio-da-greve-dos-caminhoneiros-precos-dos-combustiveis-caem-nas-bombas-de-blumenau-10383789Um mês após o início da greve dos caminhoneiros, preços dos combustíveis caem nas bombas de BlumenauValor médio do diesel baixou R$ 0,37 e até gasolina teve baixa de 2% em Blumenau após manifestação de transportadores2018-06-21T07:30:48-03:002018-06-21T07:30:48-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brUm mês depois da greve dos caminhoneiros, que interrompeu o abastecimento de postos de combustíveis e parou o país, os preços nas bombas em Blumenau estão menores. A principal redução ocorreu, como previsto, no preço do diesel, que passou a contar com subsídio do governo federal. A gasolina também teve leve queda comparada com os preços praticados dias antes da manifestação.Na tarde desta quarta-feira, a reportagem do Santa fez um levantamento em 26 postos que integram a lista de pesquisas semanais de preços da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Os estabelecimentos já haviam sido consultados pela reportagem há um mês, no dia 21 de maio, exatamente o primeiro da greve dos caminhoneiros, e também duas semanas depois, em 4 de junho, quando voltaram a receber combustíveis.Um mês atrás, quando os caminhoneiros paralisaram as atividades, o preço médio do diesel comum em Blumenau era de R$ 3,65 no levantamento da reportagem. Nesta quarta-feira, o valor médio era de R$ 3,28. A redução é de 10,1% no preço do combustível. No entanto, os R$ 0,37 a menos ainda são menores do que os R$ 0,46 prometidos pelo governo federal no acordo que encerrou a paralisação.Segundo o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados do Petróleo de Blumenau (Sinpeb), Júlio César Zimmermann, a maioria dos postos já comprou diesel mais barato das distribuidoras e aplicou valores com R$ 0,41 a R$ 0,43 de desconto em relação aos valores antes da greve. Os outros centavos somente viriam após uma redução de impostos estaduais, que até agora não teria se concretizado. Os postos que ainda não conseguiram repassar os R$ 0,46 propostos, segundo o dirigente sindical, seriam os que não conseguiram toda essa diferença na compra junto às distribuidoras. A expectativa dele é de que nas próximas semanas essa situação deve se estabilizar.Redução também no preço da gasolinaO preço médio da gasolina em Blumenau permanece acima de R$ 4, barreira rompida em maio, dias antes do início da greve dos caminhoneiros. No entanto, em comparação com aquele período, as bombas tiveram redução no valor cobrado pelo litro na cidade. Se em 21 de maio o valor médio era R$ 4,13, na quarta-feira a média nos 26 postos era de R$ 4,05 – aproximadamente 2% a menos. Em alguns estabelecimentos, o combustível chega a R$ 3,87 no pagamento em dinheiro ou no débito. O valor máximo encontrado no levantamento foi de R$ 4,29. Para o presidente do Sinpeb, essa redução tem relação com o momento do mercado do que com a política atual de preços. — Essa é uma disputa que tem que ser feita, mas acredito que acabando esse período de promoções o preço volte ao patamar anterior — afirma o dirigente.Etanol teve alta de 4%, mesmo durante período de safraO único combustível a aumentar de preço neste intervalo foi o etanol. O preço médio de R$ 3,30 em 21 de maio subiu para R$ 3,44 na quarta-feira, 4% a mais. Para Zimmermann, é um mistério.— Não dá para entender. O etanol sempre baixou R$ 0,20, R$ 0,30 na época de safra, de maio a setembro, o que até ajudava a gasolina a baixar também, já que há 27% de etanol na gasolina. Mas isso não tem acontecido. Os preços têm se mantido altos já na distribuidora, fazendo com que não possa ser uma opção diante da alta da gasolina 1 argumenta.Para os próximos meses, Zimmermann diz que ainda há uma incerteza sobre como será o preço dos combustíveis. Se o dólar ou o preço do barril de petróleo no mercado internacional subir, aumentos no preço da gasolina devem ter consequência direta.— Hoje os postos trabalham com estoques baixos, se os preços já sobem, exigem um capital de giro maior. A maioria dos postos vende no crédito, o que também tem um custo e um prazo maior para receber. Estamos nesse dilema, queríamos uma estabilidade maior para facilitar essa gestão — aponta o presidente do sindicato.Leia mais notícias no SantaFoto: Foto:Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaUm mês após o início da greve dos caminhoneiros, preços dos combustíveis caem nas bombas de BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-um-mes-apos-o-inicio-da-greve-dos-caminhoneiros-precos-dos-combustiveis-caem-nas-bombas-de-blumenau-10383789Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24431236Servidores públicos de Blumenau aprovam nova paralisação para o dia 26Categoria rejeitou proposta da prefeitura e quer retomar negociações2018-06-19T16:57:28-03:002018-06-19T16:57:28-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLucas ParaizoServidores públicos de Blumenau aprovam nova paralisação para o dia 26Jornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24431236Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-servidores-publicos-de-blumenau-aprovam-nova-paralisacao-para-o-dia-26-10382446Servidores públicos de Blumenau aprovam nova paralisação para o dia 26Categoria rejeitou proposta da prefeitura e quer retomar negociações2018-06-19T16:57:28-03:002018-06-19T16:57:28-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brApós o dia de paralisações nos serviços públicos em Blumenau, os servidores se reuniram em assembleia na praça em frente à prefeitura nesta terça-feira e aprovaram uma nova data de mobilização para a próxima terça, dia 26. Em negociação com a prefeitura, a categoria pede 24 pontos de reivindicação e negou a proposta feita pelo poder público.Segundo o Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Blumenau (Sintraseb), o Executivo propôs pagar a reposição integral de 1,69%, referente à variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) 2017-2018, mas somente na folha de janeiro de 2019. A mesma proposta foi aplicada ao vale-alimentação. A categoria não aceitou a proposta e cobra um reajuste este ano.Mais de mil servidores participaram da assembleia, que lotou a praça e fez o dia de paralisação atingir cerca de 100 locais de trabalho na cidade — de acordo com o sindicato. Foi aprovado, além da paralisação durante todo o dia 26, que uma passeata será feita a partir das 10h saindo da prefeitura.O sindicato pede que a prefeitura reabra a mesa de negociações, que desde o mês passado não tem novidades. A categoria pede a reposição da inflação (de 1,69%) em 2018 e também cobra os planos de carreira da Guarda de Trânsito, dos servidores do ISSBLU, da Assistência Social e do Samae.Através de nota, o Executivo diz que está à disposição para discutir as demandas, e que as solicitações representam um impacto de R$ 100 milhões que "o município não dispõe de margem para custear neste momento".::: Leia mais notícias de BlumenauPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaServidores públicos de Blumenau aprovam nova paralisação para o dia 26Jornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-servidores-publicos-de-blumenau-aprovam-nova-paralisacao-para-o-dia-26-10382446Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24406633Restituição do Imposto de Renda injetará R$ 16 milhões na economia de Blumenau e regiãoA primeira restituição será feita para 12.602 contribuintes2018-06-14T10:31:02-03:002018-06-14T10:31:02-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSAnhagueraRestituição do Imposto de Renda injetará R$ 16 milhões na economia de Blumenau e regiãoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24406633Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-restituicao-do-imposto-de-renda-injetara-r-16-milhoes-na-economia-de-blumenau-e-regiao-10375263Restituição do Imposto de Renda injetará R$ 16 milhões na economia de Blumenau e regiãoA primeira restituição será feita para 12.602 contribuintes2018-06-14T10:31:02-03:002018-06-14T10:31:02-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO primeiro lote de restituições do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2018, ano-calendário 2017, vai injetar cerca de R$ 16 milhões na economia da região, que somam as cidades de Blumenau, Brusque, Gaspar, Indaial, Pomerode, Rio do Sul e Timbó. O pagamento do crédito será feito nesta quinta, dia 15, e a consulta ao nome dos contribuintes incluídos neste lote está aberta desde sexta-feira, no Receitafone ou pelo www.receita.fazenda.gov.br. Segundo a Delegacia da Receita Federal, a primeira restituição será feita para 12.602 contribuintes, totalizando mais de R$ 16 milhões. O lote contempla também restituições residuais dos exercícios de 2011 a 2017. Em Santa Catarina, são 96.031 pessoas que receberão já neste primeiro pagamento e deverão ser pagos mais de R$ 158 milhões, incluindo também os resíduos dos lotes, ajustados pela taxa Selic. De acordo com delegado da Receita Federal em Blumenau, Daniel Carlos, no presente lote, receberão a restituição idosos com mais de 60 anos e pessoas com deficiência ou doença grave.— A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la por meio da Internet, mediante o Formulário Eletrônico - Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF — alerta. Para o economista Nazareno Loffi Schmoeller, este montante pago no primeiro lote é um valor considerável, que representa cerca de 5% do valor total dos salários em Blumenau. Muitas pessoas aproveitam para colocar as contas em dia, mas é muito provável que este valor também seja utilizado para consumo, dando um alento para a economia.— Será benéfico para a economia se o consumidor quitar as divida, mas como também voltar a comprar — afirma.Schmoeller aponta que um bom investimento é no mercado automobilístico, além da construção civil, como uma reforma, pintura, algo que gere uma circulação imediata do dinheiro.Restituição será feita em sete lotesOs pagamentos serão feitos em sete lotes ao longo do ano, a partir deste mês, até dezembro. A correção é pela taxa básica de juros, a Selic. O dinheiro é creditado pela Receita na conta descrita pelo contribuinte no momento da entrega da declaração anual. A Receita Federal alerta que, caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar, pessoalmente, qualquer agência do BB ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em qualquer banco que o contribuinte possua conta.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaRestituição do Imposto de Renda injetará R$ 16 milhões na economia de Blumenau e regiãoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-restituicao-do-imposto-de-renda-injetara-r-16-milhoes-na-economia-de-blumenau-e-regiao-10375263Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24417058"Não adianta imaginar que frases feitas vão administrar o Brasil", afirma Ciro Gomes em palestra em BlumenauPré-candidato à Presidência pelo PDT esteve na cidade na noite desta quarta-feira e falou com acadêmicos sobre economia e administração pública2018-06-13T22:02:15-03:002018-06-13T22:02:15-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLucas Paraizo"Não adianta imaginar que frases feitas vão administrar o Brasil", afirma Ciro Gomes em palestra em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24417058Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-nao-adianta-imaginar-que-frases-feitas-vao-administrar-o-brasil-afirma-ciro-gomes-em-palestra-em-blumenau-10374899"Não adianta imaginar que frases feitas vão administrar o Brasil", afirma Ciro Gomes em palestra em BlumenauPré-candidato à Presidência pelo PDT esteve na cidade na noite desta quarta-feira e falou com acadêmicos sobre economia e administração pública2018-06-13T22:02:15-03:002018-06-13T22:02:15-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brEm uma dualidade de quem usa termos populares e faz brincadeiras, disparando sequências de raciocínio rápidas e uma chuva de dados técnicos e exemplos, Ciro Gomes (PDT) gera reações. Independentemente de posicionamento político, alguma resposta é esboçada por quem ouve o cearense presidenciável, e foi assim na noite desta quarta-feira em passagem do pré-candidato à Presidência do PDT por Blumenau, em palestra na Furb.Bastaram 30 segundos de palestra para que Ciro citasse o número de homicídios registrados no Brasil e uma série de dados sobre violência, segurança, direitos humanos e economia. – Gosto de me refugiar em números, pois eles me protegem de paixões – diz o advogado e ex-ministro da Fazenda e Integração Nacional (nos governos Lula e Itamar Franco) e ex-governador do Ceará.Na fala aos acadêmicos, Ciro citou várias vezes outros candidatos e fez questão de frisar a necessidade de espaço para o debate no país:– Deveríamos todos refletir sobre o que aconteceu com o Brasil para chegar onde estamos. O problema do Brasil é estrutural e advém de um colapso do sistema tradicional.Em terceiro lugar nas pesquisas de intenção de voto que excluem o ex-presidente Lula como opção possível, atrás de Jair Bolsonaro (PSL) e Marina Silva (Rede), Ciro falou sobre uma possível preferência dos estados do Sul aos candidatos da direita e destacou as forças de Santa Catarina em nível nacional – com destaque para a produção agrícola e a necessidade de melhorias nas maneiras de escoar a produção. Questionado sobre a duplicação da BR-470, tema sensível para o Vale do Itajaí, disse que não faz promessas, mas garante voltar à região.Lembrando dos tempos de professor, no ambiente acadêmico o pré-candidato utilizou a palestra para explicar questões econômicas e de administração pública, além de comentários sobre o descrédito da população em relação à política. Foi aplaudido e, após a fala, respondeu perguntas dos acadêmicos, que ainda devem receber nos próximos meses as visitas de outros pré-candidatos à presidência. O diretório de acadêmicos do curso de Direito da Furb já trata com Álvaro Dias (Podemos), Geraldo Alckmin (PSDB), João Amoedo (Novo) e Jair Bolsonaro (PSL).::: Leia mais notícias no SantaPorto Alegre, RSJornal de Santa Catarina"Não adianta imaginar que frases feitas vão administrar o Brasil", afirma Ciro Gomes em palestra em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-nao-adianta-imaginar-que-frases-feitas-vao-administrar-o-brasil-afirma-ciro-gomes-em-palestra-em-blumenau-10374899Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24416326Governo do Estado libera R$ 2,1 milhões para 14 cidades do Alto ValeCada município receberá R$ 150 mil2018-06-13T16:49:38-03:002018-06-13T16:49:38-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSBetina HumeresGoverno do Estado libera R$ 2,1 milhões para 14 cidades do Alto ValeJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24416326Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-governo-do-estado-libera-r-2-1-milhoes-para-14-cidades-do-alto-vale-10374594Governo do Estado libera R$ 2,1 milhões para 14 cidades do Alto ValeCada município receberá R$ 150 mil2018-06-13T16:49:38-03:002018-06-13T16:49:38-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO governo do Estado confirmou para sexta-feira, às 10h, a assinatura de convênios para a liberação de R$ 2,1 milhões para prefeituras do Alto Vale do Itajaí. O valor repassado a cada município será de R$ 150 mil para finalidades já pré-definidas. As cidades de Imbuia, Chapadão do Lageado, Agronômica, Rio do Oeste, Laurentino, Vidal Ramos, Petrolândia e Agrolândia utilizarão o recurso para a aquisição de uma van para transporte de pacientes a unidades de saúde em outros municípios. ::: Leia mais notícias no SantaVitor Meireles irá comprar uma ambulância, Mirim Doce destinará o valor para eletroeletrônico e móveis, Ibirama para móveis, Presidente Getúlio para academias ao ar livre, Aurora para três veículos que serão usados pela administração municipal e Atalanta para a compra de medicamentos.O evento ocorrerá na sede da OAB de Rio do Sul e contará com a presença do governador Eduardo Pinho Moreira (MDB), além de deputados estaduais, federais e representantes das prefeituras.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaGoverno do Estado libera R$ 2,1 milhões para 14 cidades do Alto ValeJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-governo-do-estado-libera-r-2-1-milhoes-para-14-cidades-do-alto-vale-10374594Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24404550Governador autoriza repasses e libera licença ambiental para a nova ponte no Centro em BlumenauEduardo Pinho Moreira (MDB) participou de ato na prefeitura pela manhã e inaugura nova ala de hospital à tarde2018-06-08T12:16:48-03:002018-06-08T12:16:48-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSJean LaurindoGovernador autoriza repasses e libera licença ambiental para a nova ponte no Centro em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24404550Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-governador-autoriza-repasses-e-libera-licenca-ambiental-para-a-nova-ponte-no-centro-em-blumenau-10369412Governador autoriza repasses e libera licença ambiental para a nova ponte no Centro em BlumenauEduardo Pinho Moreira (MDB) participou de ato na prefeitura pela manhã e inaugura nova ala de hospital à tarde2018-06-08T12:16:48-03:002018-06-08T12:16:48-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO governador Eduardo Pinho Moreira (MDB) participou de uma cerimônia para a liberação de recursos na manhã desta sexta-feira, no salão nobre da prefeitura, em Blumenau.A principal novidade anunciada foi a assinatura da licença ambiental para a construção da Ponte Norte-Sul, entre as ruas Itajaí e Paraguay, ligando os bairros Vorstadt e Ponta Aguda. A licença era uma das pendências para a liberação da obra, que chegou a ter a licitação lançada em setembro do ano passado, mas foi suspensa 11 dias depois por uma decisão liminar da Justiça Federal.:: Leia mais notícias em santa.com.brA licença ambiental do Instituto do Meio Ambiente (IMA), órgão estadual, era uma das pendências porque até o lançamento da licitação o município tinha apenas a autorização da Fundação do Meio Ambiente (Faema), órgão municipal, para construir a nova ponte na região central. Ainda nesta semana a prefeitura chegou a enviar respostas solicitadas pelo órgão, mas nesta sexta-feira a licença foi assinada na presença de uma representante do IMA.O governador também assinou um termo de compromisso com o programa Entra21, do Blusoft (R$ 800 mil para a edição 2018 do curso), repasse para o Projeto Inventário Florístico Florestal da Furb (R$ 300 mil) e uma ordem de serviço para a reforma da EEB Padre José Maurício, no bairro Progresso. Além disso, anunciou que o Estado irá manter os repasses mensais de R$ 740 mil para custeio do Hospital Santo Antônio. Centro de Convenções e Margem EsquerdaO governador também foi cobrado sobre outras obras pleiteadas para Blumenau. A principal delas foi a construção do Centro de Convenções, que ficará dentro do Parque Vila Germânica e permitirá a captação de mais eventos corporativos para a cidade. Pinho Moreira afirmou que o projeto já foi aprovado pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Social (BNDES) e que no momento falta a liberação dos R$ 18 milhões necessários para a obra por parte do banco. O pagamento do financiamento será feito pelo governo do Estado. Nem no caso da nova ponte do Centro nem no Centro de Convenções o governador e o prefeito arriscaram dar prazos para o início das obras. O presidente do Parque Vila Germânica, Ricardo Stodieck, afirmou à reportagem da NSC TV que acredita que a obra possa ser licitada ao longo do segundo semestre e iniciada em janeiro do próximo ano.Pinho Moreira ainda falou sobre a segunda fase das obras de recuperação da Margem Esquerda do Rio Itajaí-Açu, no bairro Ponta Aguda. O trecho recebeu obras de contenção, mas a etapa completa do projeto que prevê a revitalização do local, no lado oposto à Avenida Beira-Rio, ainda não tem previsão para sair do papel. Pinho Moreira disse que a prioridade da cidade foi dada ao Centro de Convenções e antecipou apenas que o município pode receber um valor de R$ 5 milhões em uma visita próxima do ministro do Turismo, Vinícius Lummertz, “nos próximos dias”, segundo o governador. Segundo Hildebrandt, esse recurso permitirá a execução das obras no trecho da Prainha. O restante do valor necessário para a obra seria buscado com uma nova fonte, o Programa Regional de Desenvolvimento do Turismo (Prodetur), com recursos de financiamento com cinco anos de carência e 20 anos para pagamento.À tarde, o governador segue na cidade e inaugura uma nova ala do Hospital Misericórdia, na Vila Itoupava. Serão 82 novos leitos com novos consultórios, em um investimento de R$ 4 milhões do governo do Estado.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaGovernador autoriza repasses e libera licença ambiental para a nova ponte no Centro em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-governador-autoriza-repasses-e-libera-licenca-ambiental-para-a-nova-ponte-no-centro-em-blumenau-10369412Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24392130Hora da retomada nas indústrias do Vale do ItajaíApós 10 dias com estradas bloqueadas por protestos de caminhoneiros, empresas da região retomam produção para recuperar dias comprometidos2018-06-02T08:30:02-03:002018-06-02T08:30:02-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesHora da retomada nas indústrias do Vale do ItajaíJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24392130Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-hora-da-retomada-nas-industrias-do-vale-do-itajai-10361302Hora da retomada nas indústrias do Vale do ItajaíApós 10 dias com estradas bloqueadas por protestos de caminhoneiros, empresas da região retomam produção para recuperar dias comprometidos2018-06-02T08:30:02-03:002018-06-02T08:30:02-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brQuando os funcionários da produção da Altenburg, de Blumenau, retornarem ao trabalho na segunda-feira, ainda devem se deparar com o estoque quase lotado de produtos de cama e banho. Nas últimas duas semanas, a empresa conseguiu utilizar a reserva de matéria-prima para continuar o trabalho normalmente, mas a paralisação dos caminhoneiros impediu a saída dos produtos prontos. O resultado foi uma área de expedição sem espaço para mais nada.Com os insumos para produzir perto do fim e funcionários com dificuldade de ir ao trabalho, a empresa mudou os planos e decidiu dar folga às equipes na quinta, feriado e na sexta-feira. A segunda-feira é que deve marcar a retomada na Altenburg, e também em outras empresas do Vale do Itajaí. Ainda assim, na fabricação de alguns itens mais volumosos da têxtil blumenauense, como travesseiros, ainda pode ser preciso puxar o freio de mão até que os caminhões de carga partam para liberar espaço no estoque.O exemplo da Altenburg é apenas um dos milhares de casos de empresas prejudicadas pela paralisação dos caminhoneiros das últimas duas semanas. Um levantamento da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) com 905 empresas do Estado aponta que 70% delas foram intensamente afetadas pela manifestação. O prejuízo financeiro total é calculado pela entidade em R$ 1,6 bilhão e a maioria das indústrias ouvidas pela Fiesc estimou o revés em 20% do faturamento de todo o mês de maio.Embora os reflexos na economia do Vale do Itajaí sejam generalizados, o setor têxtil, um dos principais carros-chefe da indústria local, foi um dos mais atingidos pela greve. A Círculo, de Gaspar, ficou sem receber cargas de algodão, cavaco, produto químico e até caixa de papelão. A escassez exigiu que a empresa desse licença remunerada aos funcionários que devem retornar no domingo à noite ao trabalho.Na Cativa, de Pomerode, ao menos três caminhões ficaram retidos em barreiras. Desde terça-feira todas as seis unidades da empresa e confecções parceiras precisaram paralisar a produção. A retomada também está prevista para o fim de semana. Na Kyly, também de Pomerode, funcionários chegaram a ganhar férias coletivas até o dia 11 de junho, até que a empresa consiga normalizar as condições de produção após os impactos provocados pela greve. Os reflexos dos protestos para o segmento têxtil devem ir além das pausas na produção, porque nesse período os representantes comerciais também não foram ao mercado e empresas não compraram mercadorias essenciais.Perda estimada em torno de R$30 milhões entre as têxteisO presidente do Sindicato das Indústrias de Fiação, Tecelagem e do Vestuário de Blumenau e Região (Sintex), que representa 5 mil empresas em 18 municípios, José Altino Comper, explica que, nacionalmente, a Associação Brasileira das Indústrias Têxteis (Abit) calcula um prejuízo de R$ 90 milhões por dia parado. Como o Vale do Itajaí responde por 20% a 30% da produção nacional, ele estima entre R$ 25 milhões e R$ 30 milhões as perdas por dia parado.– O crescimento que esperávamos para o país, perto de 2%, já está comprometido por esses dias com a produção prejudicada. Acreditamos que vai afetar até os planos de investimentos de muitas empresas, que podem tentar recolher projetos de expansão nesse primeiro momento, até pela indefinição política – afirma Comper.O dirigente acredita até mesmo em uma mudança de cultura empresarial nas indústrias que sofreram com a falta de produtos durante a greve, ao menos até o fim deste ano. O conceito moderno, de produzir perto dos fornecedores e clientes e manter baixos estoques, pode dar lugar a um hábito de armazenar matéria-prima para continuar produzindo pelo menos por duas semanas, por precaução. Foto: Patrick Rodrigues / Jornal de Santa CatarinaEntre os empresários, há um clima de concordância com a necessidade de algumas mudanças no país, mas também a convicção de que o movimento trouxe prejuízos que devem onerar a todos.– Independente de empresário, trabalhador, caminhoneiro, do papel você ocupa na sociedade, você é um cidadão e faz parte desse todo. E a sociedade como um todo vai pagar os reflexos dessa paralisação. Não que a gente não seja contra a alta carga tributária, o governo inchado e ineficiente, mas esse tipo de protesto na verdade tem que ser feito na urna, em outubro – cobra o diretor de Marketing da Altenburg, Tiago Altenburg.Impactos também em outros setores industriaisO setor industrial como um todo contabiliza perdas com os dias sem receber mercadorias e sem escoar produção. Na Imperial Luminárias, a produção parou na segunda-feira e os 20 funcionários ganharam três dias de folga justamente porque a empresa identificou que não conseguiria manter a produtividade.– Estávamos com dificuldade de receber insumos e, como tínhamos alguns dias de férias em haver, optou-se por encerrar a produção – conta o diretor Hans Bethe.Para ele, a paralisação brecou o ritmo de crescimento e, até que o mercado volte a ficar confiante para comprar no ritmo de antes, ainda vai levar um tempo.– É como se estivéssemos com o chuveiro quente e agora passássemos para o chuveiro frio – compara.O diretor-executivo do Sindicato Patronal das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e do Material Elétrico de Blumenau (Simmmeb), Maurício Rossa, afirma que muitas empresas do setor em Blumenau, Pomerode e Gaspar repetiram o exemplo de Bethe e precisaram parar a produção. Ele afirma que o prejuízo financeiro ainda não foi estimado, mas que a perda foi “milionária, com 15 dias de faturamento zero”. O prejuízo da falta de movimento nas ruas impactou comércio e restaurantes Com linhas de ônibus escassas, carros só com a gasolina que sobrou no tanque, falta de produtos em supermercados e manifestações nas ruas, muita gente decidiu se recolher em casa. O pouco movimento de pessoas nas ruas trouxe impacto também ao comércio e ao setor de serviços, que de quebra também era afetado com os caminhões de mercadorias que não chegavam.O restaurante Gutes Essen, administrado por Volnei Schmidt no bairro da Velha, não chegou a ficar sem abastecimento de alimentos. No entanto, com a dificuldade de funcionários para chegar no local de trabalho e o baixo número de clientes, ele baixou as portas na terça-feira, auge da crise dos caminhoneiros, antecipando um feriado que na verdade só viria na quinta. Na quarta-feira, dia em que os postos voltaram a receber gasolina em Blumenau, os pontos de bloqueio foram desarticulados e a população voltou a andar nas ruas sem tanta desconfiança, ele reabriu o estabelecimento para refeições ao meio-dia e à noite.– Se a greve não tivesse terminado, eu não teria nem aberto nesses últimos dias (quinta e sexta-feira). O que eu tinha disponível seria suficiente para mais dois ou três dias de trabalho no máximo, mas não até domingo. Os restaurantes em geral sentiram muito, não só a questão das entregas, mas a falta de público. Acredito que na maioria o público deve ter caído na base de 50% – projeta.Para não ser atingido tão fortemente por essa queda, teve quem buscou saídas para manter as vendas por entregas. A Nana Hamburgueria precisou cancelar um evento que faria na segunda-feira. O atendimento na loja também caiu. Em compensação, a empresa fez algumas entregas de bicicleta na região mais perto para economizar combustível. O resultado foi um público maior que o comum no serviço delivery, o que compensou a queda no estabelecimento.Em um grupo de Whatsapp de donos de restaurante, uma iniciativa coletiva também ajudou a superar as dificuldades. Estabelecimentos que tinham algum ingrediente de sobra emprestavam para outros que estavam sem algum item. No caso da Nana, por exemplo, o restaurante cedeu cebola, que conseguiu comprar em um atacadista, e conseguiu batata-doce de um restaurante que tinha sobrando.– Foi uma experiência interessante porque um acabou ajudando o outro – conta o gerente da hamburgueria, Bruno Henrique.Setor lojista estima prejuízo de R$ 350 milhões em SCO presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Blumenau (CDL), Helio Roncaglio, confirma que o menor fluxo de pessoas na rua fez despencar as vendas do comércio durante os dias de greve. Em todo o país, a Confederação Nacional do Comércio (CNC) estima em R$ 3,1 bilhões o prejuízo ao setor pelas paralisações. Em Santa Catarina, um levantamento da Fecomércio-SC calculou em R$ 350 milhões o revés com os dias de paralisação.Em Blumenau, Roncaglio afirma que a estimativa de perda deve ser calculada somente na segunda-feira. No entanto, explica que estabelecimentos como padarias, farmácias, lojas de roupas e principalmente de eletrodomésticos foram os mais impactados. Neste último, a redução foi de cerca de 60% das vendas. Um dos agravantes é o prazo de entrega dos bens duráveis, como geladeira e fogão, que dependem de fretes partindo dos centros de distribuição, algo que estava impedido de ser feito durante a greve. Esse mesmo motivo atrapalhou também o desempenho das vendas pela internet.– O que se deixou de vender dificilmente se recupera. A retomada leva cerca de 90 dias até voltar ao status e ao ritmo de antes – comenta Roncaglio.Para o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Blumenau (Sindilojas), Emílio Schramm, a recuperação agora passa por aproveitar bem datas como o Dia dos Namorados e a Copa do Mundo – que inclusive foram unidas na campanha para os lojistas. A expectativa do comércio para o período deve ser divulgada nos próximos dias, mas o tom já é de um otimismo, até mesmo por necessidade.– Se iríamos vender 10 no Dia dos Namorados, vamos tentar vender 11. O que vier de promoção teremos de fazer – avalia Schramm.Reflexos fortes nos supermercados e nos hotéisTão difícil quanto contabilizar os pontos de bloqueio nas rodovias durante a paralisação é enumerar os setores da economia prejudicados ao longo desses dias. Nos supermercados, a expectativa é de que ainda leve mais uma semana até que os estabelecimentos tenham os estoques normalizados, segundo o presidente da Associação Catarinense de Supermercados (Acats), Paulo Lopes. A maior dificuldade está em laticínios, que tiveram produções paralisadas. – De forma geral houve uma impressão de ter vendido acima do normal. Alguns relataram ter vendido até mais do que na véspera do Natal, mas depois disso houve uma queda muito grande – explica o empresário.Restaurante Gutes Essen ficou um dia fechado em razão da greve dos caminhoneiros, pois os funcionários estavam com dificuldades para chegarFoto: Patrick Rodrigues / Jornal de Santa CatarinaEntre os hotéis, a rede de Blumenau tinha 90% de ocupação em razão de eventos grandes na cidade neste fim de semana, mas acabou caindo para uma média de 10% de leitos reservados, diz o vice-presidente do sindicato do setor, Emil Chartouni Neto. O economista e professor da Furb Nazareno Schmoeller afirma que a recuperação econômica pode demorar meses. – Tudo vai depender do nível de consumo que vamos ter depois da recuperação.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaHora da retomada nas indústrias do Vale do ItajaíJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-hora-da-retomada-nas-industrias-do-vale-do-itajai-10361302Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24386890Rodrigo Quadros pede exoneração e deixa a Secretaria de Defesa do Cidadão de BlumenauÉ o terceiro nome do secretariado a deixar o governo de Mário Hildebrandt (PSB) em cinco dias2018-05-30T15:11:35-03:002018-05-30T15:11:35-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesRodrigo Quadros pede exoneração e deixa a Secretaria de Defesa do Cidadão de BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24386890Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-rodrigo-quadros-pede-exoneracao-e-deixa-a-secretaria-de-defesa-do-cidadao-de-blumenau-10359042Rodrigo Quadros pede exoneração e deixa a Secretaria de Defesa do Cidadão de BlumenauÉ o terceiro nome do secretariado a deixar o governo de Mário Hildebrandt (PSB) em cinco dias2018-05-30T15:11:35-03:002018-05-30T15:11:35-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brRodrigo Quadros entregou nesta quarta-feira o pedido de exoneração do cargo de secretário de Defesa do Cidadão de Blumenau. Pouco mais de um ano à frente da pasta que comanda a Defesa Civil do município, Quadros fez o pedido de desligamento em reunião com o prefeito Mário Hildebrandt (PSB)Ele é o terceiro nome de primeiro escalão a deixar o secretariado do novo prefeito em menos de cinco dias. Na semana passada, após cinco anos e cinco meses à frente da Secretaria de Saúde, Maria Regina Soar pediu demissão. Além dela, Cezar Cim, coordenador do Procon, abriu mão da função para assumir uma cadeira na Câmara de Vereadores.O diretor da Defesa Civil, Adriano da Cunha, assume a Defesa do Cidadão de forma interina.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaRodrigo Quadros pede exoneração e deixa a Secretaria de Defesa do Cidadão de BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-rodrigo-quadros-pede-exoneracao-e-deixa-a-secretaria-de-defesa-do-cidadao-de-blumenau-10359042Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24386827Posto no Salto Weissbach, em Blumenau, é o primeiro a receber combustíveisLonga fila já se forma no entorno do estabelecimento2018-05-30T14:37:03-03:002018-05-30T14:37:03-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSEduardo Cristófoli / NSCTVPosto no Salto Weissbach, em Blumenau, é o primeiro a receber combustíveisJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24386827Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-posto-no-salto-weissbach-em-blumenau-e-o-primeiro-a-receber-combustiveis-10358997Posto no Salto Weissbach, em Blumenau, é o primeiro a receber combustíveisLonga fila já se forma no entorno do estabelecimento2018-05-30T14:37:03-03:002018-05-30T14:37:03-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brUm posto de combustíveis no bairro Salto Weissbach foi o primeiro a receber combustível para venda, em Blumenau. Segundo o gerente do estabelecimento, os caminhões trouxeram o combustível com escolta da PRF, Exército e Polícia Militar ainda pela manhã. O posto está comercializando o litro da gasolina comum e aditivada a R$ 3,92 e do diesel S-10 a R$ 3,49. Desde o fim da manhã uma fila – que no início desta tarde chegou a dois quilômetros – está se formando no entorno do estabelecimento.Leia maisPostos de Blumenau devem ter combustível na tarde desta quarta-feira, afirma sindicatoPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaPosto no Salto Weissbach, em Blumenau, é o primeiro a receber combustíveisJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-posto-no-salto-weissbach-em-blumenau-e-o-primeiro-a-receber-combustiveis-10358997Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24381953Prefeitura de Blumenau anuncia novo coordenador do ProconAdvogado André Cunha assumirá o cargo deixado por Cezar Cim2018-05-28T16:10:08-03:002018-05-28T16:10:08-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDivulgaçãoPrefeitura de Blumenau anuncia novo coordenador do ProconJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24381953Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-prefeitura-de-blumenau-anuncia-novo-coordenador-do-procon-10357155Prefeitura de Blumenau anuncia novo coordenador do ProconAdvogado André Cunha assumirá o cargo deixado por Cezar Cim2018-05-28T16:10:08-03:002018-05-28T16:10:08-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brApós a saída do advogado Cezar Cim do cargo de coordenador do Procon de Blumenau, confirmada na sexta-feira, a prefeitura de Blumenau divulgou nesta segunda que André Moura da Cunha assumirá o cargo. Também advogado, Cunha é bacharel em direito e pós-graduando em Direito Penal, Civil e Criminal. Ele já atuou como diretor jurídico do Seterb e assessor parlamentar na Câmara de Vereadores de Blumenau.O anúncio foi oficializado pelo prefeito Mário Hildebrandt e Cunha assume a pasta já nesta terça-feira com a missão de fiscalizar as práticas denunciadas na semana passada de preços abusivos cobrados por combustíveis na cidade.Suplente no Legislativo, Cezar Cim deixou a coordenação do Procon para assumir a cadeira na Câmara de Almir Vieira (PP), que pediu licença.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaPrefeitura de Blumenau anuncia novo coordenador do ProconJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-prefeitura-de-blumenau-anuncia-novo-coordenador-do-procon-10357155Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24376639Secretária de Saúde de Blumenau pede exoneração do cargoPedido foi entregue ao prefeito Mário Hildebrandt (PSB) nesta sexta-feira2018-05-25T14:43:21-03:002018-05-25T14:43:21-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSArtur MoserSecretária de Saúde de Blumenau pede exoneração do cargoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24376639Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-secretaria-de-saude-de-blumenau-pede-exoneracao-do-cargo-10354930Secretária de Saúde de Blumenau pede exoneração do cargoPedido foi entregue ao prefeito Mário Hildebrandt (PSB) nesta sexta-feira2018-05-25T14:43:21-03:002018-05-25T14:43:21-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brDepois de cinco anos e cinco meses à frente da Secretaria de Saúde de Blumenau, Maria Regina de Souza Soar pediu exoneração do cargo na manhã desta sexta-feira. O pedido foi entregue ao prefeito Mário Hildebrandt (PSB). Oscar Rautenberg, atual diretor-geral da pasta, assume interinamente a função. ::: Leia mais notícias de política na coluna de Clóvis ReisMaria Regina é uma das remanescentes da primeira formação do primeiro escalão do ex-prefeito Napoleão Bernardes (PSDB), em 2013. Agora, somente Paulo Costa (Gestão e Transparência), Ricardo Stodieck (Turismo e Vila Germânica), Alexandro Fernandes (Samae, porém que passou pela Fazenda), Schrubbe (Manutenção Urbana, porém que passou pela Defesa Civil) e Erno Bublitz (Intendência na Vila Itoupava), ainda formam a base do governo.Em nota, a prefeitura não explicou os motivos do pedido.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaSecretária de Saúde de Blumenau pede exoneração do cargoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-secretaria-de-saude-de-blumenau-pede-exoneracao-do-cargo-10354930Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24371861Gasolina chega a R$ 4,59 em Blumenau e Procon alerta sobre possível aumento abusivoAo menos quatro postos já têm registro de falta de combustível2018-05-23T17:48:08-03:002018-05-23T17:48:08-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDivulgação / ReproduçãoGasolina chega a R$ 4,59 em Blumenau e Procon alerta sobre possível aumento abusivoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24371861Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-gasolina-chega-a-r-4-59-em-blumenau-e-procon-alerta-sobre-possivel-aumento-abusivo-10352997Gasolina chega a R$ 4,59 em Blumenau e Procon alerta sobre possível aumento abusivoAo menos quatro postos já têm registro de falta de combustível2018-05-23T17:48:08-03:002018-05-23T17:48:08-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO aumento repentino no preço da gasolina comum traz um alerta ao Procon de Blumenau. Em um posto de combustíveis na região Norte da cidade, o valor chegou a R$ 4,59 na tarde desta quarta-feira – até o início da tarde de terça-feira, a média do valor cobrado na cidade era de R$ 4,13. Conforme o coordenador do órgão de defesa do consumidor do município, Cezar Cim, esse reajuste em um momento anormal é o que gera desconfiança. Para ele, neste momento, o maior fiscalizador tem que ser o consumidor:– É preciso guardar a nota fiscal e trazer para o Procon. Se for confirmado, é passível de multa, que vai de 200 a 3 milhões de UFIR (unidade fiscal de referência). Aumentar injustificadamente o preço de produtos e serviços é uma prática abusiva.::: Postos em Blumenau começam a registrar falta de combustíveis– Se as denúncias chegarem, poderemos solicitar ao dono do posto a nota fiscal de compra que comprove se o lucro está de acordo ou não – explica Cim.Conforme o coordenador do Procon, o momento que a região vive – com greve dos caminhoneiros autônomos e falta de combustíveis em ao menos quatro postos da cidade – não é desculpa para se usar o argumento da oferta e procura.– Vivemos em um país capitalista, mas não é o momento para aumentar o preço. Isso é uma irresponsabilidade e desrespeito ao consumidor – finaliza. tFrom:cms -->Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaGasolina chega a R$ 4,59 em Blumenau e Procon alerta sobre possível aumento abusivoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-gasolina-chega-a-r-4-59-em-blumenau-e-procon-alerta-sobre-possivel-aumento-abusivo-10352997Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24371877Postos de Blumenau registram falta de combustíveisPelo menos quatro estabelecimentos da cidade procurados pela reportagem relataram que estoque de gasolina, etanol ou diesel esgotou na tarde desta quarta-feira2018-05-23T17:44:30-03:002018-05-23T17:44:30-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSJean Laurindo / Jornal de Santa CatarinaPostos de Blumenau registram falta de combustíveisJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24371877Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-postos-de-blumenau-registram-falta-de-combustiveis-10352993Postos de Blumenau registram falta de combustíveisPelo menos quatro estabelecimentos da cidade procurados pela reportagem relataram que estoque de gasolina, etanol ou diesel esgotou na tarde desta quarta-feira2018-05-23T17:44:30-03:002018-05-23T17:44:30-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA paralisação dos caminhoneiros iniciada na segunda-feira por causa do aumento do preço do diesel em todo o país provocou uma corrida aos postos de combustíveis nesta quarta-feira em Blumenau. Alguns estabelecimentos registram grandes filas.Em pelo menos quatro postos procurados pela reportagem por volta das 17h já havia acabado algum tipo dos combustíveis à venda. No Posto Sonei, na Itoupava Central, havia acabado a gasolina comum. No Autoposto Tribess, na Rua Hermann Tribess, os estoques gasolina comum e aditivada, mais etanol, haviam se esgotado. No Posto Bela Joia da Antônio da Veiga, no bairro Victor Konder, havia zerado o estoque de gasolina comum e aditivada nos tanques. E no Posto Bela Joia da Rua São Paulo, na Itoupava Seca, todos os tipos de combustível à venda haviam acabado.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaPostos de Blumenau registram falta de combustíveisJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-postos-de-blumenau-registram-falta-de-combustiveis-10352993Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24361401Número de agricultores cai pela metade em Blumenau, mas ainda movimenta cerca de R$ 40 milhões ao anoNa cidade voltada à tecnologia e à indústria, há quem ainda tire o sustento exclusivamente das plantações.2018-05-19T08:00:04-03:002018-05-19T08:00:04-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesNúmero de agricultores cai pela metade em Blumenau, mas ainda movimenta cerca de R$ 40 milhões ao anoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24361401Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-numero-de-agricultores-cai-pela-metade-em-blumenau-mas-ainda-movimenta-cerca-de-r-40-milhoes-ao-ano-10347390Número de agricultores cai pela metade em Blumenau, mas ainda movimenta cerca de R$ 40 milhões ao anoNa cidade voltada à tecnologia e à indústria, há quem ainda tire o sustento exclusivamente das plantações.2018-05-19T08:00:04-03:002018-05-19T08:00:04-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brÉ época de colher aipim. Mas é tempo da safra de tangerina também. Enquanto isso, um cantinho da plantação precisa ser bem cuidado, porque as alfaces já estão pomposas e esverdeadas. Um pouco mais à frente, as folhas da beterraba indicam que as raízes comestíveis podem ir à panela e, próximo a um riacho, as avantajadas batatas-doces quase imploram pela enxada. Repolho, pepino, taiá, banana. O que não faltam são opções nas terras da família Tribess. A diferença é que enquanto algumas pessoas têm pequenas hortas em casa para consumo próprio, é do solo que Maria Cristina, Ademir, Alfredo, Samara e Sandra tiram o sustento do dia a dia. E engana-se quem pensa que esse contexto agrícola só ocorre em cidades menores do Vale do Itajaí, porque é em um grande terreno que atravessa a Rua Luiz Maske, na Itoupavazinha, que estes blumenauenses labutam.Atirar para todos os lados e manter diversos cultivos, segundo Ademir, é uma estratégia da família para evitar perdas de safras e prejuízos – o que para os pequenos agricultores, como é o caso dele, pode significar anos e anos de trabalho só buscando colocar a casa em ordem. Ele conta que até pouco tempo o tomate era a única fonte de renda. Os metros quadrados repletos do fruto resultavam em cifras numerosas à família. Até que uma praga surgiu e fez o vermelho deixar o tomateiro para invadir a planilha de despesas.– A bactéria acabou com tudo. Foram três anos no aperto – lamenta Ademir, ao lembrar da época desfavorável.As terras vão além do alcance dos olhos. Quando parece ser o limite, Adi – como prefere ser chamado – aparece com um trator. Isso porque é próximo ao morro, a um quilômetro dali, que a fartura acontece. De um lado, milhares de pés de aipim. Do outro, centenas de árvores estão repletas de tangerina a ponto dos galhos envergarem e quebrar. Ambos são os pilares da produção da família. Só com a mandioca, os Tribess têm a meta de colher aos menos 23 toneladas neste ano. Já da mexerica, são mais 14 toneladas. Com a venda para o programa de merendas escolares, feiras e supermercados da região, a família ganha o suficiente para viver com conforto e renda maior do que se optassem por “trabalhar fora”, garante Adi:– Uma vez consegui um serviço em uma fábrica de refrigerantes. Só aguentei nove meses.Número de agricultores despencou em 20 anosPara quem diariamente passa pelas principais vias urbanas do município é difícil imaginar que na Blumenau voltada à indústria têxtil e, mais recentemente, como polo de software e outros tipos de prestação de serviço, há quem viva do campo. Conforme dados do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Blumenau hoje há cerca de 400 pessoas apenas na cidade que vivem da roça, metade de duas décadas atrás. Esse novo êxodo rural, segundo a presidente Cátia Hackbarth, é consequência de uma geração que não quer apostar na economia rural e prefere seguir outros caminhos profissionais – algo que ocorre em todo o país. Isso faz com que o cultivo fique a cargo dos mais velhos, o que gradativamente restringe a produção.– O produto é bom, sem agrotóxicos, mas não é valorizado. Por isso muitos saem e vão trabalhar em fábrica, já que veem que às vezes só disso não dá para viver. Mas é preciso lembrar que se o agricultor não plantar, a cidade não vai jantar. A economia rural de Blumenau tem que ser mais valorizada, inclusive pela própria população – opina Cátia.Já Adi nem mesmo pensa em largar a roça. Desde criança na área, ele se especializou e até projeta novos cultivos. Tomate- cereja para exportação, pitaia e criação de tilápia são os focos daqui para frente. Tudo buscando melhorar a renda. Mas será que ele dá conta de manter uma plantação com tanta variedade? Ele garante que sim.– A gente tem que se virar, né? Pra tudo se dá um jeito – diz o orgulhoso agricultor de 40 anos, enquanto uma gota de suor escorre pelo rosto sujo de barro após um dia inteiro embaixo do sol – o mesmo que sua família faz desde 1930. Na propriedade de Ademir são produzidas mais 14 toneladas de mexericaFoto: Patrick Rodrigues / Jornal de Santa CatarinaProdução anual chega a R$ 40 milhõesEmbora restrita a algumas regiões da cidade, a produção rural movimenta cerca de R$ 40 milhões por ano, divididos entre lavouras permanentes, temporárias, pecuária, entre outros. A produção de ovos alavanca esse total. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2016, o município produz 10,7 milhões de dúzias por ano, correspondendo a R$ 21,4 milhões, colocando Blumenau com o terceiro melhor índice do Estado, pouco atrás de Biguaçu, que está na segunda posição, e com metade dos números de São Ludgero, com a marca de 22,4 milhões de dúzias anuais.Atualmente, Blumenau possui 2 mil propriedades rurais, das quais 700 têm produção, e aproximadamente 900 agricultores ligados ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais da cidade. Destes, menos da metade tem no campo o seu principal sustento.Lavouras mistas são herança histórica no ValeEnquanto grandes planícies brasileiras são ilustradas por megaplantações de soja, cana-de-açúcar, milho ou café, o Vale do Itajaí tem uma característica peculiar, que são os minifúndios. Desde o tempo da colonização, as lavouras eram constituídas com base na variedade, com o objetivo de gerar o sustento das famílias aqui estabelecidas.A historiadora Sueli Petry explica que não havia uma padronização no cultivo porque, antes de tudo, o blumenauense pensava naquilo que iria comer no dia a dia, e não no que iria sobrar. Só décadas depois é que o trabalhador rural percebeu que as sobras não precisavam ser destinadas só aos porcos e começou a comercializá-las.– É a característica do regime rural. Não havia padronização porque se pensava em sobrevivência. Frutas, legumes, verduras, batata-doce, aipim, tudo com o objetivo de ter diversidade na alimentação da família – conta Sueli.Esse laço com o passado é o que, para a historiadora, se reflete nas pequenas plantações blumenauenses dos tempos atuais. Embora, atualmente, em muitos casos o objetivo seja o comércio e não necessariamente o sustento, como é o caso da família Tribess. Os minifúndios do passado ganharam a companhia de maquinários, tecnologias, mas não perderam a característica principal: oferecer um produto fresco, sem agrotóxicos e proveniente de famílias humildes da cidade.Direção do sindicato diz que falta incentivo do municípioO desinteresse dos jovens pela agricultura como fonte de renda é ponto importantes sobre o futuro da economia rural de Blumenau. Mas para a presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais da cidade, Cátia Hackbarth, há outra questão preponderante no desdém dos mais novos pela roça: a falta de incentivo público.A alegação é de que, embora as famílias tenham propriedades grandes o suficiente para garantir uma produção, há pouco ou nenhum motivador para que elas tenham o interesse em fazer desta a única fonte de recursos.– É preciso que haja um programa para a cessão de implementos agrícolas, tratores, arados, plantadeiras. É preciso, por exemplo, linhas de crédito para maquinário. Hoje o agricultor trabalha a vida inteira para conseguir comprar um trator – conta a presidente.– O produto daqui é bom, sem agrotóxicos, mas não é valorizado. Por isso muitos vão trabalhar em fábricas, porque veem que disso, (roça) às vezes, não dá para viver.Outra questão a ser debatida, para o sindicato, é o preço dos produtos no mercado. – Muitos lugares preferem pegar de grandes cooperativas, onde o aipim vem velho e não é fresco como o nosso, só porque é mais barato. Mas vou te dizer: por R$ 0,50 o quilo eu prefiro dar o aipim para as vacas do que vender – pondera Gilmar Barth, produtor de aipim na Itoupava Central.Alexandre Faht, nomeado há menos de uma semana para o cargo de diretor rural da prefeitura de Blumenau, admite que há carências no setor, mas garante que há apoio para os agricultores.– Temos várias frentes de trabalho com agricultores, como médico veterinário, serviço de inspeção, técnicos agrícolas, patrulha mecanizada, assistência às feiras, inseminação de bovinos, assistência técnica. Há problemas, mas estamos tentando – afirma.::: Leia mais notícias no SantaPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaNúmero de agricultores cai pela metade em Blumenau, mas ainda movimenta cerca de R$ 40 milhões ao anoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-numero-de-agricultores-cai-pela-metade-em-blumenau-mas-ainda-movimenta-cerca-de-r-40-milhoes-ao-ano-10347390Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24357551Temer confirma R$ 20 milhões para obras de mobilidade em IndaialRecurso virá do programa Avançar Cidades e foi anunciado pelo presidente em evento em Florianópolis2018-05-17T11:30:07-03:002018-05-17T11:30:07-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLeo MunhozTemer confirma R$ 20 milhões para obras de mobilidade em IndaialJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24357551Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-temer-confirma-r-20-milhoes-para-obras-de-mobilidade-em-indaial-10345666Temer confirma R$ 20 milhões para obras de mobilidade em IndaialRecurso virá do programa Avançar Cidades e foi anunciado pelo presidente em evento em Florianópolis2018-05-17T11:30:07-03:002018-05-17T11:30:07-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brFoto: Leo Munhoz / Diário CatarinenseDurante visita a Florianópolis nesta quarta-feira à noite, o presidente Michel Temer assinou a liberação de R$ 44 milhões em crédito do Programa Avançar Cidades — que vai beneficiar sete municípios catarinenses. Serão cinco no sul do Estado, um no Oeste e um no Vale do Itajaí.Indaial foi a cidade contemplada e vai receber R$ 20 milhões para investir em obras de mobilidade urbana. A maior parte do dinheiro vai ser para pavimentar ruas nos bairros Encano do Norte, Estrada das Areias, João Paulo Segundo e Mulde. A prefeitura informou que deve fazer uma coletiva de imprensa na semana que vem para detalhar o projeto.Leia maisEm Florianópolis, Temer anuncia R$ 44,1 milhões em crédito para 8 cidades de SCDurante o evento, Temer confirmou também a liberação de R$ 16,6 milhões para a conclusão da obra do Centro de Eventos de Balneário Camboriú.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaTemer confirma R$ 20 milhões para obras de mobilidade em IndaialJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-temer-confirma-r-20-milhoes-para-obras-de-mobilidade-em-indaial-10345666Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24340380Justiça abre processo contra ex-prefeito João Paulo KleinübingJuiz da 1ª Vara da Fazenda de Blumenau recebeu ação civil pública proposta pelo MP por supostos atos de improbidade administrativa2018-05-10T11:19:12-03:002018-05-10T11:19:12-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMarco FaveroJustiça abre processo contra ex-prefeito João Paulo KleinübingJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24340380Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-justica-abre-processo-contra-ex-prefeito-joao-paulo-kleinubing-10335639Justiça abre processo contra ex-prefeito João Paulo KleinübingJuiz da 1ª Vara da Fazenda de Blumenau recebeu ação civil pública proposta pelo MP por supostos atos de improbidade administrativa2018-05-10T11:19:12-03:002018-05-10T11:19:12-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brEm despacho assinado na terça-feira e divulgado nesta quarta-feira, o juiz da 1ª Vara da Fazenda de Blumenau, João Baptista Vieira Sell, abriu um processo por supostos atos de improbidade administrativa contra o deputado federal e ex-prefeito de Blumenau João Paulo Kleinübing (DEM). O magistrado recebeu a ação civil pública proposta pelo Ministério Público em dezembro do ano passado referente a atos que teriam ocorrido durante a gestão de Kleinübing à frente da prefeitura, em 2012.Na decisão interlocutória, o juiz aponta que "há indícios de que João Paulo contraiu dívidas durante os últimos oito meses de seu mandato, sem disponibilidade de recursos financeiros para isso e, ainda, encerrou a sua gestão deixando déficit financeiro, comprometendo o orçamento fiscal do exercício seguinte".Leia maisJustiça determina bloqueio de bens de R$ 6,5 milhões de nove pessoas em BlumenauSell cita na decisão 12 supostas irregularidades e divergências nas finanças do município, que foram apresentadas em um relatório enviado pelo MP. Para o juiz, "os indícios constantes dos autos são suficientes para o recebimento da inicial (ação civil pública) e o consequente processamento", o que abre o processo e inicia os trâmites de defesa. O MP também foi intimado para apresentar as alegações.CONTRAPONTOAtravés de nota enviada pela assessoria de imprensa, o ex-prefeito e deputado federal João Paulo Kleinübing disse que a ação causa "certa estranheza" e que todas as contas do mandato foram aprovadas. Confira abaixo o que diz o texto na íntegra:Acerca da ação civil de improbidade administrativa do Ministério Público acatada nesta quarta-feira, pelo juiz João Baptista Sell, da 1ª Vara da Fazenda Pública, o deputado e ex-prefeito de Blumenau, João Paulo Kleinübing esclarece alguns pontos relevantes para o processo, uma vez que o próprio Ministério Público Federal já se manifestou sobre o caso.Primeiramente é importante ressaltar que a Ação Civil Pública, proposta pelo Ministério Público de Santa Catarina em dezembro de 2017 contra o ex-prefeito João Paulo Kleinübing, analisa o suposto descumprimento do art. 42 da Lei de Responsabilidade Fiscal durante o ano de 2012, onde o gestor público é proibido, nos últimos oito meses de gestão, de contrair despesas que não possam ser pagas dentro do exercício do mandato.Este mesmo fato já foi analisado pelo Tribunal de Contas de Santa Catarina quando em 16 de dezembro de 2013 Tribunal decidiu pela regularidade das contas da prefeitura, recomendando inclusive a Câmara de Vereadores a aprovação das contas do ex-prefeito João Paulo Kleinübing. O próprio Ministério Público, junto ao Tribunal de Contas, entendeu na época não haver comprometimento da próxima gestão e opinou também pela aprovação das contas.Em 8 de agosto de 2017 o Ministério Público Federal, através do Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, manifestou-se sobre estes mesmos fatos, desta vez na esfera criminal, reconhecendo não haver nenhum crime da parte do ex-prefeito bem como qualquer prejuízo ao município de Blumenau. Com isso, o posicionamento do Ministério Público Federal foi o de recomendar ao Supremo Tribunal Federal o arquivamento do inquérito.Diante de todos estes fatos e dos quase cinco anos decorridos desde a prestação de contas, a ação e a insistência do Ministério Público nas discussões já superadas no judiciário causa, de fato, certa estranheza.O deputado e ex-prefeito de Blumenau, João Paulo Kleinübing, no entanto, reforça sua confiança na justiça catarinense, manifestando a certeza de que esta ação será julgada improcedente, como as demais, ficando a verdade restabelecida.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaJustiça abre processo contra ex-prefeito João Paulo KleinübingJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-justica-abre-processo-contra-ex-prefeito-joao-paulo-kleinubing-10335639Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24336824Juiz fala sobre ação que pede bloqueio de bens de 12 pessoas e duas empresas em BlumenauO magistrado atribui a lentidão ao grande número de processos na Comarca e detalha a situação da decisão do último dia 32018-05-10T08:00:30-03:002018-05-10T08:00:30-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesJuiz fala sobre ação que pede bloqueio de bens de 12 pessoas e duas empresas em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24336824Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-juiz-fala-sobre-acao-que-pede-bloqueio-de-bens-de-12-pessoas-e-duas-empresas-em-blumenau-10335191Juiz fala sobre ação que pede bloqueio de bens de 12 pessoas e duas empresas em BlumenauO magistrado atribui a lentidão ao grande número de processos na Comarca e detalha a situação da decisão do último dia 32018-05-10T08:00:30-03:002018-05-10T08:00:30-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brResponsável por dar prosseguimento a um processo que está entre idas e vindas na Justiça desde 2001, o juiz João Baptista Vieira Sell fala sobre a ação que investiga atos de improbidade administrativa na gestão do ex-prefeito de Blumenau e deputado federal Décio Lima (PT). Em entrevista, por e-mail, o magistrado atribui a lentidão ao grande número de processos na Comarca e detalha a situação da decisão do último dia 3, que determinou o bloqueio de bens do ex-prefeito, outras 11 pessoas e duas empresas, no somatório de R$ 6,5 milhões. O ato, segundo o despacho do juiz, é preventivo para garantir o ressarcimento aos cofres públicos caso, ao final, os citados sejam condenados. Confira:O que falta para o processo chegar ao fim? Quais os próximos passos?Para que o processo chegue ao fim é necessário que haja, além da manifestação por escrito já oferecida pelos requeridos, a apresentação de defesa ou contestação à ação movida pelo Ministério Público, após a qual o processo seguirá para instrução e julgamento.O processo continua na Comarca? Sim, o processo continua na Comarca de Blumenau. O fato de um dos requeridos ser titular de mandato eletivo e por isso possuir foro por prerrogativa de função não altera a competência para o processo e julgamento da ação movida pelo Ministério Público, porque a natureza desta ação não é penal, mas cível. Portanto, o tema tratado nada tem a ver com a recente decisão do Supremo Tribunal Federal acerca do tema “foro privilegiado”.A defesa do ex-prefeito apresenta argumentos como o caso que já teve decisão do STF, que seria favorável a ele. Isso procede ou é uma interpretação equivocada?Ao magistrado é vedado, por lei, pronunciar-se sobre questões que envolvam o mérito da causa fora dos autos do processo.Por que o processo sobre fatos de 1999, com CPI e início processual em 2001, demorou a ponto de receber uma decisão interlocutória só agora?Existem duas ações conexas que foram analisadas na presente decisão interlocutória: uma, movida pelo Município de Blumenau em maio de 2001, onde já se determinou a indisponibilidade de bens, e outra, movida pelo Ministério Público do Estado de Santa Catarina em janeiro de 2004, que agora foi recebida e na qual também houve a determinação de indisponibilidade de bens dos demandados naquele processo. Além do mais, assumi a 1ª Vara da Fazenda Pública em maio de 2014, na qual tramitam hoje 16.381 processos, muitos dos quais gozam de prioridade em sua tramitação por envolverem idosos, pessoas acometidas por doenças das mais graves, pedidos de medicamentos e procedimentos de caráter emergencial. Ainda há o considerável número de partes envolvidas da demanda (14), alguns não encontrados para a notificação prévia, o que demandou sua notificação por edital, bem como a expressiva quantidade de documentos juntados aos autos nos volumes depositados em cartório, que somam aproximadamente 12 mil páginas. Por fim, é igualmente importante mencionar a existência de movimento para a priorização de ações que versem sobre improbidade administrativa mediante a definição de metas por parte do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).Leia tambémSaiba quais são os próximos passos do processo que bloqueou R$ 6,5 milhões em bens de 14 suspeitos em BlumenauPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaJuiz fala sobre ação que pede bloqueio de bens de 12 pessoas e duas empresas em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-juiz-fala-sobre-acao-que-pede-bloqueio-de-bens-de-12-pessoas-e-duas-empresas-em-blumenau-10335191Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-bloqueio-de-bens-de-suspeitos-por-irregularidades-em-blumenau-comeca-na-justica-10334190Bloqueio de bens de suspeitos por irregularidades em Blumenau começa na JustiçaDecisão judicial determinou a indisponibilidade de patrimônio de duas empresas e 12 pessoas em Blumenau no total de R$ 6,5 milhões2018-05-09T07:12:35-03:002018-05-09T07:12:35-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brComeçou nesta terça-feira o processo de bloqueio de bens no total de R$ 6,5 milhões de duas empresas e 12 pessoas em Blumenau, entre políticos, empresários e servidores públicos. Todos são citados em uma lista de 28 supostos atos de improbidade administrativa citados pelo Ministério Público à Justiça com base em relatórios que apontaram supostas irregularidades na Secretaria de Obras e na Companhia Urbanizadora de Blumenau (URB) entre 1997 e 2000, durante a gestão de Décio Lima (PT).Além do próprio ex-prefeito de Blumenau, constam na lista de bloqueios os seguintes nomes: Elmo Grutzmacher, Stênio Sales Jacob, Verdi Alves da Silva, Kentaro Hayashi, Roberto de Souza Beduschi, Américo Tomazini, Omar Cesar Pedroso Marcondes e Oscar Alberto da Silva Gayer, além da empresa LMS Locação de Máquinas Ltda. A decisão determina que esses 10 citados tenham bens bloqueados solidariamente entre si no total de R$6.488.379,00.Completam a lista de 14 nomes que tiveram o bloqueio decretado outras três pessoas e uma empresa. O Auto Posto Salto do Norte (Posto Badenorte) teve R$ 68.010,10 bloqueados. Já Celso Marloch, Eriberto Erthal e Elói Antônio Effeting tiveram bloqueados solidariamente R$ 3.075,78.Nenhum dos citados foi julgado. Conforme consta na decisão, que cabe recurso, o bloqueio de bens é uma maneira de garantir o ressarcimento aos cofres públicos caso ao fim do processo eles sejam condenados.Leia maisSaiba quais são os próximos passos do processo que bloqueou R$ 6,5 milhões em bens de 14 suspeitos em BlumenauJustiça determina bloqueio de bens de R$ 6,5 milhões de nove pessoas em BlumenauEntenda como a Justiça chegou ao bloqueio de R$ 6,5 milhões em bens de 14 suspeitos em BlumenauCONTRAPONTOSDécio Lima (PT)Em nota, o ex-prefeito e atual deputado federal afirmou que "depois de 18 anos, e após ser absolvido pelo STF, um juiz de Blumenau resolveu desarquivar um processo morto em pleno ano eleitoral. Acredito que a verdade prevalecerá. A minha trajetória política é marcada pela ética, lisura e honestidade".Américo Tomazini, Eloi Antonio Effeting, Stênio Sales Jacob e Verdi Alves da SilvaRepresentante legal dos quatro citados, o advogado Luiz Carlos Nemetz disse à reportagem que “os nossos clientes são inocentes. Nenhum deles cometeu qualquer irregularidade. Essa ação vindo à baila 17 anos depois de sua propositura é um absurdo. Nós vamos recorrer de todas as decisões contrárias aos nossos clientes”.Kentaro Hayaschi e LMS Locação de Máquinas LtdaA reportagem entrou em contato com o advogado citado no processo como representante, que também era proprietário da empresa. O advogado informou que não atua mais no caso e não soube informar quem seria o novo representante. A reportagem não localizou o citado até a publicação.Elmo GrutzmacherA reportagem conseguiu contato com Elmo Grützmacher na noite de segunda-feita. Ele disse não ter conhecimento da decisão e que pretende recorrer da decisão.Eriberto Erthal e Celso MarlochRepresentante legal dos dois citados, o advogado Jucelei Tavares Menezes disse que se trata de um processo muito antigo e que ele irá se inteirar da situação para se posicionar.Oscar Alberto da Silva GayerA reportagem entrou em contato com o advogado Marcos Araujo Fernandes, representante legal dos citados no processo. No escritório de Fernandes, a reportagem foi informada que ele está em viagem ao exterior e não obteve retorno até a publicação.Roberto de Souza BeduschiEm contato telefônico na residência do citado, a reportagem foi informada de que o citado não estava. O telefone celular dele não foi informado para a tentativa de um novo contato.Auto Posto Salto do NorteRepresentante legal da empresa no processo, o advogado Ivan Naatz afirmou que ainda não foi notificado oficialmente da decisão e que “o processo já decorre há muito tempo e que não havia uma decisão. Então, o momento agora é de se inteirar para ver o que de fato aconteceu para daí tomar as medidas cabíveis”.Omar Cesar Pedroso MarcondesA reportagem não localizou o citado e nem seu representante legal até a publicação.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaBloqueio de bens de suspeitos por irregularidades em Blumenau começa na JustiçaJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-bloqueio-de-bens-de-suspeitos-por-irregularidades-em-blumenau-comeca-na-justica-10334190Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-saiba-quais-sao-os-proximos-passos-do-processo-que-bloqueou-r-6-5-milhoes-em-bens-de-14-suspeitos-em-blumenau-10334113Saiba quais são os próximos passos do processo que bloqueou R$ 6,5 milhões em bens de 14 suspeitos em BlumenauHá 17 anos na Justiça, ação que investiga supostos atos de improbidade em Blumenau chega à nova fase2018-05-09T06:51:52-03:002018-05-09T06:51:52-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA decisão judicial que determinou o bloqueio de bens no valor de R$ 6,5 milhões de 12 pessoas e duas empresas em Blumenau por supostos atos de improbidade administrativa cometidos durante a gestão de Décio Lima (PT) na prefeitura é um novo capítulo de uma historia que está na Justiça desde 2001. A determinação do juiz João Baptista Vieira Sell, da 1ª Vara da Fazenda da Comarca de Blumenau, tem origem em dois processos.O primeiro é datado de 2001 e investiga prejuízos causados aos cofres públicos por supostas irregularidades no departamento de obras da prefeitura de Blumenau. O segundo é de 2004 e tem como base a CPI das Obras, e foi movido através de Ação Civil Pública do Ministério Público. Também investiga irregularidades na prefeitura e atos de improbidade administrativa no setor de obras.Os dois processos tratam basicamente dos mesmos fatos, que teriam ocorrido entre 1997 e 2000. O primeiro processo, de 2001, está mais avançado e já teve o bloqueio de bens dos envolvidos decretado anteriormente. O segundo, de 2004, passa pelos mesmos trâmites e teve o bloqueio decretado na última sexta-feira. Nenhum dos dois processos foi arquivado ou julgado.O juiz João Baptista Vieira Sell recebeu oficialmente a ação civil pública do Ministério Público de 2004 e encerrou a fase preliminar, que teve defesas e uma série de embargos e agravos que fizeram o caso demorar tanto tempo para tramitar. Agora, o processo entra na fase de contestação: os 14 citados podem recorrer.Depois virá a parte de instrução, que é o momento de produção de provas. Nesse estágio, conforme especialistas ouvidos pela reportagem, é que haverá perícia e depoimentos de testemunhas sobre os supostos atos irregulares de quase 20 anos atrás. Ao mesmo tempo, o juiz decidiu suspender o processo de 2001 temporariamente até que a ação de 2004 chegue ao mesmo estágio dela.Leia maisJustiça começa o bloqueio de bens de 14 suspeitos nesta terça-feiraDe acordo com especialistas consultados pela reportagem, com base nos trâmites do processo até o momento, o volume de ações na Vara da Fazenda e o número de réus no processo, é possível que o julgamento em primeira instância demore. De forma geral, todos os trâmites que ocorreram nos últimos 17 anos podem se repetir novamente nesta segunda parte do processo.Conforme o próprio juiz e advogados consultados pela reportagem, o caso já demora muito mais que o normal pela Justiça brasileira. Uma série de recursos, embargos e agravos fizeram o processo passar por diferentes esferas judiciais apenas para decidir méritos do processo. O caso chegou a ir até o Supremo Tribunal Federal (STF) para determinar se o caso de Décio Lima (PT), que é deputado federal, deveria ser julgado na esfera municipal. Como o processo envolve 14 pessoas, todas tiveram prazos para apresentar defesas preliminares e recursos. Além disso, a ação tramita na Vara da Fazenda e Registros Públicos, que tem mais de 16 mil processos.Entenda como a Justiça chegou ao bloqueio de R$ 6,5 milhões em bensPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaSaiba quais são os próximos passos do processo que bloqueou R$ 6,5 milhões em bens de 14 suspeitos em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-saiba-quais-sao-os-proximos-passos-do-processo-que-bloqueou-r-6-5-milhoes-em-bens-de-14-suspeitos-em-blumenau-10334113Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24336824Entenda como a Justiça chegou ao bloqueio de R$ 6,5 milhões em bens de 14 suspeitos em BlumenauPolíticos, empresários e servidores da prefeitura são suspeitos de atos de improbidade administrativa no departamento de obras durante a gestão do ex-prefeito Décio Lima (PT)2018-05-08T17:02:21-03:002018-05-08T17:02:21-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesEntenda como a Justiça chegou ao bloqueio de R$ 6,5 milhões em bens de 14 suspeitos em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24336824Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-entenda-como-a-justica-chegou-ao-bloqueio-de-r-6-5-milhoes-em-bens-de-14-suspeitos-em-blumenau-10333867Entenda como a Justiça chegou ao bloqueio de R$ 6,5 milhões em bens de 14 suspeitos em BlumenauPolíticos, empresários e servidores da prefeitura são suspeitos de atos de improbidade administrativa no departamento de obras durante a gestão do ex-prefeito Décio Lima (PT)2018-05-08T17:02:21-03:002018-05-08T17:02:21-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA Justiça determinou o bloqueio de bens de 12 pessoas e duas empresas em Blumenau por supostos atos de improbidade administrativa que teriam sido cometidos durante o governo do ex-prefeito Décio Lima (PT).Leia maisJustiça determina bloqueio de bens de R$ 6,5 milhões de nove pessoas em BlumenauA decisão, que cabe recurso, foi proferida na última quinta-feira e disponibilizada no site do Tribunal de Justiça de Santa Catarina no dia seguinte. Entenda como a Justiça chegou ao bloqueio de R$ 6,5 milhões em bens de 14 suspeitos em Blumenau:• 1997: Ano em que, conforme auditoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE), ocorreriam os primeiros dos 28 supostos atos de improbidade administrativa em execuções de obras. Sete anos mais tarde, em 2004, ação proposta pelo Ministério Público aponta que seria a partir deste ano que teriam ocorrido pagamentos de obras não realizadas ou em duplicidade, irregularidades em pavimentação de ruas e operações de tapa buraco, desvios de verbas da Secretaria de Obras e desvio de função, com funcionários públicos exercendo funções para empresas privadas.• 1999: Servidores da Companhia Urbanizadora de Blumenau (URB) teriam assinado um memorando que consta o suposto sumiço de documentos e de um computador entre 22 e 30 de abril referente à execução de diversas obras do município.• 2000: Segundo o relatório final da CPI, citado pela ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, a prefeitura de Blumenau teria contratado uma empresa recém-criada para prestar serviços de consultoria, em que o proprietário, Oscar Gayer, seria amigo pessoal do ex-secretário de Obras, Stênio Sales Jacob. O documento ainda cita que teria havido doação irregular de pertences da prefeitura e utilização de servidores públicos para obras particulares durante o expediente.• 2000: Com base em uma sindicância interna da prefeitura de Blumenau e em uma denúncia de uma servidora pública, a Câmara de Vereadores decide instaurar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar supostas irregularidades cometidas no município. Ficou conhecida como CPI das Obras.• 2004: Ano em que o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) acata as denúncias e abre uma ação civil pública por improbidade administrativa contra os 14 citados.• 2005: Uma auditoria do TCE, motivada pela CPI das Obras, decide responsabilizar o ex-prefeito de Blumenau, Décio Lima (PT), e o ex-presidente da URB, Stênio Sales Jacob, por despesas julgadas irregulares durante o primeiro mandato do petista e que chegavam, à época, a R$ 2,18 milhões.• 2008: Por conta do foro privilegiado do deputado federal Décio Lima (PT), o caso foi encaminhado ao STF para a análise de competências. Em decisão publicada no dia 27 de maio de 2008, a ministra Cármen Lúcia decide devolver todo o processo à esfera municipal, reconhecendo os atos, mas pedindo mais informações quanto à participação do então prefeito.• 2013: Após um período parado, o processo ganha status prioritário a partir de 18 de outubro, porque a Justiça entende que poderia ser enquadrado na Meta 18 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Essa determinação tem como base ações de combate à corrupção adotadas pelo CNJ que dão preferência pela apreciação de processos que envolvem supostos casos de improbidade administrativa.• 2018: No dia 3 de maio, o juiz da 1º Vara de Trabalho de Blumenau, João Baptista Vieira Sell, determina o bloqueio de bens de R$ 6,5 milhões do ex-prefeito de Blumenau, Décio Lima, além de Stênio Sales Jacob, Elmo Grutzmacher, Verdi Alves da Silva, Kentaro Hayashi, Roberto de Souza Beduschi, Américo Tomazini, Omar Cesar Pedroso Marcondes, Oscar Alberto da Silva Gayer e da empresa LMS Locação de Máquinas Ltda, que prestava serviços à URB. Também estão entre os citados Celso Marloch, Eriberto Erthal e Elói Antônio Effeting e Auto Posto Salto do Norte. A decisão só será publicada no Diário de Justiça Eletrônico após a confirmação da indisponibilidade de bens dos citados, o que ocorreu nesta terça-feira. A determinação busca garantir que, em caso de eventual condenação, sejam ressarcidos os supostos prejuízos causados ao poder público.Fonte: Análise de competências do STF, Auditoria do TCE-SC e Ação Civil pública proposta pelo MP.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaEntenda como a Justiça chegou ao bloqueio de R$ 6,5 milhões em bens de 14 suspeitos em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-entenda-como-a-justica-chegou-ao-bloqueio-de-r-6-5-milhoes-em-bens-de-14-suspeitos-em-blumenau-10333867Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24335358Prazo para alterar ou tirar novos títulos e poder votar nas eleições deste ano termina nesta quarta-feiraPara atender a demanda de eleitores, central do eleitor está trabalhando atendendo das 9h às 17h e registra filas nesses últimos dias2018-05-08T12:48:34-03:002018-05-08T12:48:34-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesPrazo para alterar ou tirar novos títulos e poder votar nas eleições deste ano termina nesta quarta-feiraJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24335358Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-prazo-para-alterar-ou-tirar-novos-titulos-e-poder-votar-nas-eleicoes-deste-ano-termina-nesta-quarta-feira-10333044Prazo para alterar ou tirar novos títulos e poder votar nas eleições deste ano termina nesta quarta-feiraPara atender a demanda de eleitores, central do eleitor está trabalhando atendendo das 9h às 17h e registra filas nesses últimos dias2018-05-08T12:48:34-03:002018-05-08T12:48:34-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brQuem precisa expedir um novo título de eleitor, fazer alterações de domicílio ou de dados como nome social para participar das eleições deste ano tem até amanhã para comparecer ao cartório eleitoral de Blumenau. É nessa data que ocorre o fechamento do cadastro. Depois disso, só será possível alterar ou conseguir novos títulos em novembro, após as eleições gerais deste ano, que ocorrem em outubro.Dos 25 mil títulos blumenauenses que foram cancelados porque os eleitores não fizeram o cadastramento biométrico em 2016, cinco mil já foram regularizados. Atualmente, Blumenau tem cerca de 240 mil eleitores. Para atender a demanda, que nos últimos três dias teve um volume de atendimento de mais de 400 pessoas diariamente, a central do eleitor fez dois plantões nos últimos sábados e desde segunda-feira adotou um horário estendido: das 9h às 17h.Nesses dois últimos dias não há mais possibilidade de agendamento: o atendimento é feito por ordem de chegada. Nesta segunda-feira longas filas já se formaram ao longo do dia. Cinco dúvidas sobre o cadastro eleitoralQuem precisa ir?Quem deseja expedir um novo título de eleitor, alterar o domicílio ou dados como o nome social.Qual é o prazo?O prazo termina amanhã. Depois disso, só será possível fazer esses serviços depois das eleições.O que é preciso levar?Apenas a carteira de identidade – ou de trabalho, ou passaporte – e um comprovante de residência atualizado, de no máximo três meses, preferencialmente em nome do próprio eleitor. Para casos de primeiro título para eleitores homens e com mais de 18 anos também é o reservista.Eleitores da 89ª Zona Eleitoral precisam procurar a central?Não. Quem é eleitor cadastrado na 89ª Zona Eleitoral, de Blumenau, que foi extinta no ano passado em função de uma portaria do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), não precisa comparecer ao cartório eleitoral. O chefe do cartório da 88ª Zona, Ricardo de Souza, explica que todos os eleitores foram migrados automaticamente para a 3ª Zona Eleitoral. O local de votação em outubro será o mesmo. A seção será diferente, mas haverá indicações para os eleitores sobre as novas salas para a escolha dos candidatos. Os eleitores que quiserem saber antecipadamente qual a nova seção podem baixar o aplicativo “E-título”, uma novidade da Justiça Eleitoral deste ano que já apresenta no smartphone os dados atualizados do eleitor, incluindo a nova seção e o local de votação, que não muda.O que acontece com quem não procurar o cartório?Quem ainda não tem título de eleitor e não o fizer até amanhã não poderá votar em outubro. Quem já tem o título, mas não fez a transferência, poderá votar no local de origem, com outro documento ou com o aplicativo “E-título”, considerado uma segunda via digital do documento, ou então justificar ou solicitar a opção de voto em trânsito, entre julho e agosto. Isso, desde que esteja em dia com a Justiça Eleitoral. Caso tenha deixado de votar ou possua alguma pendência que não seja regularizada até amanhã, não poderá votar. Quem precisa apenas de uma segunda via simples do título, sem nenhuma alteração de dados, ainda poderá fazê-lo até 10 dias antes das eleições.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaPrazo para alterar ou tirar novos títulos e poder votar nas eleições deste ano termina nesta quarta-feiraJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-prazo-para-alterar-ou-tirar-novos-titulos-e-poder-votar-nas-eleicoes-deste-ano-termina-nesta-quarta-feira-10333044Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24336292Seis dicas de especialista para quem planeja investirLeandro Corrêa, da Patrimono Investimentos, é um dos painelistas do "SC Que Dá Certo" que ocorrerá nesta quarta-feira, às 18h, no CESCB , em Brusque2018-05-08T11:20:54-03:002018-05-08T11:20:54-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDivulgaçãoSeis dicas de especialista para quem planeja investirJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24336292Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-seis-dicas-de-especialista-para-quem-planeja-investir-10333610Seis dicas de especialista para quem planeja investirLeandro Corrêa, da Patrimono Investimentos, é um dos painelistas do "SC Que Dá Certo" que ocorrerá nesta quarta-feira, às 18h, no CESCB , em Brusque2018-05-08T11:20:54-03:002018-05-08T11:20:54-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brCom juros baixos (Taxa Selic em 6,5%) e inflação controlada (menos de 3%), a economia começa a dar sinais de recuperação deixando a mostra algumas oportunidades. Uma alternativa interessante para quem quer surfar numa provável alta do mercado é construir uma carteira de investimentos eficientes. Mas antes de se aventurar com os riscos e os diferentes tipos de rentabilidade, é preciso conhecer, como destaca Leandro Corrêa, sócio-fundador da catarinense Patrimono Investimentos, considerada no ano passado a melhor assessoria de investimentos XP no país, entre os mais de 650 escritórios da rede. Leandro será um dos painelistas do segundo evento do "SC Que Dá Certo" nesta quarta-feira, às 18h, no Centro Empresarial, Social e Cultural de Brusque (CESCB). Promovido pela NSC TV e com mediação do apresentador do NSC Notícias, Fabian Londero, junto de Leandro estarão o CEO da Raphaella Booz, Cláudio Booz; o sócio-diretor da Bilu, José Luiz Cerqueira César, e o diretor comercial do BDR Group, Leonardo Saporetti. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site do evento.Confira dicas de Leandro para reduzir os equívocos na hora de investir:Características de um bom investidorCuriosidade e o hábito de comparar seus investimentos. Analisar e acompanhar periodicamente de acordo com a estratégia adotada e sair da zona de conforto para aproveitar oportunidades do mercado, além de buscar sempre o conhecimento. Quanto mais o investidor entender, mais ele pode ganhar.Estratégias para o cenário atualEm primeiro lugar, é importante ter um orçamento para saber quais são seus gastos fixos, variáveis e, aí sim, o quanto você pode poupar mensalmente. Com isso em mãos, é preciso traçar um objetivo para seus investimentos, acumular uma reserva de emergência e investir para objetivos de curto, médio ou longo prazo, respeitando as estratégias.Fator riscoÉ essencial que o investidor, antes de investir, entenda o perfil de risco para que ele se adeque aos produtos de acordo com seu temperamento. Obviamente, investir no mercado de ações é mais arriscado que aplicações de renda fixa, por isso o investidor deve se atentar se determinada aplicação condiz com seu perfil e objetivo.Oscilações nos investimentos e a manutenção do focoO investidor precisa entender que, usando como exemplo aplicações de renda fixa, a rentabilidade vai variar de acordo com a taxa de juros do mercado. Ou seja, conforme a taxa subir, mais ele vai ganhar, e vice-versa. De qualquer maneira, é importante que ele ganhe sempre acima dos 100% do CDI, pelo menos. Neste caso, também devemos olhar para o retorno real, que é a diferença entre a inflação e a taxa de juros. Com o cenário atual da Selic baixa e as projeções do mercado para o próximo ano, o investidor deve se habituar a tomar um certo risco na sua carteira se quiser ganhar mais. O que não significa investir em algo que ele possa “perder dinheiro”, mas aplicações onde ele não vai mais ter uma remuneração estável como é na renda fixa, e sim tendo certas oscilações, onde deverá olhar o médio/longo prazo.Investir no BrasilInvestir sempre é um bom negócio. Apesar de estarmos num período em que a renda fixa não paga mais aquele famoso 1% ao mês, existem inúmeras oportunidades – até mesmo em renda fixa – que o investidor pode aplicar seu dinheiro. Se olharmos mais uma vez o juro real atual, ou seja, seu ganho real descontado a inflação, percebemos que a pessoa que investe 100% do CDI ainda ganha um juro real bem próximo daquele que ela obtinha quando a Selic estava em 14,25% ao ano.PreparaçãoO principal fator é o conhecimento. Se você conhecer e entender essa área de investimentos, vai sempre aproveitar as oportunidades que o mercado oferece. Em fundos, no geral, o investidor deve avaliar qual a característica de cada um, se está adequado ao seu perfil, qual a estratégia do fundo, taxa de administração (se está adequada ao mercado ou não). Já na renda fixa, procurar sempre aplicações que paguem acima dos 100% do CDI e de preferência com a cobertura do FGC. No mercado de ações, avaliar muito bem a empresa que deseja investir, fazer uma análise mais aprofundada não só dela, mas do setor em que ela atua e sempre acompanhar o mercado. É indicado que o investidor sempre conte com a ajuda de um profissional especialista que possa lhe assessorar na hora de tomar as melhores decisões, pois boas escolhas fazem a diferença.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaSeis dicas de especialista para quem planeja investirJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-seis-dicas-de-especialista-para-quem-planeja-investir-10333610Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24335011Justiça determina bloqueio de bens de R$ 6,5 milhões de nove pessoas em BlumenauEx-prefeito Décio Lima (PT) está entre os envolvidos em 28 supostos atos de improbidade administrativa apontados pelo MP no processo, envolvendo obras e nomeações que teriam sido cometidas durante o mandato2018-05-07T19:40:38-03:002018-05-07T19:40:38-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSJandyr NascimentoJustiça determina bloqueio de bens de R$ 6,5 milhões de nove pessoas em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24335011Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-justica-determina-bloqueio-de-bens-de-r-6-5-milhoes-de-nove-pessoas-em-blumenau-10332863Justiça determina bloqueio de bens de R$ 6,5 milhões de nove pessoas em BlumenauEx-prefeito Décio Lima (PT) está entre os envolvidos em 28 supostos atos de improbidade administrativa apontados pelo MP no processo, envolvendo obras e nomeações que teriam sido cometidas durante o mandato2018-05-07T19:40:38-03:002018-05-07T19:40:38-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA Justiça determinou o bloqueio de bens no valor de R$ 6,5 milhões de nove pessoas e uma empresa em Blumenau por supostos atos de improbidade administrativa cometidos em 1999. Entre eles está o ex-prefeito Décio Lima (PT). Os demais são: Elmo Grutzmacher (ex-secretário de Finanças do município), Stênio Sales Jacob (ex-presidente da URB), Verdi Alves da Silva (que ocupava cargo de confiança na URB), Kentaro Hayashi (empresário), Roberto de Souza Beduschi (servidor público), Américo Tomazini (que ocupava cargo de confiança na URB), Omar Cesar Pedroso Marcondes (empresário), Oscar Alberto da Silva Gayer (empresário). Também consta o nome da empresa LMS Locação de Máquinas Ltda, que prestava serviços à Companhia Urbanizadora de Blumenau (URB).A decisão, que cabe recurso, foi proferida na última quinta-feira e disponibilizada no site do Tribunal de Justiça de Santa Catarina no dia seguinte. A determinação do juiz João Baptista Vieira Sell, da 1ª Vara da Fazenda do município, tem como base uma denúncia acatada pelo Ministério Público em que são citados supostos 28 atos de improbidade administrativa envolvendo obras e nomeações que teriam sido cometidas durante o mandato do petista (confira na tabela abaixo).O processo iniciou em 2001 e se baseia em três relatórios: a CPI das Obras, movida pela Câmara de Vereadores no mesmo ano, uma sindicância interna da prefeitura de Blumenau e uma auditoria feita pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-SC). Conforme a denúncia, os atos teriam envolvido pavimentações de ruas, operações tapa buraco, desvio de verba da Secretaria de Obras, pagamentos de obras não realizadas ou em duplicidade, desvio de funções com funcionários públicos que teriam exercido serviços particulares, ausência de formalidades em contratos, além de supostas indicações para cargos de confiança. Todos os atos envolvem a Secretaria de Obras ou a Companhia Urbanizadora de Blumenau (URB).O juiz determinou o bloqueio de R$ 6.488.379,00 divididos entre Décio, outros nove investigados – entre pessoas e empresas. Os supostos atos de improbidade englobam valores que variam de R$ 1 mil a R$ 1 milhão – respectivamente referentes a doações de materiais pela URB e a um projeto denominado "Rua Feliz".Segundo a decisão, o caso não prescreveu pois a lei de improbidade administrativa prevê que o prazo para ações desta natureza é de até cinco anos após o término do mandato. A ação foi movida pelo MPSC em janeiro de 2004 e a gestão de Décio Lima acabou no dia 31 de dezembro do mesmo ano. Procurada pela reportagem, a assessoria da 1º Vara da Fazenda informou que a decisão só será publicada no Diário de Justiça Eletrônico após o bloqueio dos bens, o que não havia ocorrido até as 19h30min desta segunda-feira.Os supostos atos de improbidade citados pelo Ministério Público de Santa Catarina são:1) Nomeação de Diretor Operacional da URBValor: não especificado 2) Projeto “Rua Feliz”Valor: R$ 1.086.584,023) Contratação de empresa de consultoria e planejamento de obrasValor: R$ 151.370,004) Emissão paralela de boletins que levaram ao desvio de dinheiro da Secretaria de ObrasValor: R$ 520.560,135) Pagamento de exploração de pedreiras não realizadoValor: R$ 421.566,626) Terraplanagem e pavimentação das alças de passagem da Ponte do TamarindoValor: R$ 169.143,967) Pavimentação, drenagem e colocação de meio-fio nas alças de passagem da Ponte do TamarindoValor: R$ 11.842,008) Pavimentação asfáltica e drenagem da Rua Deputado Antônio HeilValor: R$ 40.384,869) Construção da ciclovia na Rua Antônio TreisValor: R$ 67.692,2510) Construção de muro, reconstituição do calçamento e drenagem da Rua AraucáriaValor: R$ 4.982,5211) Revestimento asfáltico da Avenida Beira-RioValor: R$ 107.423,0012) Pavimentação e drenagem da Rua Carl KuhnValor: R$ 18.049,8513) Pavimentação da Rua EldoradoValor: R$ 16.305,6614) Pavimentação da Rua Franz MüllerValor: R$ 600.836,2215) Pavimentação da Rua Frederico JensenValor: R$ 26.887,6316) Ligação da Rua Engenheiro Paul Werner com a Rua Santa CatarinaValor: R$ 81.333,3517) Pavimentação da Rua Fritz KoeglerValor: R$ 36.867,2118, 19, 21) Operações tapa buraco realizadas em várias ruasValor: R$ 527.586,1720) Recapeamento, reconstituição e pavimentação de tapa buracosValor: R$ 228.566,3022) Pavimentação das ruas Itajaí e CearáValor: não especificado23) Serviços na pavimentação asfáltica da Rua Vitório AlcântaraValor: R$ 8.687,4524) Referente aos funcionários de empreiteiras que registravam ponto na URB e prestavam serviços a particularesValor: não especificado25) Documentos assinados por engenheiroValor: não especificado26) Doações de materiais pela URBValor: R$ 1.005,0027) Pavimentação de pátio de posto de combustíveisValor: R$ 22.221,2928) Ausência de formalidade essencial para ter-se como válidos os pagamentos feitos a empresa de locação de máquinasValor: não especificadoCONTRAPONTOS:- Décio Lima (PT)Procurado pela reportagem, o ex-prefeito e atual deputado federal disse não estar a par da decisão e que irá se inteirar sobre o fato antes de se manifestar. Ele alegou ser vítima de uma "perseguição do judiciário a cinco meses das eleições" e disse que seus advogados entrarão com uma ação junto ao Conselho da Magistratura.- Stênio Sales Jacob e Verdi Alves da SilvaProcurado pela reportagem, o advogado Luiz Carlos Nemetz disse que: "essa decisão é uma vergonha. Tanto para os jurisdicionados que são absolutamente inocentes como para o judiciário, que levou 17 anos de forma inexplicável para apreciar um mero pedido liminar. Os clientes Stênio e Verdi ofereceram há quase duas décadas a quebra dos seus sigilos fiscal, bancário, telefônico e eletrônico, de modo a demonstrar que nada devem. Soa extremamente suspeito que este caso seja requentado exatamente à véspera de um pleito eleitoral". - Elmo GrutzmacherA reportagem conseguiu contato com Elmo Grützmacher na noite desta segunda. Ele disse não ter conhecimento da decisão de indisponibilidade de bens e que pretende recorrer. "Eu sou uma vítima dessa história na verdade. Não tenho nada a ver com esse negócio. Era secretário de Finanças, pagava, mas como vou saber se essas obras foram feitas ou não foram feitas? Isso não compete à Secretaria da Fazenda, de Finanças. Tinha equipes de engenheiros lá fora para fazer isso. Sou obrigado (a recorrer), não vou pagar por um negócio que não fiz, não tenho nada a ver com isso".- Até a publicação desta reportagem, nenhum dos outros seis citados ou representantes legais, entre pessoas e empresas, havia sido localizado ou retornou os contatos feitos pela reportagem por telefone.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaJustiça determina bloqueio de bens de R$ 6,5 milhões de nove pessoas em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-justica-determina-bloqueio-de-bens-de-r-6-5-milhoes-de-nove-pessoas-em-blumenau-10332863Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24323788Painel gratuito apresenta exemplos de empreendedorismo em BrusqueEvento ocorre no próximo dia 9 de maio2018-05-01T11:32:21-03:002018-05-01T11:32:21-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDivulgação / DivulgaçãoPainel gratuito apresenta exemplos de empreendedorismo em BrusqueJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24323788Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-painel-gratuito-apresenta-exemplos-de-empreendedorismo-em-brusque-10327932Painel gratuito apresenta exemplos de empreendedorismo em BrusqueEvento ocorre no próximo dia 9 de maio2018-05-01T11:32:21-03:002018-05-01T11:32:21-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO SC Que Dá Certo está com inscrições abertas para o segundo painel da série que coloca em evidência empreendedores catarinenses de sucesso. O próximo evento do projeto será realizado no dia 9 de maio, a partir das 18h, no Centro Empresarial, Social e Cultural de Brusque (CESCB). Com mediação do apresentador do NSC Notícias, Fabian Londero, estarão no palco para compartilharem experiências o CEO da Raphaella Booz, Cláudio Booz, o sócio-diretor da Bilu, José Luiz Cerqueira César, o sócio-fundador da Patrimono Investimentos, Leandro Corrêa, e o diretor comercial do BDR Group, Leonardo Saporetti. Assim como ocorreu em Palhoça no dia 25 de abril, a plateia poderá participar do bate-papo com perguntas aos painelistas. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site www.scquedacerto.com.br. Além da série de painéis, a terceira temporada do projeto pode ser acompanhada pelos veículos da NSC, com reportagens no NSC Notícias, no Bom dia Santa Catarina e na página especial do G1 Santa Catarina.Esta edição do SC Que Dá Certo vai passar ainda pelas cidades de São Bento do Sul (22/05), Araranguá (05/06), Joaçaba (19/06) e São Miguel do Oeste (03/07). O projeto é uma promoção da NSC TV, com oferecimento do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-SC), a Federação das Cooperativas Agropecuárias de Santa Catarina (Fecoagro), a Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc) e o Serviço Social do Comércio (Sesc).Conheça os painelistas de BrusqueCláudio BoozCláudio Booz, CEO da Raphaella Booz, formou-se na década 1980 no curso de modelista técnico do SENAI, em Novo Hamburgo (RS), visando inovar a empresa fundada no município de São João Batista pelo pai, Ari Booz. Após viagem pela Itália nos anos 1990, Cau, como é conhecido, voltou inspirado para lançar o modelo de sandália que daria novos rumos para a marca da família. A Raphaella Booz foi fundada há 50 anos e dedica-se à criação e venda de calçados femininos. Com um parque fabril de 10 mil metros quadrados, a empresa produz um milhão de pares por ano. A marca está presente em cerca de 1.500 pontos de venda e 30 lojas próprias, com produtos exportados para 22 países.José Luiz Cerqueira CésarJosé Luiz Cerqueira César, sócio-diretor da Bilu, é formado em engenharia civil pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP). A empresa foi fundada em 1984 e se tornou conhecida pela pipoca de embalagem rósea e o Biluzitos. A sede da empresa está instalada em Brusque e os produtos tem mercado consolidado nos estados do Sul. Em expansão recente, a marca está ganhando espaço em território nacional e no exterior, para países da América Latina.Leandro CorrêaLeandro Corrêa, sócio-fundador da Patrimono Investimentos, é bacharel em Direito Empresarial e Especialização em Finanças e Orçamento pela Católica de Santa Catarina. O empresário também integra o Conselho Fiscal da Planejar - Associação Brasileira de Planejadores Financeiros. Trabalhou como Analista Financeiro e Assessor de Investimentos antes de fundar a Patrimono.A Patrimono é uma empresa especializada em assessoria de investimentos e recebeu no ano passado o prêmio de melhor assessoria de investimentos XP no Brasil, entre os mais 650 escritórios da rede no país. Fundada em 2008, a empresa conta com cinco escritórios e 30 sócios-executivos. Com início em Jaraguá do Sul, expandiu-se para Itajaí, Florianópolis, Blumenau e, neste ano, também para Curitiba. Atualmente está entre os 10 maiores escritórios da XP em todo Brasil, sendo responsável por R$ 1,3 bilhão em ativos financeiros.Leonardo SaporettiLeonardo Saporetti tem 10 anos de experiência em vendas. Passou por empresas como o Grupo Oppnus, Almeida Junior, Grupo Tacla até chegar à Barba de Respeito (BdR). A empresa de Brusque começou com quatro amigos que trabalhavam com marketing digital. O grupo queria barbas longas, hidratadas e bem cuidadas, mas ao procurar produtos que auxiliassem nessa tarefa, descobriram um nicho de mercado a ser explorado. ServiçoO que: Painel SC Que Dá CertoQuando: Dia 9 de maio, às 18hOnde: no CESCB, em BrusqueComo participar: Inscrições gratuitas no site www.scquedacerto.com.brIniciativa: NSC TVApoio: Crea-SC, Fecoagro, Fiesc e SescProgramação9/5 - Brusque22/5 - São Bento do Sul5/6 - Araranguá19/6 - Joaçaba3/7 - São Miguel do OestePorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaPainel gratuito apresenta exemplos de empreendedorismo em BrusqueJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-painel-gratuito-apresenta-exemplos-de-empreendedorismo-em-brusque-10327932Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24322868MP abre inquérito para investigar licitação de centro de distribuição em BlumenauEmpresa que gerencia o Centro Integrado de Armazenagem e Distribuição (Ciad) da prefeitura de Blumenau teria sido contratada com irregularidades2018-05-01T08:47:54-03:002018-05-01T08:47:54-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesMP abre inquérito para investigar licitação de centro de distribuição em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24322868Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-mp-abre-inquerito-para-investigar-licitacao-de-centro-de-distribuicao-em-blumenau-10327844MP abre inquérito para investigar licitação de centro de distribuição em BlumenauEmpresa que gerencia o Centro Integrado de Armazenagem e Distribuição (Ciad) da prefeitura de Blumenau teria sido contratada com irregularidades2018-05-01T08:47:54-03:002018-05-01T08:47:54-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPara a prefeitura ele é sinônimo de eficiência, inovação e economia, mas agora o Centro Integrado de Armazenagem e Distribuição de Blumenau (Ciad) é alvo de uma série de perguntas ainda sem respostas. O Ministério Público instaurou inquérito para apurar supostas irregularidades no processo licitatório e na execução do contrato de R$ 1,3 milhão com a empresa que gerencia o espaço. Indícios levantados pelo Observatório Social de Blumenau (Osblu) apontam para um direcionamento na contratação.O Ciad começou a funcionar em 2014 e reuniu em um só lugar o que antes era armazenado em nove centros de distribuição espalhados pela cidade. Foi um projeto desenvolvido para ser modelo de gestão pública. Só em aluguel a prefeitura passou a economizar R$ 252 mil por ano, e incluindo os gastos com pessoal, combustível, gestão e manutenção, a economia anual chega a R$ 800 mil, conforme a administração municipal.O MP questiona por que o processo licitatório restringiu a competitividade, sugerindo um direcionamento da contratação. O edital exigia que a empresa tivesse um consultor sênior, com comprovada experiência na área de no mínimo três anos e pós-graduação.No inquérito, o promotor Gustavo Mereles Ruiz Diaz afirma que a expressão consultor sênior possui conceito vago e não consta em qualquer espécie de regulamento como habilitação profissional. Além disso, para o promotor, a exigência de que tal profissional seja pós-graduado não teria qualquer pertinência ao caso.O edital exigia ainda que a empresa participante tivesse um software de logística devidamente homologado – sem especificar que homologação era essa. As informações foram levadas até a promotoria pelo Osblu, que acompanha o caso desde o lançamento do edital, em 2013.– Não está se questionando a ideia do Ciad. A gente acha que a ideia é boa, é inteligente. A gente não se opõe inclusive a terceirização do serviço, é que o edital apresentou algumas limitações que impediram a correta competição que a lei de licitações determina. O Ministério Público está investigando se foi direcionado – explica o secretário-geral do Osblu e advogado Christian Panini Carvalho.O órgão de fiscalização também aponta indícios de irregularidade na execução do contrato, entre elas a ausência do sistema informatizado exigido no edital. Hoje, a gestão é feita por uma planilha e pelo software da própria prefeitura, ao contrário do que constava no documento.– Em tese, estão pagando por algo que não está sendo usado. Foi contratado um serviço como um todo, se esse contrato pode ser readequado com verificação de um novo preço, isso é algo que a contratada e o município precisam conversar, ou de fato exigir que a empresa cumpra o contrato – diz Carvalho.Além dos problemas na licitação, há ainda suspeita de irregularidade também na fiscalização do serviço. O Osblu diz que fez mais de uma visita ao centro e em nenhuma delas encontrou fiscais, embora a presença deles seja ordenada no contrato.Licitação teve apenas uma participanteÉ do Ciad que saem os suprimentos para abastecer 327 locais entre escolas, unidades de saúde, creches, abrigos e centros de assistência social. Ele armazena e distribui alimentos, medicamentos, carteiras escolares, máquinas de lavar roupa, condicionadores de ar, entre outros itens. Tudo é gerenciado pela Sincroslog, que foi a única empresa a participar da licitação.A prefeitura foi notificada da instauração do inquérito na sexta-feira e tem 10 dias para encaminhar ao promotor a cópia de todo o processo licitatório, do contrato e dos aditivos. O prazo para conclusão do inquérito é de até um ano.CONTRAPONTOSAdministração municipalA prefeitura de Blumenau se manifestou através de nota oficial. Com relação aos questionamentos feitos pelo Observatório Social de Blumenau (Osblu), confirma que recebeu de forma oficial o documento na manhã de sexta-feira, dia 27 de abril, e já está trabalhando para responder dentro do prazo estipulado de 10 dias. Vale ressaltar que a prefeitura de Blumenau possui um ótimo relacionamento com o Observatório Social deste a sua criação, inclusive fornecendo todas as informações necessárias quando há questionamentos da entidade.Marcos Greuel, diretor da SincroslogA reportagem fez contato com a empresa. O diretor Marcos Greuel afirmou que a Sincroslog não foi citada ou notificada pelo Ministério Público, mas se colocou à disposição para qualquer esclarecimento perante a Justiça. Ele ressaltou que o projeto é importante para o município e que diariamente a empresa repassa ao Observatório Social de Blumenau, por e-mail, várias informações solicitadas.Colaboraram Talita Catie e Lucas Paraizo::: Leia mais notícias sobre o Vale do Itajaí no Santa::: Leia mais notícias sobre Santa Catarina no NSC TotalPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaMP abre inquérito para investigar licitação de centro de distribuição em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-mp-abre-inquerito-para-investigar-licitacao-de-centro-de-distribuicao-em-blumenau-10327844Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24310053Cerca de 40% dos contribuintes da região ainda não declararam Imposto de Renda Em Blumenau, mais de 32 mil pessoas ainda precisam enviar a declaração para a Receita Federal. 2018-04-23T22:33:27-03:002018-04-23T22:33:27-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesCerca de 40% dos contribuintes da região ainda não declararam Imposto de Renda Jornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24310053Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-cerca-de-40-dos-contribuintes-da-regiao-ainda-nao-declararam-imposto-de-renda-10321838Cerca de 40% dos contribuintes da região ainda não declararam Imposto de Renda Em Blumenau, mais de 32 mil pessoas ainda precisam enviar a declaração para a Receita Federal. 2018-04-23T22:33:27-03:002018-04-23T22:33:27-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA seis dias do fim do prazo, pouco mais da metade dos contribuintes de Blumenau e região entregaram a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2018. Segundo dados da Receita Federal, que somam as cidades de Blumenau, Brusque, Gaspar, Indaial, Pomerode, Rio do Sul e Timbó, até às 23h59min de domingo, 61% dos contribuintes haviam feito a declaração. O cenário é semelhante no Estado: 742.531 mil declarações ( 60,37%) foram feitas, de um total de 1,2 milhão.Em Blumenau, pouco mais de 50 mil contribuintes entregaram a declaração anual do Imposto de Renda. Na cidade, 83 mil pessoas precisam declarar o imposto este ano. O período para a declaração começou em 1º de março e vai até o próximo dia 30. A entrega em atraso gera multa no valor mínimo de R$ 165,74, podendo atingir o valor máximo de 20% do imposto devido.– Caso o contribuinte não entregar a declaração, poderá entrar ao final deste ano em lista de omissos, gerando problema cadastral no CPF do contribuinte, na situação pendente de regularização – alerta o delegado da Receita Federal de Blumenau, Daniel Carlos.A Receita ressalta a importância de não deixar a declaração para a última hora, pois a data da transmissão da declaração vai definir a ordem de preferência para o recebimento da restituição, caso o contribuinte tenha imposto a restituir. Idosos acima de 60 anos, pessoas com doenças graves ou deficiência têm prioridade no pagamento da restituição do IRPF, geralmente recebendo no primeiro lote de restituição, que ocorre em junho de 2018.Para o presidente do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Sescon) de Blumenau e região, Jefferson Pitz, é fundamental ficar atento.— É preciso fazer um alerta, a partir deste ano a Receita Federal está solicitando um maior detalhamento das informações bancárias e de bens, e toda atenção é fundamental para que não haja omissão destes dados. Para os dados de 2017 o sistema ainda está emitindo alertas, mas a partir do próximo ano estas informações serão obrigatórias — disse.Para quem ainda não fez a declaração, o programa gerador para ser usado no computador pode ser baixado no site da Receita Federal. O aplicativo do Imposto de Renda para dispositivos móveis (tablets e smartphones) está disponível nos sistemas Android e iOS, podendo ser baixado nas lojas virtuais de cada sistema.O órgão disponibiliza perguntas e respostas que foram elaboradas para esclarecer dúvidas quanto à apresentação da Declaração de Ajuste Anual (DAA) do Imposto, considerando a legislação até janeiro de 2017. O Perguntão referente ao exercício de 2018, ano-calendário de 2017, ainda está em desenvolvimento pela Receita. O órgão informa que há vários canais para esclarecimento de dúvidas sobre o IRPF, como o site idg.receita.fazenda.gov.br e centros de atendimentos físicos para que o contribuinte seja bem orientado.::: Leia mais notícias da região no Santa::: Leia mais notícias de Santa Catarina no NSC TotalDúvidas sobre a declaração do IR?Muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre o que precisam declarar e quais despesas podem ser abatidas desse valor. Para esclarecer essas e outras questões, a especialista em contabilidade e orientadora Dora Ramos dá algumas dicas. Confira:Quem deve declarar?Contribuintes que tiveram rendimentos tributáveis superiores ao valor de R$ 28.559,70 em 2017, incluindo salários, alugueis, benefícios e pensões. Quem ganhou acima de R$ 40 mil isentos; teve lucro com a venda de bens; negociou ações na bolsa; teve receita superior a R$ 142.798,50 em atividade rural; passou a morar no país em 2017 ou, até o final do ano; possuía mais de R$ 300 mil em bens, como imóveis e veículos.Preciso informar meus dependentes na declaração?Em 2018, é necessário incluir o CPF de todos os dependentes com oito anos ou mais na declaração – no ano passado, o documento era obrigatório para crianças a partir de 12 anos. Em 2019, ele deve ser exigido de todos os dependentes, de qualquer idade. O valor da dedução de cada dependente é de R$ 2.275,08.Quais itens podem ser abatidos do IR?É possível abater despesas com educação e saúde, pagamento do INSS de empregados domésticos, gastos com dependentes, contribuições à previdência privada e pensões alimentícias. No caso da educação, são abatidos os gastos com a educação regular e cursos profissionalizantes, mas ficam de fora as atividades extracurriculares. Já com a saúde, são deduzidos os gastos com o plano de saúde, consultas e exames, assim como dentistas, psicólogos e terapeutas.MEI precisa declarar?Os microempreendedores devem enviar, até o dia 31 de maio, a Declaração Anual do Simples Nacional do MEI. Caso o empresário também tenha tido rendimento anual superior a R$ 28.559 em 2017 como pessoa física, ele deve fazer a declaração do imposto de renda. Projetos sociais podem ser beneficiados com destinação de imposto de renda; saiba comoPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaCerca de 40% dos contribuintes da região ainda não declararam Imposto de Renda Jornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-cerca-de-40-dos-contribuintes-da-regiao-ainda-nao-declararam-imposto-de-renda-10321838Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24301348Feira projeta vendas de R$ 80 milhões na Volvo Ocean RaceEmpresários esperam aumento de 60% em vendas ante outras edições da Volvo Ocean Race2018-04-19T08:30:25-03:002018-04-19T08:30:25-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesFeira projeta vendas de R$ 80 milhões na Volvo Ocean RaceJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24301348Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-feira-projeta-vendas-de-r-80-milhoes-na-volvo-ocean-race-10318088Feira projeta vendas de R$ 80 milhões na Volvo Ocean RaceEmpresários esperam aumento de 60% em vendas ante outras edições da Volvo Ocean Race2018-04-19T08:30:25-03:002018-04-19T08:30:25-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brQuem chega ao Centreventos de Itajaí para visitar a Vila da Regata tem, antes dos barcos, um cartão de visita voltado aos produtos e serviços da região do Vale do Itajaí e Litoral. Com cerca de 100 expositores, a feira multissetorial é uma das atrações da parada da Volvo Ocean Race em Santa Catarina, com abordagem diversificada e produtos que custam de R$ 5 até R$ 2 milhões, como explica o diretor da feira, Jean Gern:– O evento está bem diversificado e o nosso objetivo é ter muitos produtos de venda direta ao consumidor, com produtos que ele pode levar de lembrança da região e da Volvo Ocean Race. No entanto, surpreende nas três edições do evento o bom desenvolvimento da construção civil.Segundo a organização, 12 construtoras da região estão com estandes na feira dentro da Vila da Regata e têm destacado as boas prospecções de negócios. Até o momento, aproximadamente 70 negócios com bom índice de fechamento foram registrados pelas empresas – que devem responder por uma grande fatia do faturamento esperado da feira. Para esta edição, a expectativa é de que cerca de R$ 80 milhões sejam comercializados no evento, o que representaria um aumento de 60% em relação à edição de 2015, quando a meta de R$ 50 milhões foi batida.ARTESANATO LOCAL VALORIZADO NO EVENTOEntre os itens com vendas concretizadas na hora – ao contrário dos imóveis – destacam-se os artesanatos e produtos locais, além do estande oficial com suvenires e outros itens licenciados da regata. Pela temática do espaço, ganham foco também os itens da área náutica, com pontos de venda de vários equipamentos para barcos grandes ou pequenos.Para os artesanatos, a Associação de Artesões de Itajaí montou um espaço específico no segundo piso do pavilhão, onde os artistas locais vendem produtos com valores entre R$ 6 a R$ 200. Entre eles está o aposentado Otávio Franke, que chama a atenção dos turistas com pinturas feitas em cascas de marisco. Com delicadeza, ele desenha nas cascas atrações famosas de Itajaí.– A ideia é realmente ter produtos para todos os públicos que vão até a Vila da Regata, da lembrancinha ao equipamento para um barco, além de artesanatos locais e vestuário. É uma vitrine da região para os visitantes – conta Gern.A feira multissetorial funciona nos mesmos horários da Vila da Regata, com entrada gratuita e programação de oficinas e apresentações para a comunidade no palco na parte interna do Centreventos, onde os estandes ocupam a área de 5 mil metros quadrados.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaFeira projeta vendas de R$ 80 milhões na Volvo Ocean RaceJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-feira-projeta-vendas-de-r-80-milhoes-na-volvo-ocean-race-10318088Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24301295Seis meses após decreto, ambulantes aguardam por alvarás em BlumenauDesde setembro de 2017, quando documento foi publicado, 33 protocolos foram registrados pela prefeitura, que estuda reavaliar a legislação2018-04-19T07:00:31-03:002018-04-19T07:00:31-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesSeis meses após decreto, ambulantes aguardam por alvarás em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24301295Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-seis-meses-apos-decreto-ambulantes-aguardam-por-alvaras-em-blumenau-10318060Seis meses após decreto, ambulantes aguardam por alvarás em BlumenauDesde setembro de 2017, quando documento foi publicado, 33 protocolos foram registrados pela prefeitura, que estuda reavaliar a legislação2018-04-19T07:00:31-03:002018-04-19T07:00:31-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brDaqui a precisamente uma semana, o decreto municipal número 11.472, que regulamenta a atuação dos ambulantes em Blumenau, completa sete meses. Desde que a legislação entrou em vigor, em 26 de setembro de 2017, porém, nenhum alvará foi emitido pela prefeitura. Segundo a administração municipal, 33 processos foram abertos pelos comerciantes informais em busca de regulamentação. Destes, sete já perderam o objeto, pois eram solicitações para trabalho em eventos específicos. Outros oito estão em análise no Parque Vila Germânica e 18 aguardam parecer da Secretaria de Desenvolvimento Urbano. O número é considerado baixo pelo poder público, embora não haja uma estimativa de quantas pessoas atuem como ambulantes no município.A dificuldade, de acordo com o secretário de Desenvolvimento Urbano, Ivo Ronald Bachmann Júnior, é a heterogeneidade das atividades praticadas pelos ambulantes e a falta de regras claras para a emissão do documento sem que futuramente haja problemas na permissão. Ele acredita que uma definição para o tema só acontecerá daqui a 45 ou 60 dias, após uma possível reavaliação do decreto que estabeleceu as regras para o comércio ambulante na cidade.– Se tiver que voltar atrás na questão do decreto e rever pontos para que se tenha regra clara, é o que vai se fazer – admite Bachmann Júnior.A administração municipal acredita que o decreto de regulamentação poderá chegar a um nível de detalhamento que se mapeie nas regiões principais da cidade quais são os pontos, tamanhos e horários onde o comércio ambulante pode ocorrer, algo que o documento em vigor atualmente não traz.::: Leia mais notícias de Blumenau::: Leia mais notícias de Santa Catarina no NSC TotalAssim, o comerciante teria o alvará sabendo o espaço exato que pode ocupar, o período do dia para funcionar e as regras para atuação, respeitando questões como acessibilidade e trafegabilidade de pedestres, além das normas da vigilância sanitária.Na opinião de Bachmann, este é um assunto que Blumenau precisa avançar, mas com cautela. Em um modelo que o secretário considera ideal, os pontos para o trabalho de ambulantes devem ser licitados para dar transparência ao processo de concessão de um espaço que é público.– O ponto é da cidade, ele tem que ser licitado. Mesmo essas autorizações que são precárias elas precisam ser divulgadas e eventualmente deve haver concorrência entre os interessados – defende o secretário responsável pela pasta que dá a autorização aos ambulantes.Ambulantes querem uma soluçãoEnquanto a questão volta a ser debatida na prefeitura, mesmo já tendo sido regulamentada, os comerciantes ambulantes estão apreensivos pela situação. Eles querem ter o alvará e, consequentemente, tranquilidade para trabalhar e ganhar o sustento da família. É o caso de Dorita Reiter, que tem um carrinho de churros na esquina entre as ruas XV de Novembro e Marechal Floriano Peixoto há 22 anos. A mulher de 55 anos é favorável à regulamentação. Ela juntou os documentos requeridos e deu entrada no processo. Mas até agora o alvará não foi emitido.– Espero que o alvará dê tranquilidade de trabalhar sem ninguém atrapalhar – deseja a comerciante, que ingressou com a documentação em dezembro.O receio de a fiscalização barrar o trabalho de ambulantes que estão há anos em ação pelas ruas da cidade é compartilhado por muitos. Osni Stffeni há 32 anos vende pipoca na Rua XV de Novembro. Assim que houve a regulamentação, em setembro do ano passado, procurou a prefeitura, mas ainda não teve retorno.– Imagina se todos os ambulantes se regularizarem e pagarem os R$ 680 que prevê para ter autorização de trabalhar, dava para investir em um monte de coisa – pontua o pipoqueiro.Quem não conseguiu dar entrada ao processo reclama do excesso de exigências. Uma ambulante que preferiu não se identificar, aponta que a burocracia é muito grande. A expectativa é que a legislação seja simplificada.Segundo o secretário de Desenvolvimento Urbano, até que se tenha uma decisão final sobre o tema, os ambulantes seguem sendo observados, sobretudo, nos aspectos relativos à vigilância sanitária, como higiene. Quando houver qualquer tipo de abuso a fiscalização será chamada.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaSeis meses após decreto, ambulantes aguardam por alvarás em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-seis-meses-apos-decreto-ambulantes-aguardam-por-alvaras-em-blumenau-10318060Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-novos-secretarios-municipais-tomam-posse-nesta-quinta-feira-em-blumenau-10317737Novos secretários municipais tomam posse nesta quinta-feira em BlumenauSerão ao menos três novos nomeados, além da sansão da  lei que cria uma nova secretaria2018-04-18T17:13:41-03:002018-04-18T17:13:41-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO prefeito Mário Hildebradt (PSB) oficializa nesta quinta-feira novas mudanças no primeiro escalão do governo de Blumenau, com a posse de três novos secretários. A solenidade ocorrerá às 9h, no Salão Nobre da prefeitura. Serão nomeados Marcelo Althoff para a presidência do Seterb; Rodrigo Jansen, como secretário de Controladoria e Transparência, e Edson Brunsfeld, como secretário de Mobilidade Sustentável e Projetos Especiais.Ainda no ato, o prefeito assinará a sanção da lei que cria a Secretaria de Controladoria e Transparência do município, aprovada pela Câmara de Vereadores na terça-feira.– Nenhum cargo comissionado foi criado com a nova secretaria. Todos já existiam e foram remanejados de outras pastas e também da extinção do Gabinete do Vice-Prefeito. Enquanto estive como presidente da Câmara de Vereadores, criei também o setor de Controladoria e sei o quanto isso é importante para desempenharmos, com ainda mais transparência, o nosso trabalho de gestão – explica Hildebrandt.Com a posse de Marcelo Althoff no comando do Seterb, o antigo presidente da autarquia, Carlos Lange, assumirá o cargo de diretor geral da Secretaria de Desenvolvimento Urbano.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaNovos secretários municipais tomam posse nesta quinta-feira em BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-novos-secretarios-municipais-tomam-posse-nesta-quinta-feira-em-blumenau-10317737Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24289745Prefeitura de Blumenau encaminha reforma administrativa à Câmara nesta terçaPrefeito Mário Hildebrandt (PSB) pretende criar uma Controladoria Geral2018-04-17T06:00:21-03:002018-04-17T06:00:21-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMarcelo MartinsPrefeitura de Blumenau encaminha reforma administrativa à Câmara nesta terçaJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24289745Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-prefeitura-de-blumenau-encaminha-reforma-administrativa-a-camara-nesta-terca-10308645Prefeitura de Blumenau encaminha reforma administrativa à Câmara nesta terçaPrefeito Mário Hildebrandt (PSB) pretende criar uma Controladoria Geral2018-04-17T06:00:21-03:002018-04-17T06:00:21-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brSerá encaminhada nesta terça-feira à Câmara a minirreforma administrativa que o prefeito Mário Hildebrandt (PSB) planeja promover. O novo chefe do Executivo quer criar a Controladoria Geral. Ela terá as funções de controle interno, transparência e ouvidoria. A pasta terá seis cargos. As mudanças não terão impacto financeiro, já que todos os membros da secretaria serão remanejados de outras pastas.O titular será Rodrigo Jansen, que recentemente deixou o comando da Procuradoria-Geral. Os cargos do controle interno serão remanejados do Gabinete do Prefeito, o da Ouvidoria vem da Secretaria de Administração e os de Transparência migram da Secretaria de Gestão. Os cargos de secretário da nova pasta e diretor de Transparência serão criados, a partir da extinção de outros ligados ao Vice-Prefeito.Leia mais"Com olhar sempre voltado para as pessoas", diz Mário Hildebrandt (PSB), novo prefeito de BlumenauBlumenau abre alas para Mário HildebrandtPorto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaPrefeitura de Blumenau encaminha reforma administrativa à Câmara nesta terçaJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-prefeitura-de-blumenau-encaminha-reforma-administrativa-a-camara-nesta-terca-10308645Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24279807"A Justiça Eleitoral vai estar atenta às fake news"Magistrado participou de um evento promovido pela Associação de Imprensa do Médio Vale do Itajaí (Assimvi) na manhã desta quarta-feira2018-04-11T14:16:13-03:002018-04-11T14:16:13-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPedro Machado"A Justiça Eleitoral vai estar atenta às fake news"Jornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24279807Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-a-justica-eleitoral-vai-estar-atenta-as-fake-news-10304069"A Justiça Eleitoral vai estar atenta às fake news"Magistrado participou de um evento promovido pela Associação de Imprensa do Médio Vale do Itajaí (Assimvi) na manhã desta quarta-feira2018-04-11T14:16:13-03:002018-04-11T14:16:13-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brJuiz da 5ª Vara Cível de Blumenau e também da 88ª Zona Eleitoral, Sérgio Agenor de Aragão admite que seu trabalho nas eleições deste ano será mais restrito em função das características do pleito. Pelo fato de a disputa envolver cargos que extrapolam os limites municipais, a competência para análise da maioria dos casos ficará a cargo do Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Ainda assim, um dos papéis será verificar, principalmente, situações de abusos de propaganda eleitoral.O magistrado participou hoje pela manhã de um evento promovido pela Associação de Imprensa do Médio Vale do Itajaí (Assimvi). Ressaltou que as fake news (notícias falsas) que se proliferam pelas redes sociais serão um dos alvos de atuação da Justiça Eleitoral e defendeu que o eleitor investigue o histórico dos candidatos. Ainda manifestou ser favorável ao fim do foro privilegiado e à prisão após condenação em segunda instância, dois temas cuja discussão está em alta nos mundos político e jurídico.Ao final do encontro, Aragão concedeu entrevista ao Santa. Confira a seguir:Como estão os preparativos da Justiça Eleitoral para o pleito deste ano?Ainda estamos iniciando o trabalho de verificação de todas as questões afetas ao próximo pleito. É tudo ainda muito prematuro. O cartório eleitoral tem envidado esforços no intuito de atender a todos os eleitores da forma mais ampla e urgente possível. As coisas, em relação às últimas eleições, não mudaram muito. O que temos agora são eleições gerais, onde vamos eleger presidente, governadores, deputados. A competência para todas essas temáticas afetas às eleições gerais são do TRE (Tribunal Regional Eleitoral). Nós, juízes eleitorais no âmbito das comarcas, vamos estar com a nossa competência muito restrita, mais para apuração de abusos, especialmente de propaganda eleitoral. Uma vez detectado algum abuso, temos que remeter tudo para o TRE.O Tribunal Superior Eleitoral tem manifestado uma preocupação muito grande com as fake news nas eleições deste ano. O que a Justiça Eleitoral de Blumenau pode fazer com relação a esse tema?A Justiça Eleitoral vai estar atenta aos procedimentos que serão eventualmente deflagrados para apurar as fontes e tomar as medidas pertinentes, como tirar do ar essas fake news e eventualmente punir aqueles que incidirem nessa ilicitude. Nós estamos atentos, mas vamos ter que ser provocados a agir. É esperar e ver o que acontece. Elas (fake news) vão existir, não há dúvida nenhuma. Estaremos de prontidão, a partir do momento que for possível, para apurar tudo e punir os casos.Sobre o zoneamento eleitoral, muda alguma coisa para o eleitor já neste ano?Não é para mudar. Nós tivemos a extinção de uma das três zonas eleitorais daqui (Blumenau). Estamos com duas agora: a 88ª, que é a minha, e a 3ª. Houve um rezoneamento, com a colocação de todo o eleitorado da margem esquerda para a 88ª e da margem direita para a 3ª zona eleitoral. Se acontecer um ou outro caso isolado de mudança de domicílio eleitoral, extinção ou criação de zonas eleitorais, o Cartório Eleitoral estará atento a tudo.Que recado o senhor pode dar para o eleitor nesse ano agitado na política?Nós temos o título eleitoral, que é a arma com a qual nós podemos mudar, e mudar muito, tudo isso que está acontecendo. É triste esse quadro que o Brasil está passando, de corrupção, lavagem de dinheiro. Reputo extremamente importante que o eleitor investigue a vida do candidato e evite dar o voto para aqueles que já estão condenados.O senhor faz uma crítica muito contundente sobre o foro privilegiado...Fala-se muito em preceitos constitucionais, e um dos maiores preceitos constitucionais é exatamente aquele que diz que todos nós somos iguais perante a lei. Por que um ou outro tem que ser melhor do que um cidadão comum? Eu, por exemplo, sou juiz de Direito, e como tal tenho foro privilegiado. Se eu cometer um crime na minha comarca, tenho que ser julgado não pelo juiz criminal daqui, como todo mundo, mas pelos desembargadores do Tribunal de Justiça, em Florianópolis. Não quero foro privilegiado para mim, e para absolutamente mais ninguém, no máximo o presidente da República. Todos os demais, sejam quem for, têm que responder por suas ações ilícitas como qualquer outro cidadão que paga os seus impostos. Então vejo com muita restrição essa questão do foro. Acho que tem que acabar. E vai acabar, é uma questão de tempo.Qual a sua opinião sobre a polêmica envolvendo prisão após condenação em segunda instância?Sou daqueles que interpreta o texto constitucional de forma a concluir pela possibilidade, sim, da prisão em segunda instância, na medida em que toda a questão da prova propriamente dita já é superada nessa fase. Os outros tribunais, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) e o Supremo (Tribunal Federal, o STF), analisam questões procedimentais de nulidades, e não da prova propriamente dita. Aguardar o trânsito em julgado mesmo, de uma ação penal, isso vai ficar ad aeternum (expressão em latim que significa “eternamente”). Nós já sabemos que acaba na prescrição e ninguém é punido.Leia mais notíciasConfira a página do Prova Real, iniciativa da fact-checking da NSC ComunicaçãoPorto Alegre, RSJornal de Santa Catarina"A Justiça Eleitoral vai estar atenta às fake news"Jornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-a-justica-eleitoral-vai-estar-atenta-as-fake-news-10304069Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24276500Vale busca recursos para viabilizar obras do FundamApós negativa do BNDES, prefeituras correm atrás de solução para tirar projetos do papel2018-04-10T07:00:38-03:002018-04-10T07:00:38-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesVale busca recursos para viabilizar obras do FundamJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24276500Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-vale-busca-recursos-para-viabilizar-obras-do-fundam-10302423Vale busca recursos para viabilizar obras do FundamApós negativa do BNDES, prefeituras correm atrás de solução para tirar projetos do papel2018-04-10T07:00:38-03:002018-04-10T07:00:38-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brEm Blumenau, o recurso seria utilizado para tirar do papel o Centro de Convenções, anexo ao Setor 3 do Parque Vila GermânicaFoto: Patrick Rodrigues / Jornal de Santa CatarinaApós o veto do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) à segunda edição do Fundo de Apoio aos Municípios (Fundam), as prefeituras do Vale do Itajaí iniciaram uma corrida para buscar recursos prometidos desde o fim do ano passado pelo governo do Estado. Sete cidades (Blumenau, Indaial, Rio do Sul, Timbó, Pomerode, Gaspar e Itajaí) projetavam um aporte de R$ 62,6 milhões, que foi descartado no fim da semana passada. Isso porque o banco – que é a fonte da verba – entende que o valor pode ser utilizado apenas em obra estruturantes, voltadas ao desenvolvimento econômico e turístico de Santa Catarina, o que brecou projetos de pavimentação e reurbanização de vias, previstos por alguns municípios.Em Blumenau, o recurso seria utilizado para tirar do papel o Centro de Convenções, anexo ao Setor 3 do Parque Vila Germânica. O município ainda tem esperança de que a verba venha – a alegação dos responsáveis é de que o projeto se enquadra nos critérios exigidos pelos técnicos do BNDES.– Nós acreditamos que o projeto do Centro de Convenções não fica inviabilizado com o naufrágio do Fundam. Basta que o Estado nos enquadre no financiamento, e essa parte política fica a cargo do gabinete (do prefeito). Blumenau entende que essa obra é, sim, importante para a região e se enquadra nos critérios do banco – argumenta o secretário de Turismo e Lazer e presidente do Parque Vila Germânica, Ricardo Stodieck.A mesma justificativa para buscar os montantes se estende para a prefeitura de Gaspar. O município entende que a obra do primeiro trecho do Contorno Urbano não é um projeto local, e sim um benefício à região. Como saída, o prefeito Kléber Wan-Dall (PMDB) enviou em regime de urgência uma proposta para obter uma linha de crédito junto ao programa Avançar Cidades, em torno de R$ 20 milhões. O regime, porém, foi derrubado pelos vereadores, que colocaram a proposta em trâmite comum. Para Wan-Dall, essa é a saída para aliviar o veto ao Fundam.– Acredito que todos os prefeitos de Santa Catarina aguardavam o Fundam com ansiedade. A notícia é ruim. Péssima. Seria um recurso essencial para iniciarmos os trabalhos. Agora temos pressa (para aprovar o empréstimo). O recurso do Avançar Cidades é limitado. Quem chegar primeiro, leva. Então a gente tem uma atenção especial quanto a isso – explica.Já em Indaial a cobrança será pelo término das obras na Ponte do Warnow, chamada de Terceira Ponte. O prefeito André Moser justifica que a estrutura foi erguida pelo governo estadual e, portanto, cabe a ele terminar os trabalhos, que estão parados desde o ano passado. O município pleiteava R$ 4,8 milhões para tomar frente ao projeto e terminar a instalação da iluminação, pavimentação das alças de acesso e implantação da sinalização vertical e horizontal. Sem esse dinheiro, será retomada a pressão junto ao Estado.– Nós finalizaríamos a obra, mas já que o recurso do Fundam não vem, esperamos que eles (o Estado) cumpram a promessa e terminem a obra – cobra Moser.PREFEITO DE RIO DO SUL FAZ CRÍTICAS AO GOVERNO ESTADUALCom base no que já era divulgado a conta-gotas nas últimas semanas, o prefeito de Pomerode Ércio Kriek (DEM) diz que estava perdendo as esperanças em ver a verba do Fundam 2, mas admite que a situação ficou complicada após a negativa oficial.– Por mais que já estivéssemos preparados para isso, ainda havia esperança. Agora apagou a vela. É uma situação difícil, pois foi um compromisso público, mas vamos tentar conversar com o secretário Paulo França para tentar algum caminho estadual antes do período eleitoral – disse o prefeito, que aguardava a verba para fazer a revitalização do trecho urbanizado da SC-110, que liga a cidade a Jaraguá do Sul.No Alto Vale do Itajaí, o prefeito de Rio do Sul José Thomé (PSDB) fez críticas mais duras ao governo estadual. Para ele, a decisão gerou uma revolta dos prefeitos que criaram expectativas após o anúncio ano passado:– Os prefeitos perderam tempo, perderam dinheiro fazendo os projetos para o Fundam, e agora estão vendo tudo ir por água abaixo.Após a negativa do Fundam, Thomé diz que pretende tentar incluir a revitalização da Estrada Blumenau em um pacote do Ministério das Cidades. Segundo o prefeito, há uma sinalização positiva de R$ 20 milhões para a cidade através de um programa federal, verba que serviria para a revitalização da estrada e também a ligação dos bairros Bela Aliança e Navegantes com uma ponte.O prefeito de Timbó, Jorge Krüger (PP), disse via assessoria de imprensa que “lamenta a decisão”. O pepista pleiteava R$ 3,1 milhões para a pavimentação da Rua Tiroleses. Já Itajaí, que almejava a macrodrenagem nos bairros Nossa Senhora das Graças, Dom Bosco e São Judas e reurbanização das ruas Duque de Caxias e Aristides Palumbo (orçadas em R$ 10 milhões) informou por nota que "caso as intervenções custeadas pelo Fundam 2 não venham, serão realocadas em outras fontes de financiamento".Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaVale busca recursos para viabilizar obras do FundamJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-vale-busca-recursos-para-viabilizar-obras-do-fundam-10302423Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24274276"Estamos inertes em uma enorme crise ética", diz dom Angélico após polêmica sobre ato com LulaBispo emérito de Blumenau falou sobre a participação em ato ecumênico antes da prisão do ex-presidente no sábado2018-04-09T17:58:48-03:002018-04-09T17:58:48-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSGABRIELA BILÓ"Estamos inertes em uma enorme crise ética", diz dom Angélico após polêmica sobre ato com LulaJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24274276Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-estamos-inertes-em-uma-enorme-crise-etica-diz-dom-angelico-apos-polemica-sobre-ato-com-lula-10302276"Estamos inertes em uma enorme crise ética", diz dom Angélico após polêmica sobre ato com LulaBispo emérito de Blumenau falou sobre a participação em ato ecumênico antes da prisão do ex-presidente no sábado2018-04-09T17:58:48-03:002018-04-09T17:58:48-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brFoto: GABRIELA BILÓ / ESTADÃO CONTEÚDONo centro de uma das várias polêmicas que surgiram nos últimos dias ao redor da prisão do ex-presidente Lula, dom Angélico Sândalo Bernardino expõe com clareza sua opinião sobre a situação do Brasil. Bispo emérito de Blumenau e amigo próximo de Lula há mais de 30 anos, ele participou do ato ecumênico que celebrou o aniversário da ex-primeira-dama Marisa Letícia e que precedeu a prisão do ex-presidente.Nome sempre lembrado na diocese catarinense, hoje aos 85 anos de idade, ele mora em São Paulo e falou por telefone com a reportagem da NSC Comunicação. Mesmo ao criticar a repercussão negativa do ato de sábado, mantém a voz calma e extremamente pausada que é sua característica, como se estivesse constantemente recitando um poema. Com aguçado senso político, o bispo discorre sobre a democracia no Brasil, o atual momento político e a defesa dos direitos da população pobre.Confira a entrevista:Como surgiu o convite para participar do ato sábado? Qual é a relação do senhor com o ex-presidente Lula?Primeiramente quero esclarecer que não foi uma missa. Foi um ato ecumênico, no qual houve inclusive participação de uma pastora luterana. A minha amizade com o Lula e a família vem de longa data, quando ele era líder sindical eu era bispo responsável pela pastoral operária, onde fiquei por mais de 20 anos. Era tempo de luta, ditadura militar, nós tivemos muito relacionamento. Mais recentemente eu batizei um neto do Lula em Blumenau, batizei uma bisneta também.Quando a Marisa foi hospitalizada a família me pediu para ir lá e administrei o sacramento dos enfermos. Quando ela faleceu eu fui ao velório. No primeiro aniversário da morte me convidaram e eu também fui. E agora me pediram uma celebração religiosa pelo aniversário dela. Eu também fui. Só que foi justamente na data em que houve a prisão, então tinha uma multidão. O ato ecumênico tinha sido planejado para ser dentro do sindicato, mas transferiram para o lado de fora por causa do multidão.Então não foi um ato religioso instrumentalizado, a não ser por aqueles que têm o interesse em distorcer a opinião pública. Terminado o ato religioso, eu me retirei e seguiram as outras programações com pronunciamentos, discursos, etc. Depois eu já estava em outra missão. Quando ele foi levado para a polícia eu já estava celebrando a Santa Missa numa comunidade na periferia de São Paulo.Pela relação próxima com o ex-presidente e até por pronunciamentos anteriores, o senhor tem uma opinião política a respeito do cenário atual. Como encarou a prisão do Lula?Sobre prisão eu não opino, eu somente digo que estamos inertes em uma enorme crise ética, em uma crise que atinge os poderes da República, o Legislativo, o Executivo, o Judiciário. E isso me preocupa sobremaneira, como na época do golpe militar de 1964 que foi levado avante por civis pelo alto poder econômico, que se valeu dos militares, e agora também. O objetivo era afastar o poder popular do governo. Houve outro golpe, um golpe parlamentar. Mas a intenção profunda era afastar o poder popular.Mas e a prisão de um ex-presidente?Além de outros quatro presidentes que já foram presos, nesse país nós tivemos Getúlio que deu um tiro no peito pressionado, João Goulart que levou o golpe porque queria fazer as reformas de base, depois Jânio Quadros que renunciou pressionado por forças ocultas, e aquele que foi o idealizador de Brasília também foi preso, e cuja morte na Via Dutra ainda não foi esclarecida.Presidentes no Brasil presos, nós tivemos alguns. Quais foram os interesses que moveram essas prisões? Não foram interesses do bem do povo brasileiro. Hermes da Fonseca, Washington Luiz, Artur Bernardes e Juscelino Kubitschek, e agora o Lula. São prisões que vão além da vontade popular.Claro que sou francamente favorável ao saneamento ético. Dos empresários que corromperam políticos que devem ser julgados com ampla defesa, e também políticos que são acusados de corrupção, seus crimes devem ser provados e eles têm amplo direito de defesa, e que o dinheiro eventualmente desviado seja devolvido com juros e correção monetária. Mas isso não impede que eu, como discípulo de Jesus, quando solicitado, vá aos mais diversos ambientes (como as cerimônias da família do ex-presidente).Como o senhor reagiu às críticas feitas após a presença no ato com Lula?Recebo com serenidade, quem me ilumina na vida é aquele que é o mestre, o caminho, a verdade, Jesus. Jesus foi criticado porque comia com os pecadores, pois acolheu pessoas que não devia acolher, disse que o sábado estava a serviço do homem e não o homem a serviço do sábado. Jesus foi condenado pois anunciou ao mundo que Deus é pai e todos são irmãos. Não é legitimo que a riqueza se acumule na mão de poucos.Como podemos estar tranquilos quando o salário desses marajás é quase R$ 30 mil por mês? Dentro de um salário mínimo de um trabalhador?Não tenho opção partidária, o que me ilumina é a palavra de Jesus. E o Papa Francisco diz para a igreja: vão para as periferias humanas e geográficas, não vamos ser uma igreja acomodada. Temos que defender os direitos dos pobres, dos trabalhadores, dos desempregados.Porto Alegre, RSJornal de Santa Catarina"Estamos inertes em uma enorme crise ética", diz dom Angélico após polêmica sobre ato com LulaJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-estamos-inertes-em-uma-enorme-crise-etica-diz-dom-angelico-apos-polemica-sobre-ato-com-lula-10302276Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24272729"Com olhar sempre voltado para as pessoas", diz Mário Hildebrandt (PSB), novo prefeito de BlumenauEm entrevista ao Santa o novo chefe do executivo fala dos desafios à frente da administração municipal 2018-04-07T04:00:43-03:002018-04-07T04:00:43-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMichele Lamin"Com olhar sempre voltado para as pessoas", diz Mário Hildebrandt (PSB), novo prefeito de BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24272729Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-com-olhar-sempre-voltado-para-as-pessoas-diz-mario-hildebrandt-psb-novo-prefeito-de-blumenau-10300623"Com olhar sempre voltado para as pessoas", diz Mário Hildebrandt (PSB), novo prefeito de BlumenauEm entrevista ao Santa o novo chefe do executivo fala dos desafios à frente da administração municipal 2018-04-07T04:00:43-03:002018-04-07T04:00:43-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO primeiro dia de Mário Hildebrandt (PSB) como titular da prefeitura de Blumenau começou com a cerimônia de posse dos novos secretários no Salão Nobre. Na oportunidade, o novo prefeito discursou brevemente sobre os desafios à frente da administração municipal. Ao fim da cerimônia, ele concedeu entrevista para a NSC Comunicação e analisou o trabalho para a continuidade do mandato. Confira a seguir:O ex-prefeito Napoleão disse em entrevista que o principal desafio que ele deixa para a continuidade do mandato é a conclusão das obras de mobilidade em andamento. Segundo ele, há ainda a “espada das desapropriações” na cabeça da prefeitura. O principal desafio é esse? Como o senhor vai lidar com a questão das desapropriações?Mário Hildebrandt - As desapropriações são uma parte de todo o processo das diversas complicações que se têm com as diversas obras. É uma delas e a gente está trabalhando fortemente nisso. Pessoalmente estou me dedicando e vou continuar na construção dessas ações. Na questão das obras com certeza vamos acompanhar o cronograma, olhar vírgula a vírgula, pois nós temos um prazo: agosto do ano que vem. E esse prazo vai ser cumprido, tem que ser cumprido, e vou olhar ponto a ponto para que ele seja cumprido. E além disso iniciar obras novas, como a revitalização da Rua Bahia. Vamos também terminar as mais diversas obras já em andamento, não só as cinco grandes do BID. São muitas obras nos mais diversos bairros e ruas que nós demos a ordem de serviço (para pavimentação), como na Escola Agrícola. Então, temos todos esses objetivos, mas sem deixar de olhar para as pessoas. Acho que esse é o grande desafio: olhar para as pessoas e, por exemplo, levar os donativos para as comunidades atingidas na Itoupavazinha (durante a enxurrada do último dia 30 de março), levar serviço, ações, cesta básica, colchão, móveis. Essa é uma das demandas fundamentais na nossa caminhada, e para isso vou estar aqui com o olhar do grande e do pequeno, sempre voltado para as pessoas.O senhor vem de uma trajetória de ONG e Assistência Social desde os anos 1990. Esse olhar humanizado é algo de diferente que o prefeito Mário quer trazer?Hildebrandt - Sem dúvida. Isso faz parte da minha vida, da minha caminhada. Vim da área social, tive que provar por muito tempo que eu não era assistente social só. Sou administrador, sou pós-graduado, às vezes meu sobrenome nem era Hildebrandt, era Mário do Cerene, Mário da Assistência Social, Mário da Pró-Família. Como Mário Hildebrandt sou muito recente, sempre tive o sobrenome daquilo que eu fazia, mas isso continua na minha essência, continua no meu DNA, na minha vida, no meu sangue, e vai continuar nessa caminhada.O senhor assinou algumas alterações pontuais no primeiro escalação, especialmente nas secretarias mais próximas, como Chefia de Gabinete, Comunicação e Procuradoria. Algumas secretarias ainda vão ficar com lideranças provisórias, como a Regularização Fundiária e a Secretaria Executiva do Programa de Mobilidade Sustentável e de Projetos Especiais, que o senhor era o responsável. Mais mudanças devem ocorrer em breve?Hildebrandt - A gente não quer fazer as coisas no atropelo, quer fazer na consciência. É justamente por isso. Queremos fazer as coisas no caminho do objetivo correto. Mais mudanças devem vir, natural, mas todas serão alinhadas com o partido, com a pessoa. Todos são competentes, às vezes alguns não imprimem o ritmo que a gente quer, mas isso vai ser avaliado no período e todos são extremamente parceiros. Tenho orgulho de conviver com todos até aqui e a maioria vai continuar comigo.Serão dois anos e nove meses sem vice-prefeito, e o senhor foi um vice atuante, com várias tarefas na gestão Napoleão. Como será agora administrar a cidade sem esse braço tão próximo, que é a figura do vice?Hildebrandt - Serão dois anos e nove meses em que a carga fica em duas mãos, antes eram quatro. Mas enfim, vou tocar com apoio da equipe e por isso que a fortaleci. Segunda-feira vou ter uma reunião do colegiado cedo já, para que a gente possa conversar sobre algumas demandas, algumas ações e alguns desafios, para começar a entrosar a equipe e coordenar as ações adiante.Porto Alegre, RSJornal de Santa Catarina"Com olhar sempre voltado para as pessoas", diz Mário Hildebrandt (PSB), novo prefeito de BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-com-olhar-sempre-voltado-para-as-pessoas-diz-mario-hildebrandt-psb-novo-prefeito-de-blumenau-10300623Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24272693Blumenau abre alas para Mário HildebrandtNovo prefeito do município do Vale do Itajaí construiu carreira na Assistência Social. Trajetória política iniciou na Câmara Municipal2018-04-07T03:00:01-03:002018-04-07T03:00:01-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesBlumenau abre alas para Mário HildebrandtJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24272693Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-blumenau-abre-alas-para-mario-hildebrandt-10300542Blumenau abre alas para Mário HildebrandtNovo prefeito do município do Vale do Itajaí construiu carreira na Assistência Social. Trajetória política iniciou na Câmara Municipal2018-04-07T03:00:01-03:002018-04-07T03:00:01-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brSe Napoleão Bernardes (PSDB) chama atenção pelo jeito expansivo e carismático, Mário Hildebrandt (PSB) é um senhor discreto. Duas vezes vereador, presidente da Câmara Municipal, secretário na gestão de João Paulo Kleinübing (DEM) e vice-prefeito eleito em 2016, sempre foi conhecido, a ponto de ser visto como possível nome à Assembleia Legislativa de Santa Catarina. Mas poucos indicavam que ele chegaria ao principal gabinete da prefeitura. A política é dinâmica e com paciência, um prefeito foi forjado na figura do homem de pequena estatura, cabelos grisalhos e voz calma que assumiu a principal cadeira do Executivo de Blumenau nesta semana.Entender o momento de Hildebrandt é parte importante do contexto da renúncia de Napoleão ao cargo de prefeito na última quinta-feira. O tucano não perde a oportunidade de rasgar elogios ao colega de chapa. Transmitiu o cargo aos poucos e deu protagonismo ao companheiro de chapa ao destacá-lo para gerir obras de mobilidade estratégicas para a gestão. Para quem acompanha a trajetória de Hildebrandt, o novo prefeito de Blumenau começou a ser moldado muito tempo atrás.– A política partidária não estava nele (Mário), as políticas públicas, sim. Eu enxergava nele um administrador, e falta isso na área pública. Ele chegou onde está pelo homem que é – conta Rolf Hartmann, presidente da Cruz Azul no Brasil, responsável por abrir o caminho na área que projetou Hildebrandt, e conselheiro próximo dele.O Mário do CereneFoi aos 25 anos, em 1994, que Mário entrou como voluntário no Centro de Recuperação Nova Esperança (Cerene) de Blumenau. O jovem nascido em Mirim Doce e criado em Taió, filho de pai pedreiro e mãe agricultora, havia recém encerrado a faculdade de Administração na Furb e logo chamou a atenção pela liderança. Rolf, então, o convidou para fazer parte do conselho fiscal da entidade e não demorou para que subisse ao cargo de administrador, onde liderou ONGs da cidade em um momento de atrasos nos repasses de verbas. Foi nessa época, trabalhando e morando no Cerene, que Mário resolveu entrar na faculdade de Assistência Social e focar a carreira na área. Quis o destino, ainda, que na sala da Furb em uma aula de Filosofia, como o único homem em uma turma de 53 mulheres, conhecesse Sueli, a esposa há 17 anos. Com ela, tem duas filhas adotivas – uma de 15 e outra de 17 anos – quatro cães e duas calopsitas.Nos anos 2000, como administrador do Cerene, foi então indicado por Hartmann quando o então prefeito João Paulo Kleinübing quis alguém da área para assumir a Secretaria de Assistência Social, em 2005. Começava ali a carreira política.O Mário da Assistência SocialÀ frente da secretaria durante o governo JPK, Hildebrandt criou na prefeitura de Blumenau a imagem de trabalhador.– Ele se dedica 100% a todos os trabalhos que assume – conta a esposa, Sueli.Segundo ela, a rotina normal é uma tradição: acordar às 4h para fazer exercícios, reunir a família na mesa para tomar café da manhã juntos entre 5h30min e 6h e depois sair para o trabalho. Volta para casa só à noite, mas faz questão de durante o dia ligar para a mulher e as filhas como o pai coruja que é.E foi nos tempos de secretário que ele teve o desafio que o projetou a voos maiores, ao organizar abrigos para blumenauenses que perderam tudo com a enchente e os deslizamentos há 10 anos.– Na tragédia de 2008 ninguém sabia como agir com a situação dos desabrigados. Foi o maior desafio da vida dele e lá ele mostrou a sua capacidade – lembra Genita Lunelli, secretária que o acompanha desde 2005 e, mesmo nos momentos de maior tensão, tem dificuldade em lembrar das vezes em que viu o chefe sair do eixo.“Até na hora de brigar ele é calmo”, contam os mais próximos no gabinete, em algo que fala muito sobre o perfil de Hildebrandt e que ele levou para o desafio seguinte, ao se eleger vereador e começar o mandato em 2009. Ficou na Câmara Municipal até 2016, onde chegou a ser presidente do Legislativo e se viu no meio da polêmica sobre o Plano Municipal de Educação, quando criou desavenças com grupos da cidade pelo viés religioso. Continuou sendo conhecido pelo trabalho na Assistência Social até ser indicado pelo PSB e entrar como candidato a vice-prefeito na chapa que culminou na reeleição de Napoleão.– O Mário é um gestor incansável e o vejo como uma revelação política, mesmo que tardia. O trabalho dele como secretário, vereador e vice-prefeito o trouxe até aqui – diz Júlio César Pereira, presidente do PSB em Blumenau e autor do convite que levou Mário do PSD para o partido atual.O Mário prefeitoA chapa de 2016 foi montada pensando em um vice presente e atuante, que teria o domínio político para o cargo principal mesmo que a eleição de 2018 não pedisse uma renúncia. É por isso que, mesmo tão diferente de Napoleão em seu estilo pessoal, Mário é visto pelos aliados com confiança para um mandato de continuidade, mas com liberdade para trazer suas marcas. Forjado pelos tempos de ONG, da secretaria de Assistência Social, da Câmara de Vereadores e como vice-prefeito para ser protagonista.Perfil · 49 anos· Formado em Administração e Assistência Social pela Furb, pós-graduado em Ciências Contábeis pela FGV· Conselheiro Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente de Santa Catarina em 2003· Secretário Municipal da Assistência Social, da Criança e do Adolescente de 2005 até 2012· Presidente da Fundação Pró-Família de Blumenau de agosto de 2006 até 2008· Vereador em Blumenau nos mandatos 2009/2012 e 2013/2016· Presidente da Câmara Municipal de Vereadores 2015/2016Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaBlumenau abre alas para Mário HildebrandtJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-blumenau-abre-alas-para-mario-hildebrandt-10300542Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24269526"Tenho certeza que o melhor foi feito", avalia Napoleão sobre mandato de prefeitoTucano renunciou ao cargo de prefeito nesta quinta-feira em Blumenau2018-04-06T08:38:43-03:002018-04-06T08:38:43-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick Rodrigues"Tenho certeza que o melhor foi feito", avalia Napoleão sobre mandato de prefeitoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24269526Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-tenho-certeza-que-o-melhor-foi-feito-avalia-napoleao-sobre-mandato-de-prefeito-10299477"Tenho certeza que o melhor foi feito", avalia Napoleão sobre mandato de prefeitoTucano renunciou ao cargo de prefeito nesta quinta-feira em Blumenau2018-04-06T08:38:43-03:002018-04-06T08:38:43-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brAgora ex-prefeito de Blumenau, Napoleão Bernardes (PSDB) recebeu a reportagem do Santa em seu último dia antes da renúncia para avaliar o período à frente do Executivo municipal. Ele fala sobre os êxitos, o que poderia ter feito de diferente e aponta os principais desafios para o sucessor. Confira a seguir:No primeiro mandato o senhor falava de gestão e projetos, enquanto o segundo seria de entregas e realizações. Pelos primeiros 15 meses é possível perceber que a previsão se concretizou. O que Blumenau pode esperar daqui para frente?Em primeiro lugar, a minha segurança na condução do prefeito Mário em relação aos temas da cidade. A minha decisão de estar escalável para as eleições de 2018 só foi possível pela segurança e solidez do prefeito Mário tocar adiante aquilo que é um compromisso meu e dele, o nosso plano de governo. Não finda nada, o plano segue até dezembro de 2020. Em segundo lugar, eu sempre disse que a marca do primeiro mandato, embora tenha tido obras e realizações nos bairros, foi a conceitual, o que nos permitiu um segundo mandato realizador com o conjunto de obras em andamento e a própria questão da renovação da frota do transporte coletivo, que é outro legado. Essas duas marcas do segundo mandato também levam a um raciocínio adicional, que posso dizer com coração aberto que a posição mais cômoda da minha vida seria concluir esse mandato. É muito honroso ser prefeito de Blumenau reeleito aos 35 anos. Sou feliz com minha vida, com a minha filha, minha esposa, voltando a dar aula, fazendo doutorado. Voltar a fazer isso tendo concluído um mandato de prefeito eu estaria plenamente realizado. Ser duas vezes prefeito aos 36, 37 anos, com tanto nome em placas a entregar, então o conforto seria ficar.Com base nos planos de quando foi eleito em 2012, o senhor acredita que conseguiu ter êxito e cumprir a maior parte do que era pretendido? O que ficou faltando?Talvez o grande desafio seja de fato a conclusão de todas essas obras e a conclusão do processo de renovação da frota do transporte coletivo. Hoje é, na média, a mais nova do Estado e em 2020 será, por contrato, a mais nova do Brasil. Claro que é uma nova realidade do transporte coletivo e tem dois novos terminais a caminho, então também abre a oportunidade de reorganização do sistema. Para garantir melhor condição ao usuário e também uma racionalidade que possa equilibrar o sistema e o cidadão se sinta bem atendido. Mas o grande desafio é concluir as obras, porque ainda temos sob a cabeça a espada das desapropriações, que sempre foi um pepino, desde o primeiro dia do primeiro governo, a verba para isso. Os financiamentos abrangem obra, não desapropriação. Fruto de trabalho político e administrativo, nós viabilizamos toda uma estratégia através da outorga do ICMS no primeiro governo, que foi altamente relevante. Para o segundo governo, viabilizamos em uma tratativa minha com o senador Dalírio Beber junto ao então ministro das Cidades, Bruno Araújo, que alguns novos financiamentos da Caixa tivessem um percentual para desapropriação. Ainda estamos na boca de uma segunda tentativa com a Caixa, mas pela política monetária do governo (federal) houve um stand-by, então a gente continua com a espada na cabeça. Esse é outro grande desafio do Mário. Tem algo que ficou faltando, que o senhor desejava ter feito diferente?Parto do pressuposto da consciência tranquila. A minha vida se confunde com a minha carreira e, por isso, abri mão de todo o resto, me devotei a essa construção. Não faltei a um dia de trabalho, não me dei ao direito das férias e nem a doença. Trabalhei aqui todos os dias, até no dia depois do casamento, para entregar o melhor. É óbvio que sempre há equívocos, falhas existem e peço desculpas à cidade quanto a isso. Mas tenho certeza que o melhor foi feito. Não há o que se lamentar. Saio leve. Os erros foram de boa fé.Qual foi a marca do governo Napoleão Bernardes em cinco anos e três meses?Separo os mandatos. No primeiro, foi o conceitual, a ênfase em transparência, gestão, banco de projetos, enxugamento, busca de qualificação técnica para os cargos. Esse modelo de gestão menos burocrático do case da Praça do Empreendedor, a coragem e audácia na tomada de decisões como a do Siga. Esse conceito marca o primeiro governo desde o primeiro dia de 2013, antes desses assuntos entrarem na moda com a crise econômica. No segundo governo, foi a realização nas mais diversas áreas, mas a grande ênfase é nesse conjunto de obras estruturantes em andamento. No desenvolvimento econômico, temos o case de sucesso da geração de empregos, em que lideramos índices nacionais. Na questão da saúde melhoramos o que tem e otimizamos o atendimento com os AGs até a meia-noite, reformas, avanços em aplicativos de governo eletrônico. No “conjuntão” nós avançamos na estrutura, na questão social e na questão econômica.Logo no primeiro ano de mandato, o prefeito encarou a maior greve de servidores da história de Blumenau. Depois parece ter conseguido estabilizar a situação e passou pela crise econômica com salários em dia. O lado gestor cresceu durante esses anos? Uma prefeitura é um PhD em Administração Pública e todas as áreas. Em última análise, tudo acontece na cidade. Um gestor municipal no mesmo dia trata de políticas educacionais, de saúde, de desenvolvimento econômico, de transporte coletivo, de obra, tudo.Nessa situação dos servidores, a gente teve a reposição da inflação todos os anos, e olha que a gente chegou a ter inflação de 9,34%. E eu tinha um compromisso de ganho real de 1%, então, no ano da inflação de 9,34%, ainda tive que dar 1% de ganho real. Isso é muita coisa no auge da crise econômica. Foi isso que fez na maior parte do Brasil o maior número de prefeitos terem desistido da reeleição em 2016, e também o maior número de prefeitos não reeleitos na história do Brasil. E nesse cenário eu fui reeleito com a maior votação proporcional de Santa Catarina no segundo turno. Popularidade vem e passa. O que fica é a credibilidade. Se teve o ônus de enfrentar a maior greve da história, teve-se o bônus de sair com a credibilidade de um compromisso que se podia honrar. Se a gente fosse tocando obras esporadicamente, para ser vistoso e dar sucesso na reeleição, talvez hoje a gente estivesse vivendo o que o Rio de Janeiro vive, o que outras cidades viveram. A gente optou pela responsabilidade.No começo de 2016, o senhor tomou a decisão que na época chamou de a mais difícil de todas, que foi romper o contrato com o Consórcio Siga. De lá para cá, a frota se renovou, uma nova empresa chegou, mas a cidade ainda tem dificuldades para atrair mais usuários para o transporte coletivo, além de ter uma das tarifas mais caras do Estado e ter excluído uma série de linhas nos últimos meses. O plano de mobilidade diz que o transporte coletivo é o futuro, mas no fim dessa conta os usuários continuam caindo. O que faltou ser feito?Essa é uma ação administrativa em construção. Havia uma etapa primeiro emergencial, que era que motorista e cobrador tivessem salário em dia para continuar trabalhando sem paralisações. O básico e o emergencial era esse. E a gente venceu isso, garantiu salário em dia. O segundo passo era uma frota digna, e esse também já deu certo. Agora tem a terceira etapa que é infraestrutura, então dois novos terminais estão em construção e bem avançados. Eles são exemplo conceitual de tudo que está por trás das obras de mobilidade, pois o mesmo terminal de ônibus é pensado no ciclista, no pedestre, em quem está de carro. As grandes obras, como o binário da Chile com a Argentina, Humberto de Campos, General Osório e Rua Bahia têm o trânsito pensado como um todo e ênfase no transporte coletivo. Se dá mais velocidade e reduz o tempo entre os terminais, ganho de tempo é economia para o sistema e reflete no custo/benefício. Com a entrega dos dois novos terminais será feito um replanejamento por completo de linhas, horários, para que tudo seja readequado com sustentabilidade.A perda que houve dos passageiros é fruto da falta de credibilidade do sistema, fruto das paralisações. Leva tempo para reorganizar isso. Agora, as pessoas estão vendo que não para mais por falta de salário, a frota está renovada, a infraestrutura está acontecendo e os ônibus vão andar com mais velocidade. Com isso vai se tornando um sistema mais atrativo. Na linha que se tem hoje com a frota mais nova, na balança a tarifa não é a mais cara do Estado pelo grau de investimento. Mas é óbvio que sempre se deseja uma tarifa menor, é um círculo que é vicioso e que deve se tornar virtuoso. A combinação de tudo isso que está planejado e em execução vai permitir a retomada da credibilidade do sistema e equilibrar isso tudo. É uma ação em curso.Outro ponto que norteou os debates desde 2012 e que de certa forma ficou pendente em seu mandato foi a Ponte do Centro. O prefeito disse várias vezes que decidiu por duas pontes distintas e, por enquanto, nenhuma saiu do papel. O assunto deveria ter sido tratado de outra maneira?Com a experiência vivida e começando do zero, com o traquejo político no sentido amplo, de relacionamento e diálogo com as forças da comunidade, talvez eu tivesse melhorado e conduzido diferente a decisão. Do ponto de visto técnico, há convencimento da equipe técnica do município pela decisão que se tomou. A ponte da Rodolfo Freygang com a Chile tinha um projeto de arquitetura e trabalhei para viabilizar a ponte com a criação de um projeto de engenharia, que é o que se permite a capacidade de licitar uma obra, o projeto de arquitetura não faz isso. A segunda ponte, a Norte-Sul, era um conceito. Ela agora tem um projeto de arquitetura pronto. Se supunha haver recursos para a ponte da Rodolfo com a Chile, que era do BID para um conjunto de obras. Se optasse pelo investimento na ponte, que era estaiada, bonita, com um investimento diferente, todo esse grande conjunto de obras em execução hoje talvez se resumisse a uma única ponte. Não teria verba para os corredores estruturais, terminais. Tudo é importante, mas em vez de investir numa única ponte, a gente investiu num conjunto de obras.Na eleição de 2016, o senhor elencou cinco temas como prioridades para o mandato: desenvolvimento econômico, creches, obras, saúde e transporte coletivo. Algum desses recebeu menos atenção do que pretendia? Qual teve mais sucesso?Não é questão de menos atenção, mas depende da conjuntura. Posso citar as creches. Nosso compromisso eram sete e viabilizamos o início da construção de seis. Mas é um recurso do governo federal, que pela crise da Dilma, transição de governo, passaram três ministros da Educação nesse tempo. Cada vez que trocava o ministro tinha que começar do zero. Teve impeachment, teve ministro trocando como se trocava de roupa. O grau de execução das creches é proporcional ao que vem de repasse federal, então o ritmo não dependeu de nós. No desenvolvimento econômico a gente ampliou várias áreas, atuação da Praça do Empreendedor maior, lei da inovação e tudo mais. Nas obras andamos, conseguimos até a Rua Bahia, que era sempre o meu desabafo. Na saúde entregamos a reforma da Policlínica. Sempre tem o que fazer mais, mas vivo um momento especial em que sinto os compromissos entregues.A Blumenau de 2020 citada pelo senhor enquanto candidato em 2016 teria mais parques, asfalto novo, novas pontes, centro de convenções e a Margem Esquerda urbanizada. Perto da metade do caminho, esses objetivos ainda soam reais?A Margem Esquerda tem o compromisso do Pinho Moreira feito aqui no gabinete. Nunca chegou em mim a conversa de uma escolha entre verba para Margem Esquerda ou para Centro de Convenções. Há um compromisso do vice-governador e hoje governador de R$ 15 milhões para a Margem Esquerda e um compromisso do governador Colombo de R$ 15 milhões para o Centro de Convenções. Não há nenhuma negativa sobre o Fundam oficialmente para os prefeitos. Oficialmente o que a gente tem é a confirmação. Mas a situação é de que o BNDES não financiaria obras pingadas dos municípios, que cabe obras estruturantes. Na minha ótica o Centro de Convenções continua elegível, ainda que não venha o Fundam na sua configuração original. Poderia vir pelo BNDES e provo que o Centro de Convenções se enquadra como obra estruturante regional sem concorrer com os centros de Balneário Camboriú e Florianópolis.Torço para que venha o Fundam na sua ideia original, pois cada município já se organizou, criou expectativa, fez projeto. Ainda que ele venha por BNDES em investimentos somente para obras estruturantes do Estado, o Centro de Convenções continua elegível. E aí a questão da Margem Esquerda é o compromisso do Pinho. Nunca houve até o momento por parte do Estado a faca no pescoço de dizer “um ou o outro”, então continuo acreditando em ambos e a gente constituiu condições para ambos. Defendemos para dois governadores e tivemos o ok de ambos. Então o serviço está mais do que bem feito, agora é a expectativa.Em relação a parques, o das Itoupavas está em execução e vai ser entregue. Os dois terminais de ônibus também têm áreas de lazer, além da própria Margem Esquerda que será uma área de lazer. E tem o projeto do parque no Garcia, que é um compromisso. E tem ainda o compromisso do Estado ao desativar o presídio. Blumenau aceitou a penitenciária com a condição de desativar o presídio e depois ter um parque naquele espaço na General Osório. E tem ainda muitas praças pipocando com as parcerias com as empresas. Tem ainda um projeto grande de parque na beira do rio na Rua Silvano Cândido da Silva, que seria um início da Marinha Pública de Blumenau. Por fim, tem o asfalto novo na Rua Bahia, todas as obras em execução e várias ruas que pavimentamos. Algumas que a população protestava desde quando eu era vereador e agora foram pavimentadas.Após a renúncia, você terá em torno de quatro meses até as convenções partidárias. Até lá o que pretende fazer?Uma das coisas que meu coração aperta é a minha filha, que fez cinco meses na terça-feira. Tenho focado em pelo menos algum período do dia estar ao lado dela acordada, mas tem dias que não têm jeito. Saio quando ela está dormindo, volto com ela dormindo. O coração aperta de verdade. O propósito desses quatro meses é percorrer o Estado, as regiões, falar do modelo de gestão e ao mesmo tempo ouvir as demandas e desafios. Serão quatro meses de pé na estrada.Porto Alegre, RSJornal de Santa Catarina"Tenho certeza que o melhor foi feito", avalia Napoleão sobre mandato de prefeitoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-tenho-certeza-que-o-melhor-foi-feito-avalia-napoleao-sobre-mandato-de-prefeito-10299477Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24239363Em evento no Teatro Carlos Gomes, Napoleão renuncia e Mário Hildebrandt assume a prefeitura de BlumenauCerimônia contou com a presença de dezenas de políticos e lotou o Auditório Heinz Geyer2018-04-05T20:30:58-03:002018-04-05T20:30:58-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick RodriguesEm evento no Teatro Carlos Gomes, Napoleão renuncia e Mário Hildebrandt assume a prefeitura de BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24239363Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-em-evento-no-teatro-carlos-gomes-napoleao-renuncia-e-mario-hildebrandt-assume-a-prefeitura-de-blumenau-10270247Em evento no Teatro Carlos Gomes, Napoleão renuncia e Mário Hildebrandt assume a prefeitura de BlumenauCerimônia contou com a presença de dezenas de políticos e lotou o Auditório Heinz Geyer2018-04-05T20:30:58-03:002018-04-05T20:30:58-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brNapoleão renunciou para concorrer a uma vaga ao Senado.Foto: Patrick Rodrigues / Jornal de Santa CatarinaO evento era como uma posse, só que ao contrário. Até mesmo o discurso do então prefeito Napoleão Bernardes (PSDB) sobre pais, família e amigos, era parecido com aquele de cinco anos e quatro meses atrás, quando ele assumia pela primeira vez a prefeitura de Blumenau. Na escadaria do Teatro Carlos Gomes, mulheres tocando clarineta e flauta transversal davam boas vindas àqueles que se amontoavam à procura de alguma cadeira dentro do Auditório Heinz Geyer. Era tanta, mas tanta gente, que só para a cerimonialista citar as autoridades presentes, foram 18 minutos, somados os momentos em que parou para anunciar que alguém estava ali, nas cadeiras do teatro. Políticos dos mais diversos municípios de Santa Catarina – até de São Carlos, no extremo Oeste do Estado – acompanharam o evento. Tudo para acompanhar o dia em que o comando da cidade trocava de mãos.Embora a cerimônia fosse a renúncia de Napoleão, havia a expectativa de que Mário Hildebrandt (PSB), seu então vice-prefeito, fosse a estrela da noite. Mas não foi o que aconteceu. O centro das atenções ficou voltado ao tucano, e não ao homem nascido em Mirim Doce, no Alto Vale, e que nesta sexta-feira assume a cadeira mais importante do Executivo de Blumenau. Nos discursos, Hildebrandt falou primeiro, indicando que o gran finale ficaria a cargo de Napoleão. Mesmo assim conseguiu ter o destaque típico de um prefeito. Ligado à igreja, citou dezenas de vezes Deus, família, e mostrou gratidão ao seu colega da chapa nas eleições de 2016. Foram raras as vezes em que ele aumentou o tom, e em uma delas comentou sobre o seu posicionamento à frente da prefeitura.– Napoleão, vá tranquilo. Estarei dedicando cada um dos meus dias até 31 de dezembro de 2020 para terminarmos essa ação que começamos juntos, que é o pacto por Blumenau. Estarei cuidando de cada um dos cidadãos – exaltou Hildebrandt, prefeito a partir desta sexta.Ao fim, os dois se abraçaram, com um beijo na testa do agora ex-chefe do executivo no atual e uma conversa de nove cronometrados segundos no pé do ouvido. Sob os olhares de nomes fortes na política, como os senadores Dalírio Beber (PSDB) e Paulo Bauer (PSDB), então governador licenciado Raimundo Colombo (PSD), deputados estaduais e federais, era a hora de Napoleão falar. Antes, porém, um protesto. Isso porque um conhecido opositor interrompeu o discurso do então prefeito e foi contido à força por assessores de secretários da prefeitura.Passada a turbulência, Napoleão ocupou a tribuna durante quase uma hora, discursou em tom de prestação de contas, falou de projetos e fez subir ao palco personalidades da região. Esportistas, paradesportistas, servidores públicos. – Se a política é vocação, a política também é um exercício diário de renúncia – citou Napoleão no início do discurso, ao se desculpar com a comunidade, colegas e familiares e fazer uma analogia com o motivo do evento da noite, que era sua saída do governo municipal.A partir desta sexta-feira, portanto, Napoleão não pisa mais no terceiro andar do prédio às margens da Avenida Beira-Rio como prefeito. Agora, é a vez de Mário que, sem um vice, terá a responsabilidade por quase dois anos de liderar Blumenau.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaEm evento no Teatro Carlos Gomes, Napoleão renuncia e Mário Hildebrandt assume a prefeitura de BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-em-evento-no-teatro-carlos-gomes-napoleao-renuncia-e-mario-hildebrandt-assume-a-prefeitura-de-blumenau-10270247Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24197682Na véspera da renúncia de Napoleão, prefeitura de Blumenau anuncia mudanças no secretariadoAlterações são na Procuradoria Geral, chefia de gabinete e Secretaria de Comunicação2018-04-04T15:42:03-03:002018-04-04T15:42:03-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLuís Carlos KriewallNa véspera da renúncia de Napoleão, prefeitura de Blumenau anuncia mudanças no secretariadoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24197682Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-na-vespera-da-renuncia-de-napoleao-prefeitura-de-blumenau-anuncia-mudancas-no-secretariado-10230143Na véspera da renúncia de Napoleão, prefeitura de Blumenau anuncia mudanças no secretariadoAlterações são na Procuradoria Geral, chefia de gabinete e Secretaria de Comunicação2018-04-04T15:42:03-03:002018-04-04T15:42:03-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPosse dos novos secretários será o primeiro ato de Hildebrandt (foto) como prefeito de Blumenau.Foto: Luís Carlos Kriewall / EspecialO vice-prefeito Mário Hildebrandt (PSB) nem sequer assumiu o Executivo, mas algumas mudanças por conta da renúncia de Napoleão Bernardes (PSDB) – que renunciará ao cargo nesta quinta-feira – já começaram a surgir. No início da tarde de hoje, o município confirmou Cesar Botelho como chefe de gabinete, André Espezim como secretário de Comunicação e Relações Institucionais e Júlio Augusto de Souza Filho como procurador geral.A cerimônia de posse deles ocorrerá na sexta-feira, às 9h, no Salão Nobre da prefeitura, e será o primeiro ato de Hildebrandt como prefeito de Blumenau. Além dessas, outras alterações no primeiro escalão também foram oficializadas: o atual procurador Rodrigo Jansen assumirá como secretário de Controladoria e Transparência, que será criada pelo Executivo – o projeto será enviado como reforma administrativa do município à Câmara de Vereadores na próxima semana. Já Marcelo Althoff, que hoje está à frente da Secretaria de Comunicação, assume a Diretoria Geral da Secretaria de Desenvolvimento Urbano.Outra mudança é a saída de Juliano Gonçalves da Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária. Oscar Casico Grottmann Filho, atual secretário de Desenvolvimento Social, acumulará a função. Na madrugada desta quarta-feira, Gonçalves anunciou não apenas a exoneração do cargo, como o pedido de desfiliação do Partido Verde. No comunicado, ele deixa claro que sua saída do PV ocorre por conta do retorno de Ivan Naatz ao partido. A posse de Hildebrandt também traz mudanças à pasta que ele comandava, a Secertaria de Mobilidade Sustentável e Projetos Especiais – que tem o objetivo de gerir as obras financiadas pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). A diretora geral, Marli Zieker Bento, assume interinamente a função.Além disso, conforme informações do colunista Augusto Ittner, o presidente da Fundação Municipal de Desportos de Blumenau (FMD), Egídio Beckhauser, teria pedido exoneração. O atual dirigente deve ser o coordenador da campanha de Ericsson Luef (PMDB) a deputado federal. Até terça-feira, a saída não havia sido confirmada e a assessoria do vice-prefeito disse que ele não havia recebido o pedido oficialmente.Napoleão Bernardes deixará nesta quinta de ser prefeito de Blumenau para concorrer às eleições. Às 17h, em cerimônia no Teatro Carlos Gomes, ele assina a carta de renúncia e passa o cargo para o vice Mário Hildebrandt.Porto Alegre, RSJornal de Santa CatarinaNa véspera da renúncia de Napoleão, prefeitura de Blumenau anuncia mudanças no secretariadoJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-na-vespera-da-renuncia-de-napoleao-prefeitura-de-blumenau-anuncia-mudancas-no-secretariado-10230143Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24161324"Será um mandato de continuidade", diz Mário Hildebrandt sobre assumir a prefeitura de BlumenauVice-prefeito assumirá o cargo após renúncia de Napoleão Bernardes (PSDB)2018-03-27T20:21:07-03:002018-03-27T20:21:07-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPatrick Rodrigues"Será um mandato de continuidade", diz Mário Hildebrandt sobre assumir a prefeitura de BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:clicrbs.com.br:24161324Change0Usableurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-sera-um-mandato-de-continuidade-diz-mario-hildebrandt-sobre-assumir-a-prefeitura-de-blumenau-10200656"Será um mandato de continuidade", diz Mário Hildebrandt sobre assumir a prefeitura de BlumenauVice-prefeito assumirá o cargo após renúncia de Napoleão Bernardes (PSDB)2018-03-27T20:21:07-03:002018-03-27T20:21:07-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brFoto: Patrick Rodrigues / Jornal de Santa CatarinaMário Hildebrandt (PSB) não é um vice decorativo. Desde o início do segundo mandato de Napoleão Bernardes (PSDB) à frente da prefeitura o vice esteve presente em todos os principais atos do governo, em alguns até aparecendo mais que o próprio prefeito – como na apresentação do pacote de obras de mobilidade em março do ano passado. Por isso, nos bastidores a expressão “prefeito Mário” já era usada por muitos interlocutores, e será oficializada no próximo dia 5, às 17h, com a cerimônia da transferência de cargo.O ato de Napoleão comunicar a mudança exatamente no dia do aniversário de 49 anos de Hildebrandt foi simbólico. O “parabéns pra você” entoado no plenário no início da sessão nesta terça-feira celebrava mais do que a passagem de um ano na vida do então vice e em breve prefeito de Blumenau. Com uma cidade tomada por obras em andamento para administrar, Hildebrandt falou com a reportagem sobre os próximos passos na administração municipal:Qual será a marca de Mário Hildebrandt (PSB) como futuro prefeito de Blumenau até 2020?Trabalho, trabalho, trabalho e muita fé em Deus. O meu resumo é esse. Vou continuar trabalhando, fazendo as ações dos projetos que já estão em andamento, complementar essas ações terminando as obras e captar novos recursos. Definir a equipe de governo que vai caminhar comigo, que a tendência é que seja a grande maioria que está aí, até porque é um governo que nós fizemos a quatro mãos, então não teria a necessidade de grandes mudanças, e continuar o trabalho de organização de governo de levar a necessidade para passar ainda mais a situação financeira que ainda está complexa no Brasil e superar isso, conseguir chegar ao ano que vem bem, firme e forte, para deslanchar nos últimos dois anos de mandato.Nesse período de um ano e três meses do segundo mandato do Napoleão, o senhor foi um vice atuante e presente. O que a experiência deste período vai ajudar? O futuro mandato será de continuidade ou um novo período na prefeitura de Blumenau?Será um mandato de continuidade que vai ter as suas construções que vêm do Mário prefeito, mas ele tem a característica que o Napoleão deu início, com certeza com essa mescla do segundo mandato que tinha a minha característica também. Naturalmente a minha (gestão) agora também vai ter a característica dele envolvida, nós nos cruzamos, então é difícil separar quando o governo é feito a quatro mãos. Vou continuar no meu dia a dia enquanto prefeito trabalhando e ajudando a cidade, e no meu horário de folga, que vai ser pouco, tentando ajudar a empurrar o Napoleão a galgar um cargo estadual, porque Blumenau merece, o Vale do Itajaí merece, e o Estado de Santa Catarina merece o modelo de trabalho do Napoleão.O senhor falou sobre poucas mudanças nas secretarias. O que podemos esperar de alterações no primeiro escalão com Mário como prefeito?Teremos uma reunião amanhã cedo para tratar a transição. Não serão grandes mudanças, nosso objetivo aqui não é mudar, tive contato com praticamente todos os secretários nessa caminhada. Agora é uma questão de alinhamento e ajustes.Atualmente o senhor responde também pela Secretaria do Programa de Mobilidade Sustentável e de Projetos Especiais. Como futuro prefeito, pretende acumular o cargo ou irá indicar outra pessoa?Boa pergunta, não pensei nisso ainda. Algumas coisas ainda não consegui desenhar e alinhar, a gente está focado nas obras e se eu conseguir alguém que tenha esse perfil para assumir a pasta eu farei (a indicação). Mas não vou acumular. Deverá ter um gestor, alguém que vai coordenar as obras e ações para que eu possa ter o resultado rápido, pois os prazos estão curtos e eles precisam ser cumpridos.Porto Alegre, RSJornal de Santa Catarina"Será um mandato de continuidade", diz Mário Hildebrandt sobre assumir a prefeitura de BlumenauJornal de Santa Catarinaurn:publicid:jornaldesantacatarina-clicrbs-com-br-sc-politica-e-economia-sera-um-mandato-de-continuidade-diz-mario-hildebrandt-sobre-assumir-a-prefeitura-de-blumenau-10200656Change0Usable